Notícias

“Guerra das Pesquisas” enlouquece eleitor pernambucano

Por Nill Júnior

ace50ab96fcf36dfe380fcd174f61927

Veja se não é pra criar confusão e endoidecer o eleitor a distância de interpretações dos institutos de pesquisa sobre o cenário em Pernambuco.

Para governador, nas últimas horas saíram três pesquisas para governador: em linhas gerais, Instituto Maurício de Nassau e Datafolha trazem números similares. O primeiro diz que Paulo tem 39% contra 33% de Armando. O segundo, aponta 43% a 34% para o socialista. A diferença mais substancial entre eles é o número de entrevistados com o IMN tendo entrevistado praticamente o dobro do Datafolha: Foram feitas 2.480 entrevistas contra 1.222 entrevistas do Datafolha.

Só que entre uma e outra saiu a Vox Populi: essa deu 40% das intenções de votos a Câmara, enquanto o petebista tem 38%. Essa ouviu menos eleitores, 1.000, entre 20 e 23.

Rolo maior é para o Senado: depois do Datafolha apontar João Paulo com 37% e Bezerra Coelho com 29% eis que sai hoje o Maurício de Nassau dizendo o contrário no Jornal do Commércio: 32% de intenção de voto para o socialista e 30% para o petista. Uma virada, ainda que configurado empate técnico dento da margem de erro. O Maurício de Nassau fez 2.480 entrevistas, espalhadas por seis regiões do Estado. O Datafolha,  1.222 entrevistas em 44 municípios.

A confusão fica ainda maior quando aliados de um ou outro exploram os números como convém na campanha principalmente no interior: misturam números de um instituto com outro, distorcem interpretação da pesquisa, omitem dados e fazem o maior fuzuê. A guerra eleitoral e a grande quantidade de pesquisas nesta reta final está deixando eleitores e militantes com ar de doido…

Outras Notícias

Áudio de Ribeiro aponta indício de interferência de Bolsonaro, diz MPF

O MPF (Ministério Público Federal) afirma haver suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações referentes ao ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na Operação da Polícia Federal Acesso Pago. É o que diz uma manifestação assinada pelo procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, que pede o envio de parte das investigações ao STF (Supremo […]

O MPF (Ministério Público Federal) afirma haver suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações referentes ao ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na Operação da Polícia Federal Acesso Pago.

É o que diz uma manifestação assinada pelo procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, que pede o envio de parte das investigações ao STF (Supremo Tribunal Federal), segundo documento obtido pelo UOL.

“Nesta oportunidade, o MPF vem requerer que o auto circunstanciado nº 2/2022, bem como o arquivo de áudio do investigado Milton Ribeiro que aponta indício de vazamento da operação policial e possível interferência ilícita por parte do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro nas investigações, sejam desentranhados dos autos e remetidos, de maneira apartada e sigilosa, ao Supremo Tribunal Federal”, diz o documento.

Ainda no pedido, Lopes reitera para que fique registrado que há indícios de interferência na atividade investigatória da Polícia Federal após a prisão de Ribeiro.

“Quando do tratamento possivelmente privilegiado que recebeu o investigado Milton Ribeiro, o qual não foi conduzido ao Distrito Federal (não havendo sido tampouco levado a qualquer unidade penitenciária) para que pudesse ser pessoalmente interrogado pela autoridade policial que preside o inquérito policial, apesar da farta estrutura disponível à Polícia Federal para a locomoção de presos.”

Em resposta a Lopes, o juiz federal Renato Coelho Borelli, que determinou a prisão do ex-ministro, envia a investigação ao STF e cita áudios em que Milton Ribeiro supostamente indicaria uma interferência de uma autoridade com foro no STF, como o presidente da República.

“Nesta oportunidade, o MPF vem requerer que o auto circunstanciado nº 2/2022, bem como o arquivo de áudio do investigado Milton Ribeiro que aponta indício de vazamento da operação policial e possível interferência ilícita por parte do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro nas investigações, sejam desentranhados dos autos e remetidos, de maneira apartada e sigilosa, ao Supremo Tribunal Federal”, diz o documento.

Ainda no pedido, Lopes reitera para que fique registrado que há indícios de interferência na atividade investigatória da Polícia Federal após a prisão de Ribeiro.

