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Assisão e Cabras de Lampião rodam Pernambuco com aula espetáculo No São João é Assim

Por Nill Júnior

O espetáculo tem início nesta segunda-feira (06/12), na cidade Pombos, na Mata Sul. O roteiro passará pelas cidades de Olinda, Recife, Buíque, Cedro e São José do Egito.

O cantor serra-talhadense e o grupo de xaxado Cabras de Lampião vão circular por Pernambuco com a aula espetáculo “No São João é Assim”, projeto idealizado pela Fundação Cultural Cabras de Lampião. O objetivo é apresentar o forró nas escolas públicas com suas variantes, como o Baião, o Xote, o Xaxado e a Marcha Junina.

Entre as apresentações musicais apresentadas por Assisão, o Grupo Cabras de Lampião contará em versos as origens e influências de cada ritmo. As músicas que irão compor o repertório serão selecionadas pelo próprio Assisão, dono de mais de cinquenta sucessos juninos. As coreografias e os versos de cordel serão desenvolvidos pelos Cabras de Lampião.

De acordo com a Fundação Cabras de Lampião, a aula espetáculo “No São João é Assim” é uma ação de impacto social e cultural. Ela possibilitará a participação dos alunos, professores e funcionários das unidades de ensino desses locais, oportunizando o contato com a riqueza da diversidade cultural pernambucana. O projeto promoverá a experimentação, a reflexão crítica, a troca de conhecimentos e de metodologias entre os artistas, e tem como proposta romper os limites socialmente estabelecidos entre as artes consagradas e a cultura popular.

“É para colaborar com a compreensão da origem e do desenvolvimento desses ritmos que surge o projeto “No São João é Assim”, um trabalho erudito de valorização destas heranças rítmicas populares nordestinas, apresentado através de uma aula espetáculo conduzida pelo mestre Assisão e o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião”, explica a presidente da Fundação Cabras de Lampião, Cleonice Maria.

“A união desses dois magníficos filhos de Serra Talhada, Assisão e os Cabras de Lampião, vem coroar a importância que tem o Xaxado para a região e para a identidade cultural do nosso país. Além da dança e da música, que demonstram a força do Cangaço e do povo nordestino, o Xaxado atrai ainda uma riqueza de elementos como as indumentárias, as comidas, os hábitos e, principalmente, as histórias, narradas nas letras das canções”, comenta Anildomá Willians, presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada.

Roteiro das cidades:

Pombos (Mata Sul)

Data: 06.12.2021 (segunda-feira)

Local: EREM Capitão Manoel Gomes d’Assunção

Hora: 14h

 

Olinda (Região Metropolitana)

Data: 07.12.2021 (terça-feira)

Local: Espaço Cultural Profº. José de Barros Lins (Instituto Allan Kardec). Avenida Prof. Andrade Bezerra, Salgadinho

Hora: 15h

 

Recife (Região Metropolitana)

Data: 07.12.2021 (terça-feira)

Local: Escola Municipal Santa Luzia, Estância

Hora: 10h

 

Buíque (Agreste)

Data: 08.12.2021 (quarta-feira)

Local: Escola Ana Rosa de Almeida (Comunidade Quilombola Mundo Novo)

Hora: 9h

 

Cedro (Sertão Central)

Data: 09.12.2021 (quinta-feira)

Local: EREM Professor Manoel Joaquim Leite

Hora: 09h

 

São José do Egito (Sertão do Pajeú)

Data: 10.12.2021 (sexta-feira)

Local: ETE Professora Célia Siqueira

Hora: 14h

Outras Notícias

Morre Carlos Ustra, ex-chefe de órgão de repressão na ditadura

Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa. […]

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Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa.

Em 23 de abril, ele foi encaminhado à UTI do Hospital das Forças Armadas (HFA) com suspeita de infarto, após um mal-estar.

De 29 de setembro de 1970 a 23 de janeiro de 1974, Ustra foi chefe do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), do II Exército, órgão utilizado para reprimir manifestações políticas contrárias à ditadura militar.

Polêmica: Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade em 2013, o coronel afirmou que a presidente Dilma Rousseff participou de “organizações terroristas” para implantar o comunismo no Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Segundo Ustra, se os militares não tivessem lutado, o Brasil estaria sob uma “ditadura do proletariado”.

