Itaíba: Regina entrega pacote de obras ao lado de Rodrigo Novaes e Ricardo Teobaldo
Por André Luis
Nesta sexta-feira (21), a prefeita de Itaíba, Regina Cunha (Podemos), participou de inaugurações e entrega de obras em várias partes do município. Além do vice-prefeito Valdo do Pipa, ela estava acompanhada dos deputados Rodrigo Novaes (estadual) e Ricardo Teobaldo (federal), vereadores e lideranças. Os eventos começaram na comunidade rural de Caraíbas, às 11h, e finalizaram no Distrito de Negras por volta das 19h.
“Posso dizer que hoje (sexta) foi um dia de alegria e realizações. Graças a Deus e a equipe maravilhosa que temos, pudemos entregar a população várias obras na saúde, infraestrutura, lazer e desenvolvimento, cumprindo promessas feitas ao nosso povo com apoio de nossos deputados Rodrigo e Ricardo. Estamos começando o ano com o pé direito e vem muito mais por aí. Hoje é só gratidão”, afirmou.
Logo pela manhã, às 11h00, a prefeita fez a entrega de 03 casas na comunidade de Caraíbas, zona rural, dentro do projeto de Construção de Melhorias Habitacionais para o Controle da Doença de Chagas, numa parceria da Prefeitura de Itaíba e a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
Na parte da tarde, às 15h00, ela entregou a nova ponte da Rua da Paz, abrindo uma nova via de acesso a veículos e pedestres. Em seguida, inaugurou a Academia da Saúde, localizada ao lado do Fórum local. É a segunda unidade entregue; a primeira foi no distrito do Jirau no ano passado.
O final da tarde ficou concentrado no Distrito de Negras, a onde a comitiva da prefeita Regina e dos deputados Rodrigo Novaes e Ricardo Teobaldo entregaram a reforma e melhoria da Unidade Básica de Saúde Maria Soares Silva, a nova ponte que liga o distrito ao cemitério local e sítios vizinhos e o grande momento da maratona de inaugurações que foi a entrega da nova Praça Nossa Senhora da Conceição, no coração do Distrito de Negras. Um sonho antigo da comunidade e que foi mais uma promessa cumprida pela prefeita Regina Cunha.
Foto: Heudes Regis/Divulgação Repórter político com vários anos de batente, Sérgio Montenegro lança, esta semana, Queridos Rivais, livro em que conta os bastidores da união por Pernambuco, cuja história acompanhou desde o nascedouro Em 1985, após vinte anos de polarização, Arena e MDB apararam arestas e se uniram em torno de um objetivo: pactuar uma […]
Repórter político com vários anos de batente, Sérgio Montenegro lança, esta semana, Queridos Rivais, livro em que conta os bastidores da união por Pernambuco, cuja história acompanhou desde o nascedouro
Em 1985, após vinte anos de polarização, Arena e MDB apararam arestas e se uniram em torno de um objetivo: pactuar uma saída institucional do regime militar e assegurar a redemocratização do País.
Quase uma década depois haveria uma nova aproximação entre os partidos rivais, desta vez em Pernambuco, onde caciques do PMDB e do PFL vislumbraram a chance de tomar o comando do Estado das mãos do PSB do governador Miguel Arraes, e ainda montar uma estratégia que garantisse a longevidade no poder.
Antes de mais nada, era preciso oferecer uma justificativa plausível para essa guinada política ao eleitor pernambucano, testemunha de duríssimos embates entre os dois lados, e acostumado a tomar partido de um deles.
O argumento da aliança baseada no desenvolvimentismo caiu como uma luva, em um Estado carente em diversas áreas, mas, acima de tudo, na economia.
Consolidavam-se ali as bases da União por Pernambuco, brindando os ex-rivais com mais de uma década de poder. O período em que governaram juntos e afinados, sob a liderança inabalável do peemedebista Jarbas Vasconcelos, só seria interrompido em 2006 pelo neto de Arraes, Eduardo Campos, que “cobrou a fatura” ao derrotar os aliados e eleger-se governador.
Como repórter da editoria de política do Jornal do Commercio, Sérgio Montenegro acompanhou o processo de costuras da aliança desde o início, relatando o primeiro encontro público entre o então governador Joaquim Francisco, líder maior do PFL, e o prefeito do Recife à época, Jarbas Vasconcelos, chefe do PMDB.
“Quando recebi a informação sobre o acordo em curso, duvidei imediatamente. Acostumado a cobrir intermináveis confrontos entre PFL e PMDB, jamais teria imaginado a possibilidade. Eram a esquerda e a direita, óleo e água. Ainda por cima em Pernambuco, onde acirramento político é regra. Mas a fonte da informação era sólida, e decidi investigar”, conta Sérgio Montenegro, acrescentando que foi preciso vencer antes o ceticismo dos editores e colegas de redação diante daquela “pauta improvável”.
Algumas semanas depois, de fato, o repórter testemunhava pessoalmente o almoço promovido pelo então deputado federal pefelista José Mendonça, em sua fazenda na cidade de Belo Jardim, em torno dos dois caciques partidários.
