A Prefeitura de Flores deu continuidade neste final de semana, ao trabalho de distribuição de máscaras, para a proteção contra o novo Coronavírus (COVID -19). Fruto de doação, como também de aquisição/compra, através da Secretaria de Saúde, grande parte delas foram confeccionadas por costureiras do próprio município. Quantidade distribuída já passa de 25 mil unidades. […]
A Prefeitura de Flores deu continuidade neste final de semana, ao trabalho de distribuição de máscaras, para a proteção contra o novo Coronavírus (COVID -19).
Fruto de doação, como também de aquisição/compra, através da Secretaria de Saúde, grande parte delas foram confeccionadas por costureiras do próprio município. Quantidade distribuída já passa de 25 mil unidades.
Equipes formadas por servidores da Secretaria de Saúde e Infraestrutura, estiveram realizando a distribuição nos distritos de Fátima e Sítios dos Nunes, nos Povoados de Tenório, São João dos Leitos, Santana de Almas e Matolotagem.
O Secretário de Saúde, Adriano Vieira, explica que tanto a produção como a distribuição, “vai ajudar a gerar renda para dezenas de famílias e reduzir o impacto da pandemia neste segmento da economia da cidade”. As máscaras são feitas de tecido e são reutilizáveis. Elas podem ser lavadas em solução com água e sabão.
O governador Paulo Câmara assinou, na última quinta (23), um decreto que recomenda à população em geral que use máscaras sempre que houver necessidade de sair de casa por motivo emergencial. O uso de máscaras passa a ser obrigatório, porém, para quem trabalha em estabelecimentos comerciais com funcionamento autorizado na pandemia do novo coronavírus. A determinação entra em vigor nesta segunda (27).
De acordo com o governo estadual, a recomendação é de que as máscaras utilizadas sejam artesanais, de tecido, mas também há permissão do uso de máscaras industrializadas. O uso delas segue uma orientação da Organização Mundial de Saúde.
O senador Cid Gomes (PDT-CE) defende a permanência da deputada federal Tabata Amaral (SP) no PDT. Questionado por mensagem na noite de sexta-feira (23) pelo Congresso em Foco se há como construir um entendimento entre Tabata e a sigla pela permanência dela, ele respondeu: “no que depender de mim, SIM!!! Rsrs…”. O atrito público entre a deputada e […]
O senador Cid Gomes (PDT-CE) defende a permanência da deputada federal Tabata Amaral (SP) no PDT. Questionado por mensagem na noite de sexta-feira (23) pelo Congresso em Foco se há como construir um entendimento entre Tabata e a sigla pela permanência dela, ele respondeu: “no que depender de mim, SIM!!! Rsrs…”.
O atrito público entre a deputada e a legenda começou após ela votar favorável à reforma da Previdência durante a análise pela Câmara dos Deputados. O PDT orientou que toda a bancada votasse contra, a deputada de São Paulo faz parte de um grupo de oito dissidentes dentro da sigla.
O irmão de Cid, o ex-ministro, ex-governador do Ceará e vice-presidente do PDT, Ciro Gomes, fez críticas à deputada por conta de seu voto pela reforma.
“Espero que ela se defenda, que seja feliz. Ela é uma decepção muito grande, pois assumiu um protagonismo nacional para defender o indefensável”, disse em entrevista veiculada na quinta-feira (22) na Rádio Super, de Minas Gerais.
De acordo com o presidente do PDT, Carlos Lupi, a situação de Tabata e dos outros dissidentes só deve ser definida em meados ou no final de setembro.
Lupi e Tabata não conversam desde que o processo contra os dissidentes foi instaurado no PDT.
O PSB também teve deputados que desobedeceram a sigla durante a votação da Previdência. A sigla marcou para os dias 30 e 31 de agosto a reunião do diretório nacional que vai definir a punição aos 10 deputados que votaram favoráveis ao projeto da Previdência no 2º turno da Câmara.
Ele diz ter sido fatalidade e lamentou comentários sobre episódio. “Estou a disposição para repor prejuízos Em contato com o blog, Neubison Wagner, responsável pela Nara Calçados enviou nota sobre o incidente noticiado ontem pelo blog. Neubison foi identificado por gerar um incêndio acidental após incinerar lixo próximo ao Estádio Vianão. Leia sua versão do episódio: […]
Ele diz ter sido fatalidade e lamentou comentários sobre episódio. “Estou a disposição para repor prejuízos
Em contato com o blog, Neubison Wagner, responsável pela Nara Calçados enviou nota sobre o incidente noticiado ontem pelo blog.
