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Ipec: avaliação positiva do governo Lula se recupera entre evangélicos e recua entre católicos

Por André Luis

Índice dos evangélicos que consideram a gestão do petista ótima ou boa era de 31% em março, passou para 24% em abril e agora é de 29%, segundo dados da pesquisa.

Por g1

Dados da pesquisa Ipec divulgada nesta sexta-feira (9) mostram que o governo Lula recuperou parte da avaliação positiva entre o eleitorado evangélico. A pesquisa foi contratada pelo jornal O Globo.

O percentual dos evangélicos que consideram o governo bom ou ótimo era de 31% em março, recuou para 24% em abril e agora, em junho, foi para 29%.

Ainda entre os evangélicos, 34% avaliam o governo como ruim ou péssimo. Em abril, eram 35%.

Os que consideram a gestão Lula regular são 33%. Em abril, eram 35%.

Católicos

Entre os católicos, os que consideram o governo Lula ótimo ou bom eram 45% em março, depois 48% em abril e agora, em junho, são 42%.

Os católicos que apontam uma gestão ruim ou péssima eram 20% em abril e 25% agora. O percentual dos que consideram o governo regular passou de 27% para 31%.

Pesquisa

Pesquisa Ipec divulgada nesta sexta-feira (9) pelo jornal O Globo aponta que 37% dos brasileiros classificam a terceira gestão do presidente Lula (PT) como ótima ou boa. Os que a classificam como regular são 32%, enquanto aqueles que avaliam como ruim ou péssima somam 28%. Os que não sabem ou não responderam são 3%.

Em relação à pesquisa anterior, divulgada em 11 de abril, a avaliação positiva de Lula oscilou dois pontos percentuais para baixo, passando de 39% para 37%. Já a reprovação oscilou dois pontos para cima, de 26% para 28%.

No primeiro levantamento, divulgada em 19 de março, a avaliação positiva de Lula era de 41%. Já a reprovação era de 24%. 30% avaliavam como regular na época.

Outras Notícias

Ministro da Saúde é internado em Brasília após exames

Diagnosticado com Covid-19 há nove dias, Pazuello fez exames nesta sexta para monitorar infecção. Ele teve de ficar no hospital para ‘hidratação e acompanhamento médico’, diz nota. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi internado em um hospital particular de Brasília nesta sexta-feira (30). Exames indicaram um quadro de desidratação e, por isso, Pazuello ficou […]

Diagnosticado com Covid-19 há nove dias, Pazuello fez exames nesta sexta para monitorar infecção. Ele teve de ficar no hospital para ‘hidratação e acompanhamento médico’, diz nota.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi internado em um hospital particular de Brasília nesta sexta-feira (30). Exames indicaram um quadro de desidratação e, por isso, Pazuello ficou no hospital para receber soro.

Até as 22h30, o ministro da Saúde seguia em monitoramento no hospital, e sem horário previsto para alta. Segundo o ministério, Pazuello permaneceu no hospital “para hidratação e acompanhamento médico e deve ser liberado em breve” (veja nota abaixo).

Pazuello já tinha enfrentado um quadro de desidratação na última semana, quando descobriu estar infectado pelo novo coronavírus. O ministro anunciou ter contraído Covid-19 no último dia 21, há nove dias.

Além da desidratação, Pazuello relatou febre e dores de cabeça. Desde então, ele cumpria isolamento no hotel de trânsito dos oficiais no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Apesar da orientação de isolamento, em 22 de outubro – ou seja, no dia seguinte ao diagnóstico confirmado –, Pazuello apareceu em uma transmissão em rede social ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

Nota

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, compareceu ao hospital DF Star, em Brasília, na noite desta sexta-feira (30) para se submeter a exames de acompanhamento do tratamento da Covid-19. O procedimento faz parte da conduta indicada pela equipe médica do ministro.

Pazuello permanece na unidade de saúde para hidratação e acompanhamento médico e deve ser liberado em breve.

