Inscrições do concurso público da Prefeitura de Afogados da Ingazeira se encerram dia 23
Por André Luis
As inscrições do concurso público da Prefeitura de Afogados da Ingazeira se encerram no próximo dia 23 de setembro. O certame de nível médio, superior completo ou em licenciatura, oferece 83 vagas em diversas áreas.
Confira abaixo como as vagas estão sendo distribuídas:
Agente Administrativo: 25 vagas ; Agente de Trânsito: 4 vagas; Assistente Administrativo: 2 vagas; Auditor Fiscal do Tesouro: 1 vaga; Engenheiro de Trânsito: 1 vaga; Fiscal de Obras: 2 vagas; Professor II: Ciências: 1 vaga; Professor II: Educação Física: 1 vaga; Professor II: Geografia: 1 vaga; Professor II: História: 1 vaga; Professor II: Língua Inglesa: 1 vaga; Professor II: Língua Portuguesa: 3 vagas; Professor II: Matemática: 2 vagas; Professor I: Anos Iniciais e Ensino Fundamental I: 37 vagas; Psicólogo: 1 vaga.
Nas vagas ofertadas no certame, há vagas reservadas para candidatos PCD que se enquadrem nos requisitos exigidos no edital.
Salário
O profissional contratado irá receber remuneração que varia de R$ 1.412,00 a R$ 4.000,00 e deverá cumprir carga horária de 30 a 40 horas semanais ou 150 horas mensais.
Inscrições e provas
É importante lembrar que para participar, os interessados devem realizar suas inscrições no período de 5 de julho de 2024 a 23 de setembro de 2024, exclusivamente pela internet, através do site do Instituto Igeduc. A inscrição está sujeita ao pagamento de uma taxa que varia de R$ 100,00 a R$ 120,00. A prova será realizada de forma objetiva, prevista para ser realizada no dia 13 de outubro de 2024, além de prova de títulos.
O prazo de validade deste Concurso Público será de dois anos a partir da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por mais dois anos, uma única vez. Veja aqui o Edital.
Deputada estadual também falou sobre a convocação do PSB para a sua pré-candidatura a federal Por André Luis A deputada estadual, Laura Gomes (PSB), afirmou em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (23), que defende a candidatura majoritária do PSB ao governo do Estado. A afirmação foi em direção ao questionamento […]
Deputada estadual também falou sobre a convocação do PSB para a sua pré-candidatura a federal
Por André Luis
A deputada estadual, Laura Gomes (PSB), afirmou em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (23), que defende a candidatura majoritária do PSB ao governo do Estado.
A afirmação foi em direção ao questionamento de uma possível aliança com o PT em Pernambuco, visando fortalecer o projeto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de volta ao Planalto.
“Cada eleição tem o seu processo histórico. O PSB e o PT, sempre estiveram juntos na mesma linhagem, mesmo tendo as diferenças, o que é normal. Mas sempre foi uma aliança de conteúdo programático, onde realmente se trabalha a questão das pessoas que mais precisam e isso que é muito importante. Agora é claro que eu estou lutando e vou lutar sempre pela candidatura majoritária do PSB”, defendeu a deputada.
“Eu sou genuinamente PSB. E acho, que o partido não tem nem plano B, só tem plano A. Estamos discutindo candidaturas. A candidatura que eu defendo é a de Geraldo Julio, mas nós estamos construindo e eu tenho certeza que mesmo que venha no conjunto do PT, essa história nunca foi tão distante da gente, é uma história muito conjunta e que a gente tem muito respeito. Agora é claro que eu vou lutar pela candidatura titular do PSB”, completou a parlamentar.
Sobre a convocação do PSB a sua pré-candidatura a deputada federal, anunciado pelo presidente nacional do partido nesta quarta-feira (22), Laura Gomes, diz ter recebido com muito alegria.
“É uma perspectiva muito interessante. Eu quero! Tenho esse desejo. Já fui deputada estadual três vezes, vereadora em Caruaru por duas vezes, secretária de estado e me vejo qualificada. Me sinto, além de privilegiada, fortalecida. Fazer quadro de uma Câmara Federal que principalmente, neste momento, está precisando de pessoas comprometidas com a defesa da democracia”, revelou.
