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Gestão Pedro Alves comenta pesquisa

Por Nill Júnior

A gestão do prefeito Pedro Alves comentou nas suas redes sociais o resultado da pesquisa do Instituto Expressão,  do blogueiro Itamar França.

Nela, na terceira rodada, a desaprovação da gestão do prefeito Pedro Alves (PSDB) atingiu 52,7%, superando a aprovação, que ficou em 44%, com 3,3% dos entrevistados não opinando.

“Recebemos com tranquilidade e serenidade o resultado da pesquisa política realizada pelo Instituto de Pesquisa Expressão (IPE) em nosso município. Ainda assim, entendemos ser prudente a realização de novos levantamentos por outros institutos, como forma de comparação e validação dos dados apresentados”, disse.

“De toda forma, é importante evitar interpretações precipitadas ou leituras superficiais do cenário. Um resultado que aponta 52% de desaprovação frente a 44% de aprovação, embora evidentemente mereça atenção, está longe de representar qualquer quadro definitivo ou irreversível do ponto de vista político”, acrescentou.

“É preciso considerar, antes de tudo, o contexto natural de uma nova gestão. Toda mudança administrativa exige ajustes, redefinições de prioridades e adoção de medidas voltadas à organização e ao funcionamento da máquina pública. E, naturalmente, esse processo gera incompreensões, resistência e insatisfações em determinados setores, especialmente nos primeiros momentos do governo”, seguiu.

“Além disso, o ambiente político enfrentado desde o início da gestão também influencia diretamente a percepção da população. Houve, ao longo desse período, oposição constante, divergências internas e movimentações políticas antecipadas, muitas vezes impulsionadas mais por interesses pessoais e pela antecipação do debate sucessório do que propriamente pelo interesse público. Tudo isso acaba contribuindo para a formação de narrativas negativas e para um desgaste frequentemente desproporcional à realidade da gestão”.

Mesmo diante desse cenário, diz a gestão,  um índice de 44% de aprovação não pode ser ignorado. Pelo contrário. “Ele demonstra que uma parcela significativa da população reconhece o trabalho sério, responsável e comprometido que vem sendo desenvolvido em Iguaracy”.

“Outro dado relevante é que a diferença entre os índices de aprovação e desaprovação é de apenas 8 pontos percentuais, o que demonstra um cenário completamente aberto e ainda em construção. Vale lembrar, ainda, que a gestão sequer completou um ano e meio. Há muito trabalho em andamento, ações sendo estruturadas e resultados que naturalmente aparecerão com o tempo”.

E concluiu: “Seguimos com serenidade, consciência tranquila e absoluto compromisso com Iguaracy, focados em trabalhar, avançar e entregar à população uma gestão cada vez mais eficiente, responsável e transparente”.

Outras Notícias

O fato e a foto: mais de 500 vaqueiros participam de cavalgada em Serrita

Ao todo,  518 vaqueiros desfilaram pelas principais ruas de Serrita, a Capital do Vaqueiro, neste sábado. Apesar de ter sido a primeira cavalgada da cidade, ela já se tornou a maior cavalgada do sertão de Pernambuco. A expectativa inicial era de 200 participantes.  Mas cerca de 300 vaqueiros chegaram ao sítio Carnaúba  e se juntaram a mais […]

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Do Radar.net

Ao todo,  518 vaqueiros desfilaram pelas principais ruas de Serrita, a Capital do Vaqueiro, neste sábado. Apesar de ter sido a primeira cavalgada da cidade, ela já se tornou a maior cavalgada do sertão de Pernambuco.

A expectativa inicial era de 200 participantes.  Mas cerca de 300 vaqueiros chegaram ao sítio Carnaúba  e se juntaram a mais 200 vaqueiros. Foram 20 horas de festa sem intervalo.

Afogados FC terá em média R$ 150 mil de cota de televisão no estadual 2020

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, confirmou informações sobre o orçamento do Campeonato Pernambucano de 2020, com data de estreia marcada para 18 de janeiro. Em entrevista ao comentarista Ralph de Carvalho, da Rádio Jornal, o mandatário da entidade falou sobre a liberação dos estádios e antecipou a divisão de cotas […]

Presidente da FPF, Evandro Carvalho. Foto: FPF/Divulgação

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, confirmou informações sobre o orçamento do Campeonato Pernambucano de 2020, com data de estreia marcada para 18 de janeiro.