Estava deflagrado o processo da inacreditável aliança e, de quebra, garantido um histórico furo de reportagem para o JC.
“Pouco tempo depois, pefelistas e peemedebistas já dividiam o mesmo palanque e o mesmo discurso, sobre a necessidade de conquistar o poder no Estado para soerguê-lo economicamente. O que terminaria acontecendo em poucos anos”, acrescenta o autor.
Prefaciado pelo cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco, e apresentado pelo ex-diretor de redação do Jornal do Commercio, Ivanildo Sampaio, o livro Queridos Rivais registra os bastidores dessa história, 25 anos depois do seu pontapé inicial. E analisa a trajetória dos seus personagens sob a maturidade que só o tempo concede.
Sobre o autor:
Sérgio Montenegro é jornalista e consultor de estratégias em comunicação, pós-graduado em História Política e mestrando em Comunicação Política. Atua no jornalismo de batente há mais de três décadas, tendo exercido os cargos de repórter, colunista, articulista e editor, a maior parte no Jornal do Commercio, com passagens também pelo Diario de Pernambuco e Rádio CBN.
É autor do livro Um político da cidade antiga, e coautor dos livros Na Trilha do Golpe – 1964 revisitado e A Nova República, visões da redemocratização.
Sobre o livro:
Queridos Rivais foi produzido com apoio cultural da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), a partir da pesquisa realizada pelo autor durante a pós-graduação em História e Jornalismo, na Unicap. A obra está à venda nas livrarias de Pernambuco e também pelo site da Amazon.
Em 17 de dezembro de 2013 A visita da presidente Dilma Rousseff à Refinaria Abreu e Lima, na manhã desta terça-feira (17), começou com um fato no mínimo inusitado: a palavra não foi concedida ao governador Eduardo Campos, provável adversário politico da presidente nas eleições 2014. Ao chegar ao local, a presidente fez um breve […]
A visita da presidente Dilma Rousseff à Refinaria Abreu e Lima, na manhã desta terça-feira (17), começou com um fato no mínimo inusitado: a palavra não foi concedida ao governador Eduardo Campos, provável adversário politico da presidente nas eleições 2014.
Ao chegar ao local, a presidente fez um breve discurso para os operários, passou o microfone para Graça Foster (presidente da Petrobras), depois para Edson Lobão (ministro das Minas e Energia) e, antes que a palavra fosse dada ao governador, ela pegou o microfone.
“Eu agora vou descer para autografar as camisas e dar um abraço em vocês”, disse aos operários. Sem poder falar, Eduardo ficou com cara de desconfiado, mas ensaiou sorrisos aos operários. O governador de Pernambuco ficou no palanque e Dilma desceu para o meio dos trabalhadores, na companhia do senador Armando Monteiro, pré-canditato ao Governo do Estado em 2014.
Os trabalhadores da refinaria foram liberados do trabalho para acompanhar a solenidade. Vários estavam com camisas e cartazes em apoio a Dilma. Nem a forte chuva foi capaz de afastar os fãs da presidente. Dão total apoio a Dilma numa futura disputa contra o governador.
“Boato vazio”. Foi assim que o Presidente do PT Bruno Ribeiro reagiu à indagação sobre a possível reedição de aliança do seu partido com o PSB nas próximas eleições estaduais. “O PSB tem 35 deputados. Todos eles votaram pelo impeachment da Presidente Dilma. Foi o partido do golpe. Se tivesse defendido o que sempre defendeu […]
“Boato vazio”. Foi assim que o Presidente do PT Bruno Ribeiro reagiu à indagação sobre a possível reedição de aliança do seu partido com o PSB nas próximas eleições estaduais. “O PSB tem 35 deputados. Todos eles votaram pelo impeachment da Presidente Dilma. Foi o partido do golpe. Se tivesse defendido o que sempre defendeu Miguel Arraes teria seguido outro caminho. O PSB negou sua história. Não há chance dessa aliança”.
A declaração foi dada ontem durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Questionado se o PT oferecerá uma cara nova para o próximo pleito, e se o nome seria Marília Arraes que nos últimos dois dias fez reuniões e concedeu entrevistas em várias emissoras de Rádio de Arcoverde, Serra Talhada, Carnaíba, Tabira, Quixaba, Tuparetama e Afogados, Bruno evitou antecipar esse debate.
“A pior contribuição que poderíamos dar a este debate é falar de nomes. Eu gosto de Marília, é um quadro do partido, mas temos que discutir como vamos sair deste impasse. Temos bons nomes, e não é agora que temos que discutir isso. O PT vai construir primeiro um programa de governo para depois debater o candidato ou candidata que vai defende-lo”.
E seguiu: “Nesse instante falar de nomes de Marília, João Paulo, Aristides ou de Tereza Leitão, não é bom para esse debate”.
Detalhe: Os passos de Marília nas cidades do sertão deixaram a sua intenção muito clara. A vereadora afirmou à Pajeú que a lembrança ao seu nome é natural pelo fato de que faltam lideranças no Estado. Bruno Ribeiro esteve em Tabira ontem ao lado de Carlos Veras, Presidente da CUT e Aristides Santos, Presidente da Contag, para a posse da nova direção do partido. Na entrevista ele defendeu a inocência dos ex-Presidentes Lula e Dilma.
