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Humberto confirma Luciana Santos como vice-governadora da Frente Popular

Por Nill Júnior

Por Juliana Lima 

Em entrevista hoje (19) ao comunicador Francys Maya na Rádio Vilabela FM, o senador Humberto Costa (PT) praticamente confirmou o nome de Luciana Santos para vice-governadora na chapa da Frente Popular.

“Pelo o que eu pude apurar até agora, pelo que eu pude conversar, inclusive com a própria Luciana, eu acho que as coisas caminham muito fortemente para esse roteiro, o que será muito bom”, disse.

Humberto disse que Luciana tem experiência administrativa e bom trânsito a nível nacional. “Nós vamos ter uma candidata a vice-governadora que já tem um trabalho e uma experiência no cargo, é uma pessoa que já foi prefeita por duas vezes do município de Olinda, tem experiência administrativa, tem um papel nacional importante, porque é presidente do PCdoB, tem um trânsito nacional, foi deputada federal, deputada estadual, e o mais importante, Luciana é mais uma mulher do campo da Esquerda”, afirmou.

Segundo o senador, a chapa da Frente Popular será uma unidade de esquerda, com PT, PSB e PCdoB. Ele destacou ainda a presença de duas mulheres na chapa: Luciana Santos e Teresa Leitão.

O nome de Luciana Santos já é prego batido e ponta virada há algum tempo na Frente Popular, desde que nomes como Teresa Leitão, André de Paula e Eduardo da Fonte recusaram o cargo. Luciana deverá ser oficializada nesta quarta-feira (20) durante evento com a presença de Lula em Serra Talhada.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Política é coisa séria, não lugar para aventureiros Por André Luis – Jornalista do blog A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou […]

Política é coisa séria, não lugar para aventureiros

Por André Luis – Jornalista do blog

A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria um “gesto” para unir a população. No entanto, ao analisar sua trajetória, seu histórico de controvérsias e a falta de qualquer experiência política ou administrativa, a proposta soa mais como oportunismo e aventura pessoal do que como um projeto sério para o país.

Entre polêmicas judiciais e o apoio bolsonarista

Gusttavo Lima não é estranho ao universo político, embora nunca tenha exercido qualquer função pública. Ele foi um entusiasta do governo de Jair Bolsonaro, que atualmente enfrenta acusações relacionadas a tentativas de minar a democracia brasileira. O cantor tenta, agora, se desvincular da polarização política que ajudou a sustentar, ao afirmar que sua candidatura “não é sobre direita ou esquerda”. A contradição é evidente: como alguém pode se apresentar como um símbolo de união ao ignorar os próprios atos que fomentaram divisões?

Além disso, Gusttavo Lima carrega um histórico que pode se tornar um peso em qualquer projeto político. Recentemente, foi associado a investigações envolvendo o patrocínio de casas de apostas, um setor que tem levantado preocupações sobre lavagem de dinheiro e práticas ilegais. Ele também foi acusado de receber valores exorbitantes de prefeituras para realizar shows, o que gerou questionamentos sobre a transparência e o uso do dinheiro público. Esses episódios colocam em dúvida sua ética e comprometimento com uma gestão responsável.

E tem mais: Gusttavo Lima foi indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, após a investigação da Polícia Civil de Pernambuco. A Justiça de Pernambuco chegou a expedir um mandado de prisão para o artista no dia 23 de setembro, mas o pedido foi revogado no dia seguinte. Ele é suspeito de estar envolvido com uma organização criminosa que teria movimentado aproximadamente R$ 3 bilhões provenientes de atividades ilícitas.

O “outsider” da vez e a banalização da política

A estratégia de Gusttavo Lima reflete um padrão recente na política brasileira: o uso do discurso de “outsider” como um passaporte para entrar no cenário eleitoral. Essa postura, que também foi utilizada por figuras como Pablo Marçal, demonstra como o oportunismo se aproveita da crise de representatividade política para buscar ganhos pessoais. No entanto, o Brasil já pagou caro por eleger, num passado bem recente, lideranças despreparadas que transformaram o país em um palco de incertezas e retrocessos.

Governo não é lugar para amadores ou celebridades que confundem popularidade com capacidade de liderança. A Presidência exige preparo, conhecimento técnico e experiência para lidar com as complexidades de um país com mais de 212 milhões de habitantes. Narrativas de superação pessoal podem ser inspiradoras, mas não substituem a competência necessária para gerir crises, liderar equipes técnicas e propor políticas públicas eficazes.

