Notícias

Gonzaga Patriota participa da inauguração do comitê da chapa majoritária em Petrolina

Por Nill Júnior

1Uma multidão recebeu os candidatos a governador Paulo Câmara e a senador Fernando Bezerra Coelho, o governador de Pernambuco, João Lyra, o deputado federal Gonzaga Patriota e outros candidatos e lideranças políticas da região, na manhã deste sábado (26), para a inauguração do comitê da Frente Popular de Pernambuco.

Em seu discurso, Gonzaga Patriota relembrou a trajetória política do candidato ao senado, Fernando Bezerra Coelho.

Petrolina vai puxar essa campanha, a começar por Fernando Bezerra Coelho que é daqui e já foi prefeito três vezes, já foi secretário, ministro e trabalhou muito por Petrolina, Pernambuco e pelo Brasil. Vamos eleger também Paulo Câmara para dá continuidade ao trabalho de Eduardo Campos e vamos eleger nosso ex-governador e futuro presidente do país, Eduardo Campos”, disse Patriota.

Fernando Bezerra Coelho fez uma análise de um artigo publicado na Folha de São Paulo no caderno de economia e revelou que o segundo turno poderá ser entre os candidatos da oposição . “Um artigo publicado pela Folha de São Paulo, informa que as principais instituições financeiras estão reavaliando as chances de reeleição da atual presidente e que o resumo da reportagem é que começam a surgir os levantamentos que estão sendo feitos e a eleição, além de ter o segundo turno, o segundo turno poderá ser surpreendente, poderá se dá entre os candidatos da oposição”, falou.

Paulo Câmara disse que irá honrar com responsabilidade os votos recebidos no Sertão do São Francisco.

2

No dia 05 de outubro vamos ter uma grande votação em todo o Sertão do São Francisco em reconhecimento a esse trabalho que Eduardo com João Lyra fizeram. Em reconhecimento a todo trabalho que Fernando Bezerra Coelho tem feito por essa região e eu digo para todos vocês, eu saberei honrar essa responsabilidade de ser governador de Pernambuco e vou olhar com um carinho todo especial para a região do Sertão do São Francisco”, comentou.

Antes da inauguração do comitê, a comitiva visitou a feira livre da Cohab Massangano, na zona oeste de Petrolina.

O comitê de campanha da chapa majoritária fica localizado na Avenida São Francisco, bairro Areia Branca, zona leste da cidade.

Outras Notícias

Iniciada segunda etapa de vacinação contra o sarampo em Afogados da Ingazeira

No horário noturno, as Unidades de saúde funcionarão das 18h às 20h, para vacinar o público-alvo. Após a primeira etapa de vacinação contra o sarampo, direcionada às crianças ter ultrapassado as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde, tem início em Afogados da Ingazeira, a segunda etapa com a meta de vacinar 95% dos adultos entre […]

No horário noturno, as Unidades de saúde funcionarão das 18h às 20h, para vacinar o público-alvo.

Após a primeira etapa de vacinação contra o sarampo, direcionada às crianças ter ultrapassado as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde, tem início em Afogados da Ingazeira, a segunda etapa com a meta de vacinar 95% dos adultos entre 20 e 29 anos, que não tenham se vacinado ou não estejam com o esquema completo de vacinação contra o sarampo.

A campanha teve início esta semana e segue até o dia 30 de novembro, em todas as unidades de saúde do município, na cidade e também na zona rural. E para reforçar a campanha e garantir o atendimento da meta, a Prefeitura vai abrir à noite algumas unidades de saúde para atender àqueles que não puderem se vacinar durante o dia. Confira os dias e locais de atendimento noturno:

Segunda – Mandacaru II

Terça – Mandacaru I, São Francisco, Borges, Padre Pedro Pereira e Sobreira

Quarta – São Sebastião, São Braz l e ll

O Sarampo é uma doença grave que causa dor, sofrimento, sequelas e pode levar à morte. A única forma segura de combater a doença é tomar a vacina. Vacine-se, cuide de você e dos que você ama!

Vazamento na Adutora do Pajeú interrompe abastecimento em Afogados e mais 9 cidades

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou que identificou, na manhã desta quarta-feira (7), um vazamento de grande porte na Adutora do Pajeú. O problema foi localizado no trecho entre Albuquerque Né, no município de Sertânia, e o distrito de Irajaí, em Iguaracy. Em razão da necessidade de realização dos reparos, o abastecimento de água […]

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou que identificou, na manhã desta quarta-feira (7), um vazamento de grande porte na Adutora do Pajeú. O problema foi localizado no trecho entre Albuquerque Né, no município de Sertânia, e o distrito de Irajaí, em Iguaracy.

Em razão da necessidade de realização dos reparos, o abastecimento de água foi suspenso em onze municípios do Sertão do Pajeú: Iguaracy, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, Quixaba, Tabira, São José do Egito, Tuparetama, Itapetim e Brejinho.

Segundo a Compesa, as equipes estão atuando no local e a previsão é de que os serviços sejam concluídos ainda nesta quarta-feira. Após a finalização dos reparos, o fornecimento de água será retomado de forma gradual, respeitando o calendário de abastecimento de cada município.

