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Ingrid Zanella toma posse na presidência da OAB Pernambuco

Por André Luis

A nova diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco assume, nesta quarta-feira (01), a gestão da OAB-PE. O grupo estará à frente da instituição no triênio 2025-2027.

Liderada pela presidente Ingrid Zanella, a diretoria conta ainda com a vice-presidente, Schamkypou Bezerra; o secretário-geral, Max Maciel; secretário-geral adjunto, Cláudio Ferreira; tesoureira, Manoela Alves; diretor de Interiorização, Darlyson Torres; diretora de Comunicação, Luana Guarino; diretor de Prerrogativas, Yuri Herculano; e a diretora de apoio à  Advocacia Pública, Fabiana Augusta.  

A nova diretoria foi eleita democraticamente no dia 18 de novembro, com a maior votação na história da instituição em Pernambuco, 11.441 votos. Com isso, Ingrid Zanella se torna a primeira mulher advogada a presidir a OAB-PE em mais de 90 anos. “Assumo, com muita honra e responsabilidade, e enfatizo que o nosso compromisso é com a valorização da classe e a defesa intransigente das prerrogativas da advocacia pernambucana”, destacou a presidente Ingrid Zanella. 

A posse festiva da nova diretoria está marcada para o dia 23 de janeiro.

Sobre a nova presidente

Ingrid Zanella é advogada atuante na área de Direito Marítimo, Portuário Ambiental e Aduaneiro, presidente da Comissão de Direito Marítimo e Portuário do Conselho Federal da OAB, doutora e mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professora adjunta de Direito Marítimo, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professora do programa de pós-graduação em Direito da Faculdade Damas da Instrução Cristã, e professora de especializações no Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, entre outros estados. Ela também é autora de obras jurídicas no campo do Direito Civil e Marítimo.

Outras Notícias

Caciques do Senado não conseguem reeleição

O resultado das urnas significou um revés para boa parte dos caciques do Senado Federal, que não se reelegeram para um novo mandato de oito anos, embora estivessem em disputa duas das três vagas por Estado. A lista de derrotados é puxada pela cúpula da Casa: o atual presidente, Eunício Oliveira (MDB), ficou em terceiro […]

Jucá, Lobão e Eunício não conseguiram ser reeleitos

O resultado das urnas significou um revés para boa parte dos caciques do Senado Federal, que não se reelegeram para um novo mandato de oito anos, embora estivessem em disputa duas das três vagas por Estado. A lista de derrotados é puxada pela cúpula da Casa: o atual presidente, Eunício Oliveira (MDB), ficou em terceiro lugar no Ceará, e o vice-presidente, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), em quarto na Paraíba.

Além deles, perderam a vaga o senador Edison Lobão (MA), do MDB, e ex-ministros de Minas e Energia, além de Garibaldi Alves (MDB-RN), ex-ministro do Turismo. Até o fechamento desta edição, estava ameaçada também a reeleição do presidente nacional do MDB senador Romero Jucá (RR), do ex-ministro do Planejamento e ex-líder do governo Michel Temer.

Senadores que lideraram a oposição ao governo Temer, como Roberto Requião (MDB-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), ficaram de fora da próxima legislatura. Já Renan Calheiros (MDB-AL), ex-presidente do Senado que rompeu com Temer e fez campanha aliado ao PT e ao ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato, garantiu um novo mandato na segunda vaga.

Dois partidos que surpreenderam foram a Rede, da candidata derrotada à Presidência Marina Silva, que elegeu seis senadores (tinha apenas um), e o PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro, que não tinha nenhum e agora contará com uma bancada formada por quatro.

A bancada da Rede será formada por Randolfe Rodrigues (AP) – reeleito -, Capitão Styvenson (RN), Delegado Alessandro Vieira (SE), Fabiano Contarato (ES) e Flávio Arns (PR). A do PSL terá Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidenciável, o policial militar da reserva Major Olímpio (PSL-SP), a juíza Selma Arruda (PSL-MT) e Soraya Thronicke (PSL-MS). Não conseguiu a reeleição o senador e cantor gospel Magno Malta (PR-ES), um dos principais aliados políticos e cabos eleitorais de Bolsonaro.