O Brasil não pode mais se dar ao luxo de improvisar

A ideia de Gusttavo Lima se lançar como candidato é, na prática, mais uma jogada de marketing pessoal do que um plano concreto para o futuro do país. A política, especialmente em tempos de crise, não pode ser reduzida a um show midiático ou a um experimento de egos.

A candidatura de aventureiros sem preparo desvia o foco dos verdadeiros problemas do Brasil, prejudica o debate público e desrespeita a seriedade que a política exige. Para um país que luta contra desigualdades, corrupção e desafios econômicos, a Presidência não pode ser tratada como um palco para projetos pessoais. O Brasil merece mais do que promessas vazias ou figuras midiáticas em busca de holofotes. Afinal, política é coisa séria, não lugar para aventureiros.

Viva a cultura

A Festa de Reis de São José do Egito, em sua 158ª edição, ganhou novos ares com a implantação do Polo Cultural, reafirmando a cidade como berço da poesia e da cultura do Sertão do Pajeú. Conhecida como a “Terra dos Poetas”, São José do Egito mantém viva a herança de nomes como Antônio Marinho, Lourival Batista, Otacílio Batista, Dimas Batista e Rogaciano Leite. O Polo, localizado na rua João Pessoa, trouxe apresentações que celebraram essa rica tradição, com destaque para a banda de pífanos de Riacho do Meio, o poeta Paulo Passos e a dupla de violeiros Afonso Pequeno e Arnaldo Pessoa, além do aclamado Maciel Melo.

A iniciativa resgatou e exaltou a essência cultural do Sertão, oferecendo um espaço democrático onde música, poesia e tradição se encontraram para celebrar a identidade nordestina. São José do Egito reafirma seu papel como guardiã das artes populares, transformando a Festa de Reis em um tributo à história e ao talento do povo sertanejo.

Viva a cultura 2

O Chama Violeta é um festival de artes integradas realizado na comunidade rural Minadouro, em Ingazeira-PE, que celebra a diversidade cultural do Sertão do Pajeú. Em sua sexta edição, que ocorre de 9 a 12 de janeiro de 2025, o evento promove 25 horas de programação gratuita, incluindo espetáculos de dança, teatro, circo, música, cinema, poesia e cultura popular, além de oficinas e rodas de conversa. As atividades, realizadas em terreiros e espaços abertos, contam com artistas de várias partes do Brasil e visam descentralizar o acesso à cultura, transformando a comunidade em um verdadeiro palco artístico.

Idealizado pela produtora cultural Odília Nunes, o festival é uma iniciativa independente e coletiva que inspira outros projetos culturais ao mostrar alternativas de promoção cultural longe dos grandes centros. Com financiamento coletivo e trabalho voluntário, o Chama Violeta reflete o poder transformador da arte ao unir, educar e valorizar as identidades locais, reafirmando a força criativa do interior pernambucano. Vale muito a pena acompanhar!

Um lugar chamado São José do Egito

São José do Egito, berço dos poetas e das tradições, parece também ser palco de uma novela política que nunca cansa de surpreender. O mais recente episódio foi a eleição para a presidência da Câmara, protagonizada por Romerinho Dantas e Vicente de Vevéi. Com reviravoltas dignas de um enredo bem amarrado, a trama contou com desistências estratégicas e articulações de última hora, transformando o embate final em uma disputa acirrada. A vitória de Romerinho, por 7 a 6, não apenas redesenhou a Mesa Diretora, mas também adicionou mais um capítulo intrigante à saga política local.

Assim como nas novelas mais envolventes, o desfecho dessa eleição deixa no ar a expectativa do que está por vir. As articulações de bastidores, os apoios inesperados e o histórico de disputas emocionantes reforçam que, em São José do Egito, a política é uma arte performática que rivaliza com sua rica tradição poética. Resta saber quais personagens e enredos surgirão nos próximos capítulos dessa história que mistura cultura, poder e estratégia como só o Sertão do Pajeú sabe fazer.

Mudanças na Alepe

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) recebeu dois novos deputados: Cayo Albino (PSB), que assume a vaga de Eriberto Filho, e Wanderson Florêncio (Solidariedade), substituindo Lula Cabral. Empossados na última sexta-feira (3), Albino, aos 26 anos, é o deputado mais jovem da Alepe e promete atuar em defesa de Garanhuns e outras regiões do estado. Já Florêncio retorna ao Legislativo após atuar de 2018 a 2022, com foco em pautas como o meio ambiente, cultura, acessibilidade e cidades sustentáveis.

