Queiram distância: gestão LW ainda não pagou blogueiros
Blogueiros em reserva com o blog acusaram em 25 de outubro o governo Wellington Maciel, de Arcoverde, de contratar mídia institucional para valorizar suas ações, mas não pagar.
Pasmem: já são cinco meses de atraso pelo pagamento referente à divulgação de banner ou informações institucionais da gestão nos veículos. “A gente fala com ele e é a mesma coisa de falar com uma parede”, diz um deles em reserva.
Uma das estratégias de Wellington Maciel, da primeira dama Rejane é do seu núcleo de comunicação é realizar campanhas pagas através de uma agência contratada para esse fim. A ideia é tentar com isso cercear parte da imprensa, explorando só a agenda positiva.
No caso do blog, o veículo não se exime da divulgação de mídia institucional, um serviço que legalmente os municípios podem prestar. Mas não condiciona a veiculação dessa mídia à condução independente de sua linha editorial. O blog externou essa posição quando procurado por nomes da comunicação de Arcoverde.
“O blog entende que sua linha editorial buscando independência atrai audiência que favorece a divulgação de mídia institucional ou comercial”, costuma usar como mantra em sua interlocução. Certamente por isso, está em uma relação de veto, o que não incomoda ou interfere em sua condução. Preferimos assim.
Enquanto isso, a gestão LW divulga, mas faz de conta que paga, sonegando um direito dos veículos contratados. Simples assim: quem divulgou, quer receber.



O multiartista Paulo Matricó emprestou seu talento à Sexta Musical de hoje no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
No último dia de seu mandato frente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, inovações e Comunicações (MCTIC) do governo Temer, Gilberto Kassab, agora secretário licenciado do governo de João Doria em São Paulo, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 31 de dezembro a extinção ou suspensão das outorgas de cerca de cento e trinta emissoras comunitárias de rádio de todas as regiões do Brasil.
O prazo, concedido pelo ministro Nunes Marques, está previsto na lei que rege processos no Supremo.












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