Também não se reelegeram os senadores Waldermir Moka (MDB-MS), Ataídes Olveira (PSDB-TO), Vicentinho (PR-TO), Benedito de Lira (PP-AL), Ângela Portela (PT-RR), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

A eleição para o Senado também deixou de fora dois ex-governadores do PSDB que estão na mira de operações policiais por suspeita de corrupção: Marconi Perillo (Goiás) e Beto Richa (Paraná). Perillo só não foi alvo de pedido de prisão, segundo o Ministério Público, por causa do período eleitoral, enquanto Richa ficou preso temporariamente.

Delator da Operação Lava Jato cassado em plenário, o ex-petista Delcídio do Amaral (PTC-MS) fracassou ao tentar retornar ao Senado. Ele ainda tentava o regularizar a sua candidatura junto à Justiça Eleitoral.

Esperanças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff (MG), cassada pelo Congresso em 2016, e o ex-senador Eduardo Suplicy (SP) não conseguiram se eleger. Dilma ficou em quarto lugar, enquanto Suplicy foi o terceiro. Principal nome do clã Sarney também ficou de fora o filho do ex-presidente, Sarney Filho (PV) ex-ministro do Meio Ambiente.

Entre os eleitos, há nomes antigos como o ex-ministro da Educação Cid Gomes (PDT-CE), irmão do candidato a presidente derrotado Ciro Gomes (PDT), e ex-deputados federais que trocaram de Casa. Por outro lado, ingressaram personalidades como a medalhista olímpica Leila do Vôlei (PSB-DF) e o comentarista esportivo e apresentador Jorge Kajuru (PRP-GO), além do militar da reserva e instrutor policial Marcos do Val (PPS-ES), celebridade nas redes sociais.

Em Sergipe, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB), não se reelegeu.

TRE julga nova ação contra LW e Rubis hoje

Daqui a pouco o TRE julga o segundo processo que cassou os mandatos do prefeito Wellington Maciel (MDB) e de seu vice, Israel Rubis (PP), e suspendeu os direitos políticos por oito anos de ambos e da ex-prefeita Madalena Britto (PSB). O tribunal julga recursos dos políticos que tiveram seus diplomas cassados por abuso de […]

Daqui a pouco o TRE julga o segundo processo que cassou os mandatos do prefeito Wellington Maciel (MDB) e de seu vice, Israel Rubis (PP), e suspendeu os direitos políticos por oito anos de ambos e da ex-prefeita Madalena Britto (PSB).

O tribunal julga recursos dos políticos que tiveram seus diplomas cassados por abuso de poder político. No dia 20 de dezembro de 2020, o juiz Dr. Drauternani Pantaleão, da 57ª Zona Eleitoral de Arcoverde, determinou a cassação dos diplomas do prefeito e vice com base em denúncia formulada pela Coligação Muda Arcoverde através da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (0600494-55.2020.6.17.0057).

Segundo a Folha das Cidades, o julgamento estava marcado para dia 23 de junho, mas foi retirado de pauta pelo relator, o desembargador Rodrigo Cahu Beltrão.

Caso o TRE confirme a cassação do diploma e a suspensão dos direitos políticos a prefeitura poderá mudar de prefeito novamente, reassumindo o comando do município, novamente, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Wevertton Siqueira.

A ação tratou das irregularidades constatadas durante a realização da carreata realizada pela Coligação União por Arcoverde, dia 1º de novembro, que apoiava a chapa Wellington da LW/Delegado Israel. A outra ação teve a decisão modificada de forma monocrática pelo Ministro Alexandre de Morais, devolvendo o mandato a LE e Rubis.

Bolsonaro lidera corrida presidencial em São Paulo

Radar Online Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida presidencial em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, segundo pesquisa inédita do Instituto Paraná. O deputado de extrema direita bate até mesmo o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Lula (PT). Veja abaixo os cenários analisados: Cenário 1, com Fernando Haddad como candidato […]

Radar Online

Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida presidencial em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, segundo pesquisa inédita do Instituto Paraná.

O deputado de extrema direita bate até mesmo o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Lula (PT).