Blog da Folha Em seu discurso no evento que marcou o ingresso do Grupo Ferreira na Frente das Oposições, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), pré-candidato ao Governo do Estado, afirmou que o entendimento com a família não passou por exigência de cargo e ou de posição. O petebista também afirmou que os Ferreira têm […]
Em seu discurso no evento que marcou o ingresso do Grupo Ferreira na Frente das Oposições, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), pré-candidato ao Governo do Estado, afirmou que o entendimento com a família não passou por exigência de cargo e ou de posição.
O petebista também afirmou que os Ferreira têm compreensão de que há outras forças políticas fortes que serão levadas em conta na hora de fechar a composição da chapa majoritária. André Ferreira, que é deputado estadual e presidente do PSC, pleiteia uma vaga ao Senado Federal.
“Gostaria de fazer um registro. Em todos os momentos que conversamos com o Grupo Ferreira, em nenhum momento em nosso entendimento passou por exigência de cargo e de posição. E agora me perguntam e vocês vão fechar a chapa quando, quais os nomes, quem é? Eu tenho dito o seguinte: agora, vocês estão dentro dessa Frente e vão construir conosco essa solução. Claro que esse grupo tem credenciais para estar na chapa, credenciais políticas não faltam, mas todos têm a compreensão de que neste momento nosso compromisso maior é buscar aquela composição que enseje a maior representatividade e a maior força”, afirmou Armando Monteiro saudando os novos integrantes da Frente.
O senador petebista também declarou que foi convocado circunstancialmente para estar liderando o projeto, mas que há, nesse grupo, “figuras que talvez reunissem até mais credenciais” do que ele. “Mas nesse momento a escolha recaiu no meu nome e eu disse que desde o início não vou impor o meu nome, apoiarei qualquer companheiro dessa Frente, mas se me convocarem eu topo porque nesse momento ninguém pode faltar a Pernambuco”, disse.
Resgate
Ainda durante o seu discurso, o pré-candidato ao Governo do Estado fez críticas ao atual governo, comandado pelo PSB. O petebista afirmou que o grupo oposicionista pretende fazer o “resgate de um Pernambuco que vem perdendo o rumo”. Segundo Armando Monteiro Neto, o Estado tem governador, mas não tem governo.
“Pretendemos fazer o resgate de um Pernambuco que infelizmente vem perdendo o rumo. Um Pernambuco que perdeu voz nos últimos anos. Um Pernambuco aonde se percebe um governo que não governa. Um governo que não é capaz de prover segurança, que não dá respostas a problemas que afligem a população, como por exemplo a área de saúde. Que é uma área hoje crítica, que se percebem tantas mazelas. Porque um governo que não é capaz de oferecer segurança e quando recebe um cidadão num hospital público ou num posto de saúde não pode oferecer o mínimo atendimento, isso significa, meus amigos, que não há governo. Pernambuco tem governador, mas não tem governo”, disparou.
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba determinou, nesta segunda-feira (19), o bloqueio das contas bancárias de 67 prefeituras. Com base em relatórios de auditorias, foram constatadas irregularidades e inconsistências nos balancetes enviados no mês de outubro/2016, com uma diferença apurada de cerca de R$ 40 milhões. Em ofício endereçado aos bancos, subscrito pelo […]
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba determinou, nesta segunda-feira (19), o bloqueio das contas bancárias de 67 prefeituras.
Com base em relatórios de auditorias, foram constatadas irregularidades e inconsistências nos balancetes enviados no mês de outubro/2016, com uma diferença apurada de cerca de R$ 40 milhões.
Em ofício endereçado aos bancos, subscrito pelo presidente em exercício, conselheiro André Carlo Torres Pontes, o TCE-PB ressalta que deve ser assegurado o pagamento dos salários de todos os servidores dessas prefeituras.
De acordo com ofício circular, assinado pelo conselheiro André Carlo e encaminhado aos prefeitos comunicando o bloqueio de contas, a decisão foi após auditoria analisar as informações contidas no balancete mensal de outubro e verificadas irregularidades com base nas exigências da Resolução Normativa RN TC 03/2014. Entre as 67 prefeituras com contas bloqueadas estão Água Branca, Princesa Isabel, Patos e Sumé.
TCE condena prefeito de Princesa Isabel com débito e multa por irregularidades em calçamentos – O prefeito de Princesa Isabel, Dominguinhos (PSDB), foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) a devolver R$ 46.410,60, além de pagar multa pessoal no valor de R$ 3 mil, por irregularidades na construção de calçamentos.
Auditoria realizada pelo órgão fiscalizador julgou irregulares as despesas com pavimentação de ruas na cidade, por “excesso no pagamento”. A decisão foi proferida na segunda semana deste mês.
Relator do processo, o conselheiro André Carlo Torres Pontes determinou “o prazo de 60 (sessenta) dias para recolhimento de débito aos cofres municipais e da multa ao Fundo de Fiscalização Orçamentária e Financeira Municipal, sob pena de cobrança executiva”.
Você precisa fazer login para comentar.