A deputada revelou ainda que pretende conversar com lideranças políticas e o povo do Pajeú em busca de apoio para construção do projeto.
Laura também falou sobre a importância do protagonismo das mulheres na política. Para ela é muito importante a luta pelo Fundo Eleitoral para as mulheres. “Como mulher, ficamos muito tempo em casa e não galgamos realmente o comércio, o mercado para poder ter a independência financeira e financiar as próprias campanhas. Isso é muito importante e essa vai ser também a minha luta. Eu vou estar lutando para que as mulheres possam consolidar seus sonhos, seus desejos e seus direitos”, afirmou.
A deputada socialista avaliou o governo Bolsonaro como péssimo e afirmou que tudo que o presidente tem feito desde o início do seu governo é pensar na reeleição. “Desde que ele começou ele vive somente o processo de reeleição, tencionando, colocando medo nas pessoas. É o pior presidente que já tivemos na história de nosso país”.
Sobre o pequeno grupo de pessoas que protestam a favor do presidente, pedindo a volta da ditadura e conclamando um novo AI-5, Laura disse lamentar.
“Essas pessoas ficam aí gritando por uma coisa que elas não conhecem. Elas não estudaram a história verdadeira. O AI-5… eu fiz exatamente 15 anos quando teve o AI-5 em 78 e sabemos o que foi. Eu digo sempre que a democracia é importante, mesmo que tenhamos a divergência, a luta de ideias diferentes, mas é melhor que qualquer porão da ditadura. Vivemos na pele tudo isso, e quem viveu na pele, jamais quer a volta de um regime desses. Autoritário, antidemocrático, onde a gente não pode conquistar nada”, pontuou a deputada.
Presidente concedeu entrevista nesta semana ao jornal ‘Washington Post’. Petista embarcará para a capital norte-americana neste sábado (27). Do G1 A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post”, que, na opinião dela, existe preconceito de gênero nas críticas de que ela é uma gestora “controladora”. Em tom irônico, a petista […]
Presidente concedeu entrevista nesta semana ao jornal ‘Washington Post’.
Petista embarcará para a capital norte-americana neste sábado (27).
Do G1
A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post”, que, na opinião dela, existe preconceito de gênero nas críticas de que ela é uma gestora “controladora”. Em tom irônico, a petista disse que é descrita como uma mulher forte e dura, que coloca o nariz em tudo em que não deveria e que é cercada por homens “meigos”.
A entrevista de Dilma foi publicada no site do “Washington Post” na noite desta quinta (25). A chefe de Estado brasileira viajará, neste sábado (27), aos Estados Unidos para uma visita oficial de quatro dias na qual se reunirá com o presidente Barack Obama.
A declaração sobre o suposto preconceito sexista se deu em resposta ao comentário da jornalista norte-americana de que, ao mesmo tempo em que há pessoas que dizem que Dilma é controladora, esses mesmos críticos afirmam que, desde que foi reeleita, ela mudou de postura e passou a delegar ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao vice-presidenteMichel Temer a articulação política com oCongresso Nacional.
Dilma viajará aos Estados Unidos no sábado para visita oficial de 4 dias (Foto: Reprodução / TV Globo)
“Eu acredito que tem um pouco de preconceito sexual ou preconceito de gênero. Eu sou descrita como uma mulher dura e forte, que coloca seu nariz em tudo que ela não deveria, e dizem que eu sou cercada por homens ‘meigos’”, ressaltou Dilma ao jornal.
“Você, alguma vez, já ouviu alguém dizer que um presidente homem coloca seu dedo em tudo? Eu nunca ouvi isso”, complementou a petista.
Aprovação do governo
Em meio à entrevista, a presidente Dilma Rousseff comentou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada no último sábado (20), que apontou que a rejeição ao governo atingiu 65% do eleitorado. De acordo com o levantamento, apenas 10% dos brasileiros avaliam o governo da petista como “ótimo” ou “bom”.