Veritá: Humberto Costa e Marília Arraes lideram disputa ao Senado em PE

Foram entrevistados 2.010 eleitores do estado de Pernambuco entre os dias 24 a 30 de março; margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos O senador Humberto Costa (PT) e a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) aparecem à frente na pesquisa de intenção de votos para o Senado por Pernambuco, […]

Foram entrevistados 2.010 eleitores do estado de Pernambuco entre os dias 24 a 30 de março; margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos

O senador Humberto Costa (PT) e a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) aparecem à frente na pesquisa de intenção de votos para o Senado por Pernambuco, segundo um levantamento do instituto Veritá divulgado neste domingo (5).

Nas eleições deste ano, estarão em jogo 54 das 81 cadeiras que compõem o Senado. O candidato do PT tem 18,4% dos votos e aparece em empate técnico com Arraes, que tem 18,3% das intenções de votos.

Em terceiro lugar aparece o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União), com 13,8%, também em empate técnico com o vereador Gilson Machado Filho (PL), com 13,3% das intenções de voto dos pernambucanos.

Na sequência, aparecem Armando Monteiro (Podemos), com 5,7%, o ministro Silvio Costa Filho, com 1,8%, o senador Fernando Dueire (MDB), com 1,3% e Paulo Rubem Santiago (Rede), com 0,7% das intenções de votos.

Votos nulos e brancos são 12,5%, enquanto 14,3% não sabem ou não responderam.

Metodologia

O levantamento ouviu 2.010 eleitores do estado de Pernambuco entre os dias 24 a 30 de março. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04215/2026.

Arco Metropolitano na agenda de Armando Monteiro

O candidato ao governo do estado pela coligação “Pernambuco Vai Mais Longe”, Armando Monteiro (PTB), cumpre agenda durante toda esta sexta-feira (8) na Região Metropolitana. Além de receber lideranças políticas em seu escritório, o senador licenciado se reunirá com um grupo que irá apresentar propostas alternativas ao Arco Metropolitano, que vai escoar a produção da […]

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O candidato ao governo do estado pela coligação “Pernambuco Vai Mais Longe”, Armando Monteiro (PTB), cumpre agenda durante toda esta sexta-feira (8) na Região Metropolitana. Além de receber lideranças políticas em seu escritório, o senador licenciado se reunirá com um grupo que irá apresentar propostas alternativas ao Arco Metropolitano, que vai escoar a produção da Fiat, mas só tem previsão de abrir a licitação em setembro.

À noite, Armando participa de plenária com profissionais da saúde e participa de inauguração do comitê do deputado estadual Sérgio Leite (PT).

Já neste sábado (9), o candidato trabalhista volta a colocar o pé na estrada rumo ao Sertão do Pajeú onde realizará visita a aproximadamente nove municípios da região, segundo sua assessoria. Estão previstas conversas com lideranças políticas e sociais para discutir articulações e ele aproveita a visita para realizar caminhadas ao lado de integrantes da chapa majoritária como Paulo Rubem (PDT), candidato a vice na composição, João Paulo (PT), candidato ao Senado e Humberto Costa (PT).

Há expectativa, inclusive, de que o grupo chegue a discutir datas para a presença da presidente Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco, visando fortalecer o palanque da coligação Pernambuco Vai Mais Longe.

Ainda na segunda-feira (11), Armando deve realizar caminhada pela manhã em uma cidade sertaneja que ainda não foi confirmada. Posteriormente, ainda pela manhã, a previsão é de que o candidato retorne ao Recife.

Secretário dá 3ª versão e diz que massacre em RR foi “ação de propaganda” do PCC

O secretário de Justiça do Estado de Roraima, Uziel Castro, atribuiu nesta sexta-feira (6) a uma suposta “ação de política e propaganda” do PCC (Primeiro Comando da Capital) o massacre de 31 presos do Complexo Penitenciário Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista. A unidade prisional é a maior de Roraima e é administrada pelo […]

Odownload secretário de Justiça do Estado de Roraima, Uziel Castro, atribuiu nesta sexta-feira (6) a uma suposta “ação de política e propaganda” do PCC (Primeiro Comando da Capital) o massacre de 31 presos do Complexo Penitenciário Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista. A unidade prisional é a maior de Roraima e é administrada pelo governo do Estado.

