Itaíba: Regina articula parceria com a Natville Laticínios
Por André Luis
Na manhã desta quarta-feira (01.02), a prefeita de Itaíba, Regina Cunha, recebeu a visita da empresária Janea Mota Dantas e Flávio Dantas, diretores da empresa Natville Laticínios Santa Maria, um dos grandes grupos empresariais do Nordeste, com sede em Sergipe e que também atua em Alagoas.
O objetivo da visita, é adquirir o leite produzido no município e no futuro instalar uma fábrica na região.
“Não poderíamos começar 2023 com melhor notícia. A visita dos empresários Janea e Flávio para firmar parceria com nosso município e nossos produtores de leite deve se tornar em um marco para o nosso desenvolvimento. Articulamos essa vinda, vamos juntamente com o deputado estadual Rodrigo Novaes, abrir as portas junto ao governo do estado para que essa grande empresa venha para Pernambuco e, principalmente, para nossa Itaíba, promovendo desenvolvimento e gerando empregos”, afirmou Regina.
Na recepção aos empresários também estavam o Secretário de Governo, Whebson Alves; de Administração, Tamara Evelyn; Marcelo Bispo, do Desenvolvimento Econômico; Pedro Teotônio, da Saúde; Aninha Bispo, Secretária de Cultura; o vereador Marcelo Pilota e o ex-secretário de Educação, Junior Brandão.
O grande objetivo da Natville é adquirir o leite do município de Itaíba, o segundo maior produtor de Pernambuco, com mais de 73 milhões de litros por ano segundo dados da Pesquisa da Pecuária Municipal 2020, divulgada pelo IBGE.
Para viabilizar esse projeto, a prefeita Regina Cunha já articula com o deputado estadual Rodrigo Novaes um encontro com o governo do Estado para os próximos dias. A meta é garantir a entrada do laticínio em Pernambuco o que vai beneficiar diretamente o município de Itaíba.
Sergipana do município de Nossa Senhora da Glória, a empresa foi fundada em 1996, como empresa familiar. A Natville – Laticínio Santa Maria – é responsável, hoje, pelo suprimento de laticínios de todo o Nordeste e até do Sudeste do país. Com novas tecnologias, a empresa investe na qualidade de seus produtos, adquirindo máquinas modernas, estrutura ampla e em pessoal treinado.
Oficinas têm como público alvo professores da rede municipal, aspirantes a atores e atrizes e público infantil; ações têm o incentivo do Funcultura Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano, vive um momento especial para as artes cênicas: além de um cine teatro de rua em pleno funcionamento e quase centenário (o Cine São […]
Oficinas têm como público alvo professores da rede municipal, aspirantes a atores e atrizes e público infantil; ações têm o incentivo do Funcultura
Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano, vive um momento especial para as artes cênicas: além de um cine teatro de rua em pleno funcionamento e quase centenário (o Cine São José, que recentemente completou 80 anos de existência), o município agora possui o projeto Xerém Teatral, ação da produtora Xerém Produções, sob o comando do produtor cultural Lucio Vinicius. O projeto iniciou duas formações gratuitas na cidade: “Oficina Histórias Sem Pé nem Cabeça” e “Teatro do Oprimido”, ambas com incentivo do Funcultura.
O projeto ainda trouxe, via PNAB Afogados da Ingazeira, a ação “Histórias do Balacobaco” para alunos da escola Letícia de Campos Goes. Enquanto a contação de histórias foi realizada na manhã da última segunda, 10/3, para alunos da rede municipal de ensino, as “Oficina Histórias Sem Pé nem Cabeça” e “Teatro do Oprimido” serão realizadas ao longo da semana.
“Oficina Histórias Sem Pé nem Cabeça” é voltada apenas para professoras e professores da escola Letícia de Campos Goes, no Borges, e tem foco em contação de histórias – será realizada no dias 10, 11, 12 e 13 de março. O oficineiro Roosevelt Neto vem de Arcoverde (PE), especialmente para a ação. Ele é ator, produtor cultural, lambelambeiro, contador e escutador de histórias; além de ser graduando no curso de Pedagogia, integra os grupos de teatro Tropa do Balacobaco e o Pé de Vento, ambos da cidade de Arcoverde-PE.
Já o “Teatro do Oprimido” é para aspirantes a atrizes e atores da cidade – oito alunos se inscreveram. Sob a batuta do oficineiro é Djaelton Quirino, também de Arcoverde (PE): ator, palhaço, diretor e dramaturgo. Cofundador do Teatro de Retalhos, que trabalha com a produção de audiovisual, teatro, literatura e circo.
Ambas as oficinas são incentivo do Funcultura, Fundarpe e Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco. “Acho muito importante trazer o teatro para a cidade de Afogados, tanto porque já tivemos uma cena forte num passado recente, como porque o teatro é uma excelente ferramenta de mudança social”, descreve Lilian Viviane, produtora do fomento.
