Na reta final de campanha, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), candidato à reeleição, tem intensificado ainda mais a sua agenda por Pernambuco.
O parlamentar esteve nos últimos dias em Salgueiro, Belém do São Francisco, Triunfo, Solidão, Afogados da Ingazeira, Bonito e Jupi. Patriota tem investido seus compromissos em comícios, caminhadas e visitas a apoiadores.
A agenda começou em Salgueiro com uma caminhada na Feira Livre do local. Depois, Patriota também esteve na Feira de Belém do São Francisco. Em Triunfo, o deputado participou de uma caminhada no distrito de Canaã.
Após, seguiu para uma carreata em Solidão que percorreu diversas ruas levando a mensagem de esperança e trabalho realizado pelo deputado.
No domingo (25), o deputado dedicou a sua agenda aos eventos em Bonito. Na última eleição, o parlamentar que já tem um histórico com o local, obteve mais de seis mil votos no município. À noite, encerrando os compromissos, Gonzaga participou de um grande ato político em Jupi, ao lado do prefeito Marcos Patriota. O evento, que parou a cidade teve a participação em peso da população que acompanhou de perto todo o ato, levando seu carinho e seu apoio ao candidato Gonzaga Patriota.
Nos próximos dias, Patriota passará por Serrita, Orocó, Salgueiro, Mirandiba, Itacuruba, Floresta, Tabira, Santa Cruz, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Cabrobó, Dormentes, Afrânio, Petrolina, dentre outros locais.
Em referência à paixão e morte de Jesus, fiéis se reuniram na tarde da sexta-feira (19) na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, para seguir a tradicional procissão do Senhor Morto. O cortejo, que aconteceu após a cerimônia da Liturgia da Paixão, faz parte do calendário da Igreja Católica, e […]
Em referência à paixão e morte de Jesus, fiéis se reuniram na tarde da sexta-feira (19) na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, para seguir a tradicional procissão do Senhor Morto.
O cortejo, que aconteceu após a cerimônia da Liturgia da Paixão, faz parte do calendário da Igreja Católica, e faz alusão à morte de Jesus Cristo, relembrada pelos cristãos.
A procissão tem como objetivo lembrar o momento em que os discípulos retiraram o corpo de Jesus Cristo da cruz e o sepultaram. Os fiéis foram conduzidos pelo bispo, dom Egidio Bisol e pelo pároco, Pe. Gilvan Bezerra. As informações são do afogados On Line.
O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou nesta quarta-feira (6) o parecer feito pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator na comissão especial da Câmara, que acata o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para o senador, o relatório, que será votado pelo colegiado na próxima semana, é baseado em critérios aparentemente […]
O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou nesta quarta-feira (6) o parecer feito pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator na comissão especial da Câmara, que acata o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Para o senador, o relatório, que será votado pelo colegiado na próxima semana, é baseado em critérios aparentemente técnicos para somente tentar apagar os rastros da “vendeta política que verdadeiramente o motivam”. “Essa peça política é baseada em crime de responsabilidade que não houve. Nada mais é do que uma escancarada manobra para tomar de assalto a Presidência da República”, afirmou.
O parlamentar lembrou que o deputado Jovair deve a sua posição de relator, bem como outros favores, ao presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “cuja ficha corrida todos conhecem sobejamente, assim como também sabem sobre as razões de vingança por ele utilizadas para tentar derrubar a presidenta”.
Segundo Humberto, o parecer é uma aberração jurídica, uma violência à Constituição Federal e aos princípios básicos do Direito e do Estado democrático, pois imputa a uma governante legitimamente eleita um crime de responsabilidade que ela não cometeu “porque, de fato, não houve”. “É algo que nenhum cidadão pode imaginar numa democracia: ser levado a um tribunal e julgado por algo que não fez”, comentou.
Humberto ressaltou que os dois pontos que sustentam o pedido com o crime de responsabilidade a partir das chamadas pedaladas fiscais e da liberação de créditos suplementares – sem que houvesse autorização prévia do Congresso Nacional – já foram fartamente questionados, inclusive por muitos juristas.
Ele ressaltou que o Tribunal de Contas da União (TCU), que pediu a reprovação das contas da Presidência da República, nunca se importou com esse fato até o ano passado, pois é público e notório que os mesmos atos foram praticados durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso e do próprio presidente Lula.
“Além disso, o TCU fez isso, também, na aparente ignorância de que 17 governadores de Estado incorreram nas mesmas práticas de que Dilma é acusada – entre eles o de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB – sem que ninguém os moleste por isso”, disse.