Convocado para depor sobre supostos crimes contra os direitos humanos no DOI-Codi, Ustra conseguiu na Justiça o direito de permanecer calado. A defesa de Ustra sugeriu o envio de uma cópia do livro “Verdade sufocada”, em que o militar descreve sua atuação no órgão, mas o coronel aceitou comparecer e falar sobre o período.

Em dezembro, o relatório final da Comissão da Verdade incluiu o nome de Brilhante Ustra entre os377 responsabilizados por mortes na ditadura. Durante o comando do militar no DOI-Codi, o relatório cita registros de ao menos 45 mortes e desaparecimentos políticos. (G1)

Brejinho: obra que vai levar água a comunidades rurais tem andamento 

Por André Luis O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, divulgou um vídeo em suas redes sociais, onde mostra o andamento das obras do sistema simplificado de abastecimento de água que vai beneficiar moradores de Gregório, Logradouro e Tamboril. Bento destaca na legenda da postagem que a obra é uma realização da Prefeitura Municipal, por meio […]

Por André Luis

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, divulgou um vídeo em suas redes sociais, onde mostra o andamento das obras do sistema simplificado de abastecimento de água que vai beneficiar moradores de Gregório, Logradouro e Tamboril.

Bento destaca na legenda da postagem que a obra é uma realização da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Agricultura e Recursos Hídricos, com parceria do Sistema Integrado de Saneamento Rural (SISAR).

Infraestrutura, emprego e educação: desafios de Pernambuco para 2019

Por: Etiene Ramos/Folha PE O governador reeleito, Paulo Câmara tem uma série de desafios para acelerar a retomada do crescimento de Pernambuco, melhorar o nível de emprego e qualidade de vida da população, e concluir obras estruturadoras que dependem, em grande parte, do governo federal. São desafios importantes que, na opinião dos economistas da Ceplan […]

Transposição do São Francisco. Foto: Ministério da Integração Nacional/Divulgação

Por: Etiene Ramos/Folha PE

O governador reeleito, Paulo Câmara tem uma série de desafios para acelerar a retomada do crescimento de Pernambuco, melhorar o nível de emprego e qualidade de vida da população, e concluir obras estruturadoras que dependem, em grande parte, do governo federal. São desafios importantes que, na opinião dos economistas da Ceplan Consultoria Econômica e Planejamento, precisam ser enfrentados a partir do aumento de investimentos e do restabelecimento das condições fiscais para novas operações de crédito.

“Um dos problemas principais é o da infraestrutura econômica. Nossa estrutura está muito comprometida e investimentos estratégicos para o Estado não foram realizados”, afirma Jorge Jatobá, economista e sócio-diretor da Ceplan, citando o Arco Metropolitano, uma obra projetada para melhorar a logística entre os polos industriais do Litoral Norte e do Porto de Suape. Investimento federal, o Arco pode ser feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ou por Parceria Público Privada (PPP). “Ele irá desafogar o transporte de passageiros e sobretudo de cargas do conjunto de empresas recém instaladas no Litoral Norte como a Vivix, a Hemobrás e sobretudo a Jeep”, completa Jatobá.

A Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) também defende o Arco Metropolitano, assim como toda e qualquer obra de infraestrutura, que considera mais importante do que incentivos fiscais para a atração e manutenção de empreendimentos. Sem projeto definido ainda por falta de licença ambiental do Estado, o Arco ainda não saiu do papel, atrasando outros investimentos. Para a Fiepe, a legislação ambiental é boa, mas precisa ser aplicada sem o viés ideológico do ambientalismo. Sem as licenças ambientais, nem verbas federais nem PPPs podem ser executadas.

Outras obras significativas que também dependem do governo federal ou de uma nova engenharia financeira, segundo Jorge Jatobá, são a ferrovia Transnordestina – que chega ao Ceará e só deve chegar a Pernambuco daqui a nove anos, e as obras complementares da Transposição do Rio São Francisco para levar água à população e à atividade produtiva do Agreste e, principalmente, do Sertão do Estado. “O modelo de financiamento dos investimentos vai mudar. A crise fiscal não vai mais permitir ao Estado, no curto prazo, ser o grande financiador de obras como foi no século 20. Novos modelos de investimentos fazem parte de uma agenda importante para Pernambuco, para o Nordeste e, principalmente, para a infraestrutura que precisamos”, observa a também economista e sócia-diretora da Ceplan, Tania Bacelar.