Em entrevista ao UOL, Castro afirmou que os assassinados eram “presos comuns”, provisórios e condenados, mas sem ligação com facções criminosas – diferentemente do que foi dito, pela manhã, pela assessoria do governo do Estado e pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. O maior desses grupos na unidade é o PCC, nascido nos presídios paulistas após aquela que é considerada a pior matança de detentos da história carcerária brasileira, a do Carandiru, em outubro de 1992.

“No nosso modo de pensar, o PCC quis politizar a facção. Quis fazer política de organização criminosa, mesmo, com uma espécie de propaganda de que são mesmo violentos. Como não tinha membros de outras facções no presídio, mataram quem estava lá e que não era do grupo deles, em quatro alas diferentes”, afirmou Castro. “”Foi uma ação isolada de presos do PCC contra pessoas que não eram ligadas a nenhuma facção”, completou.

Apesar do tom incisivo do secretário, essa já é a terceira versão oficial para o massacre ocorrido hoje às 2h30 (4h30 de Brasília). Logo cedo, a assessoria do governo do Estado afirmou que o caso havia envolvido presos do PCC e do Comando Vermelho, facções também envolvidas na morte de 56 presos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus, na última segunda-feira (2).

Mais tarde, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que conversou com a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), e constatou que as mortes em Boa Vista foram um “acerto de contas” interno entre membros do PCC. Ou seja, membros da facção teriam matado rivais do próprio grupo.

Ministério da Saúde rebate críticas de Jojo Todynho: Que mico foi esse?

O Ministério da Saúde rebateu, nesta sexta-feira (11), as críticas feitas pela cantora e influenciadora Jojo Todynho ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em publicação nas redes sociais, a pasta respondeu à afirmação da artista — que disse que “só fala bem do SUS quem não usa” — utilizando um trocadilho do próprio bordão da […]

O Ministério da Saúde rebateu, nesta sexta-feira (11), as críticas feitas pela cantora e influenciadora Jojo Todynho ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em publicação nas redes sociais, a pasta respondeu à afirmação da artista — que disse que “só fala bem do SUS quem não usa” — utilizando um trocadilho do próprio bordão da influenciadora “Que tiro foi esse?”, para questioná-la: “Que mico foi esse?”. Na sequência, o órgão afirmou que surgiu na internet uma crítica “todinha errada” ao SUS, mas que logo veio a resposta, “toda natural, bonita pra caramba e corretíssima”.

O Ministério destacou que a declaração de Jojo não corresponde à realidade. Segundo a pasta, pesquisas indicam que o SUS é melhor avaliado justamente por quem mais utiliza seus serviços. 

Além disso, a publicação lembrou que, mesmo quem possui plano de saúde, em algum momento recorre à rede pública, seja em atendimentos de urgência e emergência pelo SAMU, na doação ou recebimento de sangue e órgãos, na aplicação de vacinas oferecidas pelo Programa Nacional de Imunizações, ou ainda em situações cotidianas, como a fiscalização da qualidade dos alimentos e medicamentos, tarefa da Anvisa, vinculada ao SUS.

A postagem do governo, em estilo carrossel ressaltou nos cards, que o SUS está presente em diversas áreas da vida dos brasileiros, inclusive na vigilância sanitária de aeroportos, portos e rodoviárias, no controle da água potável e na supervisão das condições sanitárias em estabelecimentos comerciais. 

Além de garantir assistência médica em todo o território nacional, o sistema público de saúde brasileiro também é referência internacional em programas como a Estratégia de Saúde da Família, as ações de combate ao HIV/Aids e o controle do tabagismo, servindo, inclusive, de modelo para países como o Reino Unido.

A resposta do Ministério da Saúde repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a importância do SUS e sua presença diária na vida da população, independentemente de posição social ou acesso a planos privados.

Mais cedo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, já havia usado uma foto do ex-presidente Jair Bolsonaro sendo levado para o hospital em uma ambulância do SAMU, para destacar que o SUS é para todos.
“Todo mundo sabe: na hora da emergência, chama o SAMU 192! Atendimento de urgência para salvar vidas de norte a sul. Criado pelo presidente Lula, para todos os brasileiros, cada vez maior e mais rápido! Viva o SUS!”, escreveu o ministro na legenda da foto. Veja abaixo a postagem do Ministério da Saúde: