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Igor diz que gestão Patriota deve melhorar relação com Legislativo

Por Nill Júnior

O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Igor Mariano (PSD), disse hoje ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que considera “um desrespeito com o Poder Legislativo” a demora da gestão José Patriota em responder requerimentos dos colegas da casa.

Igor entretanto, negou que esse seja um fator que afaste a relação como gestor, que garantiu “ser muito boa”. Mas afirmou que essa questão deve ser melhor observada. “Estou dizendo aqui porque já externei a ele essa posição. Também cobrei ao Assessor de Comunicação Rodrigo Lima”, disse.

Outra prova, segundo Igor de que deve haver mais atenção é a falta de líderes da bancada governista e do governo na Câmara. As funções estão vagas. Perguntado se o prefeito não estaria perdendo a mão do controle da bancada, Igor disse que ainda não vê assim. Também defendeu que o prefeito se reúna mais com os vereadores para aparar eventuais arestas. Na imprensa, eventualmente vereadores reclamam da falta de atenção a requerimentos, quando solicitam obras para determinadas locais.

Ele também negou que esteja iniciando um projeto de discussão de nomes com o bloco do prefeito Totonho Valadares para 2020, quando Patriota não poderá ser mais candidato e especula-se, seu nome poderá ser o de Alessandro Palmeira. “A eleição de 2020 será discutida em 2020”, afirmou, não negando que conversa com o ex-prefeito e com Daniel Valadares.

Igor anunciou que irá realizar depois das eleições um concurso público para preenchimento de vagas na Câmara. Disse ainda que preza pela relação igualitária com todos os vereadores e admitiu que até a aprovação da resolução que permite uma reeleição e busca de votos em torno de seu nome, houve vários debates internos e havia outros postulantes, sem coitar quais.

Outras Notícias

Em nota, prefeitura minimiza incidente com ônibus e garante não haver prejuízo para TFD

Em nota ao blog, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira diz que o incidente envolvendo o ônibus do TFD não é considerado de grande porte. “Queremos  tranquilizar a população no tocante ao evento noticiado pelo blog relacionado ao novo ônibus da saúde para transporte fora do domicílio”. Segue a nota: “Houve um problema elétrico na caixa de […]

tfdEm nota ao blog, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira diz que o incidente envolvendo o ônibus do TFD não é considerado de grande porte. “Queremos  tranquilizar a população no tocante ao evento noticiado pelo blog relacionado ao novo ônibus da saúde para transporte fora do domicílio”.

Segue a nota: “Houve um problema elétrico na caixa de fusíveis, segundo informações preliminares repassadas pela Secretaria de Transportes, o que gerou fumaça e um princípio de fogo, que foi rapidamente debelado. O ônibus está intacto, com algumas pequenas avarias ocasionadas pelo incidente”.

Segundo a nota da Assessoria de Imprensa, o ônibus havia passado recentemente por uma revisão da parte eletro-eletrônica, fato rotineiro tendo em vista as exigências do seguro do veículo. “Informamos ainda que já está sendo providenciada a vinda de um técnico da empresa que fez a manutenção no Recife para identificar e sanar o problema. Esperamos que uma rápida resolução do problema garanta o mais rápido retorno do ônibus no atendimento à nossa população”.

E conclui: “No mais, tranquilizamos a população usuária, que precisa se deslocar para o Recife, dizendo que está mantida a viagem rotineira do Domingo, em um outro ônibus providenciado pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira”.

STF condena Fernando Collor por esquema de corrupção na BR Distribuidora

Penas serão definidas na sessão da próxima quarta-feira (31). O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta quinta-feira (24), o julgamento da Ação Penal (AP) 1025 e condenou o ex-senador Fernando Collor de Mello por crimes relacionados à BR Distribuidora.  O Tribunal entendeu que ficou comprovado que o ex-parlamentar, com a ajuda dos empresários […]

Penas serão definidas na sessão da próxima quarta-feira (31).

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta quinta-feira (24), o julgamento da Ação Penal (AP) 1025 e condenou o ex-senador Fernando Collor de Mello por crimes relacionados à BR Distribuidora. 

O Tribunal entendeu que ficou comprovado que o ex-parlamentar, com a ajuda dos empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, recebeu R$ 20 milhões para viabilizar irregularmente contratos da estatal com a UTC Engenharia.

Oito ministros votaram para condenar o ex-parlamentar e outros dois pela absolvição dos acusados. Dos oito votos pela condenação, quatro acolheram a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas converteram a acusação de organização criminosa em associação criminosa (artigo 288 do Código Penal). As penas serão definidas na sessão da próxima quarta-feira (31).

Tráfico de função

Última a votar, a presidente do Tribunal, ministra Rosa Weber, entendeu que ficou configurado nos autos o efetivo tráfico da função pública pelo ex-senador, que se utilizou de seus apadrinhados políticos para, em troca de vantagem indevida, direcionar fraudulentamente licitações entre a UTC e a BR Distribuidora. 

Para a ministra, os depoimentos de colaboradores premiados foram fartamente corroborados por diversos elementos independentes de prova, como os registros de acesso de Collor à sede da antiga estatal e documentos colhidos em sua residência que diziam respeito a temas de interesse comercial da BR.

Contudo, a seu ver, a acusação não conseguiu demonstrar a existência de estrutura criminosa, hierárquica e ordenada, composta de, no mínimo, quatro pessoas, que caracterizaria uma organização criminosa. Na sua avaliação, ficou comprovado apenas um crime de corrupção passiva e um de lavagem de dinheiro, praticados em parceria não hierárquica entre os três acusados. Essas condutas caracterizam o delito de associação criminosa.

No início da sessão, o ministro Alexandre de Moraes (revisor) reajustou seu voto para também converter a acusação de organização criminosa em associação criminosa.