Todas as ações formativas terão intérprete de Libras.
Na sexta, 14/3, a culminância das formações será uma apresentação teatral de Bruna Florie: natural de Triunfo-PE, a atriz é também arte educadora e produtora cultural atuante no Sertão do Pajeú. Integrante do Coletivo Pantim, Coletivo Mãe Chiquinha e é idealizadora do projeto Experimento Bruffa, da oficina Brincanças e do Ponto de Cultura Casa Brincante do Alto da Boa Vista. A culminância será na Associação de Moradores do Borges (Rua Antonio Simao do Nascimento, 15).
MAIS FORMAÇÕES
Visando ajudar a outros produtores a também se qualificarem, a produtora Xerém Produções ainda promoverá a oficina “Produção de Audiovisual” com a cineasta Narriman Kauane: indígena do povo Funi-ô, é co-fundadora do coletivo Thul’se Audiovisual e atua na produção de vídeos, gerenciamento de mídias e fotografias do coletivo. Será na Escola Municipal da Serra Vermelha (Afogados), com incentivo da PNAB Afogados da Ingazeira dentro do Projeto “Luz, Câmera, Formação!”.
Já no final do semestre, haverá oficina em “Elaboração de Projetos Culturais” com Bruna Tavares: produtora, curadora, roteirista e realizadora audiovisual, com especialização em Gestão Cultural. Diretora de Produção na Pajeú Filmes e programadora do Cine São José, em Afogados da Ingazeira.
“Acho importante proporcionar formações na área da cultura porque a arte também faz parte de nossa vida e de nossa economia: através da arte a gente compra no mercado, compra tecido, tinta, movimenta a economia. E ainda ganha o produto cultural, que traz um pouco de leveza e beleza para nossa gente. Acho isso uma verdadeira missão”, explica Luciio Vinicius.
Acompanhe outras informações e a cobertura das formações pelas redes sociais @xerem.cultural. Fotos: reprodução/redes sociais.
Nenhuma surpresa A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), tem a menor aprovação dentre os 27 governadores do país. Foi o que apontou o levantamento da Atlas Intel, realizado em dezembro, em todos os estados do País. Raquel tem apenas 36% de aprovação e 49% de desaprovação. A governadora pernambucana teve a pior avaliação entre […]
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), tem a menor aprovação dentre os 27 governadores do país.
Foi o que apontou o levantamento da Atlas Intel, realizado em dezembro, em todos os estados do País. Raquel tem apenas 36% de aprovação e 49% de desaprovação. A governadora pernambucana teve a pior avaliação entre todos os governadores do país.
O ranking é liderado pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 72% de aprovação. Ele é seguido por Wanderdei Barbosa, governador de Tocantins, com 69% de aprovação.
A pesquisa contemplou 29.694 respondentes entre 18 e 31 de dezembro de 2023. Dependendo do tamanho de cada estado e consequentemente do tamanho da amostra, a margem de erro oscila entre 1 e 5 pontos percentuais.
Você já deve ter lido essa notícia em vários veículos. A impressão que passa é a de que até os aliados da governadora tinham ciência dessa menor aprovação em relação aos que não gostaram do primeiro ano da gestão.
Raquel demorou a fazer a transição e praticamente foi mudando peças e implementando seu ritmo e estilo com o carro em movimento. Teve erros na condução política e ainda não conseguiu impor uma maioria tranquila na ALEPE.
Como demorou a encaixar as peças na complexa máquina do estado, demorou a diagnosticar os principais problemas. Também não respondeu com agilidade nos primeiros dez meses as cobranças por reparos na precária malha rodoviária.
Sob a alegação de ter trabalhado com orçamento da gestão socialista e o endividamento R$ 567 milhões herdado no ano passado (os socialistas negam) teve um primeiro ano rotulado de “para arrumar a casa”.
Agora, nos últimos três meses, deu sinais de melhor compreensão da engrenagem estatal. Foi habilidosa na relação com o governo Lula. Captou os decorados R$ 3,4 bilhões que, garante, vão dar nova cara à percepção de seu governo. Nas últimas agendas pelo estado e nas entrevistas para avaliar o ano, mostrou otimismo e já começou a realizar entregas com sua assinatura, ou mesmo ações iniciadas na gestão Paulo.
Que Raquel vai prevalecer na opinião pública ao final de 2024? A que tropeçou na relação política, não respondeu com agilidade às cobranças de 2023 e ainda não engrenou na percepção da população? Ou a que começou a dar sinais da virada de impressão dos pernambucanos, garantindo um ano novo de entregas e muito trabalho, com os cofres cheios?
