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Gonzaga Patriota destaca os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro

Por André Luis

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) destacou os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O parlamentar foi responsável por apresentar a primeira versão do CTB, quando era Secretario Nacional de Trânsito, em 1993.

“Era uma necessidade urgente estabelecer estas normas: em 1992, tínhamos 10 milhões de veículos e morreram 60 mil pessoas em acidentes de trânsito. Mandei uma proposta de Lei ao Presidente da República, que pediu aprovação do Congresso Nacional e, após 4 anos de tramitação, com diversas melhorias, foi aprovada e sancionada a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, esse importante CTB”, destacou o deputado federal.

Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) revelaram que o Brasil tinha, em abril de 2017, mais de 94 milhões de unidades, incluindo todos os tipos de veículos automotores, como tratores e motos. Em 2015, quase 50 milhões dessas unidades eram carros, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e, hoje, somente veículos, carros e motos, já contamos com mais de 60 milhões. Em 2017,48.234 pessoas morreram no trânsito, menos que em 1992, 26 anos atrás.

Atualmente o país aparece em quinto lugar entre os recordistas em mortes no trânsito, atrás da Índia, China, EUA e Rússia. Segundo o Ministério da Saúde, em 2015, foram registrados 37.306 óbitos e 204 mil pessoas ficaram feridas. O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) pagou, em 2015, 42.500 indenizações por morte no país e 515.750 pessoas receberam amparo por invalidez.

“Ainda é um número muito alto; portanto é imprescindível que possamos sensibilizar a sociedade, estudantes e professores, para que se conquiste uma diminuição no sofrimento das famílias despedaçadas pela imprudência de quem não cumpre o CTB”, destacou Gonzaga Patriota.

Outras Notícias

Paulo Câmara faz gesto e convida Mendonça para almoço

“Mas minha posição é de alinhamento total com o bloco de oposição”, diz o democrata. Da Folha Política O encontro no Palácio das Princesas, no sábado, não estava previsto. Mas o convite foi feito por Paulo Câmara após a agenda conjunta cumprida em Itamaracá. O ministro da Educação, Mendonça Filho, recepcionava o ministro das Cidades, […]

Mendonça Filho, Alexandre Baldy e Paulo Câmara
Foto: Hélia Scheppa/divulgação

“Mas minha posição é de alinhamento total com o bloco de oposição”, diz o democrata.

Da Folha Política

O encontro no Palácio das Princesas, no sábado, não estava previsto. Mas o convite foi feito por Paulo Câmara após a agenda conjunta cumprida em Itamaracá. O ministro da Educação, Mendonça Filho, recepcionava o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que veio participar da entrega de 500 moradias do Conjunto Habitacional Ciranda da Ilha, em Itamaracá, e de mais 400 do Conjunto Habitacional Vila Brasília, em Olinda.

O governador tratou de convidar os dois para almoço no Palácio das Princesas. O gesto carrega uma simbologia, uma vez que Mendonça, hoje, integra as hostes oposicionistas, estando entre os que têm mantido posicionamentos mais duros na oposição.

O governador, por sua vez, já cuida de manter as pontes com o DEM, via Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal, que viu o PSB votar majoritariamente nele. Além de Mendonça Filho e de Baldy foram à mesa ainda os deputados federais Fernando Monteiro, Augusto Coutinho e Luciana Santos, além do presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi.

À coluna, Mendonça Filho observa o seguinte: “Estava em compromisso institucional com o ministro das Cidades, que veio a Pernambuco a meu convite e nós dividimos, inclusive a agenda em Itamaracá, que era Educação e Cidades, e ele tinha aceito convite para almoçar no Palácio e eu, naturalmente, tenho educação doméstica e, ao mesmo tempo, tenho dever institucional. Ele (Paulo Câmara) é governador e eu sou ministro. Mas minha posição é de alinhamento total com o bloco de oposição”.

Em política, os gestos guardam um peso e o governador do Estado fez um na direção do democrata.

Eduardo Bolsonaro ameaça eleições de 2026 e volta a atacar democracia brasileira

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de […]

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

“Sem anistia não haverá eleição em 2026”, escreveu o parlamentar, em tom de intimidação. Ele ainda afirmou que a anistia seria “o mínimo tolerável em defesa da democracia”, numa clara tentativa de inverter os papéis entre os que atacaram as instituições e aqueles que as defenderam.

A declaração provocou forte reação de analistas políticos e de setores democráticos. Para críticos, Eduardo Bolsonaro reforça, mais uma vez, o projeto autoritário da família, que tenta deslegitimar as instituições brasileiras ao mesmo tempo em que mantém articulações nos Estados Unidos — país onde o deputado passa longos períodos e onde o próprio Jair Bolsonaro se refugiou após deixar o poder.

O episódio expõe a estratégia bolsonarista de tentar transformar criminosos condenados pelos atos antidemocráticos em “perseguidos políticos”, ignorando que os ataques de 8 de janeiro deixaram claro o objetivo de destruir a democracia e instaurar um regime de exceção.

Ao colocar em xeque as eleições de 2026, Eduardo Bolsonaro age contra a Constituição, que garante a realização periódica e inegociável do processo eleitoral. O gesto revela, mais uma vez, que a família Bolsonaro não aceita a regra básica da democracia: o voto popular.

