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Grupo deixa quarentena em Anápolis apos 14 dias

Por Nill Júnior

G1

O grupo que estava há 14 dias na Base Aérea de Anápolis, a 55 km de Goiânia, deixou a quarentena na manhã deste domingo (23).

As 58 pessoas, entre repatriados e equipe técnica de apoio, chegaram ao Brasil no dia 9 deste mês, vindos de Wuhan, epicentro do novo coronavírus na China.

A previsão inicial era que o grupo ficasse isolado por 18 dias, mas a liberação ocorreu antes, após o terceiro e último exame apontar que ninguém foi contaminado pelo coronavírus.

Eles voltarão a seus estados (veja lista) em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Um deles faz escalas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Florianópolis. Já a segunda aeronave vai pousar em Brasília e na Serra do Cachimbo, no Pará. Dois dos repatriados vão seguir até Brasília e, de lá, irão em voos comerciais para Natal e São Luiz. Um dos repatriados permanecerá em Anápolis.

Por volta das 8h, o grupo participou de um café da manhã festivo. Antes de os aviões decolarem, foi realizada uma cerimônia de encerramento da Operação Regresso. Participaram dessa solenidade o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), o prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PP), o comandante da FAB, tenente-brigadeiro do Ar Antônio Bermudez, e o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, representando o ministro Luiz Henrique Mandetta.

Caiado disse que a liberação do grupo sem contaminação do coronavírus é um “legado” para o país. Afirmou ainda que a população de Goiás acolheu os repatriados e que não tem “o vírus do preconceito”.

“Prevaleceu a tese que a solidariedade vence o medo. Esse é o legado que se deixa para o país. É um momento especial, mostrar que os 58 não têm o coronavírus e que o goiano é povo acolhedor e não tem o vírus do preconceito”, ressaltou.

O ministro da Defesa recebeu bandeiras assinadas pelo grupo que estava em quarentena. Fernando Azevedo e Silva agradeceu e celebrou o fim da operação, considerada por ele como um “sucesso”.

“Quero passar o nosso sentimento. É de orgulho e alívio. Orgulho pelo fim da operação com sucesso. E alívio por todos os resultados foram negativos”, declarou.

Outras Notícias

STF manda União depositar em juízo cota da repatriação de mais 16 estados

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), estendeu para outros 16 estados, por meio de uma decisão liminar (provisória), a ordem para que a União deposite em uma conta judicial um valor maior do que o previsto inicialmente da cota que essas unidades da federação têm direito da arrecadação obtida com a regularização […]

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Do G1

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), estendeu para outros 16 estados, por meio de uma decisão liminar (provisória), a ordem para que a União deposite em uma conta judicial um valor maior do que o previsto inicialmente da cota que essas unidades da federação têm direito da arrecadação obtida com a regularização de bens mantidos por brasileiros no exterior sem declaração à Receita Federal.

Por ser uma decisão monocrática, a liminar concedida nesta sexta-feira (11) pela relatora do caso ainda terá de ser analisada pelo plenário da Suprema Corte. O dinheiro que será depositado pela União na conta judicial ficará à disposição do STF até definição do caso. Ainda não há previsão de quando as ações serão julgadas pelo tribunal.

A nova liminar de Rosa Weber atendeu a pedido feito em uma ação coletiva ajuizada no Supremo pelos governos de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, Roraima, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

No processo, as 16 unidades da federação reivindicam uma fatia dos valores arrecadados pelo governo federal com o pagamento de multas para repatriar dinheiro que estava fora do país irregularmente.

A magistrada já havia concedido nesta semana liminares determinando o depósito em juízo da parte do dinheiro obtido com a repatriação destinada a Pernambuco e Piauí. Os governos dos dois estados haviam ingressado com ações individuais no STF solicitando uma fatia maior do bolo arrecadado com a regularização dos ativos depositados fora do país.

Com a nova decisão liminar, elevou-se para 18 o número de estados para os quais o governo federal terá de depositar a cota de repatriação em juízo com um valor maior do que o previsto inicialmente.

