Humberto: para imprensa estrangeira, manifestações perdem força e poupam Cunha
Por Nill Júnior
Print El País. Fonte: Assessoria Humberto Costa
Print El País. Fonte: Assessoria Humberto Costa
Os jornais estrangeiros destacaram, nesta segunda-feira (17), as manifestações contra o governo ocorridas no Brasil durante o domingo. Mas, diz o Senador Humberto Costa em noa, “ressaltando o caráter conservador do movimento, mostraram que os protestos perderam força e, por conveniência política, buscaram se aliar a figuras como o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, investigado na operação Lava Jato e oposicionista declarado da presidenta Dilma Rousseff”.
El País, principal jornal da Espanha, classificou o movimento como “majoritariamente das classes médias” e pontuou a atitude dos organizadores de buscar aliança com políticos antigovernistas investigados. “Embora use a luta contra a corrupção como argumento central para derrubar o governo, evita pressionar pessoas implicadas nas denúncias de corrupção, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha”, afirma o jornal.
O britânico The Guardian registrou que, no Rio de Janeiro, em meio a um clima festivo, onde “famílias e amigos tiravam selfies e socializavam sob o calor escaldante”, “um homem vestido de Capitão América, do alto de um trio elétrico, lembrava à multidão que aquilo não era um Carnaval”.
Ao ressaltar o forte viés conservador dos protestos, a imprensa estrangeira destacou, com assombro, cartazes e falas em que manifestantes pediam coisas como “privatização de todos os órgãos públicos”, que “o Exército elimine todos os políticos e feche o Congresso” e lamentavam que o golpe de 1964 não tenha matado todos os militantes de esquerda que foram presos na época, a exemplo da presidenta Dilma Rousseff.
Líder do PT no Senado, Humberto Costa acompanhou os protestos de Montevidéu, Uruguai, para onde viajou no sábado, em missão oficial, com a finalidade de participar da reunião do Parlamento do Mercosul (ParlaSul), no qual é representante do Congresso Nacional brasileiro.
“Não nos interessa se o número de participantes foi maior ou menor. O que temos de levar em conta é de que há uma insatisfação legítima e que precisamos trabalhar para atender às demandas dos brasileiros, que não se confundem com impeachment, renúncia ou golpe de Estado, bandeiras de uma minoria raivosa’, avaliou Humberto. “Esse grande diálogo nacional é importantíssimo para darmos início a um novo ciclo democrático no Brasil.”
Pela pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno nos eventuais cenários de segundo turno traçados para governador de Pernambuco, Marília Arraes (PT) bateria fácil os dois nomes colocados no campo governista. Numa disputa com Geraldo Júlio (PSB), a petista teria 43,1% das intenções de voto contra 15,7% do socialista. Brancos e […]
Pela pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno nos eventuais cenários de segundo turno traçados para governador de Pernambuco, Marília Arraes (PT) bateria fácil os dois nomes colocados no campo governista. Numa disputa com Geraldo Júlio (PSB), a petista teria 43,1% das intenções de voto contra 15,7% do socialista. Brancos e nulos somariam 26,7% e indecisos 14,5%.
Trocando Geraldo por Zé Neto, secretário da Casa Civil, Marilia teria 45,6% ante 10,3%. Brancos e nulos subiriam para 28,7% e indecisos seriam 15,4%.
O Opinião também testou o peso do apoio do ex-presidente Lula ao seu candidato a governador. Caso Marília Arraes viesse a ter o petista em seu palanque, a intenção de voto nela dobraria, indo de 26% para 46,4%.
No levantamento, dos nomes postos, Marília é, também, a que tem a intenção de voto mais consolidada. Dos entrevistados, 24,7% disseram que votariam nela com certeza, 32,4% afirmaram que poderiam votar e 30,2% disseram que não votariam nela de jeito nenhum, enquanto 10,1% disseram que não a conheciam o suficiente e 2,6% não quiseram responder.
No caso de Geraldo Júlio, apenas 6,4% disseram que votariam nele com certeza, 27% afirmaram que poderiam votar e 44,3% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto 19,6% disseram não o conhecer o suficiente e 2,7% não souberam responder.