Prefeito de Iguaracy garante que paga 13º e dezembro dentro do mês

Abono natalino poderá ser pago até esta sexta, com a liberação da cota extra de 1% do FPM O Prefeito de Iguaracy Zeinha Torres (PSB) disse hoje em entrevista ao programa institucional da prefeitura do município, pelas rádios Pajeú e Cidade FM que está confiante de que quitará o 13º e dezembro aos servidores dentro […]

Abono natalino poderá ser pago até esta sexta, com a liberação da cota extra de 1% do FPM

O Prefeito de Iguaracy Zeinha Torres (PSB) disse hoje em entrevista ao programa institucional da prefeitura do município, pelas rádios Pajeú e Cidade FM que está confiante de que quitará o 13º e dezembro aos servidores dentro desse mês.

“Até hoje estamos pagando dentro do mês taralhado. Todos já receberam novembro e estamos nos preparando para pagar o décimo terceiro. Tive a felicidade de pagar a primeira parcela em julho e essa última parcela a gente está se organizando pra pagar, assim como o salário de dezembro, pra gente fechar o ano em dia com o servidor”, afirmou.

Uma das fontes para pagar o complemento do abono natalino é o credito de 1% adicional do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Iguaracy entra na faixa dos municípios que receberão R$ 485 mil, assim como Santa Cruz da Baixa Verde e Santa Terezinha. Um outro repasse, prometido pelo governo Temer, ainda não caiu na conta das prefeituras. O prefeito afirmou que se prometeu de um lado, a última cota do FPM do município teve queda de cerca de R$ 70 mil. “Ano passado teve o dinheiro da repatriação e esse ano está desse jeito”, reclamou.

O gestor acredita que poderá quitar o 13º esta semana, a depender da liberação do extra de 1% até amanhã ou no início da próxima semana. “Se esse dinheiro entrar na conta, pagamos ainda esta semana . Não tem pra que estar com dinheiro guardado”.

A previsão otimista segundo o gestor, com base na liberação de recursos é de pagar dezembro até o natal. Caso contrário, a garantia é de quitação dentro do mês.

Sem tradição para terceira via, Serra Talhada acompanha a desistência de mais um pré-candidato

Serra Talhada, que chegou a ter quatro candidatos a prefeito, agora tem apenas dois. Depois de Nena Magalhães (PTB), que desistiu a poucos dias, o empresário Eugênio Marinho, da Rede Sustentabilidade, informou em entrevista a Anderson Tennens, no programa Sertão Notícias, que deixou a disputa. Eugênio alegou pressão familiar para a decisão.  O político disse que […]

Sem jeito: disputa será entre Duque e Victor, cordão vermelho contra cordão azul, Galo de Campina x Azulão, quem nem no pastoril
Sem jeito pra terceira via: disputa será entre Duque e Victor, cordão vermelho contra cordão azul, Galo de Campina x Azulão, quem nem no pastoril

Serra Talhada, que chegou a ter quatro candidatos a prefeito, agora tem apenas dois. Depois de Nena Magalhães (PTB), que desistiu a poucos dias, o empresário Eugênio Marinho, da Rede Sustentabilidade, informou em entrevista a Anderson Tennens, no programa Sertão Notícias, que deixou a disputa.

Eugênio alegou pressão familiar para a decisão.  O político disse que ao invés de consultar a família antes de tomar a decisão, fez o contrário.  Anunciou que seria candidato sem ouvi-los. Não deu outra. Em uma disputa polarizada, com maior possibilidade de marcar posição, mas sem perspectivas eleitorais, Eugênio acabou cedendo.

Afora, salvo alguma novidade até 5 de agosto, Serra Talhada tem dois candidatos a prefeito. O gestor Luciano Duque, do PT, com Márcio Oliveira na vice, e o administrador de empresas Victor Oliveira (PR), tendo o radialista Marquinhos Dantas na vice.

Assim como muitas cidades do interior, a Capital do Xaxado também não tem tradição de terceira via com chance de sucesso. Prevalece o que os especialistas costumam chamar de “política de pastoril”. Em Serra é vermelho contra azul, Galo de Campina (cabeça vermelha) contra azulão, cordão azul contra cordão encarnado…

Presidente do IPA realiza visita técnica ao Serta

O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Kaio Maniçoba, visitou o Instituto Serta na manhã desta quinta-feira (15), na sede do Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), em Ibimirim.  “O objetivo é estreitar os laços entre o IPA e o Serta a fim de firmar futuras parcerias e desenvolver projetos de cooperação técnica”, destaca Kaio.  […]

O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Kaio Maniçoba, visitou o Instituto Serta na manhã desta quinta-feira (15), na sede do Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), em Ibimirim. 

“O objetivo é estreitar os laços entre o IPA e o Serta a fim de firmar futuras parcerias e desenvolver projetos de cooperação técnica”, destaca Kaio. 

A instituição promove o Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável, desde 1994, com práticas em escolas, programas assistenciais, formação de produtores, educadores e jovens.

Na ocasião, o presidente conheceu a tecnologia das máquinas Watergen. Os equipamentos são capazes de produzir até seis mil litros de água potável por dia, dependendo da umidade do ar. As máquinas usam energia solar para fazer todo o processo, adaptando-se aos recursos do local. 

Depois de capturar a umidade, o aparelho condensa o ar em água e realiza a filtração para torná-la potável instantaneamente. 

E é assim que funciona o processo ar-água dentro da máquina: o gerador de água atmosférica absorve o ar ambiente através de um filtro e o resfria até seu ponto de orvalho, extraindo água através da condensação. 

A água é então purificada, mineralizada e está pronta e segura para beber. “Novas tecnologias são necessárias para elevar a produtividade no campo”, explica Kaio.

Um bom exemplo é o gerador de média escala GEN-350 da Watergen que pode produzir uma média de 600 litros de água potável por dia. Ele vem com um reservatório embutido e um sistema de tratamento de água.