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Iguaracy: cancelado o São João do Gonzagão

Por Nill Júnior

O Prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), assinou o decreto 020/2020. Ele considera os decretos municipais e estaduais de restrição por conta da epidemia de Covid-19 para decretar o cancelamento do São João do Gonzagão 2020.

Ainda levou em conta as orientações de Ministério da Saúde, das secretarias estaduais e OMS para a decisão. Nos bastidores, pesou também o aspecto das restrições orçamentárias nesse período.

O São João do Gonzagão é uma das festas juninas mais tradicionais da região. É realizado em um palhoção na Praça Antonio Rabelo e costuma receber nomes da cultura regional, iguaraciense, como Maciel Melo e nomes de outros estados.

A perspectiva é de que a medida seja adotada também em outros eventos regionais, como o João Pedro em Santa Terezinha, o São Pedro de Tuparetama e Itapetim e a Expoagro, em Afogados da Ingazeira.

Outras Notícias

Empresa com atuação no HR demite motoristas e decreta: salários atrasados e direitos só na justiça

A Easy Life, empresa de transporte de pacientes com atuação no Hospital Regional de Afogados da Ingazeira, está dando aula de como não faze direito, no tocante ao pagamento de direitos trabalhistas. Depois de demitir cinco motoristas enviou um representante à Unidade para transmitir uma péssima notícia aos profissionais. A informação foi de que os dois […]

comerciaisA Easy Life, empresa de transporte de pacientes com atuação no Hospital Regional de Afogados da Ingazeira, está dando aula de como não faze direito, no tocante ao pagamento de direitos trabalhistas.

Depois de demitir cinco motoristas enviou um representante à Unidade para transmitir uma péssima notícia aos profissionais. A informação foi de que os dois meses de salário atrasados não serão pagos, nem direitos trabalhistas. Até para o recebimento do seguro desemprego terão que recorrer à justiça.

A Easy Life, que presta serviço ao Estado, além de demitir, também é uma empresa que causa terrorismo junto aos seus funcionários. Com a palavra a empresa e a contratante, a Secretaria Estadual de Saúde.

Liber: Funcionários da empresa Liber que trabalham no Hospital também reclamam que não tem previsão de recebimento de sua rescisão.  Foram demitidos sem perspectiva de receber ou voltar a trabalhar. São pessoas da limpeza e cozinha na área de serviços gerais.

Serra Talhada: Ministério da Saúde cobra funcionamento do Samu ou devolução dos recursos

Em Ingazeira (PE), ambulância está parada há 21 meses ao lado da unidade de saúde sem poder realizar atendimento Do UOL Na pequena Ingazeira (369 km do Recife), com 4,5 mil habitantes, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) tem partidas diárias do motor, uma lavagem semanal e passa por revisão semestral. […]

Em Ingazeira (PE), ambulância está parada há 21 meses ao lado da unidade de saúde sem poder realizar atendimento
Em Ingazeira (PE), ambulância está parada há 21 meses ao lado da unidade de saúde sem poder realizar atendimento

Em Ingazeira (PE), ambulância está parada há 21 meses ao lado da unidade de saúde sem poder realizar atendimento

Do UOL

Na pequena Ingazeira (369 km do Recife), com 4,5 mil habitantes, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) tem partidas diárias do motor, uma lavagem semanal e passa por revisão semestral. Mas não, não é para o uso da população, mas pela falta dele.

O município e outros 34 do sertão de Pernambuco – que enfrentam a maior seca em 50 anos e uma epidemia das doenças causadas pelo mosquito Aedes egypti – receberam 30 ambulâncias (compradas em 2013 e entregues em março de 2014), mas que até hoje nunca prestaram um socorro sequer por conta de um impasse entre governos.

A Central de Regulação, localizada em Serra Talhada (a 414 km do Recife), está pronta desde o final do ano passado e deveria ter médico para regular os serviços nessas cidades. Mas o local é um prédio fantasma.

IMPASSE É FINANCEIRO

O impasse para início do serviço não é culpa da prefeitura de Ingazeira ou das outras cidades que receberam as 30 ambulâncias. Ocorre porque o município de Serra Talhada, responsável pela central de atendimento, diz não ter dinheiro para iniciar o serviço sem recursos federais e estaduais. Já os governos do Estado e federal alegam que é preciso que o serviço entre em funcionamento para iniciarem os repasses.

