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Governos discutem no Nordeste medidas para fortalecer desenvolvimento no semiárido

Por Nill Júnior

Uma extensa pauta em favor do semiárido brasileiro será discutida nesta quinta-feira (27), em Recife (PE), durante reunião do Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

A delimitação da região semiárida será um dos principais temas do encontro, coordenado pelo ministro da Integração Nacional e presidente do Condel, Helder Barbalho. A atividade será realizada no Instituto Ricardo Brennand, no bairro da Várzea, a partir das 10 horas.

Participarão do encontro equipes do Governo Federal e dos estados na área de atuação da Superintendência, além de representantes do Banco do Nordeste do Brasil – operador dos Fundos Constitucional (FNE) e de Desenvolvimento (FDNE) da região.

Também serão discutidas propostas para ajustar diretrizes e prioridades dos dois Fundos – FNE e FDNE – ainda para o exercício de 2017. As medidas visam ampliar o apoio a projetos destinados ao reaproveitamento de resíduos sólidos e à geração, transmissão e distribuição de energia, dentre outras áreas.

Outras Notícias

Novo e PP neutros; PTB com Bolsonaro e PSOL com Haddad

Com a confirmação de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, os demais partidos começaram a definir a posição que adotarão no pleito. No primeiro turno, Bolsonaro obteve 49,2 milhões de votos (46,03%) e Haddad, 31,3 milhões (29,28%). O segundo turno está marcado para o dia 28. Até o […]

Com a confirmação de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, os demais partidos começaram a definir a posição que adotarão no pleito.

No primeiro turno, Bolsonaro obteve 49,2 milhões de votos (46,03%) e Haddad, 31,3 milhões (29,28%). O segundo turno está marcado para o dia 28.

Até o momento, quatro partidos já definiram qual posição adotarão no segundo turno. PP e Novo decidiram pela neutralidade. Isso significa que as siglas não apoiarão formalmente nem Bolsonaro nem Haddad. O PTB definiu apoio a Bolsonaro. Já o PSOL decidiu apoiar a candidatura de Haddad.

Novo: O partido confirmou nesta terça-feira (9) que não vai apoiar nem Fernando Haddad (PT) nem Jair Bolsonaro (PSL). No entanto, a sigla declarou, em nota aos militantes, que é “absolutamente” contrária ao PT, que, segundo o Novo, “tem ideias e práticas opostas às nossas”.

PP: A sigla divulgou um documento nesta terça em que declara que manterá postura de “absoluta isenção e neutralidade” no segundo turno. A legenda integra o chamado bloco do “Centrão” e no primeiro turno do pleito havia participado da coligação do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

PSOL: O partido declarou que irá apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno. A decisão foi tomada pela Executiva Nacional do partido após reunião na segunda (8).

PTB: Em nota divulgada nesta terça, o partido anunciou apoio a Bolsonaro. Segundo a nota, as propostas econômicas do candidato do PSL são o principal motivo do apoio.

Bolsonaro participa do lançamento da pedra fundamental da escola de sargentos do Exército

Presidente foi acompanhado de perto por aliados como o prefeito de Jaboatão e pré-candidato ao Governo do Estado Anderson Ferreira e o ministro Gilson Machado O Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou, nesta quarta-feira (23), da cerimônia de Lançamento da Pedra Fundamental da nova Escola de Formação e Graduação de Sargentos de Carreira do Exército, […]

Presidente foi acompanhado de perto por aliados como o prefeito de Jaboatão e pré-candidato ao Governo do Estado Anderson Ferreira e o ministro Gilson Machado

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou, nesta quarta-feira (23), da cerimônia de Lançamento da Pedra Fundamental da nova Escola de Formação e Graduação de Sargentos de Carreira do Exército, em Paudalho, Zona da Mata Norte de Pernambuco. 

Bolsonaro foi acompanhado de perto por autoridades locais, como o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, e pré-candidato ao Governo do Estado, Anderson Ferreira (PL), alguns aliados do pré-candidato também compareceram, como o vereador Renato Antunes e o deputado Alberto Feitosa.

Ainda fizeram parte da comitiva os deputados federais Fernando Rodolfo, André Ferreira e Pastor Eurico. Este último com filiação agendada para o PL dia 25 de março. Também de malas prontas para ingressar no partido do presidente no dia 28 de março e compondo a comitiva, esteve o ministro do Turismo, Gilson Machado.

Com a unidade, o Exército centralizará a atividade de formação, atualmente realizada em diferentes cidades brasileiras.

O complexo, além da escola propriamente dita, contará com um parque de tiros, uma vila olímpica, e uma vila militar. Após formados, os sargentos ocuparão cargos nas diversas organizações militares presentes em todo o território nacional.

