Governo troca comando da Petrobras e indica Adriano Pires para presidir estatal
Por André Luis
Silva e Luna é segundo presidente da empresa a ser demitido pelo governo de Jair Bolsonaro. Troca acontece após críticas do presidente da República ao reajuste de preços dos combustíveis.
g1
O governo federal anunciou nesta segunda-feira (28) que substituirá o general da reserva Joaquim Silva e Luna na presidência da Petrobras. Para a vaga, o Ministério de Minas e Energia decidiu indicar Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
A mudança precisa ser confirmada pela assembleia-geral dos acionistas da estatal – a próxima reunião está marcada para 13 de abril.
Segundo o material divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, se a decisão for confirmada pelos acionistas, Joaquim Silva e Luna deixará a cadeia de comando da petroleira: o nome dele não aparece na composição prevista para o conselho de administração da Petrobras.
O presidente Jair Bolsonaro tem criticado a empresa por seguidos reajustes nos preços dos combustíveis. O presidente chegou a dizer que “se resolvesse”, daria “murro na mesa” para obrigar a estatal a reduzir os preços.
Segundo o blog da Ana Flor, antes do anúncio da troca, Joaquim Silva e Luna chegou a afirmar a interlocutores do governo e pessoas próximas que — em razão da estrutura de governança rígida montada nos últimos anos — uma troca do comando da empresa não daria a um eventual novo presidente carta branca para mudar a política de preços.
Segundo relatos a que o blog teve acesso, o general tem dito que “um maluco que assuma aqui não faz o que quer”. Leia aquia íntegra da reportagem.
O deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) cumpre nesta sexta-feira (24) e sábado (25) uma agenda extensa pelo Sertão do Pajeú. Entre os eventos programados, está a inauguração de um posto de saúde, em Tuparetama, e uma reunião de trabalho com o prefeito Sebastião Dias, em Tabira. No domingo (26) Teobaldo participa de encontro em Surubim, […]
O deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) cumpre nesta sexta-feira (24) e sábado (25) uma agenda extensa pelo Sertão do Pajeú. Entre os eventos programados, está a inauguração de um posto de saúde, em Tuparetama, e uma reunião de trabalho com o prefeito Sebastião Dias, em Tabira. No domingo (26) Teobaldo participa de encontro em Surubim, ao lado do senador Armando Monteiro, com lideranças políticas da região.
Para o parlamentar, a visita aos municípios é fundamental para a condução do mantado. “Esse é um momento importante para prestarmos conta do nosso trabalho em Brasília. Faço essa visita periodicamente. Assim podemos acompanhar de perto o repasse e a execução das emendas parlamentares destinadas a cada cidade”, ressaltou Ricardo.
Durante os encontros Ricardo Teobaldo também fará a entrega de ofícios aos prefeitos informando a alocação de emendas individuais no Orçamento Geral da União para realização de obras e melhorias em diversas áreas. “Mesmo com a dificuldade econômica que o Brasil enfrenta estamos conseguindo ajudar os municípios pernambucanos. Essas emendas colocadas por mim no orçamento vão possibilitar aos prefeitos um folego maior para investir em saúde, educação e obras estruturadoras”, frisou.
A agenda administrativa pelo Pajeú contemplará as cidades de Iguaraci, Ingazeira, São José do Egito, Tabira e Tuparetama. No domingo (26) o deputado Ricardo Teobaldo participa de encontro em Surubim, ao lado do senador Armando Monteiro, com lideranças políticas da região.
Por Heitor Scalambrini Costa* “Que ingenuidade pedir a quem tem poder para mudar o poder” Giordano Bruno (frade dominicano, teólogo, filósofo e matemático) Um dos aspectos mais sensíveis do setor elétrico nacional é à influência exercida pelos lobistas, que tem comprometido a gestão, a eficiência, a transparência e a modicidade tarifária. Esta situação chega a […]
“Que ingenuidade pedir a quem tem poder para mudar o poder”
Giordano Bruno (frade dominicano, teólogo, filósofo e matemático)
Um dos aspectos mais sensíveis do setor elétrico nacional é à influência exercida pelos lobistas, que tem comprometido a gestão, a eficiência, a transparência e a modicidade tarifária. Esta situação chega a níveis intoleráveis provocando desarranjos importantes na governança do setor. Por tais abusos quem tem pagado a conta, literalmente, é o consumidor.
O atual Congresso Nacional (legislatura 2023-2027) é reconhecido como um dos piores dos últimos tempos, tanto do ponto de vista, moral, ético, político, o de mais “baixo nível” em décadas, com parlamentares concentrados no partido de extrema direita, o PL, com o maior número de representantes na Câmara Federal, e um número expressivo de senadores. Ao se aliar ao Centrão (aglomerado de parlamentares fisiológicos de vários partidos), formam uma maioria que tem sabotado pautas progressistas e de interesse nacional. Ao mesmo tempo frentes e grupos parlamentares têm agido, juntamente com os lobistas, aprovando matérias de interesses específicos, em detrimento daquelas de interesse da maioria da população.