O resultado da pendência é que cerca de 800 mil pessoas que moram nesses municípios estão sem atendimento, e um investimento superior a R$ 4 milhões feito em 2012 está inutilizado.

O Estado passa atualmente por um surto de microcefalia relacionado ao zika vírus e muitas crianças e grávidas precisam ser enviadas ao Recife para exames.

Faz muita falta porque é um atendimento diferenciado, tem equipamentos como um bom oxigênio. Quando a gente precisa fazer um socorro para uma viagem ao Recife, por exemplo, a ambulância que temos precisa parar em Caruaru para abastecer com oxigênio para seguir. Com essa não seria preciso“, diz a secretária de Saúde de Ingazeira, Fabiana Torres.

FALTA RECURSO, DIZ PREFEITURA

Segundo o Ministério da Saúde, o município de Serra Talhada recebeu, em 2012, R$ 290 mil para construção da Central de Regulação das Urgências da região, que atenderá a macrorregião composta por 35 municípios.

Também foram repassados R$ 3,6 milhões para o Governo do Estado comprar 30 ambulâncias –sendo cinco delas de suporte avançado.

Mas tudo está parado. “O que precisamos é a garantia do repasse impreterivelmente no ato de sua habilitação para o custeio. Seria 50% por parte do Ministério da Saúde, e outros 25% do governo do Estado. Não tem sentido colocar o serviço para funcionar e só receber os recursos de quatro a seis meses depois“, disse o secretário-executivo de Saúde de Serra Talhada, Aron Lourenço.

No final de 2014, o município finalizou a construção do prédio da central de regulação, onde ficam paradas as duas ambulâncias do município. Mesmo com o prédio pronto e carros na garagem, o secretário alega que o problema é o pagamento dos profissionais. “Qual o município que tem condições de bancar uma folha de mais de R$ 350 mil mensais?” questiona.

Segundo o secretário, um documento foi encaminhado recentemente para o ministério explicando a situação. “Estamos aguardando resposta“, informou.

MINISTÉRIO AMEAÇA DEVOLUÇÃO

O Ministério diz que a regra de todos os Samus do país é igual –com pagamento apenas após o funcionamento.

Para que o Ministério da Saúde conceda parecer favorável à habilitação do serviço é necessário que o município cumpra todos os critérios previstos nos incisos I e II do artigo 27 da Portaria GM/MS nº 1.010/2012, que incluem a comprovação da funcionalidade do dígito 192 para recebimento de chamadas, demonstração do funcionamento efetivo do serviço e termo de compromisso do gestor acerca da garantia de manutenção das ambulâncias“, disse.

A pasta explicou que, com o início do funcionamento das unidades, o município deve enviar a documentação para habilitar a Central e as unidades móveis. “Após a habilitação de todas as Unidades da Região do Sertão, o município de Serra Talhada receberá o valor de R$ 141.225,00 para custeio mensal“, informou.

O ministério informou ainda que já notificou os municípios da região para que esclareçam a falta de serviços e que Serra Telhada foi avisada que “o não cumprimento do processo de habilitação poderá resultar na devolução imediata dos recursos financeiros e unidades móveis repassados até o momento.

Já a Secretaria de Saúde de Pernambuco garantiu que está em dia com as contrapartidas estaduais relacionadas à central de regulação do Samu de Serra Talhada. Informou ainda que o repasse de verbas para custeio é tripartite e só é feito a partir da habilitação do serviço pelo Ministério da Saúde. “A regra é nacional e válida para todas as centrais brasileiras” concluiu.

