Gonzaga Patriota comemora liberação de verba para conclusão das Adutoras do Pajeú e do Agreste
Por Nill Júnior
Em pronunciamento, feito nesta segunda-feira (12), na tribuna da Câmara, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) comemorou a liberação de verba para conclusão da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú. A obra, que teve a primeira fase entregue há quatro anos, está com 62% dos trabalhos concluídos.
“Apenas para dizer da nossa alegria em saber que o governo autorizou a conclusão da Adutora do Pajeú que vai atender vários municípios dessa região. E também o ministro da Integração Nacional, em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco, está liberando mais R$ 39 milhões para Adutora do Agreste”, comemorou.
Patriota ainda aproveitou a ocasião para relembrar o projeto, de sua autoria, de interligação dos rios Tocantins e São Francisco. “Isso é importante, pois a gente vai levar água do Rio São Francisco para o Agreste pernambucano, para Paraíba e outras regiões, mas precisamos de um pouco de água do Tocantins para salvar a vida do Velho Chico”, destacou.
O projeto
De acordo com o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), órgão vinculado ao Ministério da Integração e que está à frente das obras, todo o projeto da adutora do Pajeú, dividido em duas etapas de implementação, contemplam obras de captação no lago de Itaparica, nas estações de bombeamento (EBV) 4 e 6 do eixo leste da transposição do Rio São Francisco e a construção de 20 estações elevatórias, entre outras intervenções. A extensão da obra é de 598 quilômetros, sendo 196,8 quilômetros na primeira fase e 402 quilômetros na segunda.
O empreendimento, orçado em R$ 483,4 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) – sendo R$ 190,8 milhões destinados à primeira etapa e R$ 292,6 milhões para a segunda – faz parte do conjunto de ações do Governo Federal a fim de garantir maior oferta de água aos sertanejos.
Blog do Diário Na manhã do terceiro dia da visita de Lula a Pernambuco, finalmente ele e a vereadora Marília Arraes (PT) conseguiram ter uma conversa a sós a respeito dos planos do partido para 2018 no Estado, sem a presença dos caciques petistas locais, como o senador Humberto Costa e o ex-prefeito João Paulo. […]
Na manhã do terceiro dia da visita de Lula a Pernambuco, finalmente ele e a vereadora Marília Arraes (PT) conseguiram ter uma conversa a sós a respeito dos planos do partido para 2018 no Estado, sem a presença dos caciques petistas locais, como o senador Humberto Costa e o ex-prefeito João Paulo.
Com o nome colocado como opção para representar os petistas na disputa pelo governo do Estado, Marília admitiu a conversa, e teria recebido aceno positivo do ex-presidente. A parlamentar, porém, mas foi reticente quanto ao conteúdo da conversa, de cerca de meia hora, no hotel, pouco antes da saída da comitiva petista para a visita à comunidade de Brasília Teimosa.
“Coloquei a necessidade de o PT ter uma candidatura própria (em 2018,) diante do contexto que vivemos, de um governo extremamente desgastado, de um governador (Paulo Câmara/PSB) que não tem postura de líder como Pernambuco está acostumado a ter, e de outras opções de candidatura que são absolutamente antagônicas ao campo político que Lula representa. Mas tudo isso ainda tem muito tempo para se definir”, contou a vereadora, acrescentando que a prioridade do PT estadual, neste momento, é defender Lula e o projeto de retomada do poder, retirado do partido com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Desde que colocou seu nome à disposição, Marília Arraes tem enfrentado algumas resistências “silenciosas” dentro do PT local, inclusive pelo fato de ela ser considerada uma “neopetista”, oriunda do PSB – de onde saiu após romper com o primo Eduardo Campos e seu grupo político. “Veteranos” petistas não teriam visto com muita confiança a tentativa da vereadora de despontar rapidamente dentro do partido, embora procurem não externar essas divergências para evitar tumultuar o processo.
Foi exatamente por isso que Marília decidiu procurar a ajuda de Lula e, nos bastidores, o resultado da conversa é de que o ex-presidente teria se comprometido a “assumir as rédeas” do processo e evitar uma divisão interna no PT local, que só contribui negativamente para o seu próprio projeto presidencial. Marília, porém, evitou comentar sobre essa disposição de Lula de interferir, e ainda aproveitou para alfinetar seu antigo partido, o PSB, que era criticado por ela por excesso de centralização das decisões nas mãos de Eduardo Campos.