A situação chegou a tal ponto que o próprio ministro de Minas e Energia, logo após a votação da medida provisória 1304/2025 (PEC do setor elétrico), cujo objetivo principal, segundo o governo federal, seria promover a modernização e a eficiência do setor elétrico brasileiro, tornando-o mais competitivo e com regras mais claras para os consumidores, declarou “os lobbies venceram o interesse público”. Uma afirmativa que deixa claro que o Estado brasileiro perdeu sua capacidade de planejar, formular e executar políticas públicas para a gestão sustentável dos recursos energéticos.
Sem dúvida o ministro Alexandre Silveira (o das “boas ideias”) se referiu aos diversos lobbies que atuam junto ao setor, como o “lobby das baterias”, do “curtailment” (cortes na geração renovável) que briga pelo ressarcimento financeiro, o da “geração distribuída”, do “carvão mineral”, o “lobby do gás natural”, o “lobby das hidroelétricas” que querem reduzir as exigências ambientais, o da “abertura do mercado”, o “lobby nuclear”, entre outros. Nenhum outro ramo da economia tem atualmente um lobby tão pulverizado na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional.
Em julho deste ano o ministro já havia declarado “se os lobbies continuarem prevalecendo e não tiver uma compreensão mais generosa da visão do todo, nós vamos, de alguma forma, colapsar o setor elétrico brasileiro”.
A multiplicidade de lobbies infiltrados, cuja busca por benefícios pontuais contribuem para a desorganização do arcabouço regulatório do setor elétrico e de sua governança, tem dificultado o planejamento coerente e transparente. A incerteza sobre como as decisões são tomadas e quais interesses estão sendo atendidos, alimenta a percepção de que o setor é “refém” desses grupos, que tem parlamentares inescrupulosos e oportunistas agindo contra os interesses nacionais, como verdadeiros inimigos do povo.
A situação é tão grave que a falta de planejamento contribuiu para que o país conviva com um paradoxo dentro do Sistema Interligado Nacional (SIN). Ao mesmo tempo que avança a produção de energia de fontes renováveis altamente desejáveis, especialmente solar e eólica, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), tem decidido cortar a geração destas fontes, impedindo que sejam injetadas na rede, devido a problemas de infraestrutura (na transmissão) e na demanda, não permitindo o escoamento dessa geração. Essas operações são conhecidas como curtailment. Nesse cenário, as usinas termelétricas poluentes são acionadas para cobrir a demanda em horários de pico, justificando assim a oneração das tarifas.
Os cortes promovidos pela ONS na geração das fontes renováveis, ultrapassam as fronteiras nacionais. As empresas geradoras alegam prejuízos e exigem ressarcimento. Em defesa das empresas o presidente francês Emmanuel Macron, segundo noticiado quando de sua vinda para participar da COP30, chegou a fazer um pedido ao presidente Lula para que não vetasse a cláusula no Projeto de Lei de Conversão no 10 (PEC 1304/2025, aprovada com modificações) que prevê o ressarcimento às empresas afetadas pelos cortes.
Mesmo com uma participação de mais de 85% na matriz elétrica por fontes renováveis (solar, eólica, biomassa e hidrelétricas) que são as mais baratas, segundo os diversos leilões realizados, o consumidor acaba pagando uma das tarifas mais caras do mundo. Obviamente quem perde é o consumidor, mas também é facilmente identificado quem ganha, e muito. Não somente as empresas que têm em seus demonstrativos econômico-financeiros a “confissão” de tais ganhos exorbitantes, diante da situação econômica do país; mas também lobistas parlamentares ou não.
Infelizmente esta situação não está restrita ao setor elétrico, pois situação análoga é verificada nos assuntos do agronegócio, com a atuação da poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com muito dinheiro este setor tem eleito e “convencido” parlamentares a votarem em propostas que beneficiam o setor agropecuário extremamente ganancioso e predatório, prejudicando em vários aspectos, a população brasileira. O setor juntamente com o desmatamento são os maiores emissores de gases de efeito estufa no país, o que por si só é um grande problema tanto a nível nacional como mundial.
O que evidencia nas ações dos lobbies é que o setor elétrico brasileiro é “refém” de interesses privados, em detrimento de um planejamento energético de interesse público. O setor virou um balcão de negócios, legislado pelos lobistas.
*Heitor Scalambrini Costa é professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, físico, graduado na Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, com mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear na UFPE, e doutor em Energética pela Universidade de Marselha/Centro de Estudos de Cadarache-Comissariado de Energia Atômica-França.
