Governadores saem satisfeitos com anúncio de R$ 5,3 Bi da repatriação
Por Nill Júnior
O governador Paulo Câmara participou do encontro
O governador Paulo Câmara participou do encontro
O presidente Michel Temer fechou acordo nesta terça-feira (22) com os governadores do país para a liberação de R$ 5,3 bilhões com multas e impostos do programa de repatriação.
Em troca, as unidades de federação prometem adotar medidas de controle de gastos, incluindo a área previdenciária. A partilha também vai valer para a segunda etapa do programa de repatriação de dinheiro de brasileiros não declarado no exterior.
Para viabilizar o repasse, as unidades da federação se comprometeram a retirar as ações ingressadas no STF (Supremo Tribunal Federal) que bloqueavam a utilização do recursos da repatriação.
Com o acordo, a administração federal garantiu que irá antecipar imediatamente os recursos para ajudar os governos estaduais a quitarem em dezembro os valores relativos a 13º salário de servidores públicos.
Um documento com as contrapartidas estaduais está sendo elaborado pelo Ministério da Fazenda.
O governador Paulo Câmara participou de um culto ecumênico de ação de graças, na noite desta quinta-feira (17), no 23° Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco – Batalhão Coronel PM Presciliano Pereira de Moraes, sede da Área Integrada de Segurança (AIS-20), situado em Afogados da Ingazeira, Sertão pernambucano. Responsável por integrar as ações de policia […]
O governador Paulo Câmara participou de um culto ecumênico de ação de graças, na noite desta quinta-feira (17), no 23° Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco – Batalhão Coronel PM Presciliano Pereira de Moraes, sede da Área Integrada de Segurança (AIS-20), situado em Afogados da Ingazeira, Sertão pernambucano. Responsável por integrar as ações de policia no combate à criminalidade em 12 municípios, a AIS 20 vem se destacando no atendimento as metas de segurança.
O chefe do Executivo estadual destacou que os resultados são fruto da unificação das ações de polícia ostensiva com as ações de polícia judiciária. Na solenidade, o prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da Amupe, José Patriota e o Comandante do Batalhão, Coronel Flávio Moraes, além de representantes da tropa.
Em outubro deste ano, a região atingiu a meta da Organização das Nações Unidas (ONU), que considera como satisfatório o número de até dez Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) para um grupo de 100 mil habitantes. A área alcançou a marca de oito. A AIS-20 também ocupa o primeiro lugar, no Estado, na redução de CVLI. Em relação ao mesmo período de 2014, o acumulado deste ano em números absolutos representa uma redução de 42,3%. Com um efetivo de 309 militares, a AIS-20 também registrou aumento de 895% na quantidade de apreensão de crack e de 133% na apreensão de armas de fogo, saltando de 83 em 2014 para 193 em 2015.
Paulo Câmara observado pelo Coronel Flávio Moraes
Afogados da Ingazeira também tem se destacado nas ações de prevenção. O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), colocado em prática pela Polícia Militar na comunidade escolar, tem estimulado a cultura de paz e a prevenção ao uso e abuso indevido de drogas entre crianças e adolescentes, através de curso desenvolvido no ambiente escolar, com a participação da família, professores e comunidade. Implantado em 2007, o curso já contabiliza 4.413 formandos.
A AIS-20 abrange as cidades de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Tuparetama.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) deram a largada oficial de suas campanhas neste domingo (16/8) em locais diretamente ligados às suas trajetórias políticas. Lula fez o primeiro ato em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, onde iniciou a carreira como líder sindical e político. Flávio […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) deram a largada oficial de suas campanhas neste domingo (16/8) em locais diretamente ligados às suas trajetórias políticas.
Lula fez o primeiro ato em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, onde iniciou a carreira como líder sindical e político. Flávio Bolsonaro reuniu apoiadores na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, estado pelo qual iniciou a carreira eleitoral e onde construiu sua trajetória política.
Os dois eventos marcam o primeiro dia em que a propaganda eleitoral estará liberada para as eleições de 2026 e mobilizaram militâncias de PT e PL. Enquanto Lula escolheu um espaço simbólico do sindicalismo e da formação política do partido que fundou, Flávio apostou em um dos principais palcos de manifestações do bolsonarismo no Rio.
Lula volta à Vila Euclides
O primeiro ato da campanha de Lula à reeleição foi realizado no Estádio 1º de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, palco das grandes manifestações sindicais e greves do fim dos anos 1970 e início dos anos 1980. Foi ali que Lula iniciou sua trajetória sindical e ganhou projeção nacional como liderança do movimento operário, antes de participar das mobilizações que antecederam a fundação do PT.
Flávio em Copacabana
Flávio Bolsonaro também escolheu seu principal território político para o lançamento da candidatura. O ato do PL foi realizado na Praia de Copacabana. O senador iniciou a carreira política como deputado estadual do Rio de Janeiro, cargo que ocupou de 2003 a 2019. Naquele ano, assumiu o mandato de senador pelo estado.