Na área da Escola de Formação e Graduação de Sargentos de Carreira do Exército, haverá pavilhões administrativos, alojamentos, estrutura logística, curso básico, batalhão de comando e serviço, um pátio de formaturas e os núcleos dos cursos para formação de sargentos nas áreas de: combatente, logístico, aviação, saúde, música e topografia.

No parque de tiros, haverá estandes de tiros abertos e confinados, pavilhões de apoio, reserva de armamento, simuladores e paiol. A vila olímpica comportará um estádio, uma pista de circuito, pista de cordas, piscina, um pavilhão administrativo, ginásio e quadras poliesportivas.

A vila militar, planejada em uma área condominial com residências para graduado e oficiais, terá capacidade para acomodar aproximadamente 7 mil pessoas entre alunos, instrutores, corpo administrativo, prestadores de serviço e familiares oriundos das diversas regiões do Brasil.

O anúncio do local de construção da nova escola ocorreu em outubro do ano passado, durante a 339º Reunião do Alto Comando do Exército. O processo de definição seguiu um criterioso processo de seleção que durou dois anos, resultando na escolha de Pernambuco, na região metropolitana de Recife. O estado já abriga o Campo de Instrução Marechal Newton Cavalcanti, do Exército.

A pedra fundamental, lançada nesta quarta-feira, veio do Monte das Tabocas, região localizada no município pernambucano de Vitória de Santo Antão onde, em 3 de agosto de 1645, período antecedente às Batalhas dos Guararapes, se iniciou a restauração da Pátria diante do invasor holandês. Nessa data, ocorreu a Batalha do Monte das Tabocas, primeira grande vitória dos luso-brasileiros perante os holandeses.

PSB com Lula: nem todo eleitor da Frente Popular concorda com Patriota

A informação é do radialista Anchieta Santos: Durante entrevista à Rádio Pajeú o Prefeito Jose Patriota admitiu que o seu partido o PSB pode refletir sobre a possibilidade de votar em Lula para Presidente desde que este escape da Lava Jato. Pela importância da liderança que representa, a opinião do Prefeito de Afogados da Ingazeira […]

A informação é do radialista Anchieta Santos: Durante entrevista à Rádio Pajeú o Prefeito Jose Patriota admitiu que o seu partido o PSB pode refletir sobre a possibilidade de votar em Lula para Presidente desde que este escape da Lava Jato.

Pela importância da liderança que representa, a opinião do Prefeito de Afogados da Ingazeira é respeitada, mais tanto no PSB local como dentro da Frente Popular, já tem integrante dizendo que com o “Amigo” da Odebrecht não vai nem amarrado.

Patriota fez a análise quando falou da possibilidade de ser candidato a Deputado Estadual em 2018.Disse que há várias condicionantes e a conjuntura é uma delas. “O PSB pode votar em Lula? Pode também”, afirmou. Nos dois partidos, há gente contra e a favor dessa possibilidade.

PMDB substitui José Maranhão na comissão do impeachment

O senador José Maranhão (PMDB-PB) desistiu de participar da comissão que analisará, no Senado Federal, o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No lugar dele, assumirá Dário Berger (PMDB-SC). De acordo com a assessoria de Maranhão, o senador reconsiderou a decisão de participar do colegiado porque pretende atuar exclusivamente na Comissão de Constituição e […]

QETR-1O senador José Maranhão (PMDB-PB) desistiu de participar da comissão que analisará, no Senado Federal, o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No lugar dele, assumirá Dário Berger (PMDB-SC). De acordo com a assessoria de Maranhão, o senador reconsiderou a decisão de participar do colegiado porque pretende atuar exclusivamente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da qual é presidente.

O PMDB, partido com maior bancada no Senado, tem direito a indicar cinco integrantes para a comissão do impeachment. Além de Berger, o partido terá como titulares os senadores Raimundo Lira (PB), Rose de Freitas (ES), Simone Tebet (MS) e Waldemir Moka (MS).

Na manhã de hoje (22), o bloco de apoio ao governo indicou seus quatro integrantes na comissão: Lindbergh Farias (PT-RJ), José Pimentel (PT-CE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Telmário Mota (PDT-RR). O bloco Socialismo e Democracia (PSB, PPS, PCdoB e Rede) também apresentou suas indicações: Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Romário (PSB-RJ) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

O bloco Democracia Progressista, composto por PP e PSD, indicou como titulares José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia (PP-RS) e Gladson Camelli (PP-AC). Formado por PSDB, DEM e PV, o bloco da Oposição indicou os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Já o bloco Moderador (PTB, PR, PSC, PRB e PTC) indicou os senadores Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG).

Depois de ter a admissibilidade aprovada pela Câmara dos Deputados no último domingo (17), o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff será analisado pelo Senado. Em votação no plenário, os seandores decidirão se será aberto o processo de afastamento da presidenta. A votação poderá ocorrer na primeira quinzena de maio.