Senador Fernando Bezerra apoia audiência pública sobre Transnordestina

O senador também defende rescisão com atual concessionária da ferrovia O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) formalizou, nesta terça-feira (20), apoio à realização de audiência pública no Senado sobre o andamento das obras da Ferrovia Transnordestina, iniciada há dez anos. Ele também defendeu a rescisão do contrato com a atual concessionária, a Transnordestina Logística S.A., […]

O senador também defende rescisão com atual concessionária da ferrovia

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) formalizou, nesta terça-feira (20), apoio à realização de audiência pública no Senado sobre o andamento das obras da Ferrovia Transnordestina, iniciada há dez anos. Ele também defendeu a rescisão do contrato com a atual concessionária, a Transnordestina Logística S.A., e que a ferrovia seja tratada como uma obra pública federal.

“Fui ministro da Integração Nacional (2011-2013), quando acompanhei o desenrolar da implementação da Transnordestina e vi, sucessivas vezes, o cronograma ser adiado, o contrato ser aditado e a renegociação das condições financeiras”, destacou Fernando Bezerra, durante reunião da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado. “Talvez esta seja a obra de infraestrutura mais importante para a economia do Nordeste, notadamente para os estados de Pernambuco, Piauí e Ceará. É preciso se encontrar um caminho de viabilização da ferrovia”, ressaltou o senador.

No início deste mês, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), controladora da ferrovia, apresentou diagnóstico ao governo e à Câmara dos Deputados mostrando que as obras só devem ser finalizadas com um aporte de mais R$ 6,7 bilhões (além dos R$ 6,4 bi já investidos) e em 2027, 17 anos depois do prazo original e com uma década de atraso em relação ao cronograma fixado na última renegociação contratual. Segundo a controladora, a ligação com o Porto de Suape será a última etapa da obra.

“Eu não acredito nessa nova proposta apresentada na Câmara. Ela traz uma coisa esquisita para Pernambuco, que é propor que o ramal ferroviário chegue com antecedência a Pecém (Ceará), relegando os interesses de Pernambuco por meio do escoamento das cargas pelo Porto de Suape. Era para chegar de forma concomitante”, afirmou o senador. “Não faz sentido nenhum definir um cronograma em que se prejudica um dos estados escoadores, que tem o melhor porto de todo o Nordeste, que é o Porto de Suape”, acrescentou Bezerra Coelho.

A data da audiência pública – proposta pelo senador Armando Monteiro (PTB-PE) – será marcada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura. Hoje, durante a aprovação do requerimento para a realização do debate, Fernando Bezerra também lembrou que as preocupações e sugestões dele em relação à Transnordestina foram levadas ao presidente Michel Temer e ao ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) no início do atual governo.

A ferrovia – Também conhecida como “Nova Transnordestina”, a ferrovia ligará o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco, além do cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins. No total, são mais de 1,7 mil quilômetros de ferrovia, destinada a elevar a competitividade da produção agrícola e mineral da região com uma logística que une uma ferrovia de alto desempenho e portos que podem receber navios de grande porte.

Alvos da Lava Jato no PMDB ficam com 2/3 das doações

Do Estadão Conteúdo Os redutos dos peemedebistas que são alvos da Operação Lava Jato receberam, nas eleições de 2010 e 2014, um volume de doações desproporcional ao tamanho de seu eleitorado. As campanhas mais ricas do PMDB, em termos relativos, não foram as dos Estados maiores, mas as dos comandados por “caciques” locais. Os 12 […]

Integrantes da cúpula do PMDB durante encontro em Brasília. Foto: Renato Costa - 15.jul.2015/Frame
Integrantes da cúpula do PMDB durante encontro em Brasília. Foto: Renato Costa – 15.jul.2015/Frame

Do Estadão Conteúdo

Os redutos dos peemedebistas que são alvos da Operação Lava Jato receberam, nas eleições de 2010 e 2014, um volume de doações desproporcional ao tamanho de seu eleitorado. As campanhas mais ricas do PMDB, em termos relativos, não foram as dos Estados maiores, mas as dos comandados por “caciques” locais.

Os 12 Estados de alvos da Lava Jato concentram apenas um terço dos eleitores do País, mas eles receberam R$ 2 de cada R$ 3 (66%) doados a campanhas majoritárias do PMDB nas duas últimas eleições para governador e senador.

Nesses mesmos locais, candidatos, comitês e diretórios do PT e do PSDB receberam, respectivamente, apenas 25% e 22% do total doado para as campanhas estaduais – o que mostra que as prioridades eleitorais de petistas e tucanos foram muito diferentes das do PMDB.

Parte significativa do dinheiro arrecadado pelos três partidos veio de empreiteiras investigadas na Lava Jato. Há indícios de que doações eleitorais tenham sido feitas para “lavar” propinas resultantes de desvios de recursos públicos. No caso do PMDB, o ex-senador Sergio Machado afirmou, em proposta de delação premiada, que propinas destinadas a José Sarney e Romero Jucá eram, por vezes, disfarçadas como doações oficiais de campanha aos diretórios do partido no Maranhão e em Roraima, respectivamente.