Área Integrada de Segurança do Pajeú é a primeira do Estado a atingir índice recomendado pela ONU

Região da AIS 20 alcançou índice de 10 CVLIs por 100 mil. Entenda: O Coronel Flávio Moraes, Comandante do 23º BPM, acaba de informar ao blog que pela primeira vez na história do Pacto Pela Vida, uma Área Integrada de Segurança atinge o índice da ONU que considera como patamar aceitável a quantidade de 10 […]

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Região da AIS 20 alcançou índice de 10 CVLIs por 100 mil. Entenda:

O Coronel Flávio Moraes, Comandante do 23º BPM, acaba de informar ao blog que pela primeira vez na história do Pacto Pela Vida, uma Área Integrada de Segurança atinge o índice da ONU que considera como patamar aceitável a quantidade de 10 CVLIs  (Crimes Violentos Letais Intencionais ) para cada grupo de 100.000 habitantes. O índice alcançado pela área de Afogados é portanto, histórico. Claro, tem sido muito comemorado.

O Coronel Flávio Moraes
O Coronel Flávio Moraes

Aos praças e oficiais do 23º BOM, o Coronel compartilhou uma mensagem de agradecimento: “Esta meta durante muito tempo foi apenas um sonho. Porém a nossa AIS 20 conseguiu alcançá-la após a consolidação dos dados do mês de setembro”.

Pela segunda vez no ano a área fechou o mês sem que ocorresse nenhum homicídio, como havia ocorrido em março. “Parabéns a todos os oficiais e praças do 23º BPM, a todos que fazem a Dinter II e obrigado pelo apoio”, diz o Coronel, que falará dos números no Debate das Dez dessa quinta, na Rádio Pajeú.

São João de Arcoverde: shows terminam às 3 horas dias 22, 23 e 29, define TAC

O Comitê Gestor do São João 2019 esteve reunido na Prefeitura Municipal de Arcoverde, para esboçar parte do planejamento inicial do evento. Ficou definido, de acordo com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado junto ao Ministério Público de Pernambuco – MPPE, quais serão os horários a serem cumpridos quanto ao encerramento dos shows. “Nos dias […]

O Comitê Gestor do São João 2019 esteve reunido na Prefeitura Municipal de Arcoverde, para esboçar parte do planejamento inicial do evento.

Ficou definido, de acordo com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado junto ao Ministério Público de Pernambuco – MPPE, quais serão os horários a serem cumpridos quanto ao encerramento dos shows.

“Nos dias de maior público (22, 23, e 29 de junho), as apresentações se encerrarão às 3 horas da madrugada. Nas demais noites, o encerramento acontece uma hora antes”, afirmou a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira.

A questão da segurança da festa também foi enfatizada na reunião. Cerca de 150 PMs estarão trabalhando nos dias de maior público e 90 nos demais dias. Para os principais pontos de acesso à Praça da Bandeira, polo principal da festa, haverão PMs postados com detectores de metal, para a revista do público.

“Teremos revistas próximo ao Restaurante Joy (Rua do Lazer), no Senadinho, no Shitake (Coreto) e no entorno do beco próximo ao Banco do Brasil. Tradicionalmente temos uma das festas juninas mais tranquilas do país, mas temos de estar atentos a tudo”, ressaltou Jussara.

A secretaria adiantou que as inscrições para quem vai comercializar bebidas e comidas típicas na festa acontece de 13 a 24 de maio, das 8h às 13h, na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (térreo do Centro de Cultura), localizada na Rua Barbosa Lima, s/n°, no centro da cidade.

Ao vivo: diretores da Anvisa votam sobre uso emergencial de vacinas

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), iniciou na manhã deste domingo (17), a reunião para decidir sobre o pedido de uso emergencial de 6 milhões de doses da vacina do Butantan e de 2 milhões da vacina da Fiocruz. A decisão deve ser tomada ainda neste domingo. O pedido do Instituto Butantan, apresentado […]

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), iniciou na manhã deste domingo (17), a reunião para decidir sobre o pedido de uso emergencial de 6 milhões de doses da vacina do Butantan e de 2 milhões da vacina da Fiocruz. A decisão deve ser tomada ainda neste domingo.

O pedido do Instituto Butantan, apresentado em 8 de janeiro, é referente a 6 milhões de doses importadas da vacina Coronavac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac. O instituto também desenvolve a vacina no Brasil.

Já o pedido da Fiocruz, também do dia 8, é referente a 2 milhões de doses importadas do laboratório Serum, da Índia, que produz a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pelo laboratório AstraZeneca. A Fiocruz também desenvolve a vacina no Brasil.