Gestores de Arcoverde, Serra Talhada, Tuparetama e Buíque se encontram
Por Nill Júnior
O prefeito de Arcoverde, Wellington da LW, recebeu em sua residência no sábado os gestores Sávio Torres (Tuparetama), Márcia Conrado (Serra Talhada) e Arquimedes Valença (Buíque), juntamente com o deputado federal Fernando Monteiro.
“Na oportunidade, discutimos melhorias para a região, visando promover mais desenvolvimentos em conjunto, além de outras resoluções para demandas existentes nestes municípios”, disse o gestor arcoverdense.
Nomes como o vereador Luciano Pacheco e o ex-prefeito e pré-candidato a Deputado Estadual Luciano Duque também participaram do encontro.
Nos discursos, a pauta foi eminentemente administrativa, mas obviamente também houve espaço para o diálogo informal sobre os temas da política em Pernambuco e nas cidades geridas pelo quarteto.
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, anunciou nesta quarta-feira (19) a adesão do vereador João Taxista à base governista. Com a decisão, todos os parlamentares da Câmara Municipal passam a integrar a bancada de apoio ao governo. O anúncio foi feito por meio das redes sociais do prefeito, em um vídeo ao lado de João […]
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, anunciou nesta quarta-feira (19) a adesão do vereador João Taxista à base governista. Com a decisão, todos os parlamentares da Câmara Municipal passam a integrar a bancada de apoio ao governo.
O anúncio foi feito por meio das redes sociais do prefeito, em um vídeo ao lado de João Taxista. “Muito feliz em receber a visita do nosso amigo vereador João Batista, conhecido por todos como João Taxista, que agora se coloca à disposição do governo para trabalhar por um Arcoverde cada vez melhor. Quero agradecer essa sensibilidade e essa adesão em prol da cidade”, declarou Zeca.
João Taxista destacou sua motivação para a mudança. “É um prazer aderir ao seu governo, Zeca. Você já foi prefeito duas vezes, deputado federal, e sua responsabilidade, comprometimento e experiência me fizeram tomar essa decisão. Estou aqui para ajudar a administrar essa cidade e corrigir alguns erros que nela existem”, afirmou o vereador.
Com a adesão de João Taxista, a gestão de Zeca Cavalcanti consolida maioria absoluta na Câmara, sem oposição formal entre os parlamentares municipais.
Em Afogados da ingazeira são 45 presos divididos em apenas seis celas. Em Itapetim são 30 presos em três celas precárias, ocasionando superlotação. São 48 presos em 9 celas em São José do Egito. Em abril desse ano, um princípio de rebelião chegou a acontecer no local. Os detentos destruíram objetos e queimaram colchões do presídio. Tem cela onde só comporta […]
Em São José do Egito, Cadeia teve início de rebelião
Em Afogados da ingazeira são 45 presos divididos em apenas seis celas. Em Itapetim são 30 presos em três celas precárias, ocasionando superlotação.
São 48 presos em 9 celas em São José do Egito. Em abril desse ano, um princípio de rebelião chegou a acontecer no local. Os detentos destruíram objetos e queimaram colchões do presídio.
Tem cela onde só comporta dois presos, e por vezes tem até seis presos. Localizada no centro da cidade a cadeia já viveu tentativas de fuga.
Algumas das cadeias não apresentam as mínimas condições de segurança e higiene para a detenção dos presos e para o trabalho dos militares que guarnecem o estabelecimento prisional.
Fissuras nas paredes e no teto das celas, ferrolhos e dobradiças das grades danificados, insuficiência de cadeados, alvenaria velha com reboco extremamente fragilizado, rede de esgoto com a encanação quebrada, presença de baratas e ratos na cozinha e no pátio de banho de sol, infiltrações e instalações elétricas e hidráulicas com defeitos.
Num documento recente o MP já alertou a Secretaria de Defesa Social sobre as dificuldades das unidades prisionais da região. A informação é de Anchieta Santos para o blog.
No dia de hoje, o vice-prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota (Solidariedade) e o presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria (PSB), estiveram em agenda conjunta no Recife. Eles estiveram solicitando emendas parlamentares no escritório do Senador Jarbas Vasconcelos, em Recife. Na ocasião, os representantes das cidades có-irmãs, apresentaram solicitações […]
No dia de hoje, o vice-prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota (Solidariedade) e o presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria (PSB), estiveram em agenda conjunta no Recife.