O primeiro passo da tramitação do impeachment no Senado, dado no último dia 19, foi a leitura em plenário do parecer da Câmara favorável à abertura do processo. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criou a comissão especial para análise do processo e pediu aos líderes partidários a indicação dos 42 senadores que vão compor a comissão: 21 titulares e 21 suplentes.

A eleição da comissão especial pelo plenário da Casa está marcada para a próxima segunda-feira (25), a partir das 16h. Na terça-feira (26), haverá instalação oficial do colegiado, com a eleição do presidente, do vice-presidente e do relator.

Após a instalação da comissão especial, começa a contar o prazo de 10 dias úteis para que o relator apresente seu parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Nessa fase não há previsão de defesa da presidenta. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado a aprovação se dá por maioria simples.

Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, a decisão final cabe ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão será lido e, após 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado, é necessária a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores da Casa.

Se o parecer da comissão for pela admissibilidade do processo e o texto aprovado pelo plenário do Senado, o processo contra a presidenta é instaurado e Dilma, notificada e afastada do cargo por 180 dias. Com isso, o vice-presidente Michel Temer assume o governo. Se o parecer da comissão pela admissibilidade for rejeitado no plenário, a denúncia contra a presidenta será arquivada.

Se o processo de afastamento da presidenta for aberto, começa a fase de produção de provas e a possível convocação dos autores da denúncia, da presidenta Dilma e da defesa até a conclusão das investigações e votação do parecer da comissão especial sobre o processo.

Para que a presidenta perca o mandato, são necessários votos de pelo menos 54 senadores, dois terços da Casa. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) coordenará a sessão final do julgamento.

Miguel reúne jornalistas na véspera de filiação

Por Houldine Nascimento – Blog do Magno, com fotos de Marcelo Patriota Na noite que antecedeu o ato de filiação ao Democratas, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, disse estar com “as energias carregadas” para, em suas palavras, “construir um projeto de Estado e de futuro para Pernambuco”. A mensagem veio durante um encontro promovido […]

Por Houldine Nascimento – Blog do Magno, com fotos de Marcelo Patriota

Na noite que antecedeu o ato de filiação ao Democratas, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, disse estar com “as energias carregadas” para, em suas palavras, “construir um projeto de Estado e de futuro para Pernambuco”.

A mensagem veio durante um encontro promovido com a imprensa, em um restaurante no Pina, Zona Sul do Recife. A assessoria de Miguel convidou jornalistas de todo o estado.

Mesmo enfatizando que o propósito da reunião era o de confraternizar, o pré-candidato do DEM ao Governo de Pernambuco já deu algumas pistas sobre seu projeto, além de marcar posição contra a Frente Popular.

Miguel falou em “devolver o brilho e a altivez” ao Estado, além de ressaltar indicadores ruins de Pernambuco.

“Nós temos o estado que mais cobra imposto no Nordeste e o que menos gera emprego no Brasil. É o pior estado em distribuição de água e o nono mais violento do Brasil. Está muito claro que o pernambucano está insatisfeito e tem o direito de estar. Cabe a nós, lideranças políticas, ter a habilidade e entender esse sentimento e poder ofertar ao eleitor um projeto que ele se sinta parte”, afirmou.

Miguel Coelho também disse não ter pressa e falou em “construir caminhos” para o pleito em 2022. Sobre uma eventual nacionalização na corrida eleitoral, o prefeito de Petrolina assegurou que não está preocupado: “Se você olhar as eleições nacionais e estaduais, o eleitorado pernambucano sempre votou desassociado. É óbvio que tem uma influência, mas o eleitor percebe a perspectiva do voto útil, o que melhor agrega ao seu estado.”

“Se a gente ficar falando muito de Brasil no debate estadual, a gente vai falar pouco de Pernambuco, e Pernambuco precisa ser tratado. A gente precisa gastar energia e tempo para encontrar uma solução para esses problemas que não são novos, mas continuam tirando o sono de 3,7 milhões de pernambucanos, que estão desalentados”, continuou. No jantar, também estiveram presentes o presidente estadual do DEM, Mendonça Filho, o deputado estadual Antonio Coelho e o deputado federal Fernando Coelho Filho, ambos do DEM.

Para o ato de filiação, hoje, são aguardados 500 políticos e convidados. Das lideranças nacionais, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, os prefeitos de Salvador, Bruno Reis, e Florianópolis, Gean Loureiro, além do presidente nacional do Democratas, ACM Neto. Antonio Rueda, vice-presidente do PSL, partido que fará fusão com o DEM, também é aguardado, assim como o líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), pai de Miguel, Antonio e Fernando.