Em entrevista ao comentarista Ralph de Carvalho, da Rádio Jornal, o mandatário da entidade falou sobre a liberação dos estádios e antecipou a divisão de cotas entre os clubes que vão participar do certame.

“A Rede Globo só firmou contrato com Pernambuco. Não renovou contrato com outros Estados no Nordeste e Norte. Nós teremos a partir desse e do próximo ano São Paulo, Rio, Minas e Pernambuco com televisionamento. A cota é R$1 milhão para Sport, R$1 milhão para Náutico, R$1 milhão para Santa Cruz e R$1 milhão para a Federação. A Federação pega esse crédito e rateia com os clubes intermediários e coloca uma cláusula no contrato que exige que tenha televisionamento de pelo menos um clube intermediário com um dos três clubes grandes. É uma forma indireta de gerar receita para o clube. Eles ganham em torno de R$ 150 mil. Entre os clubes está o Afogados FC. Esse ano teve um plus significativo. Porque a Federação esse ano vai custear a arbitragem do Campeonato. É a primeira vez no Brasil que isso acontece”, comentou Evandro Carvalho.

Desemprego atinge as mulheres: empresas preferem demitir trabalhadoras

Do Correio Braziliense A crise econômica está destruindo, com mais força, o mercado de trabalho para um dos grupos que foi determinante à reeleição da presidente Dilma Rousseff: as mulheres. Neste ano, a taxa de desocupação entre elas saltou de 6%, em janeiro, para 8,7%, em setembro, segundo a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do […]

Esse movimento amplia a desigualdade no mercado. Em 2012, quando a economia ainda crescia, elas respondiam por 45,5% do total de vagas. Agora, ocupam 43,2%
Esse movimento amplia a desigualdade no mercado. Em 2012, quando a economia ainda crescia, elas respondiam por 45,5% do total de vagas. Agora, ocupam 43,2%

Do Correio Braziliense

A crise econômica está destruindo, com mais força, o mercado de trabalho para um dos grupos que foi determinante à reeleição da presidente Dilma Rousseff: as mulheres. Neste ano, a taxa de desocupação entre elas saltou de 6%, em janeiro, para 8,7%, em setembro, segundo a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na mesma base de comparação, o desemprego entre os homens pulou de 4,7% para 6,6%. Na avaliação de especialistas, as empresas estão preferindo demitir as mulheres por terem salários menores — as rescisões de contratos são mais baratas —, mesmo sendo elas, na maior parte dos casos, mais escolarizadas e produtivas, e por preconceito, pois muitas se ausentam por causa da maternidade.

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), confirmam esse quadro preocupante, principalmente em estados menos desenvolvidos, nos quais a inserção da mulher no mercado de trabalho sempre foi mais difícil. Em Alagoas, enquanto as demissões das profissionais subiram 7,1% ante os 12 meses imediatamente anteriores, entre os homens, os desligamentos recuaram 9,8%. Na Paraíba, o fechamento de vagas entres as trabalhadoras foi 8,7% maior; entre eles, houve incremento de minguado 0,3%. No Piauí, os cortes entre as mulheres saltou 17,1% e, entre os homens, 3,7%. Essas discrepâncias mostram que a desigualdade no mercado de trabalho voltou a aumentar.

“A questão é: os homens estão sendo desligados com menos frequência do que as mulheres”, diz Fábio Bentes, economista sênior da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “É uma regressão. Nos anos de bonança, mais mulheres entraram no mercado. Agora, com a recessão, são elas as que mais sofrem com o fechamento de vagas formais”, acrescenta. A tendência, ressalta Bentes, é de esse quadro se agravar à medida que a economia afunda. Em 2012, elas chegaram a responder por 45,5% dos postos de trabalho. No fim do ano passado, esse índice já estava em 43,2%.

As demissões têm sido dramáticas para muitas mulheres. Grazielle Araújo ainda não se recuperou do dia em que foi comunicada da dispensa do cargo de gerente de uma loja de cosméticos. “Faz três meses, mas continuo abalada”, afirma. Não sem razão. “Estava me planejando financeiramente para comprar um imóvel. Esse sonho teve que ser abandonado”, relata. Não foi só. Com a perda do emprego veio o fim do casamento. A falta da garantia do salário todos os meses foi determinante para a desestruturação do relacionamento.

