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Igreja teve participação importante nos atos contra reformas

Por Nill Júnior
Padres Rogério Veríssimo, Luiz Marques, Ailton Costa, Daniel Gomes, Gilvan Bezerra, Orlando Bezerra, Miguel Neto e seminarista Renato: na rua, contra reformas. Foto: Tito Barbosa/Pascom

Uma das novidades nos protestos desta sexta-feira foi a participação mais incisiva de setores da Igreja Católica, estimulados pelas palavras de bispos como Dom Fernando Saburido, Dom Delson Cruz e Dom Egídio Bisol, bispos do Regional Nordeste II da CNBB.

Não deixa de ser um sinal de que, independente do debate partidário, que deve ter seu momento e seus atores envolvidos, as reformas trabalhista e da previdência representam ameaças a conquistas fruto de muita luta, que custaram décadas de diálogo e pressão da sociedade.

A CNBB e as Dioceses que se envolveram no debate foram muito claras e defenderam manifestações pacíficas. Fato é que as imagens de pessoas que não vestiam vermelho e foram pra rua pacificamente, gerando belas demonstrações de organização popular, tiveram menos espaço que as de ônibus queimados por vândalos, que devem ser tratados coma lei.

“Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados. Nesse sentido, consideramos fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas”, disse a CNBB em nota.

Na Diocese de Afogados da Ingazeira, muitos foram os sacerdotes que se mobilizaram, atendendo chamamento do Bispo Dom Egídio Bisol. Em Serra Talhada, os padres Custódio Sá, Edilberto Brasil e Uanderson Eduardo participaram do movimento.

Padre Custódio, em registro do Farol de Notícias

“Estamos aqui em frente a Igreja Matriz da Penha, um dos catolicismo, e a Igreja está onde sempre esteve: ao lado dos pobres, dos mais fracos e necessitados. Ao lado dos injustiçados. Eu chamo esta proposta de reforma da previdência de ‘reforma pé na cova’, porque o cidadão só vai se aposentar quando morrer. Não vamos aceitar isso”, disparou o padre, recebendo aplausos dos manifestantes”, disse o Padre Custódio. O Padre Josenildo Nunes não participou por se recuperar de uma fratura no pé.

Em Afogados da Ingazeira, participaram os padres Gilvan Bezerra, Rogério Veríssimo, Ailton Costa, Orlando Bezerra, Miguel Nunes Neto, Daniel Gomes e o seminarista Renato participaram das manifestações. “Não há como ter outra posição senão apoiar a luta do povo. A gente não pode estar ao lado do diabo de dia e pregar Jesus Cristo na missa à noite”, chegou a dizer o Padre Luizinho, em analogia às reformas.  Em vários momentos, foi lembrada a fuigura de Dom Francisco Austregésilo e o papel que teria neste momento histórico.

Outras Notícias

Prefeito de Iguaracy participa da 5ª Conferência Estadual de Meio Ambiente

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), e o diretor de Meio Ambiente, George Abel, participaram, nesta quinta-feira (13), da 5ª Conferência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco. O evento, realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, reúne representantes de diversos municípios e organizações para discutir preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. Durante a conferência, […]

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), e o diretor de Meio Ambiente, George Abel, participaram, nesta quinta-feira (13), da 5ª Conferência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco. O evento, realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, reúne representantes de diversos municípios e organizações para discutir preservação ambiental e desenvolvimento sustentável.

Durante a conferência, Dr. Pedro Alves destacou a importância da participação dos municípios na agenda ambiental. “A proteção do meio ambiente é uma responsabilidade coletiva. Esses encontros são essenciais para fortalecer parcerias e promover ações que beneficiem nossas comunidades”, afirmou.

George Abel também enfatizou a relevância do evento. “Estamos aqui para trocar experiências e buscar soluções que possam ser aplicadas em Iguaracy. Trabalhar juntos é essencial para enfrentar os desafios ambientais”, declarou.

A programação inclui palestras, oficinas e mesas-redondas, abordando práticas inovadoras para a sustentabilidade em Pernambuco.