Por Anchieta Santos Nos poucos dias que passou em Tabira, o empresário Téa da Damol foi muito procurado por nomes que estão sonhando em disputar a Prefeitura da Cidade das Tradições. Tote Marques (PT), Joel Mariano (PSB), Pipi da Verdura (sem partido), Dinca Brandino (PSB) e o Grupo Independente (GI), formando por Marcos Crente, Zé […]
Nos poucos dias que passou em Tabira, o empresário Téa da Damol foi muito procurado por nomes que estão sonhando em disputar a Prefeitura da Cidade das Tradições.
Tote Marques (PT), Joel Mariano (PSB), Pipi da Verdura (sem partido), Dinca Brandino (PSB) e o Grupo Independente (GI), formando por Marcos Crente, Zé de Bira, Edmundo Barros e Sebastião Ribeiro, se reuniram com o empresário, separadamente, claro.
Resposta de Téa para todos: “Mais importante do que o nome é o projeto em favor de Tabira. É o compromisso de fazer a cidade mudar, com uma gestão voltada para o bem comum”. Téa não declarou apoio a nenhum deles, por enquanto.
Grupo prepara nome de empresária para disputar a Prefeitura: A eleição municipal de 2016 pode até nem acontecer já que a reforma política em debate na Câmara, admite a prorrogação dos atuais mandatos.
Mesmo assim a movimentação para a sucessão dos atuais prefeitos acontece em todos os municípios.
Em Tabira um grupo formado por empresários, comerciantes e profissionais liberais está tratando de construir uma candidatura para vencer a sucessão do Prefeito Sebastião Dias. Fica o mistério para o nome da empresária.
A requalificação da PE-270, que liga Arcoverde (Sertão do Moxotó) aos principais municípios da Bacia Leiteira, no Agreste Meridional, voltou a ser cobrada pelo deputado Júlio Cavalcanti (PTB), no Pequeno Expediente desta segunda (18). O parlamentar já havia discursado sobre o tema em junho deste ano. Segundo ele, as mobilizações para pedir a recuperação da estrada ao Governo […]
A requalificação da PE-270, que liga Arcoverde (Sertão do Moxotó) aos principais municípios da Bacia Leiteira, no Agreste Meridional, voltou a ser cobrada pelo deputado Júlio Cavalcanti (PTB), no Pequeno Expediente desta segunda (18). O parlamentar já havia discursado sobre o tema em junho deste ano.
Segundo ele, as mobilizações para pedir a recuperação da estrada ao Governo do Estado já acontecem não só em Arcoverde, mas em cidades vizinhas, como Buíque e Tupanatinga.
“Faz muito tempo que há um clamor para a requalificação dessa via. Essa estrada é importante, pois atende à região leiteira mais produtiva de Pernambuco, com várias cooperativas e queijarias”, justificou. “Estamos tristes em ver crianças, que deveriam estar na escola, indo tapar buracos com areia e barro nessa rodovia em troca de dinheiro”, relatou Cavalcanti.
O deputado voltou a comparar a PE-270 a uma “tábua de pirulitos”, em virtude dos buracos presentes no asfalto. “Solicitamos que o secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, não olhe só para as bases onde ele tem voto, mas para Pernambuco por inteiro”, pediu o parlamentar, ao final.
Além da PE 270, o deputado Júlio Cavalcanti também cobrou mais atenção e recuperação da PE 275 em Sertânia, na altura do Distrito de Albuquerque Né. “O que recebemos são notícias constantes de acidentes, muitos deles fatais, devido a falta de conservação da rodovia”, concluiu Júlio Cavalcanti.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, comemorou a notícia da expansão da fábrica da Ambev no município de Itapissuma, em Pernambuco. Os investimentos serão de R$ 400 milhões. Após a conclusão das obras, mais 80 pessoas serão contratadas para trabalhar na unidade, que atualmente gera 834 empregos diretos. Representantes da direção da […]
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, comemorou a notícia da expansão da fábrica da Ambev no município de Itapissuma, em Pernambuco. Os investimentos serão de R$ 400 milhões. Após a conclusão das obras, mais 80 pessoas serão contratadas para trabalhar na unidade, que atualmente gera 834 empregos diretos.
Representantes da direção da empresa apresentaram os detalhes da operação em conversa ontem (quinta-feira, 03) com Armando Monteiro. A cervejaria de Itapissuma se tornará a primeira planta da Ambev no Nordeste a produzir as cervejas do segmento premium Budweiser e Stella Artois, e do segmento near beer, com a Skol Beats Senses.
“Pouco depois do anúncio da Unilever, os novos investimentos da Ambev em Pernambuco são mais uma demonstração de confiança no país e no nosso Estado. Recebi com muito entusiasmo as informações sobre a construção dessa nova linha, que vai ampliar a produção, trazer mais receitas e gerar empregos para os pernambucanos”, afirmou Armando Monteiro.
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