Além das posses, outras mudanças incluem a saída de Cléber Chaparral, agora prefeito de Surubim, e o retorno de Antônio Coelho ao mandato em 2025, após sua licença para chefiar a Secretaria de Turismo do Recife. Com isso, Edson Vieira deixa a suplência para se tornar titular do mandato, consolidando novas configurações no Legislativo pernambucano.

Será que agora vai?

A promessa de saneamento em Afogados da Ingazeira, que já percorreu mais de uma década, parece estar ganhando um novo fôlego. Em 2012, o então prefeito Totonho Valadares assinou um contrato de R$ 36 milhões com a empresa MAF Projetos e Obras LTDA, sob a supervisão da Compesa, para executar um sistema de esgotamento sanitário na cidade. O projeto prometia transformar a infraestrutura do município com estações de tratamento, elevatórias e quase 200 km de tubulação. Contudo, ao longo dos anos, o que se viu foi uma obra estagnada e uma série de obstáculos que impediram a concretização desse sonho.

Agora, em 2025, a história parece repetir-se com novos protagonistas. O prefeito Sandrinho Palmeira anunciou investimentos de R$ 25 milhões, provenientes de recursos do comitê da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, para a retomada das obras. O projeto ainda está nas mãos da mesma Compesa, responsável pela execução anterior. A pergunta que fica para os afogadenses é: será que agora vai?

Frase da Semana

“Meu maior objetivo é selar a paz no legislativo, promovendo discussões que busquem o bem comum e deixando de lado questões pessoais.”

Do vereador de São José do Egito, Romerinho Dantas (PSB), após ser eleito presidente da Câmara Municipal.

A tua piscina tá cheia de ratos

No comentário desta sexta-feira na Itapuama FM,  (19), analiso mais uma operação da Polícia Federal que escancara o uso indevido de dinheiro público por integrantes do Congresso Nacional. A Operação Galho Fraco mira deputados federais acusados de irregularidades no uso de cotas parlamentares, reacendendo o debate sobre rachadinhas, privilégios e a moralidade no exercício do […]

No comentário desta sexta-feira na Itapuama FM,  (19), analiso mais uma operação da Polícia Federal que escancara o uso indevido de dinheiro público por integrantes do Congresso Nacional.

A Operação Galho Fraco mira deputados federais acusados de irregularidades no uso de cotas parlamentares, reacendendo o debate sobre rachadinhas, privilégios e a moralidade no exercício do mandato.

Enquanto o Supremo aperta o cerco e cobra transparência no uso dos recursos públicos, parte do Congresso reage, incomodada com a fiscalização e com o fim da farra.

Quando a política se afasta da ética, a sociedade paga a conta — e a limpeza institucional deixa de ser escolha para se tornar necessidade urgente. Assista:

Câmara de Tabira marca presença na 8ª Conferência de Assistência Social

O presidente do Poder Legislativo de Tabira, Djalma das Almofadas, participou da 8ª Conferência Municipal de Assistência Social, realizada na última sexta-feira (20), na Escola Dona Toinha.  Este ano, o tema do encontro foi “Assistência Social: Direito do povo e Dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”. Djalma […]

O presidente do Poder Legislativo de Tabira, Djalma das Almofadas, participou da 8ª Conferência Municipal de Assistência Social, realizada na última sexta-feira (20), na Escola Dona Toinha. 

Este ano, o tema do encontro foi “Assistência Social: Direito do povo e Dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”.

Djalma apresentou algumas sugestões para que fossem incluídas ao planejamento das políticas públicas que serão implementadas nos próximos anos e pediu um olhar mais atento para os cidadãos tabirenses que vivem em situação de risco e vulnerabilidade social.

“Foi um momento oportuno para sugerir à Assistência Social do município, órgão que representa o coração de uma gestão, continuar desenvolvendo ações que atinjam diretamente os tabirenses que mais necessitam de cuidado e proteção.”, afirmou Djalma.

O evento contou com as presenças da prefeita, Nicinha Melo, da secretária de Assistência Social, Maria de Lourdes, da presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Drª. Claudicéia Rocha, além de representantes das diversas organizações da sociedade civil.

Durante a escolha das pessoas para representar Tabira na conferência estadual, a secretária da Câmara, Olinda Siqueira, será uma das delegadas no evento que acontecerá em outubro, na cidade do Recife.