Neubison foi identificado por gerar um incêndio acidental após incinerar lixo próximo ao Estádio Vianão. Leia sua versão do episódio:
Diante de toda repercussão gerada pelo episódio deste dia 07, referente ao fogo que se espalhou próximo ao Estádio Vianão, venho a toda sociedade afogadense e região esclarecer o fato.
Logo quando coloquei fogo numa pequena parte do mato longe de nossas casas, percebi que o fogo poderia aumentar e logo apaguei. No entanto, o mesmo reacendeu.
A real intenção era tão somente exterminar os ratos e demais animais peçonhentos que por ali tem se alastrado numa medida incontrolável, colocando a saúde de muitos em risco. Todavia, o fogo, infelizmente, tomou uma proporção incalculável. Jamais se cogitou a possibilidade de causar tamanho transtorno em meio à vizinhança.
Vale ressaltar que em nenhum momento nós moradores e vizinhos do bairro precisamos deixar nossas casas por conta do fogo, pois ele estava na mata como já explicado anteriormente.
No momento do ocorrido apenas a vizinha reclamou da fumaça, uma vez que a mesma estava com roupas lavadas no seu varal. Com prudência pedi desculpas pelo ocorrido, pois minha intenção não era aquela e me coloquei a disposição para eventuais prejuízos.
Em que pese não ser natural de Afogados da Ingazeira, abracei essa cidade de corpo e alma como se o fosse. Fiz amizades quae certamente podem atestar minha índole.
Sou um ser humano, pai de família, cidadão do bem, que trabalha incansavelmente para dar todo conforto que minha família precisa, com olhar cuidadoso para com o próximo. Quero que essa imagem prevaleça, pois devido ao episódio, comentários maldosos e inverídicos se espalharam.
Comprometo-me a colaborar para repor todo e qualquer eventual prejuízo neste acontecimento, seja no âmbito jurídico ou social, ciente de que não tive nenhuma intenção de tê-lo causado.
Por Heitor Scalambrini Costa Informações preliminares preocupantes, mas esperadas, foram divulgadas pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos, serviço ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês), no dia 3 de julho último. Foi o dia mais quente registrado na história do planeta Terra, alcançando a temperatura média global de 17,01°C. […]
Informações preliminares preocupantes, mas esperadas, foram divulgadas pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos, serviço ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês), no dia 3 de julho último. Foi o dia mais quente registrado na história do planeta Terra, alcançando a temperatura média global de 17,01°C. Nos dias subsequentes novos recordes foram batidos chegando na quinta-feira (6/7) a 17,23°C, o que significa ultrapassar o limite fatídico de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Esses números tem se mantido muito altos esse mês.
Segundo bases científicas, os sucessivos recordes ocorreram impulsionados pelo fenômeno natural climático El Niño, no Oceano Pacífico. E, principalmente pelas atividades humanas, com a queima crescente de combustíveis fósseis, que continuam a emitir mais e mais CO2 na atmosfera a cada ano que passa, elevando o aquecimento global. Como resultado, pessoas ao redor do mundo já estão convivendo com os impactos climáticos, desde ondas de calor, incêndios florestais, poluição do ar, até inundações e tempestades extremas. O que resulta repercussões na saúde, na segurança alimentar, na gestão da água, no meio ambiente; enfim na vida no Planeta.
Dentre os combustíveis fósseis consumidos, o petróleo e seus derivados têm um papel de grande relevância no aquecimento global, contribuindo com mais de 60% das emissões de gases de efeito estufa (GEE´s). A utilização do petróleo traz grandes riscos desde o processo de extração, transporte, refino, até o consumo, com a produção de gases que poluem a atmosfera.
Compromissos internacionais pela redução das emissões de gases de efeito estufa têm sido infrutíferos. No plano nacional, existe uma forte resistência patrocinada pelos interesses econômicos da cadeia produtiva do Petróleo&Gás que insistem em ações no sentido de aumentar a exploração destas fontes energéticas, vilões do aquecimento global.
No último Plano Decenal de Energia (PDE 2022-2031) está previsto um aumento na produção diária de petróleo no Brasil até 2031, dos atuais 3,4 milhões de barris por dia para 5,2 milhões. Um aumento acentuado indicando uma política energética que tem na exportação de petróleo um expediente para alavancar recursos para o país.