Veja abaixo os cenários analisados:

Cenário 1, com Fernando Haddad como candidato petista:

Jair Bolsonaro 23,4%

Geraldo Alckmin 22,1%

Marina Silva 12,3%

Ciro Gomes 6,5%

Fernando Haddad 6%

Álvaro Dias 3,8%

Rodrigo Maia 1,3%

Fernando Collor 1,1%

Henrique Meirelles 1%

João Amoêdo 0,7%

Levy Fidelix 0,7%

Guilherme Boulos 0,5%

Cenário 2, com Jaques Wagner como candidato petista:

Jair Bolsonaro 23,5%

Geraldo Alckmin 23,2%

Marina Silva 13,3%

Ciro Gomes 7,2%

Álvaro Dias 4%

Fernando Collor 1,5%

Rodrigo Maia 1,4%

Jaques Wagner 1,3%

Henrique Meirelles 1%

Manuela DÁvilla 0,8%

João Amoêdo 0,7%

Levy Fidelix 0,7%

Guilherme Boulos 0,5%

Cenário 3, com Lula como candidato petista:

Jair Bolsonaro 22,3%

Geraldo Alckmin 20,1%

Lula 19,7%

Marina Silva 8,8%

Ciro Gomes 5,3%

Álvaro Dias 3,6%

Rodrigo Maia 1,1%

Henrique Meirelles 1%

Fernando Collor 0,8%

João Amoêdo 0,7%

Manuela Dávilla 0,5%

Guilherme Boulos 0,4%

Levy Fidelix 0,4%

Em Arcoverde, cada um com sua vitória

Madalena Brito faz Câmara majoritário, Zeca e Júlio conquistam mandatos e ainda teve o surpreendente Eduíno, que conseguiu vaga na Alepe Em Arcoverde, no Portal do Sertão, cada liderança política teve sua vitória para comemorar. A Prefeita Madalena Brito (PTB), que surpreendeu ao deixar a orientação de Zeca Cavalcanti para apoiar Paulo Câmara e Fernando […]

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Madalena Brito faz Câmara majoritário, Zeca e Júlio conquistam mandatos e ainda teve o surpreendente Eduíno, que conseguiu vaga na Alepe

Em Arcoverde, no Portal do Sertão, cada liderança política teve sua vitória para comemorar. A Prefeita Madalena Brito (PTB), que surpreendeu ao deixar a orientação de Zeca Cavalcanti para apoiar Paulo Câmara e Fernando Bezerra conseguiu uma importante vitória política: Paulo Câmara foi majoritário com 21.303, ou 67,71% dos votos válidos, contra 9.999 de Armando.

O mesmo aconteceu na corrida ao Senado, com Fernando Bezerra Coelho obtendo 19.133 votos contra 9.584 de João Paulo.

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Já o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) conseguiu seu primeiro mandato na Câmara Federal. Zeca foi votado em muitas cidades, principalmente no Sertão, obtendo 97.057 votos. Em Arcoverde, foi majoritário com 17.062 votos. Ainda foi importante na reeleição de Júlio Cavalcanti, que obteve no Estado com 47.685 votos.

Mas surpresa mesmo foi a eleição de Eduíno Brito, do PHS. Primeiro, porque numa disputa polarizada, bateu Júlio em Arcoverde, sendo majoritário, com 9.586 votos, contra 9.272 do petebista. Há inclusive quem defenda, com uma forcinha de aliados da prefeita arcoverdense.

Favorecido pela coligação e pelo cálculo do quociente eleitoral, obteve em Pernambuco 30.115 votos e conquistou vaga. Em suma, teve festa pra todo lado na Terra do Cardeal…

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Itapetim inicia recuperação de estradas vicinais

A Prefeitura de Itapetim deu início a recuperação das estradas vicinais do município que têm sido danificadas com a chegada das chuvas. O serviço começou pela região do Distrito de São Vicente onde a patrulha mecanizada está a todo vapor fazendo a restauração das vias. O objetivo do Governo Municipal é melhorar o acesso para […]

A Prefeitura de Itapetim deu início a recuperação das estradas vicinais do município que têm sido danificadas com a chegada das chuvas.

O serviço começou pela região do Distrito de São Vicente onde a patrulha mecanizada está a todo vapor fazendo a restauração das vias.

O objetivo do Governo Municipal é melhorar o acesso para que a população da zona rural possa se deslocar com segurança.

“Todas as estradas do município serão reformadas pela prefeitura garantindo melhores condições de tráfego aos moradores das localidades, principalmente aquelas onde o acesso é mais difícil”, declarou o prefeito Adelmo Moura.