Em janeiro, o governador Paulo Câmara levou ao ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, projetos que precisam ser concluídos para Pernambuco não ficar parado. “Arco Metropolitano, Transnordestina, Porto de Suape, Porto do Recife, rodovias… montamos um mapa de tudo que era necessário acontecer e apresentamos ao ministro. A mesma pauta mostramos aos senadores e deputados. Para nós é muito importante desarmar os palanques, deixar campanha política de lado. Estamos unidos para articular os projetos e dialogar com o governo federal a fim de implementá-los seja pela via governamental ou por PPPs. O importante é viabilizar os projetos para Pernambuco”, revela o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Bruno Schwambach.

A retomada do crescimento econômico tanto para o Brasil quanto para Pernambuco, segundo Jorge Jatobá, está sendo lenta e, se a política não atrapalhar, 2019 vai continuar tendo desempenho aquém do necessário e desejado. “Mas espera-se que, até o final dos atuais mandatos do presidente Jair Bolsonaro e do governador Paulo Câmara, a economia volte a uma trajetória de crescimento bem mais alta, onde o Estado pode repetir o desempenho que teve até 2014, como fez em 2017 e 2018, crescendo pouco, mas ainda assim duas vezes mais que a média nacional”, analisa Jatobá.

Emprego e educação

Para Tania Bacelar, Pernambuco precisa decidir o que fazer depois do boom que conquistou antes da crise econômica e dos seus desdobramentos, e definir uma agenda sintonizada com o século 21, vendo as mudanças que estão acontecendo, as sementes que já existem e oferecendo estímulos às atividades que vão sinalizar o novo contexto econômico deste século. “Passando pelas duas agendas, a questão do emprego, associada à da educação, precisa ser discutida. O mercado de trabalho mudou, não é só a crise que está prejudicando a empregabilidade. Mudanças tecnológicas e novas formas de produzir vieram para ficar. Pernambuco precisa ter uma agenda de inovação para uma estratégia de futuro consistente”, afirma.

Jorge Jatobá destaca ainda, no desafio educacional, a necessidade de se formar mão de obra qualificada para atender ao mercado de trabalho que está com dificuldades para apresentar um bom desempenho. “Os empregos gerados ou que serão gerados exigem perfis profissionais e bem mais qualificados. É um desafio para o sistema universitário de ensino, para o Sistema S (Senai, Sesc, Senat), entre outras instituições, e para escolas técnicas. Ele deve ser enfrentado com muito vigor, a fim de formar pessoal com qualidade desde a educação básica. Isso dará continuidade ao trabalho bem sucedido do ensino médio, intensificando o trabalho no ensino fundamental”, acredita.

O economista ainda chama a atenção para dois fatores que vêm diluindo a geração de empregos no cenário estadual: na recessão, as empresas enxugam seus quadros, realizam mudanças tecnológicas, modernizam processos, aumentam a produtividade e saem da crise mais enxutas, mais eficientes. O outro é o movimento estrutural que está em curso, o da indústria 4.0, que agrega muito valor mas não gera muito emprego. “Pernambuco se destaca na área de Tecnologia da Informação e Comunicação com o Cesar, o Porto Digital, o centro de inovação da Accenture na América Latina e outras empresas de alto impacto. Então vai continuar avançando mas vai demorar a retomar o nível de crescimento do emprego”, observa.

Vicentinho confirma pré-candidatura a vereador, mas não descarta disputar majoritária

Por André Luis O ex-vereador e atual presidente da Comissão Provisória do PTB em Afogados da Ingazeira, Vicente Zuza (Vicentinho), foi o convidado no Debate das Dez da Rádio Pajeú FM desta terça-feira (10). Vicentinho que é um nome importante da política no município, estando vereador por três mandatos, abriu mão de sua candidatura em […]

Por André Luis

O ex-vereador e atual presidente da Comissão Provisória do PTB em Afogados da Ingazeira, Vicente Zuza (Vicentinho), foi o convidado no Debate das Dez da Rádio Pajeú FM desta terça-feira (10).