No ranking dos valores per capita, o primeiro colocado, disparado, é justamente o Estado de Jucá. Na média das duas eleições, o PMDB de Roraima recebeu cerca de R$ 96 por eleitor – mais que o quádruplo do segundo colocado, Tocantins, e nove vezes o valor registrado no Rio de Janeiro. Em 2010 e 2014, o PMDB roraimense recebeu cerca de R$ 47,6 milhões. Em números absolutos, foi o sexto maior volume arrecadado pelo partido nos Estados, apesar de Roraima ser o menor colégio eleitoral do País.

Não há como mapear os doadores de Jucá e do PMDB em 2010. Na época, vigoravam as chamadas doações ocultas – para ocultar o vínculo entre financiador e financiado, o dinheiro não era transferido diretamente de um para outro, mas transitava antes pela conta de um intermediário (comitê ou partido). Em 2014, aparecem entre os principais doadores as empreiteiras Queiroz Galvão, UTC e Odebrecht, o banco BTG-Pactual e o frigorífico JBS – todos também alvos da Lava Jato.

Outro destaque no ranking do financiamento eleitoral do PMDB é o Maranhão, terra de José Sarney, de sua herdeira política, a ex-governadora Roseana Sarney, e do aliado Edison Lobão, ex-ministro de Minas e Energia. Na média de 2010 e 2014, o PMDB maranhense foi o terceiro que mais arrecadou no ranking dos Estados, apesar de ser o 13º em número de eleitores.

Em 2014, quando Lobão concorreu ao governo, recebeu doações de empreiteiras como a Andrade Gutierrez e a Queiroz Galvão. Seus principais financiadores, porém, vieram do setor de energia.

No total, o PMDB movimentou pouco mais de R$ 1 bilhão nas campanhas de candidatos ao governo e ao Senado nas duas últimas eleições nacionais, mais do que os tucanos (R$ 863 milhões) e petistas (R$ 665 milhões).

As análises do Estadão Dados consideraram todas as doações feitas a diretórios estaduais e aos candidatos ao governo e ao Senado, bem como a seus respectivos comitês. Quando o dinheiro transitou por mais de uma conta, um dos registros foi desconsiderado, para evitar dupla contagem. Os valores de 2010 foram atualizados pela inflação até o final de 2014, para permitir a comparação dos dados de ambas disputas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com programa de concessões, Miguel quer triplicar investimentos públicos em Pernambuco

O pré-candidato ao governo do estado Miguel Coelho (União Brasil) afirmou nesta sexta-feira (13) que pretende triplicar o volume de investimentos públicos e atrair o capital privado para projetos de infraestrutura. Nos últimos sete anos, segundo ele, Pernambuco investiu, em média, R$ 800 milhões por ano. A proposta de Miguel é elevar esse valor para […]

O pré-candidato ao governo do estado Miguel Coelho (União Brasil) afirmou nesta sexta-feira (13) que pretende triplicar o volume de investimentos públicos e atrair o capital privado para projetos de infraestrutura.

Nos últimos sete anos, segundo ele, Pernambuco investiu, em média, R$ 800 milhões por ano. A proposta de Miguel é elevar esse valor para R$ 3 bilhões, potencializando as parcerias com o setor privado.

“O investimento público deve ser o indutor do desenvolvimento, um fator de multiplicação do investimento privado, para que, de forma sinérgica, a gente possa gerar melhorias. Com os R$ 3 bilhões que queremos investir, vamos agregar o investimento privado”, explicou Miguel durante um debate na Associação Comercial de Pernambuco.

O pré-candidato acrescentou que pretende criar um programa de concessões para aumentar a eficiência do estado. Como exemplo, citou a Compesa, que arrecada mais de R$ 2 bilhões por ano. “Pernambuco tem o pior abastecimento de água do Brasil, e a metade da água produzida e gerada se perde no caminho”, ressaltou.

Para reverter esse cenário, Miguel defende a concessão dos serviços de distribuição da água, coleta e tratamento do esgoto, enquanto a Compesa ficará com a produção e o tratamento de água. A concessão desses serviços vai gerar R$ 8 bilhões para novos investimentos, que se somarão aos R$ 4 bilhões que o estado dispõe para os próximos quatro anos.

Miguel lembrou ainda na conversa com a associação que o ambiente de negócios em Pernambuco é o pior do Brasil, segundo dados do Banco Mundial, o que reflete a burocracia, a ineficiência, a insegurança jurídica e a política de arrocho fiscal do governo estadual.

“O estado não só engessou, mas entrou num viés altamente burocrático e ineficiente, arrochando ainda mais a política fiscal para toda a cadeia produtiva. Nosso estado tem uma carga tributária perversa, principalmente para o pequeno e o médio empresário”, ressaltou. “Queremos um Pernambuco mais competitivo, mais leve, ou seja, menos burocrático, mais eficiente e transparente.”