“No PT não é Lula que decide, que impõe. Não tem um cacique, um dono, que chegue e coloque suas vontades, como acontece em outros partidos. No PT, as decisões são mais democráticas”, afirmou Marília, acrescentando que, na opinião de Lula – externada na conversa de hoje – ainda tem muito tempo pela frente para as articulações de candidaturas. A vereadora também aproveitou a caravana para ampliar os laços com a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR) e com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que podem “pesar” em seu favor numa decisão final.
O senador petista, inclusive, cravou que o PT estadual teria candidatura, mencionando o nome de Marília Arraes, como o nome do partido para a disputa. “O nome de Marília está colocado. Ela vai viajar o Estado e tem espaço para crescimento, é um nome novo. Vamos trabalhar e, lá na frente, avaliamos a questão das alianças”, reforçou Lindbergh, ao participar, ao lado da vereadora, da visita a Brasília Teimosa.
Um aliado, todavia, avaliou que a reunião faz parte da articulação de Marília Arraes para conseguir mais espaço na legenda, porém dificilmente ela obterá êxito. Afinal, segundo ele, o líder petista já teria decidido pela política de aliança, com a finalidade de enrobustecer o palanque para a disputa presidencial.
Reaproximação Questionada sobre se a visita feita pelo ex-presidente à ex-primeira-dama do Estado, Renata Campos – viúva de Eduardo – na noite da quinta-feira (24), teria “melindrado” os petistas, Marília Arraes procurou negar. “Política se faz abrindo portas, não fechando”, resumiu. Mas nos bastidores do partido circulam informações de que a iniciativa de Lula – em retribuição à visita feita por Renata à sua esposa, Marisa Letícia, em São Paulo, pouco antes do seu falecimento – teria gerado ciumeira e preocupação quanto à representatividade do gesto, que poderia ser interpretado como um princípio de reaproximação entre petistas e socialistas para 2018, algo que o partido, em nível local, não estaria disposto a engolir.
Uol O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, aceitou nesta quinta-feira (25) o pedido da defesa da presidente Dilma Rousseff de suspeição da primeira testemunha de acusação, o procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Júlio Marcelo de Oliveira. Lewandowski determinou que o procurador será ouvido como informante, […]
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, aceitou nesta quinta-feira (25) o pedido da defesa da presidente Dilma Rousseff de suspeição da primeira testemunha de acusação, o procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Júlio Marcelo de Oliveira.
Lewandowski determinou que o procurador será ouvido como informante, e não mais como testemunha. Na prática, isso significa que seu relato não será anexado ao processo como prova. Além disso, como informante, ele não presta o juramento de dizer a verdade.
O pedido de suspeição foi feito pelo advogado José Eduardo Cardozo, que defende Dilma, baseado em um post em redes sociais do procurador no ano passado, em que ele comentava o anúncio de um protesto a respeito do julgamento das contas públicas de Dilma.
“Ele atuou verdadeiramente como militante político de uma causa, não tenha dúvida nenhuma em relação a isso, a partir do momento em que ele especificamente divulgou convocatórias para um ato para pressionar os ministros do Tribunal de Contas da União a rejeitarem as contas da senhora presidente da República em 2014”, afirmou Cardozo.
O procurador confirmou o post em redes sociais, mas negou que tivesse sido para pressionar o TCU. “Não convoquei nem participei de nenhum ato destinado a pressionar o Tribunal de Contas para tomar decisão X ou Y”, afirmou.
O presidente do STF, porém, aceitou o pedido da defesa. “No caso, eu vejo que a testemunha, senhor Julio Marcelo de Oliveira confirma os fatos que foram invocados pela defesa na medida em que sua senhoria participou de um ato em que se pretendia publicamente agitar a opinião pública para rejeitar as contas da senhora presidenta da República”, disse Lewandowski. “Portanto vou dispensar o senhor Julio Marcelo de Oliveira como testemunha, portanto retiro-lhe o compromisso, mas será ouvido na qualidade de informante.”
Em reação, senadores da base de apoio do presidente interino, Michel Temer, também querem impugnar testemunhas de defesa. A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) disse que parlamentares cogitam pedir a suspeição do ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, que foi indicado pela defesa. “Se tem alguém tão responsável pelo crime de responsabilidade, é ele. Ele não poderia, nunca, vir na condição de testemunha”, afirmou Tebet. Se o pedido de suspeição contra Barbosa for aceito, ele ainda poderá depor na condição de informante, da mesma forma que Júlio Marcelo.
Pela manhã, a sessão do primeiro dia de julgamento do impeachment de Dilma foi marcada por questões de ordem e diversos bate-bocas entre aliados e opositores de Dilma.