Já Raquel Lyra, 7,2% disseram que votariam nela com certeza, 26,5% que poderiam votar e 40,7% disseram que não votariam de jeito nenhum, enquanto 23,5% revelaram não ter conhecimento suficiente em relação ao perfil dela e 2,1% não quiseram responder.
Quanto a Miguel Coelho, 4,5% disseram ter a certeza que votariam nele, 20% afirmaram que poderiam votar, 44,6% disseram que não votariam de jeito nenhum e 2,7% não souberam responder. Por fim, Anderson Ferreira, 3,9% disseram ter a certeza do voto, 20,9% que poderiam votar, 44,1% que não votariam de jeito nenhum, enquanto 28,7% afirmaram não o conhecer o suficiente, além de 2,4% que não souberam responder.
Quanto a Zé Neto, 1,9% disseram que votariam nele com certeza, 18,6% que poderiam votar e 42% que não votariam de jeito nenhum, 35% disseram que não conheciam o suficiente e 2,5% não souberam responder.
José Múcio, por fim, teria apenas 2% dos eleitores que votariam nele com certeza, 13,2% que poderiam votar, 42% que não votariam de jeito nenhum e 29,4% disseram que não tem conhecimentos sobre o perfil dele, além de 2,4% que não souberam responder.
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, Gonzaga Patriota comentou a reeleição de Dilma Rousseff. O socialista, que defendeu o nome de Aécio Neves no segundo turno, revelou que acabada a euforia das eleições é hora de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil e afirmou que agora o momento é de união […]
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, Gonzaga Patriota comentou a reeleição de Dilma Rousseff. O socialista, que defendeu o nome de Aécio Neves no segundo turno, revelou que acabada a euforia das eleições é hora de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil e afirmou que agora o momento é de união para ajudar o país.
“Agora, como oposição, entendo que ainda não é chegada a hora da oposição, repito, da qual faço parte, como um todo, ir para cima da presidente reeleita. É importante que nos juntemos, principalmente aqui no Congresso Nacional, para procurar ajudar a ela, Dilma Rousseff, a tirar o país dessa terrível crise”.
Patriota ainda explicou porque defendeu o nome de Aécio Neves para presidente. “Diante das crises porque passa hoje o Brasil, dentre elas, financeira, falta de crescimento, inflação alta e a corrupção corroendo o patrimônio público e pela minha modesta experiência de mais de 30 anos no parlamento e, ainda, tendo acompanhado, já como parlamentar, crises e mais crises vividas e criadas por governos antidemocráticos, a exemplo de João Figueiredo e José Sarney, e até pelo primeiro presidente eleito, após a derrubada da ditadura, Collor de Melo, crises suportadas pelo país inteiro, crises que prejudicaram muito a nossa economia, o nosso crescimento e a nossa população, principalmente a mais humilde, não tinha outro caminho, senão apoiar uma candidatura de mudança, como o fiz, apoiando Aécio neves, que infelizmente não venceu a eleição”, esclareceu.
Patriota repreendeu a falta de diálogo de Dilma Rousseff com o parlamento e com os setores produtivos do país e desejou que neste mandato a presidente escute mais os deputados e senadores que foram eleitos pelo povo.
“A presidente reeleita Dilma Rousseff já foi alertada pelas urnas e precisa mudar e muito a sua maneira de governar. Ela tem que buscar consolidar a sua vitória promovendo o diálogo e a conversação com os setores produtivos e com o Congresso. Ela ganhou as eleições de 2010 com uma diferença de 12 pontos. Agora, venceu com menos de três pontos de vantagem”, justificou.
Para Gonzaga Patriota, o combate à corrupção será um grande desafio do governo de Dilma Rousseff. Patriota também lembrou das obras que estão se arrastando há anos e que precisam ser concluídas o mais rápido possível. Finalizou o discurso assegurando que fará uma oposição consistente e ativa, sempre lutando por melhorias para o Brasil.
O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, também se queixou de um maior apoio a Paulo Jucá. “Essa parte do Pajeú tem que ter também um certo comando.Ficou comprovado que não pudemos fazer isso com o governo que estamos nele”. Sobre apoio a Raquel, disse que esperou seu grupo dizer que posição deveria […]
O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, também se queixou de um maior apoio a Paulo Jucá.