Me repita essa pergunta daqui a um ano…
Cadê Augusto
A ausência mais sentida na Festa de Reis em São José do Egito foi a do prefeito de Ouro Velho e é, não é, quase foi ou nunca será pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Augusto Valadares. Aparentemente nenhuma relação com a conturbada escolha do nome governista. Só férias mesmo…
Decisão
O juiz da 3ª Vara Criminal da Capital, Layete Jatobá Neto, determinou que o advogado Cláudio Soares não mantenha contato com o advogado Cleonildo Lopes, o Painha, bem como se abstenha de fazer publicações ofensivas contra ele. A informação foi repassada à Coluna pelo advogado Roberto Morais, que defende Cleonildo.
O caminho
Fotocharge: “pensando alto”
O Deputado Estadual Luciano Duque disse à Rádio Folha que até maio definirá a estratégia de seu grupo para as eleições 2024. Traduzindo, vai definir se será o candidato, a depender das pesquisas, apoiar o vereador Ronaldo de Dja ou o filho, Miguel Duque. Fontes dizem que ele só vai se tiver 15% a 20% de frente. Será?
Fato novo
Depois que Rosimério de Cuca assumiu afastamento de Luciano Duque, inclusive expondo sua posição em rede social, ninguém acredita que as contas do Deputado com indicação de rejeição do TCE passarão pelo crivo da Câmara, com maioria pró Márcia. A estratégia já estaria desenhada.
BBB
Já a prefeita Márcia Conrado continua tentando se descolar dos questionamentos à seu governo e imprimir uma agenda positiva. Foi mais uma semana de exposição na imprensa de problemas com a coleta de lixo e a novela dos consignados. Em contraponto, inaugurou UBS no São Lourenço, autorizou pavimentação de ruas e até brincou com o Big Fone, do BBB. Vai melhorar quando colocar quem atrapalha seu governo no “paredão”.
(In)certezas
Na animada semana política de Afogados, a impressão que passa é que Daniel Valadares está cada vez mais garantido na vice de Sandrinho e que Edson Henrique deve ser mesmo o vice de Danilo Simões. Ou não. Falta aparecer o nome da terceira via. A campanha em Afogados é muito divertida graças a ele. Ou não…
Falando nisso
Totonho Valadares estará no Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira pra dizer se confirma a frase “não abro mão de Daniel na vice”. E quarta, Zé Negão, de coração revisado, diz porque apoiou automaticamente Danilo Simões.
Crime bárbaro
A Polícia Civil segue investigando o esquartejamento de um corpo encontrada às margens da PE 320 em Afogados da Ingazeira. Segundo a Coluna apurou, uma linha de investigava está sendo traçada, como num quebra-cabeças. A vítima ainda não foi identificada até o fechamento dessa Coluna.
Irreversíveis?
Na lista dos prefeitos sertanejos que dificilmente reverterão o quadro de rejeição em seus município, estão Nicinha Melo, de Tabira, e Wellington Maciel, de Arcoverde.
Em tempo
De hoje até as próximas três semanas, estarei nas tradicionais férias de janeiro. No blog, André Luiz e Juliana Lima tocarão o barco. Na Manhã Total, Júnior Cavalcanti e Juliana Lima conduzem a audiência líder da Pajeú. Até a volta!
Frase da semana:
“Se a cracolândia fosse culpa minha, acabaria quando eu morresse”.
Do Padre Júlio Lancelotti, sobre a injusta e covarde perseguição do vereador Rubinho Nunes, de São Paulo.
Legislador assumiu postura hoje no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Socialista Raimundo Lima disse lamentar desinformação do parlamentar Eleito pelo PEN (hoje PATRIOTAS) no bloco formado para dentro de uma estratégia eleitoral, fazer três vereadores, Wellington JK assumiu hoje uma condição de independência à gestão do prefeito José Patriota. A postura é uma novidade […]
Legislador assumiu postura hoje no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Socialista Raimundo Lima disse lamentar desinformação do parlamentar
Eleito pelo PEN (hoje PATRIOTAS) no bloco formado para dentro de uma estratégia eleitoral, fazer três vereadores, Wellington JK assumiu hoje uma condição de independência à gestão do prefeito José Patriota.
A postura é uma novidade na casa, considerado o quadro político do legislativo. Antes da posição assumida de Wellington, dos treze vereadores, Patriota tinha apoio de doze deles. Até o único opositor, Zé Negão, ultimamente tem sido visto com posições mais moderadas que as críticas de antes.
Wellington assumiu uma postura que não era comum nos últimos meses no legislativo: de críticas mais contundentes ao governo. Ele esteve com o vereador Raimundo Lima, da base governista e histórico do PSB no Debate das Dez de hoje, na Rádio Pajeú, e e disse que sua posição se dava por conta da falta de respostas aos seus 38 requerimentos, voltados principalmente para ações de calçamento e saneamento nos bairros da cidade.
