Habemus peixe. Prefeitura anuncia distribuição para servidores
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai distribuir 1,400 quilos de peixe, das espécies tilápia e tambaqui, com os servidores públicos municipais que recebem remuneração de até R$ 1 mil.
“O objetivo é contemplar os servidores com menores salários e que possam ter alguma dificuldade em levar para casa esse item tão importante, sobretudo durante a semana santa”, diz a Prefeitura em nota.
Os servidores que serão beneficiados já receberam suas respectivas senhas. A distribuição tem início às seis da manhã desta quinta (24), no Ginásio Desportivo Municipal, devendo ser concluída até o meio-dia.
Segundo a Secretária de Assistência Social de Afogados, Joana Darc, também serão contempladas as famílias de catadores que retiram o sustento do lixão.
Nesta segunda-feira (01/04), a cena política em São José do Egito se agitou com o anúncio do ex-prefeito Romério Guimarães, que utilizou suas redes sociais para reafirmar sua pré-candidatura à prefeitura da cidade. A declaração veio logo após o anúncio da aliança entre Fredson e Zé Marcos, divulgada no domingo (31/03). Sua postura evidencia uma […]
Nesta segunda-feira (01/04), a cena política em São José do Egito se agitou com o anúncio do ex-prefeito Romério Guimarães, que utilizou suas redes sociais para reafirmar sua pré-candidatura à prefeitura da cidade. A declaração veio logo após o anúncio da aliança entre Fredson e Zé Marcos, divulgada no domingo (31/03).
Sua postura evidencia uma cisão dentro das forças opositoras do município. “Sou pré-candidato a prefeito de São José do Egito pelo Solidariedade 77”, afirmou o ex-prefeito.
A manutenção da pré-candidatura de Romério Guimarães é vista como um desafio para as oposições da cidade, uma vez que sua presença na corrida eleitoral tende a dividir a base opositora. A disputa interna entre os pré-candidatos pode gerar um cenário de fragmentação política, o que pode impactar no resultado final das eleições.
Com a definição de Romério Guimarães em seguir adiante com sua pré-candidatura, São José do Egito se prepara para um cenário político ainda mais complexo e acirrado nas próximas semanas. Resta agora aguardar os desdobramentos dessa disputa que promete ser intensa e marcada por reviravoltas.
Vinícius Segalla Os deputados da Comissão Externa da Câmara que inspecionaram as instalações onde o ex-presidente Lula encontra-se em cárcere político em Curitiba voltaram da visita com algumas notícias. Os parlamentares contaram também que Lula tem lido muito e que o livro que acompanhava o ex-presidente é “A Poeira e a Estrada”, do poeta e cantor pernambucano Maciel Melo. […]
Os deputados da Comissão Externa da Câmara que inspecionaram as instalações onde o ex-presidente Lula encontra-se em cárcere político em Curitiba voltaram da visita com algumas notícias.
Os parlamentares contaram também que Lula tem lido muito e que o livro que acompanhava o ex-presidente é “A Poeira e a Estrada”, do poeta e cantor pernambucano Maciel Melo.
A obra, autobiográfica, remete a um forró de mesmo nome composto pelo poeta.
O livro é uma narrativa mista, em que uma prosa romanceada se mistura a poesias e crônicas do sertão nordestino. Conta a história de um “caboclo sonhador”, como o próprio Maciel se descreve.
Feita para que qualquer brasileiro tenha a oportunidade de mergulhar no universo em que está inserida, a obra traz um glossário traduzindo termos do “nordestinês”, muitos só falados no sertão.
Por meio de sua história, o autor aborda temas como cultura nordestina, misticismo, cangaço e política. Acaba por se tornar um retrato do Nordeste brasileiro, com seus personagens, vivências, belezas e espinhos.
Claro, goste você do Lula ou não, a notícia dá visibilidade e projeta a obra de Maciel Melo, já tão respeitado por suas composições, com o mesmo talento no universo literário.
A Caixa Econômica Federal participa da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorre esta semana em Brasília (DF) nas dependências do CICB (Centro Internacional de Convenções do Brasil). O encontro é um evento anual que reúne prefeitos, secretários, representantes de entidades internacionais atuantes no desenvolvimento das cidades, gestores públicos federais e estaduais, […]
A Caixa Econômica Federal participa da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorre esta semana em Brasília (DF) nas dependências do CICB (Centro Internacional de Convenções do Brasil).
O encontro é um evento anual que reúne prefeitos, secretários, representantes de entidades internacionais atuantes no desenvolvimento das cidades, gestores públicos federais e estaduais, e tem como meta lutar em prol dos interesses dos serviços prestados ao cidadão brasileiro no local onde ele reside.
Mais de 8 mil pessoas deverão participar do evento neste ano. A Marcha é um espaço onde os municípios manifestam suas demandas sobre temas que permitam o desenvolvimento da autonomia dos Municípios.
O vice-presidente de Governo da CAIXA, Roberto Derziê de Sant’Anna (foto), participará da Solenidade Oficial de Abertura, no dia 16, às 8h30. Durante a cerimônia, está prevista a assinatura de Acordo de Cooperação Técnica entre a CAIXA e a CNM, objetivando identificar as necessidades dos municípios, capacitar os gestores municipais, entre outros.
A CAIXA estará presente no encontro por meio do estande Sala das Prefeituras, que presta informações a gestores sobre transferências de recursos da União, financiamentos, habitação de interesse social urbana e rural e PMAT. Além disso, a CAIXA apresentará aos municípios produtos bancários como pagamento da folha e convênios para arrecadação de impostos.
