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Vazão do São Francisco será mantida no nível atual até outubro

Por Nill Júnior

thumbnail_29082016_Reunião ANA (5)A vazão do rio São Francisco não será reduzida do atual patamar, de 800 metros cúbicos por segundo (m³/s), até o dia 1º de outubro, a não ser que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se manifeste de maneira contrária antes desse prazo.

A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (29.08), na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, onde aconteceu mais uma reunião para avaliar os efeitos da defluência reduzida. O setor elétrico havia solicitado autorização para reduzir a vazão do rio para 700 m³/s.

Para subsidiar seu pedido de redução, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou estudos sobre a previsão hidrológica para a bacia até o final do ano. Os cenários apresentados apontam para um quadro mais dramático que em anos anteriores. Diante das previsões, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) confirmou a formalização do pedido ao Ibama, até mesmo para garantir os usos múltiplos das águas são-franciscanas.

O superintendente da ANA, Joaquim Gondim, apresentou uma nota, contendo 17 itens, reportando à reunião realizada na semana passada, na própria agência federal, com representantes dos governos inseridos na bacia do São Francisco.

Na relação de itens, Gondim deixa claro que qualquer alteração na defluência dos reservatórios de Sobradinho, na Bahia; e Xingó, entre Alagoas e Sergipe, não será aplicada antes de outubro.

O superintendente da Chesf, João Henrique Franklin, argumentou que a redução do nível do São Francisco também significa uma geração menor de energia, provocando um risco de sobrecarga. Segundo ele, alguns segmentos já estão preparados para uma redução do nível do rio, estimado entre 15 e 20 centímetros, em virtude da menor defluência.

Outras Notícias

Afogados: Prefeitura emite orientações para realização da feira livre

A Prefeitura de Afogados sancionou um decreto (nº 06/2020) normatizando a realização da feira livre do próximo sábado (28) e o funcionamento dos estabelecimentos comerciais permitidos nesse período de emergência em decorrência da pandemia de coronavírus. Está proibida a entrada de comerciantes e distribuidores de fora de Afogados. Só poderá participar da feira livre comerciantes […]

A Prefeitura de Afogados sancionou um decreto (nº 06/2020) normatizando a realização da feira livre do próximo sábado (28) e o funcionamento dos estabelecimentos comerciais permitidos nesse período de emergência em decorrência da pandemia de coronavírus.

Está proibida a entrada de comerciantes e distribuidores de fora de Afogados. Só poderá participar da feira livre comerciantes de Afogados da Ingazeira, desde que comercializem exclusivamente frutas, legumes, verduras e cereais. Todos os demais segmentos estão proibidos. Todas as barracas devem estar a uma distância segura mínima de dois metros umas das outras. Distância mínima que também deve ser observada para clientes e feirantes.

Fica proibida a aglomeração de pessoas no interior dos estabelecimentos autorizados a funcionar durante o período de emergência de saúde, sendo responsabilidade de seus proprietários o disciplinamento da distância razoável entre seus clientes e funcionários, tanto dentro quanto no entorno do estabelecimento, garantindo uma distância mínima de dois metros entre as pessoas.

Será considerado como supermercado o estabelecimento comercial que tenha, no mínimo, setenta por cento dos seus itens voltados para as necessidades nutricionais da população.

Os serviços de delivery somente serão permitidos nos estabelecimentos comerciais autorizados a funcionar, para a entrega de produtos alimentícios, medicamentos e produtos originalmente comercializados nos supermercados. O decreto também normatiza em Afogados a proibição de reuniões e aglomerações com mais de dez pessoas, salvo no caso de atividades essenciais e necessárias, e que não tenham sido suspensas me decorrência da situação de emergência.

Câmara de Serra Talhada concederá títulos de cidadãos a médicos cubanos

Na noite desta segunda-feira (19), em sessão realizada na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, os parlamentares decidiram conceder aos médicos cubanos o título de cidadãos serra-talhadenses pelo excelente trabalho realizado nas comunidades carentes da Capital do Xaxado. Para os vereadores, a homenagem é um sincero agradecimento a estes profissionais que se dedicaram as necessidades […]

Na noite desta segunda-feira (19), em sessão realizada na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, os parlamentares decidiram conceder aos médicos cubanos o título de cidadãos serra-talhadenses pelo excelente trabalho realizado nas comunidades carentes da Capital do Xaxado.

Para os vereadores, a homenagem é um sincero agradecimento a estes profissionais que se dedicaram as necessidades da população serra-talhadense e realizaram um serviço sob um viés humanizado de grande importância para a saúde pública municipal. A proposta será subscrita por todos os 17 vereadores.

O vereador Sinézio Rodrigues lamentou a saída dos médicos do Programa Mais Médicos e criticou determinados posicionamentos de boa parte de médicos brasileiros. “A maior parte da população brasileira aprova o trabalho dos médicos cubanos, as pessoas atendidas por eles se sentem valorizadas, acolhidas. Os serviços que eles prestaram a essa cidade, ao sertão de Pernambuco, ao nordeste e ao país devem, sim, ser reconhecidos”.

E lamentou: “Perde muito a saúde, perde muito os mais pobres, os que precisam de um SUS forte. Boa parte dos médicos brasileiros é mercenária, pra esses não importa se a pessoa vai morrer ou não com a falta de atendimento, pra eles importa ter dinheiro no bolso. Temos bons médicos brasileiros, éticos, profissionais, mas temos, também, uma grande maioria que não está nem aí pra população. A verdade tem que ser dita, doa a quem doer.”

