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Hospital de Tabira anuncia construção de lavanderia para colocar bloco cirúrgico em funcionamento

Por Nill Júnior

Quase cinco mês depois que assumiu a Direção do Hospital Dr. José Luiz da Silva Neto, Cléo Diniz falou ontem pela primeira vez a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. “É um desafio que para vencer tenho contado com o apoio do Prefeito Sebastião Dias, da Secretária de Saúde Zeza e da equipe”, disse Cléo.

A diretora relatou que humanizar o atendimento e ter a compreensão da população são as primeiras dificuldades enfrentadas. Admitiu que a unidade tem ficado sem medico com frequência diante do alto índice de pessoas infartadas e com AVC que precisam de transferência acompanhadas pelo profissional.

Cléo declarou que Tabira cresceu diante de um modelo de saúde que permaneceu o mesmo. Outro calo do Hospital está curado com a aquisição de medicamentos orientados pelo SUS. Mesmo com dois Blocos Cirúrgicos, a unidade ainda não realiza intervenções de média complexidade.

A nova diretora prometeu que a construção da Lavanderia exigida pelo Ministério da Saúde para a realização de cirurgias, teve finalmente a sua construção iniciada. Ao longo do Programa, Cléo Diniz respondeu muitas perguntas dos ouvintes.

Uma das histórias curiosas foi a de que alguns pacientes que procuram a unidade usam como “identificação” a opção política. “Eu quero ser atendido primeiro porque votei em Sebastião”, chegou a dizer um dos pacientes. Informado de que era o estado de saúde e não a cor partidária que definiam quem seria atendido na frente ele insistiu: “mas eu votei em Bastião”! Casos como esses, garante a diretora, são ignorados.

Outras Notícias

PT deve escolher novos líderes no Senado e na Câmara semana que vem

Da Folhapres Os parlamentares do PT retomam os trabalhos no Congresso, na próxima semana, com a incumbência de escolher um novo líder tanto no Senado quanto na Câmara. Por motivos distintos, o senador Humberto Costa (PE) e o deputado Sibá Machado (AC) devem deixar os postos já nos primeiros dias de fevereiro. Há três anos […]

Humberto Costa vai optar em se dedicar a fortalecer o partido nas eleições municipais
Humberto Costa vai optar em se dedicar a fortalecer o partido nas eleições municipais

Da Folhapres

Os parlamentares do PT retomam os trabalhos no Congresso, na próxima semana, com a incumbência de escolher um novo líder tanto no Senado quanto na Câmara. Por motivos distintos, o senador Humberto Costa (PE) e o deputado Sibá Machado (AC) devem deixar os postos já nos primeiros dias de fevereiro. Há três anos no cargo, Humberto quer se dedicar neste ano às eleições municipais para reconstruir o PT em Pernambuco.

Desde as últimas eleições, o partido perdeu representatividade no estado. O próprio senador acabou sendo derrotado quando concorreu à Prefeitura do Recife em 2012. Dos 13 prefeitos eleitos pelo partido em 2012, quatro deixaram a sigla ao longo dos anos. Além disso, o senador diz ter se cansado da liderança.

Em dezembro, ele conversou com os outros 12 senadores da bancada para anunciar a sua decisão. Apesar de não poder influenciar diretamente na escolha do novo líder, o Palácio do Planalto considera preocupante a saída do pernambucano. Isso porque uma troca no comando do principal partido da base do governo da presidente Dilma Rousseff neste momento pode acabar trazendo problemas em um momento em que ela precisa angariar apoio no Congresso.

O próprio ex-presidente Lula pediu a Humberto, no fim do ano passado, que ele permanecesse no cargo por mais um período porque avalia que este não é o momento do senador sair do posto.