O parlamentar avalia que isso só reforça a impressão de que há dois pesos e duas medidas com a finalidade única de oferecer elementos para subsidiar uma articulação política golpista e mesquinha, cujo alvo é a presidenta da República.
O líder do governo também registrou que Cunha, réu no STF e com 15 contas ilegais no exterior, se recusou a instalar uma comissão para avaliar o impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer, acusado de ter cometido os “mesmos crimes” que Dilma. “É uma desmoralização completa para o Congresso Nacional ter um sujeito daquela estatura ética comandando um processo de impeachment”, disparou.
Por fim, o senador assegurou que o Governo está trabalhando com os aliados, dialogando e repactuando a base parlamentar para derrubar essa “monstruosidade jurídica” já na comissão especial do impeachment. “Depois, venceremos, também, no plenário da Câmara. Não seremos intimidados por muitos delinquentes que, hoje, estão no papel de julgadores de uma mulher honesta como a presidenta Dilma”, concluiu.
As pesquisas de intenção de voto do instituto Datafolha para presidente da República tem irritado aliados e apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição. Muitos que se manifestaram nas redes sociais recorreram às eleições de 2018, sugerindo que o mesmo instituto errou naquele momento, porque dizia que o então candidato do PSL não […]
As pesquisas de intenção de voto do instituto Datafolha para presidente da República tem irritado aliados e apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição.
Muitos que se manifestaram nas redes sociais recorreram às eleições de 2018, sugerindo que o mesmo instituto errou naquele momento, porque dizia que o então candidato do PSL não se elegeria.
Uma visita aos números do passado mostra um equívoco nesse argumento. Mas havia algumas semelhanças e muitas diferenças entre aquele momento e o atual. Os números também mostram que o Datafolha não errou nas projeções de primeiro turno.
As projeções de segundo turno não se concretizaram, mas as sondagens antes do primeiro turno dificilmente se confirmam no segundo turno. As pesquisas feitas no segundo turno, no entanto, foram precisas, e até com uma vantagem exagerada para Bolsonaro.
Vamos a alguns números. Em junho de 2018, exatamente no dia 10, a pesquisa Datafolha apontava o ex-presidente Lula com 30%. Bolsonaro aparecia em segundo lugar, com 17%, e a ex-ministra do meio-ambiente Marina Silva (Rede), 10%.
Àquela data, Lula estava preso e o PT ainda tentava na Justiça eleitoral garantir a candidatura dele. O partido, de fato, não tinha candidato àquela altura do processo eleitoral.
No dia 22 de agosto de 2018, Lula ainda era apresentado na pesquisa Datafolha como candidato. Aparecia com 39% da preferência do eleitorado contra 19% de Jair Bolsonaro. Marina Silva se mantinha na terceira posição, mas com apenas 8% das intenções de voto.
No cenário sem Lula, no mesmo dia 20 de agosto de 2018, Bolsonaro aparecia na liderança, com 22%, Marina em segundo, com 16%, seguida de Ciro Gomes (PDT), com 10% e de Geraldo Alckmin, com 9%. Fernando Haddad, provável substituto de Lula na disputa, tinha apenas 4% da preferência do eleitorado.
No dia 10 de setembro de 2018, dias depois de Bolsonaro levar a facada, e com Fenando Haddad prestes a se tornar o candidato do PT, Bolsonaro apareceu com 24% das intenções de voto. Haddad amargava o 5° lugar, com 9 pontos percentuais.
Foi só no dia 14 de setembro que o Datafolha apresentou a primeira pesquisa com todos os nomes da disputa. Na ocasião, Bolsonaro tinha 26% das intenções de voto; Haddad aparecia empatado com Ciro Gomes, com 13%.
No dia 20 de setembro, nova pesquisa mostrava Bolsonaro com 28% da preferência do eleitorado. Haddad cresceu três pontos e assumiu o segundo lugar, com 16%. Ciro Gomes permaneceu com 13%.
No dia 29 de setembro de 2018, o Datafolha mostrava Bolsonaro estável, com os mesmos 28% da pesquisa anterior, e Fernando Haddad teve um crescimento para 22%, isolado no segundo lugar.
Dias antes do primeiro turno, no dia 4 de outubro de 2018, Bolsonaro amplia a vantagem, segundo o Datafolha, passando a 39%, contra 25% de Haddad.
O resultado do primeiro turno ficou assim: Jair Bolsonaro com 46,03%; Fernando Haddad com 29,28%. Ambos foram para a disputa do segundo turno. Uma diferença de 7 pontos percentuais para Bolsonaro em relação à ultima pesquisa e de 4 pontos para Haddad.