Decisão deve desmobilizar saída de Luciano Duque do partido. Por André Luis A presidente do PT em Serra Talhada, Cleonice Maria, confirmou em entrevista ao Farol de Notícias, nesta quinta-feira (23.01), que a pré-candidata do governo e atual secretária de Saúde Márcia Conrado, vai disputar as eleições 2020 pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O blog […]
Decisão deve desmobilizar saída de Luciano Duque do partido.
Por André Luis
A presidente do PT em Serra Talhada, Cleonice Maria, confirmou em entrevista ao Farol de Notícias, nesta quinta-feira (23.01), que a pré-candidata do governo e atual secretária de Saúde Márcia Conrado, vai disputar as eleições 2020 pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
O blog já havia ventilado essa possibilidade na Coluna do Domingão do dia 24 de novembro, quando publicamos que uma costura feita pela deputada estadual Tereza Leitão e a deputada federal Marília Arraes levou Márcia Conrado a acompanhar a agenda do ex-presidente Lula, em Recife, quando este participou do Festival Lula Livre.
Tereza inclusive já havia levantado a possibilidade de Luciano continuar no PT e o blog em primeira mão anunciou que o prefeito não havia deixado a legenda. Agora, a filiação de Márcia ao Partido dos Trabalhadores é mais um passo nessa construção que desmobilizou a saída de Luciano do partido.
Tereza Leitão, há época foi clara falando à coluna, quando perguntada sobre sua disposição de brigar para que Duque ficasse no PT. “Vou manter acesas essas conversas pra ele não sair. Tive oportunidade de conhecer Márcia Conrado naquela viagem (ao Sertão). Gostei muito dela e do admirável trabalho que faz na Secretaria de Saúde. Tive o prazer de indicá-la para recepcionar o nosso presidente Lula no dia do Festival. Vamos continuar nossas conversas, visando fortalecer o PT”, afirmou.
A Compesa voltou a creditar à paralisação da operação do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco por dez dias os problemas que afetaram a região do Pajeú. Os reparos e ajustes para nova vinda do Presidente Bolsonaro à região foram determinantes para causar a paralisação, pelo que apurou o blog. Isso porque o […]
A Compesa voltou a creditar à paralisação da operação do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco por dez dias os problemas que afetaram a região do Pajeú.
Os reparos e ajustes para nova vinda do Presidente Bolsonaro à região foram determinantes para causar a paralisação, pelo que apurou o blog. Isso porque o Ramal do Agreste, que Bolsonaro entrega em Sertânia, tem ligação direta com o Eixo Leste. Testes para garantir que nada dê errado provocaram a interrupção.
A Compesa quer que essas paralisações sejam informadas com maior antecedência. Segundo Mário Heitor, Diretor de Interior da empresa, houve uma cobrança para que essas operações não ocorram sem aviso prévio. “Assim não temos como trabalhar um plano B”, reclama.
Os problemas ainda afetaram a Adutora do Moxotó e cidades como Arcoverde e Belo Jardim. “Pra ter água no ramal o Eixo Leste tem que estar cheio. Estamos em conversa com a APAC para reduzir esse impacto e evitar ações tão bruscas”.
A Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada realiza sua última sessão ordinária antes do recesso de fim de ano na noite desta segunda-feira (18), no Plenário Manoel Andrelino Noguerira, a partir das 20h. Na oportunidade, será debatido o uso de botijões de gás de cozinha em bares e lanchonetes de Serra Talhada, uma iniciativa […]
A Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada realiza sua última sessão ordinária antes do recesso de fim de ano na noite desta segunda-feira (18), no Plenário Manoel Andrelino Noguerira, a partir das 20h.
Na oportunidade, será debatido o uso de botijões de gás de cozinha em bares e lanchonetes de Serra Talhada, uma iniciativa do vereador Rosimério de Cuca, que convocou o Corpo de Bombeiros para esclarecimentos após a explosão de alguns botijões nos últimos meses em estabelecimentos comerciais da cidade.
Ainda na pauta, serão votadas três indicações e uma moção de aplausos apresentadas pelos vereadores, além de votação única do Projeto de Resolução Nº 013/2017, de autoria do vereador Rosimério de Cuca, que concede o Troféu Cidadão Que Faz ao senhor Abel Alves Sobrinho (Abel Caiçara).
Ainda haverá a segunda votação do Projeto de Lei Nº 041/2017 , de autoria do vereador André Maio, que proíbe o uso de capacete fechado e viseira escura no perímetro urbano de Serra Talhada. Confira a pauta na íntegra no portal da CMST na internet: http://www.serratalhada.pe.leg.br/
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