A CAIXA participará também de quatro salas de debates. Na terça-feira (16) o banco abordará os temas como “Assistência Técnica para PPP e Concessões”, “Contabilidade e Previdência: Gestão Sustentável dos RPPS” e “Finanças: Oportunidades para o Desenvolvimento das Finanças Municipais”.
Na quarta-feira (17), a CAIXA debaterá sobre “Convênios Federais”.
Serviço: 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios Data: de 15 a 18 de maio de 2017 (segunda a quinta-feira) Hora: das 12h às 18h (segunda-feira), das 8h às 18h (terça-feira e quarta-feira) e das 8h30 às 12h (quinta-feira) Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Setor de Clubes Esportivo Sul – Trecho 02, Conj. 63, Lote 50 – Brasília (DF)
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, na Petição 14.129/DF, tornou públicas as razões que levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a decretar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 22 de novembro de 2025. O documento reúne a evolução das medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo, os descumprimentos registrados ao longo […]
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, na Petição 14.129/DF, tornou públicas as razões que levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a decretar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 22 de novembro de 2025. O documento reúne a evolução das medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo, os descumprimentos registrados ao longo dos últimos meses e os fatos que, segundo o ministro, evidenciaram risco concreto de fuga e de obstrução da aplicação da lei penal.
O procedimento teve origem em representação da Polícia Federal (PF), que apontou suposta participação de Bolsonaro nos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com a necessidade de medidas cautelares.
As medidas iniciais e os primeiros descumprimentos
Em 17 de julho de 2025, Moraes determinou medidas como proibição de deixar a comarca, uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e restrições de contato com outros investigados, além da proibição de utilizar redes sociais — inclusive por intermédio de terceiros.
Após publicações em que Bolsonaro exibiu o monitoramento eletrônico e sua participação indireta em atos de apoiadores, o ministro considerou haver descumprimento reiterado das cautelares. Em 4 de agosto, converteu as medidas em prisão domiciliar integral, com proibição de visitas (salvo exceções autorizadas), veto ao uso de celular e determinação de busca e apreensão de aparelhos.
Condenação definitiva e risco de evasão
A decisão também recorda que, em 2025, a Primeira Turma condenou Bolsonaro na Ação Penal 2.668/DF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Com a rejeição dos embargos de declaração e a proximidade do trânsito em julgado, a PF passou a considerar necessário substituir a prisão domiciliar por recolhimento imediato na sede da corporação em Brasília. A PGR não se opôs.
O que levou à prisão preventiva
Na nova decisão, Moraes elenca diversos fatores que, segundo ele, reforçaram a necessidade de prisão preventiva:
Convocação de uma “vigília” em frente à casa de Bolsonaro, marcada para 22 de novembro, feita pelo senador Flávio Bolsonaro. Para o ministro, a mobilização reproduzia o “modus operandi” da organização criminosa investigada, criando ambiente propício a tumultos e dificultando o cumprimento da condenação.
Risco concreto de fuga, potencializado pela convocação da vigília e pela localização da residência do ex-presidente — a 13 km do Setor de Embaixadas. A decisão cita o plano de fuga anteriormente elaborado pelo grupo (RAFE-LAFE) e lembra que corréus como Alexandre Ramagem, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro deixaram o país.
Violação da tornozeleira eletrônica, registrada às 0h08 de 22 de novembro pelo Centro de Monitoramento Integrado. O rompimento foi interpretado como tentativa de fuga.
Histórico de descumprimentos das medidas impostas pelo Supremo ao longo do processo.
Diante desse conjunto de elementos, Moraes decidiu converter as cautelares existentes em prisão preventiva, afirmando que apenas a custódia seria capaz de assegurar a execução da pena e evitar novos atos de obstrução.
Determinações para o cumprimento da prisão
O ministro ordenou que a Polícia Federal efetuasse o cumprimento ainda na manhã de 22 de novembro, com instruções expressas: sem uso de algemas; sem exposição midiática; com respeito à dignidade do ex-presidente; recolhimento na Superintendência da PF no Distrito Federal; audiência de custódia por videoconferência em 23 de novembro, às 12h e atendimento médico contínuo.
Moraes também solicitou ao presidente da Primeira Turma a convocação de sessão virtual extraordinária para referendar a decisão.
Ao concluir, o ministro afirmou que a democracia brasileira “amadureceu” para responsabilizar agentes que, segundo ele, integraram articulações criminosas destinadas à ruptura institucional. Leia aqui decisão completa da decisão.
O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou no hospital DF Star, em Brasília, onde irá realizar procedimentos médicos pela manhã. Ele está acompanhado por dois de seus filhos, os vereadores Renan e Carlos Bolsonaro. Ao chegar não interagiu com um grupo de apoiadores que o esperava no local. O deslocamento até o hospital foi autorizado pelo ministro […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou no hospital DF Star, em Brasília, onde irá realizar procedimentos médicos pela manhã.
Ele está acompanhado por dois de seus filhos, os vereadores Renan e Carlos Bolsonaro. Ao chegar não interagiu com um grupo de apoiadores que o esperava no local.
O deslocamento até o hospital foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele foi escoltado por polícias penais do Distrito Federal.
Bolsonaro irá retirar um “nevo melanocítico do tronco”, uma pinta que costuma ser benigna, e o material será encaminhado para biópsia.
Conforme o pedido médico anexado ao processo, o ex-presidente deve ficar em “regime ambulatorial, com previsão de alta no mesmo dia”. Em até 48 horas, Bolsonaro terá que entregar um atestado médico relatando os detalhes dos procedimentos.
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