Madrugada de chuva no Pajeú

Para o contentamento dos sertanejos a madrugada da quarta-feira (22), foi de chuva em alguns municípios do Pajeú. Choveu em Afogados da Ingazeira 15mm, Tabira 20mm, Ingazeira, Carnaíba 9mm, Itapetim 45mm e Santa Terezinha. A chuva na zona rural foi anunciada por ouvintes da Pajeú FM hoje cedo no Rádio Vivo. A água caiu no […]

Foto: André Luis

Para o contentamento dos sertanejos a madrugada da quarta-feira (22), foi de chuva em alguns municípios do Pajeú.

Choveu em Afogados da Ingazeira 15mm, Tabira 20mm, Ingazeira, Carnaíba 9mm, Itapetim 45mm e Santa Terezinha.

A chuva na zona rural foi anunciada por ouvintes da Pajeú FM hoje cedo no Rádio Vivo. A água caiu no Santiago, Boqueirão, Varzinha, Brejinho, Caldeirão Dantas, Jabitacá, Itã, Silvestre, Mussambê, Umburanas, riacho Fundo, Carnaúba dos Vaqueiros e dos Santos, Covoadas, e outras localidades. A informação é de Anchieta Santos.

Bolsa Família impõe dilema a Flávio, e campanha busca saída para criticar Lula sem atacar reajuste de 15%

Campanha do candidato do PL tenta questionar o momento escolhido pelo governo para anunciar a medida sem passar a mensagem de oposição ao benefício social. O reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) diante de uma estratégia delicada: atacar o […]

Campanha do candidato do PL tenta questionar o momento escolhido pelo governo para anunciar a medida sem passar a mensagem de oposição ao benefício social.

O reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) diante de uma estratégia delicada: atacar o adversário pelo momento da medida sem direcionar as críticas ao aumento recebido pelos beneficiários.

O aumento foi anunciado nesta quinta-feira (17), a 17 dias do primeiro turno das eleições. O piso do Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio deverá subir de R$ 675 para R$ 777. Os novos valores começam a ser pagos em outubro.

Flávio reagiu dizendo que a decisão é “ilegal” e acusou Lula de usar o reajuste por razões eleitorais. Durante ato de campanha em Vitória da Conquista, na Bahia, o candidato afirmou que o Bolsa Família será mantido caso seja eleito.

“O Bolsa Família está garantido, ninguém vai tocar nesse benefício de vocês”, declarou.

Nos bastidores, aliados avaliam que uma ofensiva direta contra a medida poderia permitir que a campanha de Lula associasse Flávio a uma eventual redução ou retirada do benefício. Segundo a CNN Brasil, a equipe jurídica do candidato decidiu não questionar o reajuste no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), justamente para evitar esse tipo de reação política.

De acordo com O Globo, integrantes da campanha discutem como concentrar as críticas no momento escolhido pelo governo para anunciar o aumento, preservando a defesa da continuidade do programa.

O governo afirma que o percentual de 15% corresponde à reposição da inflação acumulada pelo INPC desde 2023. Segundo o Ministério do Planejamento, a medida terá impacto estimado de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027, com recursos previstos dentro do espaço fiscal do Orçamento.

O tema também traz para o debate a eleição de 2022. Naquele ano, durante o governo Jair Bolsonaro, o Auxílio Brasil teve seu valor elevado de R$ 400 para R$ 600 meses antes da eleição presidencial.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Prefeitura de Tabira começa a pagar salários de janeiro na terça-feira

Os servidores efetivos das secretarias de assistência Social e Saúde da Prefeitura de Tabira começarão a receber os salários de janeiro na próxima terça-feira dia 06 de fevereiro. A informação foi passada ontem, sexta-feira, pelo Tesoureiro Jandson Meneses ao programa Cidade Alerta, da Radio Cidade FM de Tabira. No dia 15/02, serão pagas as folhas […]

Os servidores efetivos das secretarias de assistência Social e Saúde da Prefeitura de Tabira começarão a receber os salários de janeiro na próxima terça-feira dia 06 de fevereiro.