“Essa parte do Pajeú tem que ter também um certo comando.Ficou comprovado que não pudemos fazer isso com o governo que estamos nele”.
Sobre apoio a Raquel, disse que esperou seu grupo dizer que posição deveria tomar. “Fiz com pés no chão”. Ele defendeu o voto nela em Lula.
Perguntado se ainda espera alguma liberação de recursos do governo Paulo Câmara, afirmou que sim. “Eu espero que ainda saia alguma coisa pelo governo do estado. A mensagem que recebi é de que até o fim do ano ainda sai alguma coisa”.
Disse que, com a eleição de Raquel, vai poder discutir o sertão e o Alto Pajeú. Afirmou ainda que todos os seis prefeitos que apoiaram Tadeu Alencar, apoiam Raquel.
Evandro negou mudanças no secretariado e disse que, por enquanto, fica no seu partido. “A única movimentação foi o apoio a Raquel. Vamos ver o que acontece”.
A Polícia Federal (PF) prendeu, ontem, Ana Priscila Azevedo, filmada participando dos atos terroristas de domingo (8), em Brasília. Ela foi detida por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, e trazida para a capital. Ana Priscila é apontada pela investigação como uma das organizadoras dos atos em Brasília. […]
A Polícia Federal (PF) prendeu, ontem, Ana Priscila Azevedo, filmada participando dos atos terroristas de domingo (8), em Brasília. Ela foi detida por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, e trazida para a capital.
Ana Priscila é apontada pela investigação como uma das organizadoras dos atos em Brasília. Nas redes sociais, ela sugeriu ações violentas na capital e incitou bolsonaristas para uma “tomada de poder”.
Apesar de ter sido presa só na terça, após trabalho de investigação, Ana Priscila aparecia em vídeos no acampamento golpista no Quartel-General do Exército, em Brasília.
No dia dos ataques, Ana Priscila aparece perto da rampa do Congresso Nacional, um dos lugares atacados pelos terroristas. Há também imagens que mostram a mulher dentro do Palácio do Planalto durante a invasão. As informações são do G1.
Em entrevista ao programa Frente a Frente, com os jornalistas Fernando Dourado e Arthur Cunha o Deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB) admitiu a possibilidade de voltar a disputar a prefeitura de Arcoverde em 2020. Zeca, que obteve 57.755 votos mas não conseguiu a reeleição para a Câmara Federal, disse que a possibilidade – de ser […]
Em entrevista ao programa Frente a Frente, com os jornalistas Fernando Dourado e Arthur Cunha o Deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB) admitiu a possibilidade de voltar a disputar a prefeitura de Arcoverde em 2020.
Zeca, que obteve 57.755 votos mas não conseguiu a reeleição para a Câmara Federal, disse que a possibilidade – de ser candidato ou não – será determinada por vários fatores.
“A gente tem que analisar a vontade do povo. Fui prefeito por duas vezes e entreguei o meu mandato à sucessora com aprovação da ordem de 88% vai depender de várias contingencias, conversa. A gente sabe que quando entra na politica é difícil sair. Nunca deixarei de se um agente politico na minha cidade. Vamos ter conversas com diversos grupos que fazem oposição ao governo municipal”.
Zeca voltou a criticar a gestão Madalena Brito, do PSB, dizendo que Arcoverde não vai bem. “É cidade forte, pujante, que representa toda a região mas não vai bem nas diversas áreas, administrativa e politica. Estou a disposição do povo de Arcoverde para discutir o futuro da cidade no momento certo, na hora certa. Voltarei a morar como sempre morei na cidade”.
Sobre o insucesso eleitoral, Zeca tratou a eleição como atípica. “Avalio com muita serenidade. Em politica não existe empate. Ou você ganha ou perde. Fiz um bom trabalho na Câmara onde tivemos ações em diversas regiões no Estado, como nos Sertões de Itaparica, no Pajeú, tive votações em várias regiões. Mas tivemos alto número de abstenção por conta do que aconteceu nesses quatro anos”.
Zeca diz que sai de consciência e ficha limpas. “Não arranhei em nada meu nome politico ou CPF. O povo analisou e não me deu votação necessária para uma eleição. A votação de todos os deputados caiu. A exceção foi o candidato João Campos. Importante é que estou ativo para voltar á vida pública mas na nossa região”.
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