Um dos nomes cotados para substituir Humberto é o do senador Lindbergh Farias (RJ), ferrenho crítico da política econômica do governo Dilma. Ex-ministra da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PR) também está na disputa. Já o atual vice-líder do partido, Paulo Rocha (PA), corre por fora pela titularidade. A bancada da legenda no Senado se reúne terça-feira e, se não houver disputa interna, a decisão já poderá ser tomada.

A negociação em torno dos nomes de Lindbergh e Gleisi, no entanto, envolve também a indicação que o partido fará para a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, um dos colegiados mais importantes do Congresso.

O PT ainda terá que indicar no início do ano alguém para substituir o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso em novembro, em uma das etapas da Operação Lava-Jato por suspeita de ter atuado para prejudicar as investigações. Ele estava à frente da CAE desde o início de 2015.

Câmara
Já a bancada do PT na Câmara vai definir o nome que substituirá o deputado Sibá Machado (AC) à frente da liderança do partido na Casa. Até agora, o nome com mais força é o do deputado Afonso Florence (BA).

Sibá é considerado inclusive por aliados como pouco atuante e de perfil político fraco, por um deputado mais ativo na defesa do mandato de Dilma. A expectativa do Palácio e dos petistas é a de que o ano Legislativo, com início terça-feira que vem, comece com a volta da discussão do impeachment da presidente.

Além de Florence, disputam o cargo de líder do PT na Câmara os deputados Paulo Pimenta (RS) e Reginaldo Lopes (MG), todos da Mensagem ao Partido, segunda maior corrente interna do PT e detentora da vez para o posto. A ideia é que haja uma definição de nome por consenso na próxima segunda-feira para ser apresentada na reunião da bancada quarta-feira.

Segundo a reportagem apurou, integrantes do PT ponderam que Pimenta presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara em 2015 e foi um dos vice-líderes do governo na Casa e agora a vez deveria ser de Florence. O deputado baiano é, inclusive, o preferido pelo Planalto, por ser ligado ao ministro Jaques Wagner (Casa Civil) e ter se notabilizado por sua atuação à frente da CPI da Petrobras.

O nome de Pimenta é defendido por aliados do ex-presidente Lula. Com perfil mais explosivo que Florence, acreditam eles, poderia ter uma atuação mais expressiva que a do atual líder, Sibá, principalmente em relação ao impeachment.

Marília chega a 28% e lidera em todos os cenários

A entrada de Marília Arraes como pré-candidata do Solidariedade ao Governo de Pernambuco trouxe uma profunda mudança no cenário da sucessão estadual, conforme pesquisa do Instituto Conectar, de Natal (RN), com exclusividade para o blog do Magno.  Ela aparece na liderança com o dobro das intenções de voto da pré-candidata do PSDB, Raquel Lyra. O […]

A entrada de Marília Arraes como pré-candidata do Solidariedade ao Governo de Pernambuco trouxe uma profunda mudança no cenário da sucessão estadual, conforme pesquisa do Instituto Conectar, de Natal (RN), com exclusividade para o blog do Magno

Ela aparece na liderança com o dobro das intenções de voto da pré-candidata do PSDB, Raquel Lyra. O Conectar fez vários cenários. No primeiro, Marília aparece com 28% das intenções de voto contra 14% de Raquel. 

Miguel Coelho, do União Brasil, vem em seguida, empatado, tecnicamente, com Raquel, com 11%. Pré-candidato do Partido Liberal (PL), Anderson Ferreira desponta com 8% e Danilo Cabral, do PSB, tem 6%, enquanto João Arnaldo, do Psol, aparece com 2%. Jones Manoel, do PCB, é o último, com 1%. Brancos, nulos e indecisos somam 22%, enquanto 10% representam a soma dos que não sabem ou não responderam. 