Portanto, enquanto Lula esteve como candidato, mesmo preso, liderou as pesquisas. Fernando Haddad era um candidato desconhecido do público. Com a saída de Lula, Bolsonaro teve crescimento gradativo, mas contínuo até o dia da eleição.
Agora, Lula, ao que tudo indica, será o candidato do PT, está livre dos processos que o levaram à prisão, e Bolsonaro é o presidente do Brasil. Há, portanto, uma diferença fundamental na condição das duas candidaturas.
Não é verdade que as pesquisas em 2018 sempre foram desfavoráveis a Bolsonaro. O que o Datafolha dizia, até às vésperas do primeiro turno é que Ciro Gomes era o melhor candidato para derrotar Bolsonaro em eventual segundo turno.
Um segundo turno com Haddad, Bolsonaro levava a melhor, com um ponto percentual de vantagem, na pesquisa realizada no dia 4 de outubro (antes do primeiro turno).
No segundo turno, em todas as pesquisas Datafolha, Bolsonaro vencia o candidato do PT em 2018. No dia 10 de outubro, Bolsonaro tinha 58% contra 42% de Haddad. No dia 10 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% contra 41% de Haddad.
Na última sondagem, no dia 25 de outubro, 56% para Bolsonaro e 44% para Haddad. O Datafolha praticamente cravou, pois o resultado final foi Bolsonaro 55,13% e Haddad com 44,87%.
Vereador revelou que legenda quer se fortalecer para 2020 O vereador José Edson Ferreira, Zé Negão (PTB), disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que ainda não está cravado seu ingresso no Patriotas, antigo PEN, como anunciou o presidente da legenda, Felipe Cassimiro. “Não fui ainda para o partido. Vou […]
Vereador revelou que legenda quer se fortalecer para 2020
O vereador José Edson Ferreira, Zé Negão (PTB), disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que ainda não está cravado seu ingresso no Patriotas, antigo PEN, como anunciou o presidente da legenda, Felipe Cassimiro.
“Não fui ainda para o partido. Vou para a próxima reunião participar, ouvir, analisar”, afirmou. “Vou sentir o ambiente”, acrescentou.
O vereador disse ter feito algumas ponderações. “Não vou pro partido pra ser governo. O presidente disse que está se fortalecendo para ser independente, inclusive querendo em 2020 lançar nome para majoritária. Já disse que não vou sendo aliado do prefeito”.
A legenda tem convidado outros vereadores e nomes importantes da política para conversar. Dentre eles, Augusto Martins, Cancão e Erickson Torres. A legenda pretende ainda ter Diretório Municipal e não Comissão Provisória, para ter mais legitimidade nas decisões.
Hoje no PTB, Zé Negão vota em Armando Monteiro e nos candidatos Zeca e Júlio Cavalcanti. Deixou claro que a decisão, se tomada, vai ser após o processo eleitoral.
O radialista Jonas Ramos, que morreu em um acidente na noite deste domingo na PE 337, entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel, estava empolgado com sua missão no Sesc Triunfo. Recentemente, esteve em Afogados da Ingazeira na Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade. Cabia a Jonas fazer dentre outras coisa a articulação […]
O radialista Jonas Ramos, que morreu em um acidente na noite deste domingo na PE 337, entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel, estava empolgado com sua missão no Sesc Triunfo. Recentemente, esteve em Afogados da Ingazeira na Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade. Cabia a Jonas fazer dentre outras coisa a articulação do evento em cada cidade e divulga-lo na imprensa.
Ele esteve no último dia 05 de setembro na Rádio Pajeú, onde falou da mostra. Passou praticamente toda a semana no município. Em uma conversa informal com o radialista Jota Oliveira, chegou a comentar que as estradas no entorno de Flores eram mais perigosas que a sinuosa estrada a Triunfo, na qual que ele costumava trafegar por conta do trabalho. Morreu em uma delas.
Ainda não há muitos detalhes sobre o acidente. O que se sabe é que Jonas estava com um cunhado a seguia em seu carro para Jericó. Por algum motivo, perdeu o controle do carro e capotou. O cunhado estava preso ao cinto e nada sofreu. Jonas, que estava sem o equipamento de segurança, foi arremessado para fora do carro. No impacto, teve traumatismo craniano.
Jonas tinha 37 anos, vivia com uma companheira e tinha enteados. Em sua última postagem no Facebook, havia feito uma homenagem justamente a um deles. O sepultamento acontece hoje.
Ouça uma das últimas entrevistas de Jonas, quando falou ao lado de professores da Fafopai e da Associação São José da Mostra de Cinema Alemão :
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