Questionada pelo jornal sobre seus baixos índices de aprovação, a chefe do Executivo disse que os números a preocupam, porém, destacou que isso não significa que ela irá “arrancar os cabelos” ou “perder a paciência”. Conforme a petista, é preciso conviver com críticas e com preconceito.
“Eu não tenho qualquer problema em cometer erros. Quando se comete um erro, é necessário mudar. […] Em qualquer atividade, incluindo o governo, você deve, incessantemente, fazer ajustes e mudanças. Se não fizer, a realidade não vai esperar por você. O que muda é a realidade.”
Lava Jato
Dilma também foi indagada pelo jornal norte-americano sobre suspeitas de que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estaria envolvido no escândalo de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. A presidente, contudo, negou envolvimento do banco de fomento brasileiro nas irregularidades detectadas na Petrobras e disse que não há investigação sobre isso.
“A oposição quer saber sobre os empréstimos feitos pelo BNDES para países estrangeiros, e isso não envolve a Petrobras”, afirmou.
Dilma disse ainda que, no período em que comandou o conselho de administração da Petrobras, não soube da existência de um esquema de corrupção na estatal.
Economia
Depois de dizer que o Brasil se esforçou por seis ou sete anos para não adotar medidas que reduzissem oportunidades de emprego e de renda, Dilma afirmou na entrevista ao jornal dosEstados Unidos que não dá para pensar que o Estado pode tomar conta de tudo.
“Se você acha que o Estado pode cuidar de tudo, você não está levando em conta o fato de que a economia é muito maior do que isso”, disse, depois de ser questionada sobre se ela acreditava, no passado, que o governo poderia fazer tudo.
Em seguida, a presidente disse que houve um esforço por parte do Executivo federal para reaquecer a economia durante o período crítico da crise internacional, inclusive, com incentivos à iniciativa privada, como a desoneração da folha de pagamento.
“Nós não queríamos que o setor privado ficasse em depressão. Nós diminuímos tributos para o setor privado”, enfatizou.
Indagada pelo jornal sobre se as medidas adotadas pelo Palácio do Planalto para estimular a economia tiveram efeito, Dilma disse que funcionaram por sete anos. “Não vimos redução alguma nos níveis de emprego e renda”, ponderou.
A presidente defendeu ainda a necessidade de colocar em prática medidas econômicas necessárias, como o ajuste fiscal, “não importa quão duras são”. Neste ponto, a petista rebateu as críticas contra a atual política econômica. Segundo ela, as medidas econômicas estão sendo executadas pelo governo, e não pelo ministro da Fazenda, alvo de questionamentos de oposicionistas, mas, principalmente, de integrantes do PT.
“O programa atual não é executado por meu ministro da Fazenda – é, claro, executado pelo meu governo. Estamos absolutamente certos de que isso é essencial para pôr em prática todas as medidas que são necessárias, não importa quão duras elas sejam, a fim de retomar as condições de crescimento no Brasil. Algumas medidas são fiscais. Outras são estruturais”, observou a presidente.
Tabira vai sediar o III Encontro do Programa Território Vivo do SEBRAE de Pernambuco, por meio da Sala do Empreendedor e secretaria de Administração. Será no dia 31 de outubro, às 8h30, no Polo de Educação a Distância de Tabira. O Programa Território Vivo, do SEBRAE, é um convite para lideranças empresariais instituições privadas ou […]
Tabira vai sediar o III Encontro do Programa Território Vivo do SEBRAE de Pernambuco, por meio da Sala do Empreendedor e secretaria de Administração. Será no dia 31 de outubro, às 8h30, no Polo de Educação a Distância de Tabira.
O Programa Território Vivo, do SEBRAE, é um convite para lideranças empresariais instituições privadas ou públicas, representantes de movimentos, associações e pessoas que batalham, produzem e constroem a identidade e o dia-a-dia das cidades.
A ideia é da construção coletiva de uma agenda de trabalho e planejamento para o desenvolvimento de suas regiões, o desenvolvimento do território é foco desse programa que articulou uma rede com doze municípios que juntos pensam e articulam o desenvolvimento regional.