No levantamento espontâneo, no qual o eleitor é forçado a lembrar o nome do candidato sem o disquete com todos os nomes, Raquel lidera com 4%, Paulo Câmara é citado com 4%, Marília 3%, Miguel 3%, Anderson 2%, Danilo 1% e João Campos 1%. Brancos e nulos representam 20% e os que não souberam responder são 58%. Também foram projetados os votos válidos. Se a eleição fosse hoje, Marília teria 40%, Raquel Lyra 20%, Miguel Coelho 16%, Anderson Ferreira 12%, Danilo Cabral 9%, João Arnaldo 3% e Jones Manoel 1%. 

No cenário dois, quando o nome de Marília é retirado do levantamento, Raquel lidera com 21% e Miguel Coelho aparece em segundo com 15%. Anderson vem em terceiro, com 11%, Danilo tem 8%, José Arnaldo 4% e Jones 3%. Indecisos, brancos e nulos somam 28% e entre os que não quiseram ou se recusaram a responder representam 11%. Quanto aos votos válidos, Raquel teria 34%, Miguel 24%, Anderson 17%, Danilo 13%, João Arnaldo 7% e Jones 4%.

Já o terceiro cenário, no qual quem fica de fora é Miguel Coelho, Marília vai a 31% e Raquel aparece com 17%, Anderson tem 9%, Danilo 6%, João Arnaldo 3% e Jones 1%. Brancos, nulos e indecisos chegam a 25% e 8% são os que não souberam responder ou se negaram a responder. Nos votos válidos, Marília vai a 46%, Raquel 25%, Anderson 14%, Danilo 10%, João Arnaldo 5% e Jones 1%.

Na projeção do quarto cenário, sem Raquel, Marília também lidera com 34%, Miguel vem em segundo com 12%, Anderson tem 9%, Danilo 8%, João Arnaldo 4% e Jones 1%. Indecisos e brancos somam 25% e entre os que não responderam ou se negaram a responder o percentual é 8%. Nos votos válidos, Marília teria 51%, Miguel 18%, Anderson 13%, Danilo 11%, João Arnaldo 6% e Jones 1%. 

No quinto cenário, no qual ficam de fora Marília e Miguel, Raquel lidera com 25%, Anderson e Danilo aparecem empatados em segundo com 11%, João Arnaldo sobe para 7% e Jones tem 2%. Brancos e nulos somam 34% e os que não souberam ou não quiseram responder são 11%. Nos votos válidos, Raquel teria 46%, Anderson 19% e Danilo 19%, João Arnaldo 12% e Jones 3%.

O Conectar projetou o sexto cenário, excluindo Marília e Raquel. Neste, Miguel lidera com 18%, Anderson e Danilo vem em seguida empatados com 12%, João Arnaldo tem 7% e Jones 2%. Brancos e nulos vão a 38% e os que não souberam ou se recusaram somam 11%. Nos votos válidos, Miguel teria 36%, Danilo 24%, Anderson 23%, João Arnaldo 13% e Jones 4%. 

Por fim, no sétimo e último cenário, excluídos Raquel e Miguel, Marília vai a 38%, Anderson e Danilo aparecem empatados com 10%, João Arnaldo tem 5% e Jones 1%. Brancos e nulos somam 28% e os que não sabem ou se recusaram a responder são 9%. Já nos votos válidos, Marília vai a 60%, Anderson e Danilo teriam 15%, João Arnaldo 8% e Jones 2%.

No quesito rejeição, Danilo lidera. Entre os entrevistados, 34% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, mesmo percentual de João Arnaldo. Anderson vem em seguida com 31%, Miguel Coelho depois, com 29%, Jones 28%, Marília 26% e Raquel por último com 25%.

A pesquisa foi realizada presencialmente, entre os dias 26 a 29 deste mês, em 55 municípios nas diversas regiões do Estado, sendo aplicados mil questionários, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. Os registros eleitorais são 07089/2022, no TSE, e 02798/2022, no TRE.