A informação foi passada ontem, sexta-feira, pelo Tesoureiro Jandson Meneses ao programa Cidade Alerta, da Radio Cidade FM de Tabira.

No dia 15/02, serão pagas as folhas de inativos, pensionistas e comissionados. Das demais secretarias o Governo Sebastião Dias não fez ainda previsão.

A situação travou a possibilidade de a Prefeitura realizar carnaval, por conta da orientação dos órgãos de controle, como TCE e MPCO. Agora, a municipalidade fala em apoio de “patrocinadores” e programação mais modesta.

Desaprovação de Bolsonaro vai a 39,5% segundo CNT/MDA

Pesquisa realizada pela CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que a avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo. No caso da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro, a aprovação recuou de 57,5% para […]

Foto: Marcos Corrêa/PR

Pesquisa realizada pela CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que a avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo.

No caso da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro, a aprovação recuou de 57,5% para 41%, enquanto a desaprovação do presidente foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto.

Enquanto isso, apenas 9,5% dos entrevistados acreditam que o presidente está cumprindo totalmente suas promessas de campanha, enquanto outros 45,4% afirmam que ele está cumprindo em partes. Outros 40% dizem que Bolsonaro não está cumprindo suas promessas. 5,1% não souberam ou não responderam.

No caso da relação com o Congresso, 31,6% das pessoas afirmam que o presidente tem conseguido uma boa articulação para aprovar temas importantes para o País, enquanto 55,6% acham que ele não está conseguindo articular as propostas. 12,8% não souberam ou não responderam.

Sobre um dos principais temas discutidos pelo Congresso e apontado por especialistas como crucial para a recuperação da economia, apenas 40,99% dos entrevistados são a favor da proposta, enquanto 59,01% são contra.

Em questão sobre as melhorias do País desde o início do governo, as pessoas ficaram bastante divididas. 31,7% dos entrevistados já perceberam alguma melhora, enquanto 33,9% afirmam que o atual governo está semelhante aos anteriores. 30,3% dizem que perceberam pioras, ao passo que 4,1% não souberam ou não responderam.

Segundo a pesquisa, entrevistados apontaram Saúde (54,7%), Educação (49,8%) e Emprego (44,2%) como os maiores desafios do atual governo. Dentre as onze opções apresentadas, os entrevistados deixaram Energia (2,0%), Saneamento (3,1%) e Transporte (3,5%) como os menores desafios.

Sobre o desempenho do governo em diferentes setores, a pesquisa coloca o Combate à Corrupção (31,3%), Segurança (20,8%) e Redução de cargos e ministérios (18,5%) como as áreas que o governo melhor atuou nestes oito meses.

Por outro lado, Saúde (30,6%), Meio Ambiente (26,5%) e Educação (24,5%) foram apontados pelos entrevistados como as áreas de pior desempenho de Bolsonaro.

Operação Lava-Jato: a pesquisa CNT/MDA também fez questionamentos envolvendo a Operação Lava-Jato. Sobre a atuação, 51% dos entrevistados acreditam que a operação está beneficiando o Brasil, enquanto 20,3% acham que não está nem ajudando e nem prejudicando. Outros 16,8% afirmam que estas investigações prejudicam o País.

Sobre as conversas vazadas pelo site Intercept Brasil, 47,2% afirmam que as informações deveriam ser usadas para questionar o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol mesmo que elas tenham sido obtidas de forma ilegal. 34,6% acham que as mensagens não podem ser usadas e 18,2% não sabem ou não responderam.

Há uma divisão, porém, sobre a isenção da operação após o vazamento das conversas. 42,2% afirmam que o fato coloca em dúvida a isenção da Lava-Jato, enquanto 41,7% acham que não.

Em meio aos questionamentos, 52% dos entrevistados acham que Moro não deve deixar o cargo por causa das conversas, enquanto outros 35,3% acreditam que sim, ele deveria sair.