O que mais assusta Grazielle é que, olhando para a frente, não há perspectivas de melhoras. A recessão na qual o país se atolou está destruindo ao menos 100 vagas com carteira assinada por hora. Vários amigos dela já foram vítimas do desemprego. “Há um ano, eram muitas oportunidades. Era chamada para várias entrevistas de trabalho. Hoje, até com indicações de amigos e familiares está difícil arrumar alguma coisa”, lamenta. A jovem cursa direito com a ajuda do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e teme as condições futuras para o pagamento da dívida. “Não sei se estarei empregada quando me formar. Preciso de um emprego para honrar os compromissos que virão”, afirma.

Na opinião do professor Carlos Alberto Ramos, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), a crise econômica pode estar amplificado o preconceito contra as mulheres no mercado de trabalho. “Existe uma lógica econômica que, diante da possibilidade de gravidez e da ausência por conta dos filhos, o empregador tenda a contratar um homem. Já os que dão chances às mulheres oferecem rendimentos menores, mesmo que elas sejam mais produtivas”, afirma. Nos cálculos de Fábio Bentes, da CNC, em média, os salários pagos a elas são 20,8% menores que os dos homens.

Informalidade
Pelos dados do Caged, 7,6 milhões de mulheres perderam o emprego neste ano. Como as demissões vão continuar, diz Tiago Cabral Barreira, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), a tendência é de que parte delas migre para a informalidade, trabalhando por conta própria. Foi o que fez Viviane Florentino da Silva, 26 anos, que tem vendido produtos de beleza desde o desligamento de uma loja de informática, em agosto do ano passado. Quando as vendas estão boas, ela embolsa aproximadamente R$ 1,1 mil, salário que recebia como recepcionista.

Com esse valor, no entanto, Viviane só consegue bancar as necessidades básicas. Para ela, que é mãe de uma criança de apenas um ano, não será fácil retornar ao mercado de trabalho. “Acredito que antes era mais fácil conseguir um emprego porque eu não tinha filho. Agora, muitas portas se fecharam”, lamenta.

Acusado de traidor por Miguel, Pimentel apoia Marília

A candidata ao Governo de Pernambuco pelo Solidariedade Marília Arraes anunciou em coletiva de imprensa  o apoio do prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), à sua candidatura. Raimundo esteve ao lado da esposa e ex-deputada estadual,  Socorro Pimentel. O anúncio foi comemorado por desfalcar o palanque importante dos Coelhos. Pimentel era ligado ao bloco do […]

A candidata ao Governo de Pernambuco pelo Solidariedade Marília Arraes anunciou em coletiva de imprensa  o apoio do prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), à sua candidatura.

Raimundo esteve ao lado da esposa e ex-deputada estadual,  Socorro Pimentel.

O anúncio foi comemorado por desfalcar o palanque importante dos Coelhos. Pimentel era ligado ao bloco do ex-prefeito e candidato Miguel Coelho,  que o acusa de traidor a aliados.

Entretanto, ao tomar esta decisão, Pimentel não leva todo o seu grupo político para o lado de Marília. O seu vice, Evilásio Mateus (UB), segue apoiando a candidatura de Miguel Coelho (UB).

Carnaíba: prefeitura anuncia pagamento de novembro e parcela do 13º

Apesar da crise financeira que os municípios vem enfrentando, com muitos anunciando contenção de gastos e até alteração no cronograma de pagamento do funcionalismo e demissões de contratados,  em Carnaíba a prefeitura anunciou o pagamento dos servidores municipais referente ao mês de novembro e a segunda parcela do 13º salário. Nesta 5ª feira (29) os […]

Apesar da crise financeira que os municípios vem enfrentando, com muitos anunciando contenção de gastos e até alteração no cronograma de pagamento do funcionalismo e demissões de contratados,  em Carnaíba a prefeitura anunciou o pagamento dos servidores municipais referente ao mês de novembro e a segunda parcela do 13º salário.

Nesta 5ª feira (29) os servidores da educação recebem os salários e a segunda parcela do abono natalino. A primeira parcela já havia sido paga no meio do ano. Na sexta (30) recebem os servidores das demais secretarias.

O pagamento representa a injeção de R$ 1 milhão e 600 mil na economia local e o 23º mês pagando em dia nesta gestão. “É preciso um planejamento enorme para honrar os compromissos com os funcionários públicos, uma vez que o FPM teve queda brusca neste segundo semestre e o serviços oferecidos a população não podem ser suspensos”, disse o Prefeito Anchieta Patriota.

“Vale ressaltar que quando governou Carnaíba ente 2005 e 2013, Anchieta pagou aos servidores em dia durante os oito anos”, conclui a prefeitura em nota.