“Quando do tratamento possivelmente privilegiado que recebeu o investigado Milton Ribeiro, o qual não foi conduzido ao Distrito Federal (não havendo sido tampouco levado a qualquer unidade penitenciária) para que pudesse ser pessoalmente interrogado pela autoridade policial que preside o inquérito policial, apesar da farta estrutura disponível à Polícia Federal para a locomoção de presos.”

Em resposta a Lopes, o juiz federal Renato Coelho Borelli, que determinou a prisão do ex-ministro, envia a investigação ao STF e cita áudios em que Milton Ribeiro supostamente indicaria uma interferência de uma autoridade com foro no STF, como o presidente da República.

Em uma das interceptações telefônicas citadas pelo juiz, Ribeiro diz que “ele” —sem citar a identidade— achava que haveria operação da PF de busca e apreensão na casa dele. O despacho de Borelli não identifica o interlocutor do ex-ministro —diz apenas que se trata de uma conversa com um parente de Ribeiro— tampouco a data em que o telefonema ocorreu. Ouça o áudio aqui.

Ministério da Saúde visita X GERES e Iguaracy para intensificar combate à doença de Chagas

Representantes do Ministério da Saúde (MS) realizaram uma visita à X Gerência Regional de Saúde (Geres), sediada em Afogados da Ingazeira, e à cidade de Iguaracy durante a semana passada, de 23 a 26 de abril, como parte das iniciativas do Projeto-Piloto: IntegraChagas-Brasil. O objetivo principal dessa estratégia é ampliar o acesso ao diagnóstico e […]

Representantes do Ministério da Saúde (MS) realizaram uma visita à X Gerência Regional de Saúde (Geres), sediada em Afogados da Ingazeira, e à cidade de Iguaracy durante a semana passada, de 23 a 26 de abril, como parte das iniciativas do Projeto-Piloto: IntegraChagas-Brasil.

O objetivo principal dessa estratégia é ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento da doença de Chagas, integrando a Atenção Primária à Saúde (APS) com a Vigilância em Saúde. Em Pernambuco, a escolha do município de Iguaracy se deu pelo fato de ser uma região endêmica para a doença, com alto risco de transmissão.

Dados compilados entre 2020 e 2022 revelam que Iguaracy apresentou uma taxa média de mortalidade relacionada à doença de Chagas de 10,86 por 100 mil habitantes, contrastando com a taxa geral do estado, que se mantém em 1,81.

A doença de Chagas, considerada uma condição crônica, destaca-se no Brasil devido à sua expressão epidemiológica elevada e ao impacto significativo na morbimortalidade. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde desempenha um papel crucial, constituindo-se como a principal porta de entrada para pessoas acometidas, e atuando como elo de integração entre as ações de vigilância e o cuidado integral.

Em nota, Celpe se posiciona por serviço não realizado na AABB Afogados

Prezado Nill Júnior, A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) esclarece que a solicitação de aumento de carga requisitada pela AABB de Afogados da Ingazeira não foi executada uma vez que o cliente se recusou a arcar com parte dos custos, conforme preconiza a legislação do setor elétrico nacional.   Por solicitação da diretoria do clube, uma […]

Prezado Nill Júnior,

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) esclarece que a solicitação de aumento de carga requisitada pela AABB de Afogados da Ingazeira não foi executada uma vez que o cliente se recusou a arcar com parte dos custos, conforme preconiza a legislação do setor elétrico nacional.  

Por solicitação da diretoria do clube, uma equipe técnica da concessionária prontamente esteve no local e constatou que para atender ao pedido seriam necessárias adequações na rede particular, de responsabilidade do clube. 

À época, a empresa esclareceu ao diretor da AABB de Afogados da Ingazeira, Jurandir Pires, que sem a devida resolução da pendência não seria tecnicamente possível executar o serviço. 

As informações prestadas pela Celpe estão em conformidade com a Resolução Normativa 414/2010, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

Adicionalmente, foi explicado ao cliente que o aumento de carga sem a referida adequação resultaria em sobrecarga da rede de distribuição, comprometendo o fornecimento de energia e a segurança de outros consumidores da região. 

A informação da contrapartida para realização da obra já havia sido comunicada, desde o mês de julho, à direção do clube. 

Diante do exposto, causam perplexidade o título do artigo publicado, na quarta-feira (30), e a desmedida tentativa de comparar um crime brutal e covarde cometido contra um colaborador da empresa a uma solicitação de aumento de carga. 

A vinculação dos fatos é incompatível. A Celpe permanece à disposição para reforçar todos os argumentos anteriormente apresentados.