Em Santa Maria da Boa Vista (PE), no Sertão do São Francisco, um acontecimento recente tem gerado indignação entre os moradores. A Casa Legislativa José Ozanam Gomes de Barros está passando por uma reforma e a fachada do prédio, que é bastante antigo, está sendo derrubada para a construção de uma laje. O prédio é […]
Em Santa Maria da Boa Vista (PE), no Sertão do São Francisco, um acontecimento recente tem gerado indignação entre os moradores.
A Casa Legislativa José Ozanam Gomes de Barros está passando por uma reforma e a fachada do prédio, que é bastante antigo, está sendo derrubada para a construção de uma laje.
O prédio é um marco na cidade e muitos acreditam que deveria ser preservada como patrimônio histórico.
A reforma, portanto, tem sido vista por alguns como “uma falta de respeito à cidade, aos seus filhos e à tradição local”.
As imagens da fachada sendo destruída foram enviadas ao Blog do Carlos Britto por um morador da cidade. O espaço fica aberto, caso a Câmara de Vereadores queira se manifestar. O presidente da Casa e autor da ação que devasta o patrimônio público é Juninho, do PV.
A preservação do patrimônio público é uma das estratégias mais importantes para a formação de uma sociedade capaz de lidar com diferentes modos de compreensão da sua história e, consequentemente, dos valores que deverão projetar o seu futuro. Assim, o que acontece em Santa Maria da Boa Vista é um crime.
Aos avarentos, miseráveis e maus desse tempo: A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim. Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, […]
A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim.
Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, muitas nas nossas cidades, tenta desprezar a dor do outro, ignorar os efeitos traumáticos dessa pandemia, ignorar as tentativas de segurar a disseminação do vírus enquanto a vacina não vem, ignorar e, por exemplo, de propósito não usar máscara para provocar, politizar a dor, ignorar a ciência, vilipendiar cadáveres com a própria língua.
Há uma categoria bem definida nesses tempos: os avarentos. No dicionário, aquele que é obcecado por adquirir e acumular dinheiro. Para quem a vida de um semelhante não vale mais que seu lucro. Que, ameaçado no seu exercício de acumular, ameaça.
Claro, esse adjetivo não se aplica genericamente. Em nossas cidades, há muitos comerciantes e empresários que sofrem com o atual momento, que precisam de suporte institucional e ficam jogados à sorte. Há principalmente vítimas sociais da pandemia que precisam de amparo urgente das autoridades e da atividade econômica.
Mas há sim uma categoria que se coloca em uma posição que expõe sua ganância. São aqueles que sabidamente conseguiriam vencer essa crise ainda sendo solidários com os mais vulneráveis, mas espumam ódio, pelo risco de que uma parte da sobra se perca.
De tão miseráveis, não adianta apelar que mudem. A piedade caberá a Deus.
Pudessem, teriam células adornando a urna funerária no dia da morte tomando rosas. Parecem não saber que um dia, assim como Hominho, o querido bêbado que perambula pelas ruas de uma de nossas cidades, vão virar o mesmo pó.
Há os imbecis, pelo dicionário, aqueles que denotam inteligência curta ou possuem pouco juízo, idiotas, tolos. Isso não os isenta, porque até os idiotas tem alma e arbítrio.
Há tolos que, ao contrário, pela ignorância são usados, massa de manobra de poderosos, mas pecam pela bondade que incapacita a revolta. Os que na onda minimizam a dor de tantos, que ignoram e ridicularizam esse momento, tem o vírus da maldade contaminando o baixo poder de compreensão.
Se há desprovidos de discernimento que sofrem, eles tem alma e piedade, valores que ajudam na hora de escolher um lado. Os imbecis de fato são afetados pelo mal caráter.
Outra categoria envolve os formadores de opinião que levam parte da sociedade a um precipício maior do que estamos metidos. Eles tem formação, portanto não são ignorantes, mas repetem mantras que afetam e induzem os desprovidos e afins a tomada de decisões que alimentam o discurso negacionista.
Nessa categoria há advogados, médicos, professores, jornalistas, políticos e outras categorias. Esses estão entre os mais repugnantes. Porque colocam seu arbítrio em estado de putrefação para induzir, reproduzir e negar a ciência, atentar à vida, produzir ainda mais dor e morte, usando como matéria prima o poder de persuasão e intelecto.
São maus na essência, cruéis, perversos, desumanos, vis, insensíveis, desalmados.
Aos avarentos, imbecis, maus e demais categorias, ofereço-lhes a dor de 300 mil almas.
Mas não comemorem agora. Há uma certeza que esperança a alma mesmo transbordante da dor que os tem como corresponsáveis:
Vocês passarão e a história os julgará…
João Teimoso
João Veiga, que já foi até suspenso em redes sociais por defender tratamentos condenados pela maioria dos infectologistas contra Covid, veio à região, pregou uma hora de negacionismo na Cidade FM, atacou prefeitos e MP pelas medidas restritivas por cinco dos dez dias decretados pelo estado e foi embora. Às familias dos tantos que mesmo com o tal kit Covid morreram, nossa solidariedade.