Sistema Jornal do Commercio produz matéria sobre o Carnaval dos Tabaqueiros

Uma equipe de repórteres do Sistema Jornal do Commercio está, desde o início da semana, rodando o interior de Pernambuco produzindo uma série de matérias multimídia sobre os personagens do Carnaval do Estado. Eles já estiveram em Triunfo, onde filmaram “os caretas”, e nesta quarta foi a vez de Afogados da Ingazeira e os seus […]

Uma equipe de repórteres do Sistema Jornal do Commercio está, desde o início da semana, rodando o interior de Pernambuco produzindo uma série de matérias multimídia sobre os personagens do Carnaval do Estado.

Eles já estiveram em Triunfo, onde filmaram “os caretas”, e nesta quarta foi a vez de Afogados da Ingazeira e os seus Tabaqueiros. A Secretaria de Cultura e Esportes organizou toda a apresentação, com grupos de tabaqueiros, orquestra show de frevo e os monarcas da nossa folia de momo, Rei e Rainha do Carnaval e Príncipe e Princesa.

As filmagens e entrevistas aconteceram em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A produção das matérias estão sendo conduzidas pelo jornalista Leonardo Vasconcelos e pelo fotografo e cinegrafista Diego Nigro.

De Afogados, a equipe partiu para reportagens em Pesqueira (os caiporas), Bezerros (papangus) e Nazaré da Mata (caboclos de lança). A série de reportagens será veiculada na Rádio Jornal do Commercio, na próxima terça (06); e nos demais veículos do sistema jornal do commercio na próxima quarta (07).

“Esse é um trabalho importante, pois coloca Afogados no mapa da folia pernambucana, ao lado de cidades tradicionais como Nazaré da Mata e Bezerros, e fortalece a nossa riqueza e diversidade cultural, reafirmando o Carnaval de Afogados como um dos mais importantes e animados do interior do Estado,” destacou o Secretário de Cultura de Afogados, Edygar Santos.

José Múcio confirma presença em Congresso da UVP

O Presidente da UVP , Josinaldo Barbosa, esteve ontem em Brasília para convidar o Presidente do TCU, José Múcio Monteiro,  para proferir palestra no Congresso da UVP, que ocorrerá de 28 a 30 de março em Gravatá. Ele vai falar sobre a polêmica dos precatórios do FUNDEF. Na ocasião o Vereador presidente da entidade esteve […]

O Presidente da UVP , Josinaldo Barbosa, esteve ontem em Brasília para convidar o Presidente do TCU, José Múcio Monteiro,  para proferir palestra no Congresso da UVP, que ocorrerá de 28 a 30 de março em Gravatá. Ele vai falar sobre a polêmica dos precatórios do FUNDEF. Na ocasião o Vereador presidente da entidade esteve acompanhando do Presidente da Câmara de Gravatá, Léo do Ar, do Deputado Federal Sebastião Oliveira e do Deputado Federal Eduardo da Fonte.

No tocante aos precatórios, o que quer que se discuta tem relação com o Plano de Aplicação e interesse e direito dos profissionais do Magistério aos recursos do Precatório do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF, hoje FUNDEB.

 Esse programa foi criado em 1996 e durou até 2006 quando foi substituído pelo FUNDEB. O Fundo de Desenvolvimento e Manutenção da Educação Básica Valorização dos Profissionais foi criado para ter uma duração de 14 anos. A principal diferença entre os dois, além da sigla, é que o FUNDEB repassava dinheiro para toda a educação: desde o ensino infantil até o ensino médio e adulto. Enquanto o programa anterior era apenas para o ensino fundamental.

Segundo Municípios o repasse durante o programa foi inferior ao que teria sido acordado. Isso ocorreu por uma diferença no cálculo do valor a ser repassado. Os municípios alegaram que a divisão deveria ser feita com base em todos os alunos do país e não apenas os de seus estados. Assim o valor mínimo por estudante seria único e igual para todos.  Algumas prefeituras, então, resolveram entrar com um processo contra o Governo Federal pedindo a diferença de repasse de verbas. Com isso iniciou-se uma batalha jurídica que durou cerca de 10 anos, desde o final do programa até a decisão final. Em setembro de 2017, o STF entendeu da mesma forma que os municípios e condenou a União a fazer a indenizar os estados e cidades prejudicados. Estima-se que essa diferença seja de mais de R$ 50 bilhões.

Vereadores de Flores solicitam apoio de Armando a projetos contra a Seca

Seis vereadores e lideranças políticas do município de Flores, no Sertão do Estado, reuniram-se com o senador Armando Monteiro (PTB-PE), nesta segunda-feira (30), e pediram apoio para ações de combate à seca e também para revitalização do Rio Pajeú. Estiveram com Armando os vereadores Onofre de Souza (PR), Nezinho de Fátima (PR), Patrícia de Fátima […]

Seis vereadores e lideranças políticas do município de Flores, no Sertão do Estado, reuniram-se com o senador Armando Monteiro (PTB-PE), nesta segunda-feira (30), e pediram apoio para ações de combate à seca e também para revitalização do Rio Pajeú.

Estiveram com Armando os vereadores Onofre de Souza (PR), Nezinho de Fátima (PR), Patrícia de Fátima (PR), Zé do Fosco (PR), Adeilton Patriota (PT) e Flávia Santana (PDT), além das lideranças Ivanildo do Fosco e Gilmar Miranda. O deputado estadual Augusto César (PTB) intermediou o encontro entre o senador e o grupo político.

Na reunião, os vereadores relataram a Armando a situação dramática que a seca, uma das mais duradouras dos últimos tempos, está impondo à região. O grupo político também reivindicou ao senador ajuda junto aos órgãos competentes por projetos que minimizem os efeitos da estiagem prolongada, além de perfuração de poços artesianos na região.

Os vereadores também trataram com o senador alternativas para revitalizar o Rio Pajeú, que vem sofrendo com a estiagem prologada e o despejo da rede coletora de esgoto.