Patriota é multado em quase R$ 170 mil pelo TCE por rejeição de 2013

Gildázio Moura e Veratânia Morais também foram multados Foram publicados no Diário Oficial desta segunda (12) os valores das multas e ressarcimento por parte do prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, do ex-secretário de Saúde, Gildázio Moura e da atual secretária de Educação, Veratânia Morais. A informação foi divulgada na tarde desta segunda pelo Afogados […]

Convênio da Prefeitura de Afogados com AMUPE rendeu críticas de Tereza Duere e multa pesada ao gestor

Gildázio Moura e Veratânia Morais também foram multados

Foram publicados no Diário Oficial desta segunda (12) os valores das multas e ressarcimento por parte do prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, do ex-secretário de Saúde, Gildázio Moura e da atual secretária de Educação, Veratânia Morais. A informação foi divulgada na tarde desta segunda pelo Afogados On Line.

O TCE definiu a multa de Patriota em R$ 168.800,00, solidariamente com a AMUPE. Gildazio Moura teve definição de débito de R$ 62.706,63. Ainda aplicou a José Patriota Filho, Gildázio Moura e Veratânia  Morais, multa individual no valor de R$ 15.000,00.

Trata-se de Prestação de Contas de Gestão da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, exercício financeiro de 2013, de responsabilidade de José Patriota . O blog já havia divulgado a rejeição em 25 de maio.

Além do Prefeito, foram responsabilizados Gildazio Moura, então Secretário de Saúde,  Veratânia  Morais, ainda Secretária de Educação, a BPM Serviços Ltda, representada por Genilda Alcântara dos Santos Mascena, o Ênio Amorim,  Presidente da CPL e Gerenciador do Sistema SAGRES-LICON,  Expedita Xavier de Queiroz Guimarães, Secretária da CPL,  Helton Santana de Moura, membro da CPL, o Daniel Valadares, Secretário de Controle Interno e a AMUPE – Associação Municipalista de Pernambuco, representada pelo próprio Patriota.

Na argumentação, Tereza Duere, relatora, deu detalhes do que embasou a decisão. “Há a questão da previdência, que tanto é Regime Próprio como Regime Geral de Previdência, há pagamentos em desacordo com a legislação, contratações, assim, indevidas, com inexigibilidade, sem caracterização de competitividade nem de nada com bandas, pagamento de despesas sem comprovação, pagamento ilegal de despesas, ferindo o Princípio da Legalidade e da Impessoalidade na universidade do orçamento público, pagamento superfaturado dos serviços de transporte, realização de despesas sem comprovação e de favorecimento de entidade presidida pelo gestor municipal”.

Duere também critica a contratação de empresa da AMUPE para prestar serviço de advocacia para a prefeitura. “Uma das coisas que me chama a atenção é essa contratação. Esse prefeito também é Presidente da AMUPE. A AMUPE hoje tem uma intermediação com escritórios de advocacia que não há justificativa. No caso em pauta, o prefeito, como Presidente da AMUPE, faz convênio com a AMUPE para a assessoria de um escritório de advocacia. Como ele não poderia como contratado e contratante assinar, assina o vice-Presidente, e assim mesmo não há comprovação, em nenhum momento, a trabalho realizado pelo AGRA, a não ser em benefício do prefeito”.

Justiça Eleitoral rejeita pedido contra prefeita de Floresta em ação do MP

Por Júnior Campos  A Justiça Eleitoral de Floresta, sob a decisão do juiz Murilo Henrique de Prado, rejeitou o pedido de urgência feito pelo Ministério Público em uma ação que acusa a prefeita de Floresta Rorró Maniçoba e outros oito réus de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024. Segundo a denúncia […]

Por Júnior Campos 

A Justiça Eleitoral de Floresta, sob a decisão do juiz Murilo Henrique de Prado, rejeitou o pedido de urgência feito pelo Ministério Público em uma ação que acusa a prefeita de Floresta Rorró Maniçoba e outros oito réus de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Segundo a denúncia do MP, as irregularidades incluiriam contratações temporárias em período proibido pela legislação eleitoral, perseguição política a servidores e uso de benefícios assistenciais para obter votos. Contudo, o juiz considerou que as provas apresentadas não foram suficientes para justificar a medida de urgência.

Ele destacou que a devolução de servidores cedidos, uma das acusações, é prevista por lei e não configura irregularidade por si só. Além disso, as alegações de perseguição política se baseiam em declarações unilaterais, sem evidências robustas que as sustentem.

Os réus foram citados para apresentar defesa no prazo legal. O processo foi arquivado provisoriamente, mas pode ser retomado caso novos elementos sejam apresentados. A decisão reforça que o caso ainda está em análise e requer mais investigações antes de qualquer julgamento definitivo.