Wellington criticou o governo por segundo ele, priorizar ações no centro em detrimento dos bairros que disse, carecem de muitas ações. “Não fui eleito para ficar só balançando a cabeça feito lagartixa. O povo me diz eu posso ser perseguido ou não ser reeleito mas não ligo. Fui eleito para ver e dizer as coisas que estão erradas e elogiar as certas”.
Raimundo diz que falta conhecimento ao colega para enxergar ações da gestão Patriota
O vereador governista Raimundo Lima disse lamentar que o vereador não compreenda o papel dos requerimentos. Deu exemplos de atendimentos de demandas em bairros da cidade e negou, ao contrario do que disse JK que a gestão esteja parada, dando como exemplo projetos como a duplicação de acesso, Centro de Reabilitação, duplicação da Rio Branco e calçar ruas da cidade.
“Tem requerimentos que foram aprovados em mandatos anteriores e executadas depois. Nenhum governo tem condições de atender todos os requerimentos”, disse.
Os vereadores também debateram o volume de recursos movimentados no município. JK disse que em 2016 foram arrecadados mais de R$ 72 milhões, em 2017, R$ 62 milhões. “E os serviços diminuíram”. Raimundo Lima disse eu esse é o resultado de um prefeito e tem coragem de ir atrás e aprovação da população.
Com voto de desempate do Ministro Gilmar Mendes, o Tribunal Superior Eleitoral – TSE julgou por 4×3 improcedente a ação por suposto abuso de poder econômico da prefeita de Flores Soraia Murioca (PR). A ação era do período em que Soraya era pré-candidata à sua primeira tentativa de gerir o município, em 2008. O julgamento aconteceu […]
Com voto de desempate do Ministro Gilmar Mendes, o Tribunal Superior Eleitoral – TSE julgou por 4×3 improcedente a ação por suposto abuso de poder econômico da prefeita de Flores Soraia Murioca (PR). A ação era do período em que Soraya era pré-candidata à sua primeira tentativa de gerir o município, em 2008.
O julgamento aconteceu na noite desta última quarta-feira, (25) e analisou o Agravo Regimental em Recurso Especial Eleitoral – RESPE n.º 35999, em que a oposição no Município de Flores-PE tentava manter uma primeira decisão que havia caçado os seus direitos políticos.
A ação tinha relação com shows realizados na cidade bancados por Murioca, o que para a Justiça em primeira instância criava desequilíbrio no processo eleitoral. A Côrte entendeu – mesmo que por placar apertado – que a Prefeita Soraya não cometeu qualquer ato que pudesse justificar sua inelegibilidade.
A Compesa publicou no Diário Oficial do Estado a licitação para locação de usinas solares no estado de até 2 MWp. A Companhia investe no modelo de geração de energia distribuída visando suprir suas unidades consumidoras de baixa tensão, como escritórios e lojas de atendimento. O edital de licitação está disponível para consulta no site […]
A Compesa publicou no Diário Oficial do Estado a licitação para locação de usinas solares no estado de até 2 MWp. A Companhia investe no modelo de geração de energia distribuída visando suprir suas unidades consumidoras de baixa tensão, como escritórios e lojas de atendimento. O edital de licitação está disponível para consulta no site da Companhia: www.compesa.com.br.
O edital está dividido em cinco lotes e as empresas interessadas têm até 6 de outubro, data que antecede a disputa, para apresentar proposta. Com a iniciativa, a expectativa é de uma economia de até R$ 2 milhões ao longo dos cinco anos de contrato. A licitação, no entanto, não é uma iniciativa isolada, como explica o diretor de Negócios e Eficiência da Compesa, Flávio Coutinho.
“Além da locação das usinas, há outros investimentos em curso para geração de energia renovável. A Companhia está em via de licitar um projeto para geração de energia distribuída que prevê a construção de três usinas solares flutuantes nas barragens Duas Unas, Pirapama e Tapacurá, somando uma potência de 12 MW. A geração distribuída, por meio da energia renovável, é uma questão completamente alinhada aos compromissos ambientais da Compesa”, explica Coutinho.
OUTROS INVESTIMENTOS – Ainda no âmbito da geração de energia, a Companhia realizou, no mês passado, audiência e consulta pública da Parceria Público-Privada (PPP) de Autoprodução de Energia.
O objetivo é a contratação de serviços de construção, operação, manutenção e arrendamento de uma ou mais usinas para autoprodução de energia renovável (planta com placas solares com capacidade de até 135 MW de energia) e gestão das unidades consumidoras do grupo A no mercado livre, através de concessão administrativa.
O prazo do contrato é de 29 anos e a estimativa é que sejam investidos R$ 500 milhões. Com isso, a expectativa da Compesa é reduzir mais de R$ 2 bilhões os custos de energia, no prazo de vigência do contrato que tem previsão de ser licitado no final deste ano.
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