Na quinta-feira (10), a AGU enviou ao Supremo um documento no qual afirmou que estados e municípios não têm direito a receber uma fatia maior do valor arrecadado pela União com a regularização de recursos de brasileiros mantidos no exterior não declarados ao Fisco.

Serra Talhada: Cohab recebe ação contra arboviroses

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada realizou uma ação de intensificação da campanha de controle às arboviroses, na última sexta-feira (24), no bairro da Cohab. A ação mobilizou diversos setores da Secretaria, como Atenção Básica, Vigilância Ambiental, Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica. As equipes percorreram o bairro visitando as residências, eliminando criadouros do Aedes […]

Foto: Igor Luigi

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada realizou uma ação de intensificação da campanha de controle às arboviroses, na última sexta-feira (24), no bairro da Cohab. A ação mobilizou diversos setores da Secretaria, como Atenção Básica, Vigilância Ambiental, Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica.

As equipes percorreram o bairro visitando as residências, eliminando criadouros do Aedes Aegypti e orientando os moradores a respeito dos cuidados necessários. Além disso, a equipe da USF Cohab I orientou as pessoas com sintomas de arboviroses identificadas durante a ação.

A Secretária de Saúde, Márcia Conrado, destacou a ação na Cohab e informou que os mutirões serão levados para outros pontos da cidade. “Iniciamos as ações de intensificação pela Cohab, com toda equipe da Unidade de Saúde, agentes de endemias, mobilizando toda a população do bairro, e vamos dá continuidade nos outros bairros de Serra Talhada, priorizando os locais de maior incidência  de infestação predial, controlando a proliferação do mosquito e, consequentemente, as arboviroses”, explicou.

As ações fazem parte da campanha “Mude de Atitude: Pensar no Futuro é Cuidar da Saúde Agora”, que foi lançada pela Secretaria Municipal de Saúde. “A Prefeitura está reforçando também as ações de limpeza pública, recolhimento de lixo e entulhos, e eliminando possíveis criadouros nesse período chuvoso”, concluiu Márcia.

A população pode entrar em contato com a Prefeitura através da Ouvidoria Municipal: (87) 9.9626-2505 (WhatsApp).

Santa Terezinha: Carlinhos Policial anuncia que não disputa reeleição

O vereador de Santa Terezinha, Carlos Alexandre de Souza Nascimento, popularmente conhecido por Carlinhos Policial, confirmou que não vai mais disputar um mandato em 2024. “Devidos os acontecimentos de alguns meses atrás, inclusive o escândalo de corrupção no parlamento, estou envergonhado com a casa. E desta forma escolho não disputar novas eleições concorrendo ao cargo de vereador […]

O vereador de Santa Terezinha, Carlos Alexandre de Souza Nascimento, popularmente conhecido por Carlinhos Policial, confirmou que não vai mais disputar um mandato em 2024.

“Devidos os acontecimentos de alguns meses atrás, inclusive o escândalo de corrupção no parlamento, estou envergonhado com a casa. E desta forma escolho não disputar novas eleições concorrendo ao cargo de vereador em forma de protesto”, disse.

Ele acrescentou que a população está se mostrando solidária com essa decisão. “Caminharei  apoiando a candidatura do prefeito Delson Lustosa. Mas só volto como candidato se for da vontade de Deus e do povo numa disputa majoritária”.

Nas eleições de 2020, Carlinhos obteve 394 votos. Ele é policial militar por formação, tem 37 anos de idade e foi eleito pelo Avante. A informação é do blog do Marcello Patriota.

Mendonça Filho chama Renan Calheiros de “vergonha” do Congresso Nacional

Com dedo em riste e ocupando a tribuna do plenário do Congresso, o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), chamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de “vergonha” do Congresso Nacional. A confusão começou quando deputados e senadores se reuniram para a discussão do projeto de lei que autoriza o governo a […]

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Com dedo em riste e ocupando a tribuna do plenário do Congresso, o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), chamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de “vergonha” do Congresso Nacional.