O encontro será coordenado e conduzido por Tânia Zapata, socióloga e especialista em desenvolvimento territorial e tem como objetivo auxiliar no nascimento de uma decisiva união de lideranças mobilizadas do território, como finalidade, o desenvolvimento do Pajeú.
Foi cancelada a agenda do governador Paulo Câmara no Sertão de Itaparica, neste domingo (12). O gestor estadual iria anunciar a transformação da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Maria Emília Cantarelli em Escola Técnica Estadual. Também dar por inaugurada a cobertura da quadra poliesportiva da Escola Maria Emília Cantarelli, realizada através do Programa Quadra […]
Foi cancelada a agenda do governador Paulo Câmara no Sertão de Itaparica, neste domingo (12). O gestor estadual iria anunciar a transformação da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Maria Emília Cantarelli em Escola Técnica Estadual.
Também dar por inaugurada a cobertura da quadra poliesportiva da Escola Maria Emília Cantarelli, realizada através do Programa Quadra Viva. Ainda na região, Paulo iria à barragem do Muquém – Eixo Leste da Transposição do rio São Francisco – em direção à barragem da Barra do Juá.
Mas há pouco a Assessoria da Secretaria de Imprensa confirmou que o governador Paulo Câmara não terá agenda pública neste domingo. A informação foi confirmada ao blog por Gilberto Prazeres, Gerente de Relações com a Imprensa. A motivação do canelamento não foi informada.
O Senado Federal apresentou nesta terça-feira (6) um recurso contra a decisão do ministro Marco Aurélio que afastou da presidência da Casa o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Caberá agora ao próprio ministro reverter sua decisão ou levar o pedido ao plenário da Corte, composto por 11 ministros, para uma deliberação colegiada. Ainda não há data […]
O Senado Federal apresentou nesta terça-feira (6) um recurso contra a decisão do ministro Marco Aurélio que afastou da presidência da Casa o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Caberá agora ao próprio ministro reverter sua decisão ou levar o pedido ao plenário da Corte, composto por 11 ministros, para uma deliberação colegiada. Ainda não há data marcada para o caso ser pautado no plenário.
Assinado pelo advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, o recurso argumenta que o afastamento de Renan Calheiros traz “enorme risco para a manutenção do andamento normal dos trabalhos legislativos”, destacando a votação da proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto de gastos para a União.
“É notório o esforço que o Poder Executivo solicitou à sua base para a votação de matérias de enorme relevo institucional, como, por exemplo, a PEC do Teto de Gastos (PEC n. 55, de 2016), que poderia restaurar a credibilidade econômica e das finanças do governo. Nesse sentido, a medida impugnada causa enormes prejuízos ao já combalido equilíbrio institucional e político da República”, diz o recurso.
Em conversa com jornalistas pela manhã, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, diz que poderá levar o caso ao plenário assim que Marco Aurélio liberar o processo de seu gabinete.
“Não sei [quando o plenário julgará]. Depende do relator”, afirmou a ministra, questionada sobre uma data, acrescentando que ainda não havia conversado com o colega sobre o caso.
Segundo apurou a TV Globo, Marco Aurélio deve pedir ainda manifestação de todas as partes envolvidas (como o partido Rede, autora da ação) e a Advocacia Geral da União (AGU) antes de decidir o que fazer com o recurso.
Como há prazos para o envio de tais manifestações, é difícil que o caso seja levado ao plenário ainda nesta semana, a depender do ministro. A única sessão marcada será nesta quarta-feira (7), já que quinta o Judiciário estará em feriado do dia da Justiça.
Existe, no entanto, outra possibilidade de o caso ser levado a plenário antes: se o ministro Dias Toffoli trazer seu voto, já que havia pedido vista do processo no início de novembro.
Na ocasião, já havia maioria formada de 6 ministros para impedir que um réu em ação penal ocupe a linha sucessória da Presidência. Mas com o pedido de vista (mais tempo para analisar o assunto), a decisão final foi adiada.
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