Em recente decisão do Conselho de Administração da petroleira brasileira, Petrobras, os conselheiros deram aval, e decidiram priorizar a oferta de gás natural e repor as reservas de petróleo com exploração de novas fronteiras como a foz do Rio Amazonas. Além de realizarem investimentos em refino, petroquímica e fertilizantes.
O que de fato é verificado é que mesmo países como o Brasil, que possuem um discurso pela descarbonização, se defrontam com a realidade de que nenhuma grande petroleira quer fazer a transição energética. Todas querem manter os combustíveis fósseis o maior tempo possível.
O que corrobora tal afirmativa, dentre outros posicionamentos do governo brasileiro, foi de evitar na reunião da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) que reuniu Brasil, Colômbia, Peru, Venezuela, Guiana, Suriname, Equador e Bolívia; a proposta do governo colombiano de interromper novos projetos de exploração de petróleo na Amazônia.
Outro acontecimento que demarca a posição do governo, foi a do presidente da Petrobras na 8ª edição do Seminário Internacional da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que em sua palestra destacou que o banimento na exploração de novos campos petrolíferos não seria realista, mas sim otimizar as atividades de transporte, comercialização e refino de petróleo, além do transporte e comercialização de derivados.
As últimas reuniões dos acionistas das maiores petroleiras mostraram que os investidores que defendem uma estratégia mais sustentável estão cada vez mais isolados. Com a crise desencadeada pela guerra Rússia-Ucrânia, aumentou e muito os lucros das empresas de petróleo e, como consequência, arrefeceu-se o discurso de investir em planos sustentáveis de longo prazo para mitigar as mudanças climáticas, que era mais enfático quando o setor estava perdendo dinheiro.
Portanto existe um dilema entre o discurso e a prática em relação aos combustíveis fósseis não somente no Brasil, mas no mundo.
O que se esperava do novo governo, em função do seu discurso de enfrentamento das mudanças climáticas, seria transformar a Petrobras, não em uma empresa de exploração de petróleo apenas, mas em uma empresa de produção de energia. Todavia o que acabou acontecendo foi a frustrante criação de uma diretoria de Transição Energética e Energias Renováveis, cujo objetivo foi mais o de acomodação política.
Diante das ações concretas planejadas pela empresa Petrobras, fica claro que a eliminação dos combustíveis fósseis não está no horizonte 2030, e nem em 2050. A sede de manter a exploração de combustíveis fósseis não mudou com a troca de governo.
Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco.
Sicoob Pernambuco esteve representado no encontro Aconteceu no Recife o Encontro de Mulheres Cooperativistas, que contou com representantes de cooperativas de todo o estado. A abertura do evento foi realizada pela superintendente e pelo presidente do Sistema OCB/PE, respectivamente, Cleonice Pedrosa e Malaquias Ancelmo de Oliveira, com a participação da coordenadora da Comissão de Mulheres, […]
Aconteceu no Recife o Encontro de Mulheres Cooperativistas, que contou com representantes de cooperativas de todo o estado.
A abertura do evento foi realizada pela superintendente e pelo presidente do Sistema OCB/PE, respectivamente, Cleonice Pedrosa e Malaquias Ancelmo de Oliveira, com a participação da coordenadora da Comissão de Mulheres, Juscileide Vieira. A programação contou com palestras e dinâmicas que destacaram a força da liderança feminina.
O evento integra a programação de atividades da Comissão do Sistema OCB/PE, que conta com 14 mulheres, e que tem o objetivo de garantir o fortalecimento da participação feminina no segmento. Nesse sentido, o encontro trouxe, no período da manhã, palestras sobre empoderamento e o combate à “Síndrome do Impostor”, ministradas pelas representantes do Sistema OCB Nacional, Divani Souza (analista), e Luzi Vergan (coordenadora do Comitê nacional).
Durante o evento, a presidente da Unimed Recife, Maria de Lourdes C. de Araújo, dividiu um pouco de sua experiência à frente da cooperativa. Na ocasião, a dirigente destacou, ainda, a importância do papel feminino nas coops.
No período da tarde, as integrantes da Comissão de Mulheres reuniram-se para discutir o direcionamento estratégico e as próximas ações a serem realizadas. Um dos destaques foi o compromisso das participantes na mobilização para criar comitês de mulheres dentro das suas cooperativas.
O Sicoob Pernambuco esteve representado pela Diretora Executiva Aline Araújo e a Supervisora da instituição, Lisandra Lucena.
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