Eles estiveram solicitando emendas parlamentares no escritório do Senador Jarbas Vasconcelos, em Recife.
Na ocasião, os representantes das cidades có-irmãs, apresentaram solicitações que buscam viabilizar ações para os dois municípios. Os dois se encontraram com Jarbas Filho, filho do Senador.
O resultado da agenda será apresentado no retorno dos políticos às suas bases. “Foram atendidas nossas solicitações para agricultura tanto para Tuparetama como para São José”, comemorou Diógenes. Ele ainda estiveram com o Secretário de Agricultura do Estado, Claudiano Martins.
Em reportagem com o título “Dilma sente a dor de Neymar”, o jornal diz que a ausência do jogador pode ameaçar o otimismo com a seleção que tem beneficiado a presidente Dilma. A matéria publicada na edição desta segunda-feira, 07, do jornal britânico diz que quando o jogador colombiano disputou a bola com Neymar, “ele […]
Em reportagem com o título “Dilma sente a dor de Neymar”, o jornal diz que a ausência do jogador pode ameaçar o otimismo com a seleção que tem beneficiado a presidente Dilma.
A matéria publicada na edição desta segunda-feira, 07, do jornal britânico diz que quando o jogador colombiano disputou a bola com Neymar, “ele fraturou mais do que a terceira vértebra da estrela do Barcelona”. “Ele balançou as esperanças de uma nação de ganhar a Copa do Mundo”, diz o texto.
Um dos argumentos do FT é que Neymar é o garoto-propaganda da seleção e sua ausência do artilheiro brasileiro “ajudará a determinar o humor nacional antes das cruciais eleições presidenciais de outubro”.
O jornal afirma que “a presidente Dilma Rousseff tem sido beneficiada até agora por uma Copa do Mundo sem problemas e pode ter um novo impulso no caso de uma vitória da seleção no torneio”. “Mas o otimismo sobre a melhora da equipe após o início irregular será frustrado pela perda de Neymar e a suspensão de Thiago Silva contra a Alemanha amanhã”.
O Globo A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) prenderam na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, de 46 anos, por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do […]
Sargento reformado da Polícia Militar, Ronnie Lessa é apontado como um dos suspeitos pela morte de Marielle Franco Foto: Editoria de arte
O Globo
A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) prenderam na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, de 46 anos, por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.
Os dois tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz substituto do 4º Tribunal do Júri Gustavo Kalil, após denúncia da promotoria. Segundo a denúncia do MP do Rio, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada. O segundo acusado foi expulso da corporação.
Segundo a denúncia das promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile, o crime foi “meticulosamente” planejado três meses antes do atentado. Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.
Lessa e Elcio foram denunciados pelo assassinato e a tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque. A ação foi batizada de Operação Buraco do Lume, em referência ao local no Centro de mesmo nome, na Rua São José, onde Marielle prestava contas à população sobre medidas tomadas em seu mandato. Ali ela desenvolvia também o projeto Lume Feminista. Os denunciados foram presos às 4h desta madrugada.
As promotoras pedem ainda a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor do motorista Anderson até completar 24 anos de idade. Em certo trecho da denúncia, elas ressaltaram: “É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”.
A polícia e o Gaeco chegaram às 4h da manhã desta terça-feira, na casa dos investigados. O policial Lessa mora no condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, por coincidência, o mesmo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Não há, porém, nenhuma ligação, a não ser o fato de serem vizinhos. O PM mora num condomínio em frente ao mar, com seguranças na portaria.
A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais do PM. Ao verificar os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem” (dados que ficam guardados em servidor externo e podem ser vistos remotamente), eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava. Para a polícia, é um indício de que a vereadora estava tendo seus passos rastreados. Marielle, segundo a investigação, participou de pelo menos uma das agendas pesquisadas pelo suspeito.
De acordo com uma fonte que investiga o caso, Lessa usava na época do crime um telefone “bucha” (comprado com o CPF de terceiros, para não ser rastreado). Já o aparelho registrado na operadora telefônica em nome do próprio sargento foi usado no dia do duplo assassinato por uma mulher em um bairro da Zona Sul. O objetivo do militar suspeito, segundo o investigador, foi o de confundir a polícia, caso os agentes fossem verificar as antenas de telefonia das estações de rádio-base (ERBS) para checar se o celular pessoal de Lessa estava no local do crime.
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