A confusão começou quando deputados e senadores se reuniram para a discussão do projeto de lei que autoriza o governo a descumprir a meta de economia para pagamento de juros da dívida pública em 2014, o chamado superavit primário.

A oposição reclamou que o peemedebista estava manobrando para manter a sessão mesmo sem o número mínimo de congressistas exigido em plenário pelo regimento -257 deputados e 41 senadores.

O líder do DEM discursava na tribuna quando Renan teria cortado sua palavra. Mendonça Filho continuou falando e começou a gritar com os microfones cortados que o presidente do Senado representava a vergonha do Congresso.

Sem som, Mendonça deixou a tribuna, seguiu para a Mesa Diretora onde Renan comandava a sessão e cercou o peemedebista com o dedo em riste. No plenário, outros oposicionistas gritavam: você não vai calar ninguém!

Também exaltado, Renan disse ao líder do DEM que aquela postura não era permitida pela democracia, que aquilo era um absurdo e mandou ele se calar.

Mesmo com a temperatura alta, o presidente do Senado manteve a votação.

Silvio Costa Filho é contra desvinculação dos investimentos mínimos para Saúde e Educação

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), presidente da Frente Parlamentar Mista em defesa do Novo Pacto Federativo, vai sugerir ao relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, Márcio Bittar (MDB-AC), a retirada da desvinculação do Orçamento da União do texto que deve ser analisado pelo Senado nesta semana.  A PEC Emergencial possibilita […]

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), presidente da Frente Parlamentar Mista em defesa do Novo Pacto Federativo, vai sugerir ao relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, Márcio Bittar (MDB-AC), a retirada da desvinculação do Orçamento da União do texto que deve ser analisado pelo Senado nesta semana. 

A PEC Emergencial possibilita ao Governo retomar o benefício do auxílio emergencial durante a pandemia de covid-19. 

A proposta tem o objetivo de acabar com a exigência constitucional de utilizar gastos mínimos obrigatórios na educação e saúde. Atualmente, essas áreas devem receber da União respectivamente 15% e 18%, enquanto estados e municípios devem destinar 12% e 25%. Segundo Silvio, é preciso que os recursos sejam preservados e ampliados ao longo dos próximos anos. 

O parlamentar destaca que, caso a desvinculação seja mantida e aprovada no Senado Federal, a expectativa é de que a Câmara dos Deputados não aprove a medida.

“Tendo em vista a necessidade desse projeto para o País e a importância do auxílio emergencial para quem mais precisa, sugiro ao Senado Federal que vote a matéria tirando do texto esse item. Sou um municipalista convicto e tenho defendido, permanentemente, o Novo Pacto Federativo, em Brasília, junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, além das entidades municipalistas”, afirmou. 

“Precisamos ampliar as receitas e a capacidade de investimentos dos nossos municípios. É preciso que os limites constitucionais sejam preservados. Caso a desvinculação seja aprovada no Senado, o sentimento é de que essa proposta será rejeitada na Câmara. Por isso, sugiro aos senadores que construam o melhor texto para aprovarmos de forma mais célere”, pontuou o deputado.

Silvio também defende que a desvinculação é uma preocupação dos prefeitos de todo o Brasil, pois os municípios vão precisar ampliar o comprometimento da receita com despesas na educação e saúde. Atualmente, mais de 95% das cidades aplicam o arrecadado acima do mínimo constitucional por conta da alta demanda.

“Dialoguei com a Confederação Nacional de Municípios e a entidade, que representa os mais de cinco mil prefeitos do Brasil, se manifestou contrária à proposta. Segundo a CNM, como efeito prático da eliminação do mínimo nessas áreas, acontecerá uma redução dos recursos destinados pela União e pelos Estados e uma consequente intensificação da demanda que estará a cargo dos municípios. Isso vai obrigar a ampliação do percentual da receita destinada para estas áreas”, frisou.