Câmara de Serra aprova contas de 2011 do ex-prefeito Carlos Evandro

Entretanto, ex-prefeito ainda pega preço por contas rejeitadas pelo TCE e Câmara Reunida esta noite, a Câmara de Vereadores de Serra Talhada seguiu o parecer do TCE pela aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Carlos Evandro relativas ao ano de 2011. Assim, por unanimidade, a Câmara acata a recomendação do TCE, como tem feito […]

O ex-prefeito Carlos Evandro

Entretanto, ex-prefeito ainda pega preço por contas rejeitadas pelo TCE e Câmara

Reunida esta noite, a Câmara de Vereadores de Serra Talhada seguiu o parecer do TCE pela aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Carlos Evandro relativas ao ano de 2011.

Assim, por unanimidade, a Câmara acata a recomendação do TCE, como tem feito nas últimas votações. A aprovação aconteceu em segundo turno.

Foram favoráveis ao parecer Antonio de Antenor, Agenor Melo, Dedinha Inacio, Alice Conrado, Antonio Rodrigues, Vera Gama, Andre Maio, Pinheiro do São Miguel, Gilson Pereira, Zé Raimundo, Jaime Inacio, Manoel Enfermeiro, Nailson Gomes, Paulo Melo, Rosimerio de Cuca e Sinezio Rodrigues. Ronaldo de Deja faltou à sessão.

A aprovação é um alento, mas ainda não limpa o ex-prefeito. Carlos teve o nome incluído na relação de gestores com contas rejeitadas pelo TCE entregue ao TRE. Isso em virtude de outras contas rejeitadas no tribunal com confirmação da Câmara.

O ex-prefeito está entre os cotados para disputar a sucessão de Luciano Duque em 2020.

Vereadores acusam Pacheco de omissão para promover o caos na Câmara de Arcoverde

A crise aberta na Câmara Municipal de Arcoverde ganhou novo capítulo após vereadores divulgarem uma nota dura em defesa da vereadora Célia Galindo e contra a condução da presidência durante a sessão que terminou em descontrole. No texto, os parlamentares não poupam críticas ao “uso da tribuna livre para ataques pessoais e à postura do […]

A crise aberta na Câmara Municipal de Arcoverde ganhou novo capítulo após vereadores divulgarem uma nota dura em defesa da vereadora Célia Galindo e contra a condução da presidência durante a sessão que terminou em descontrole.

No texto, os parlamentares não poupam críticas ao “uso da tribuna livre para ataques pessoais e à postura do presidente Luciano Pacheco, acusado de não intervir mesmo diante de pedidos diretos em plenário”. A nota também classifica as falas do advogado Eldy Magalhães como ofensivas e como violência política de gênero, elevando o tom do embate institucional.

NOTA CONJUNTA DOS VEREADORES DE ARCOVERDE

Os vereadores abaixo assinados manifestam solidariedade à vereadora Célia Galindo pelos fatos ocorridos na última sessão da Câmara Municipal de Arcoverde.

Não houve debate. Houve ataque. A vereadora, com dez mandatos de serviços prestados, foi atingida em sua honra em um episódio que desrespeita o parlamento e a população.

A presidência abriu a tribuna livre para um denunciado por ameaça e injúria, que utilizou o espaço para atacar a vereadora e também outros parlamentares. Em vários momentos, vereadores pediram intervenção. Ainda assim, os ataques continuaram.

As falas do advogado Eldy Magalhães foram ofensivas, misóginas e caracterizam violência política de gênero. Não há espaço para esse tipo de conduta na tribuna da Câmara.

A omissão da presidência agravou o cenário. O presidente Luciano Pacheco não interveio quando deveria e não assegurou o equilíbrio na condução dos trabalhos. Também não garantiu a palavra a quem tentou restabelecer o respeito no plenário, apesar de reiterar em discurso que sempre defendeu seus colegas.

Presidente não está acima da maioria. A condução da Casa exige respeito às regras e aos pares. O episódio é grave e exige providências.

Wellington Siqueira
Rodrigo Roa
Paulinho Galindo
João Taxista
Heriberto do Sacolão
João Marcos
Luiza Margarida

Nuzman é preso na Lava Jato por suspeita de fraude na escolha da Rio 2016

G1 Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal prenderam Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, e Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito de Nuzman, na manhã desta quinta-feira (5), na Zona Sul do Rio. Nuzman é suspeito de intermediar a […]

G1

Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal prenderam Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, e Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito de Nuzman, na manhã desta quinta-feira (5), na Zona Sul do Rio.

Nuzman é suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpíco Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016. Ele foi preso em casa, no Leblon, por volta das 6h. Nuzman é presidente do COB há 22 anos. O pedido de prisão foi decretada pelo juiz Marcelo bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

O pedido de prisão foi decretado porque houve uma tentativa de ocultação de bens no último mês, após a polícia ter cumprido um mandado de busca na casa de Nuzman no mês passado.

O esquema de corrupção, segundo os investigadores, tem a participação do ex-governador Sérgio Cabral. O dinheiro teria vindo do empresário Arthur Cesar Soares de Menezes Filho, conhecido como Rei Arthur, que também teve mandado de prisão decretado, mas está foragido da justiça.

Gryner foi preso em casa, em um apartamento de luxo em Laranjeiras, na Zona Sul. Ele também foi diretor do COB e diretor de Comunicação e Marketing da candidatura do Rio à sede olímpica, e teve encontros com o filho do presidente da Federação Internacional de Atletismo, suspeito de ter recebido propina para votar no Rio de Janeiro como sede dos jogos.

A ação é um desdobramento da Unfair Play, uma menção a jogo sujo e que é mais uma etapa da Lava Jato no Rio.