País recebe mais 1,8 milhão de doses contra Covid-19 para crianças

O quarto lote da vacina pediátrica contra a Covid-19 da Pfizer, com 1,8 milhão de doses, chega ao Brasil nesta segunda-feira (31). Com essa remessa, o total de imunizantes para crianças de 5 a 11 anos da farmacêutica no país já soma 6,1 milhões, para a campanha de vacinação. A entrega da nova remessa tinha […]

O quarto lote da vacina pediátrica contra a Covid-19 da Pfizer, com 1,8 milhão de doses, chega ao Brasil nesta segunda-feira (31). Com essa remessa, o total de imunizantes para crianças de 5 a 11 anos da farmacêutica no país já soma 6,1 milhões, para a campanha de vacinação.

A entrega da nova remessa tinha previsão inicial para 3 de fevereiro, mas foi antecipada. O voo com o novo lote estava previsto para desembarcar às 3h40, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A distribuição das doses por estado e Distrito Federal, coordenada pelo Ministério da Saúde, segue o critério populacional (de acordo com a faixa etária).

O primeiro carregamento desembarcou no dia 13, o segundo, no dia 16, e o terceiro, no dia 24. A expectativa é que sejam entregues mais 7,2 milhões de doses em fevereiro e 8,4 milhões em março, podendo chegar a 30 milhões no primeiro trimestre, segundo o Ministério da Saúde.

Além da Pfizer, a CoronaVac também foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para crianças a partir de 6 anos. Com a orientação de que não seja aplicada em imunocomprometidos, a dose aprovada da vacina, produzida a partir de vírus inativado, é a mesma usada para adultos (600 SU em 0,5 ml), com um intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação. A CoronaVac é produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

No caso da vacina da Pfizer para as crianças, o esquema vacinal prevê duas doses com intervalo de oito semanas. O imunizante tem dosagem e composição diferentes das que são utilizadas para os maiores de 12 anos. A vacina para crianças é aplicada em duas doses de 0,2 ml (equivalente a 10 microgramas).

A imunização de crianças não é obrigatória no Brasil, diferentemente de todas as outras imunizações infantis previstas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Para a vacinação desse público, será necessária a autorização dos pais. No caso da presença dos responsáveis no ato da vacinação, haverá dispensa do termo por escrito. A orientação da pasta é que os pais procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização.

No total, o país já distribuiu 407,4 milhões de doses de vacinas. De acordo com o Ministério da Saúde, quase 92% da população acima de 12 anos está vacinada com a primeira dose, o que equivale a 163,5 milhões de pessoas, enquanto 85% tomou a segunda dose ou a dose única, cerca de 150,9 milhões. Mais de 37,1 milhões já garantiram a dose de reforço, fundamental para completar a imunização contra a doença.

Após pesquisas, Dilma e Marina se encontram pela primeira vez em debate

As candidatas à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) vão se confrontar nesta segunda-feira, 1º de setembro, pela primeira vez após a pesquisa Datafolha que mostrou ambas empatadas com 34% das intenções de voto no primeiro turno. Juntamente com Aécio Neves (PSDB), que apareceu com 15% no levantamento, as presidenciáveis vão participar, às […]

Dilma-e-Marina

As candidatas à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) vão se confrontar nesta segunda-feira, 1º de setembro, pela primeira vez após a pesquisa Datafolha que mostrou ambas empatadas com 34% das intenções de voto no primeiro turno. Juntamente com Aécio Neves (PSDB), que apareceu com 15% no levantamento, as presidenciáveis vão participar, às 17h45, de debate promovido pela Folha de S. Paulo, UOL, SBT e Jovem Pan, nos estúdios da emissora de televisão.

Os candidatos já estiverem frente a frente no debate realizado pela TV Bandeirantes, na última terça-feira (26). Naquele dia, porém, a pesquisa mais recente era do Ibope e apontava Dilma com 34%, Marina com 29% e Aécio com 19% das intenções de voto no primeiro turno.

O evento, que será mediado pelo jornalista Carlos Nascimento, vai ser dividido em quatro blocos e terá duração total de 1h40 minutos. O primeiro bloco terá perguntas livres entre os candidatos, com réplicas e tréplicas. A segunda parte envolverá perguntas de jornalistas dos veículos que promovem o debate, que escolherão um candidato para responder e outro para comentar. O terceiro bloco terá o mesmo formato do primeiro e o quarto será de considerações finais dos presidenciáveis.

Também participarão do debate os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB), cujos partidos têm representação na Câmara dos Deputados.