Vicentinho que é um nome importante da política no município, estando vereador por três mandatos, abriu mão de sua candidatura em 2016, para apoiar o agora ex-vereador Franklin Nazário, que teve que abrir mão do mandato por conta da função como policial militar não ser compatível com a função política falou sobre esse acordo, a sua volta ao cenário político, visto que pretende voltar a disputar um cargo eletivo no município e também sobre a polêmica gerada a partir de um comentário nas redes sociais onde critica o vereador Augusto Martins.

Vicentinho confirmou a sua pré-candidatura a vereador em 2020, mas disse que seu nome está também a disposição para compor uma chapa majoritária se for do desejo do povo.

“Eu expressei a minha vontade de voltar a disputar cargos eletivos em Afogados da Ingazeira, mas também meu nome fica a disposição para compor uma chapa majoritária, porque não? Quem tem que decidir é a população e se o nome da gente for bem aceito e cair nas graças do povo vamos estar lutando e buscando um espaço que a população deseja que a gente ocupe”, afirmou.

Sobre o seu acordo com o ex-vereador Franklin Nazário, Vicentinho disse acreditar na palavra do colega. “Eu confio muito em Franklin, até pra ele tomar a decisão de se afastar, eu participei, ele conversou comigo”, disse Vicentinho que explicou o acordo: “a gente tem esse compromisso firmado entre eu e ele, de que na eleição passada eu apoiaria ele e que se eu disputasse a eleição em 2020 ele me devolveria o apoio e não disputaria a eleição, e eu tenho conversado com ele e das vezes que a gente conversou ele confirmou e eu acredito nele”, revelou.

Questionado sobre o seu posicionamento político, visto o fato de estar filiado ao PTB, partido do vereador Zé Negão, que já confirmou a sua pré-candidatura à prefeito de Afogados, Vicentinho afirmou ser aliado do prefeito José Patriota e que está ainda no PTB, mas que até janeiro vai definir para onde vai.

Também disse aguardar para ver se realmente vai haver o “racha” na Frente Popular que todos dizem ser inevitável visto que Totonho também já confirmou a sua pré-candidatura, estando inclusive tocando algumas agendas paralelas, mas que torce pela união do grupo.

“Eu acredito que devem ter muitas conversas ainda, se depender de mim eu quero a união e que o candidato saia de um grupo só eu espero que chegue a esse resultado final para que a gente não tenha que opinar por A ou B, mas de antemão eu faço parte do grupo do prefeito hoje”, disse.

Quando provocado a dar uma nota para os governos Totonho e Patriota, Zuza escolheu o empate, dando a nota dez para as duas gestões.

Sobre a possível candidatura do atual vice-prefeito Alessandro Palmeira (Sandrinho), ele disse achar um bom nome e que ganhou protagonismo dentro do governo pelo fato de Patriota ter aberto espaço para isso.

Sobre o fato de ter chamado o vereador Augusto Martins de “covarde e ingrato” em resposta a uma postagem de apoio ao vereador no Facebook, Vicentinho explicou os motivos que o levaram ao comentário e que não se arrepende. “Não tiro uma vírgula do que eu disse.”

Sebastião Dias deixa debate sobre Pacto para ser o “Rei do Baralho”

O flagrante é do blogueiro Júnior Finfa e mostra o prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), sem nenhuma preocupação sobre o debate em torno do Pacto Federativo, promovido pela AMUPE. Na pauta, temas estratégicos para a gestão pública como a Cessão Onerosa, a tiragem da nova carteira de identidade nos municípios em convênio com o […]

O flagrante é do blogueiro Júnior Finfa e mostra o prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), sem nenhuma preocupação sobre o debate em torno do Pacto Federativo, promovido pela AMUPE.

Na pauta, temas estratégicos para a gestão pública como a Cessão Onerosa, a tiragem da nova carteira de identidade nos municípios em convênio com o Governo do Estado, os precatórios do Fundef, o 1% extra do FPM e a nova PEC do Pacto Federativo, que tramita no Congresso.

Mas, Sebastião Dias está preocupado mesmo é em jogar baralho no seu smarthfone. Isso com despesas pagas pelo contribuinte. Só mais um exemplo da necessidade de avanço administrativo para a querida Cidade das Tradições. E antes que os puxa-sacos de Dinca Brandino invoquem a bandeira do “muda já”, o alerta de que da mesma forma, ele não representa esse avanço para muitos.