Se ninguém pedir vistas, placar será de 6×5 contra Habeas Corphus de Lula. Entenda:

Tido como fiel da balança, o voto da Ministra Rosa Weber seguiu o relator Edson Fachin por não reconhecer o mecanismo do Habeas Corphus do ex-presidente Lula. Com o entendimento de Weber, a perspectiva é de um resultado de 6×5 contra o Habeas Corphus, indicando a possibilidade de prisão do ex-presidente. A sessão está no […]

Tido como fiel da balança, o voto da Ministra Rosa Weber seguiu o relator Edson Fachin por não reconhecer o mecanismo do Habeas Corphus do ex-presidente Lula. Com o entendimento de Weber, a perspectiva é de um resultado de 6×5 contra o Habeas Corphus, indicando a possibilidade de prisão do ex-presidente. A sessão está no intervalo.

Antes, três ministros haviam votado contra a concessão do habeas corpus, o relator do caso, Edson Fachin e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Apenas um a favor, o Ministro Gilmar Mendes.

A tendência é de permanência do entendimento de  2016, quando por 6 votos a 5, o Supremo decidiu que é possível a decretação da “execução provisória” da sentença – ou seja, a prisão – após condenação em segunda instância, mesmo que o réu ainda tenha condições de recorrer ao STJ e ao STF. Ações em tramitação na Corte, contudo, visam mudar esse entendimento.

Para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a preservação da decisão tomada pelo STF em 2016 é importante para combater a impunidade. Ela também defende que o habeas corpus é “incabível” por contrariar decisões liminares (provisórias) do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do próprio STF, que já haviam negado o mesmo pedido.

Segundo o consultor do Blog, advogado Carlos Marques, a única salvação provisória para Lula é o pedido de vistas de um dos Ministros. Restam pela ordem Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia (presidente). A tendência é de que o pedido possa partir por exemplo de Dias Toffoli, tido como “Ministro próximo ao ex-presidente”.

Ex-prefeito Luiz Carlos tem contas de 2016 rejeitadas

A Primeira Câmara do TCE julgou nesta quinta (31), a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Custódia, relativa ao exercício financeiro de 2016. O processo tem como interessado Luiz Carlos Gaudêncio de Queiroz,  que foi prefeito entre 2013 e 2016. A Primeira Câmara da Corte de Contas, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio […]

Com informações do Afogados On Line

A Primeira Câmara do TCE julgou nesta quinta (31), a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Custódia, relativa ao exercício financeiro de 2016.

O processo tem como interessado Luiz Carlos Gaudêncio de Queiroz,  que foi prefeito entre 2013 e 2016.

A Primeira Câmara da Corte de Contas, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Custódia a rejeição das referidas contas, fazendo determinações a atual gestão.

Deputados dão bolo em atividade na Usina de Angra dos Reis

Dos seis deputados que integram a missão parlamentar de Pernambuco em visita oficial ao sistema nuclear de Angra dos Reis, três não cumpriram uma das etapas mais importantes da agenda: a visita ao hospital do sistema de saúde Angra na praia Brava, modelo que será copiado para Itacuruba, se o Estado ganhar a usina nuclear. […]

Dos seis deputados que integram a missão parlamentar de Pernambuco em visita oficial ao sistema nuclear de Angra dos Reis, três não cumpriram uma das etapas mais importantes da agenda: a visita ao hospital do sistema de saúde Angra na praia Brava, modelo que será copiado para Itacuruba, se o Estado ganhar a usina nuclear.

A informação é do blogueiro Magno Martins, que acompanha a visita oficial.

O deputado José Queiroz (PDT), que chegou com uma postura contra o empreendimento e saiu de cabeça feita para apoiar Itacuruba, voltou logo cedo, alegando compromissos em Caruaru. Henrique Filho (PR) foi o segundo a trocar Angra pelo Rio em agenda nesta sexta, mas não justificou a razão.

Injustificável, entretanto, foi a debandada do deputado Wanderson Florêncio (PSC) também para o Rio, porque ele é o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia, com papel fundamental na discussão e defesa da usina em Pernambuco.