A pergunta
Inteligente, o ex-prefeito Luciano Duque defendeu Márcia Conrado por não aderir aos cinco dias de restrição que os colegas decretaram em 13 cidades. “Lockdown de cinco dias não existe”, afirmou, baseando-se na ciência. Mas fosse só essa questão, porque Conrado não humilhou os colegas ignorantes e decretou sozinha os 15 dias?
Nem uma live…
O Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins, vem sendo cobrado por não sair da cadeira e, como faz nas redes distribuindo mudas de árvores nativas, um belo gesto, se mexer para acudir artistas locais e músicos em dificuldades. “Três meses e nada”, reclamam músicos à Coluna.
Ameaçados
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, chegou a sofrer nas redes uma ameaça de invasão de sua casa por radicais. Mesmo tom adotado em um áudio de rede social para Sandrinho Palmeira, de um radical que pregava invasão à sua casa como forma de protesto. “Vamos pra casa dele”, vociferava o extremista. Nos dois casos, as autoridades foram acionadas.
Pulso de Nicinha
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, foi elogiada pelo pulso em não recuar das medidas restritivas, mesmo com a pressão dos setores do comércio que foram pra cima e dos vereadores. “Teve uma postura firme”, elogiou o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto.
Não é só dinheiro
A CDL de Afogados da Ingazeira teve uma postura humana no debate do fechamento. Fez críticas, questionou algumas medidas, reclamou com razão da fiscalização deficiente nas ruas, mas afirmou que, mais uma vez e pela vida, recomendaria o cumprimento das medidas.
A nota do povo
O programa Revista da Cultura pediu uma nota de zero a dez para a atuação de Jair Bolsonaro e Paulo Câmara na pandemia. Após dezenas de participações, nosso presidente ficou reprovado com média 1,6. Já Câmara estaria em recuperação, com média 5,2.
O que tem pra segunda
Promotores, prefeitos e Secretários de Saúde tiveram reuniões no sábado para a estratégia de retomada parcial das atividades nos municípios que adotaram medidas mais restritivas, buscando evitar aglomerações nesta segunda, principalmente em bancos e supermercados.
Frase da semana:
“Somos incansáveis na luta contra o coronavírus. Essa é a missão e vamos cumpri-la”.
Do presidente Jair Bolsonaro em pronunciamento à nação defendendo agora a vacinação.
G1 Ao reforçar o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, argumentou ao Supremo Tribunal Federal que o tucano continuou exercendo as funções políticas mesmo após o afastamento. O documento se tornou público nesta quarta-feira (14). Para exemplificar, Janot anexou uma foto publicada por Aécio […]
Ao reforçar o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, argumentou ao Supremo Tribunal Federal que o tucano continuou exercendo as funções políticas mesmo após o afastamento. O documento se tornou público nesta quarta-feira (14).
Para exemplificar, Janot anexou uma foto publicada por Aécio em 30 de maio no Facebook na qual o senador estava com os também senadores do PSDB Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), José Serra (SP) e Cássio Cunha Lima (PB). Aécio foi afastado do mandato parlamentar em 18 de maio.
Procurada pelo G1, a assessoria de Aécio divulgou a seguinte nota: “O senador Aécio Neves tem cumprido integralmente a decisão do ministro Edson Fachin e se mantém afastado das atividades parlamentares. Entre as cautelares determinadas não consta o impedimento de receber visitas e discutir como cidadão, e não como parlamentar, assuntos diversos.”
Leia também: PGR denuncia Aécio Neves ao STF por corrupção passiva e obstrução de Justiça
Nesta quarta, a assessoria do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), informou, por meio de nota de esclarecimento, que, mesmo afastado, Aécio Neves terá a remuneração mantida, mas com descontos dos valores referentes às ausências do parlamentar às sessões deliberativas.
Com isso, Aécio preservará parte do salário de R$ 33,7 mil que recebe como senador.
Na foto citada por Janot, Aécio postou como legenda a seguinte frase: “Reuni-me na noite desta terça-feira, 30/05, com os senadores Tasso Jereissati, Antonio Anastasia, Cássio Cunha Lima e José Serra. Na pauta, votações no Congresso e a agenda política.”
Para Janot, a foto mostra “o uso espúrio do poder político” por parte de Aécio Neves, o que é um dos motivos para a prisão dele para preservar as investigações.
“A despeito da suspensão do exercício das funções parlamentares, decretada judicialmente no âmbito dessa Ação Cautelar, Aécio Neves continuou exercendo suas funções, conforme reunião divulgada por ele mesmo em redes sociais no dia 30/05/2017”, diz Janot.
“O uso espúrio do poder político pelo senador ora agravado é, em síntese, possibilitado por dois fatores: (i) o aspecto dínâmico de sua condição de congressista representado pelo próprio exercício do mandato em suas diversas dimensões, inclusive a da influência sobre pessoas em posição de poder; (ii) sua plena liberdade de movimentação espacial e de acesso a pessoas e instituições, que lhe permite manter encontros indevidos em lugares inadequados”, acrescentou o procurador-geral.
Ainda no documento ao STF, Rodrigo Janot disse que tem-se, assim, “robustos elementos” que mostram a “imprescindibilidade” da prisão de Aécio para preservar a ordem pública e as investigações.
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