Notícias

Dessoles confirma pré-candidatura

Por André Luis

O ex-prefeito de Iguaracy, Francisco Dessoles, confirmou ao blog que é pré-candidato à Prefeitura em 2024.

O ex-prefeito conta com o apoio do deputado estadual Romero Sales (União Brasil) e da deputada federal Iza Arruda (MDB).

“Estou colocando meu nome como pre-candidato”, disse ao blog.

Em 2020 o candidato apoiado por Dessoles, Rogério Lins, somou 42,06% dos votos e perdeu para o atual prefeito, Zeinha Torres (PSB), que foi reeleito com 57,94% no primeiro turno.

“Sei que tem dois vereadores que me apoiam, Juciano Gomes e Amaury da ração”, disse quando questionado sobre apoio de vereadores.

O apoio de Romero e Iza fortalece a oposição em Iguaracy. Os dois são próximos da governadora Raquel Lyra e têm costurado alianças políticas pelo estado.

Outras Notícias

Nepotismo na Prefeitura de Tabira, com esposa, filho e genro de prefeito no secretariado

  por Anchieta Santos Já que o nepotismo ocorre quando um funcionário é promovido por ter relações de parentesco ou vínculos com aquele que o promove, podemos dizer que o prefeito Sebastião Dias pratica nepotismo em Tabira. Com a nomeação do genro Jandson Menezes Barbosa para a Tesouraria que equivale a 1ª escalão, agora são […]

 

page
Prefeito Sebastião Dias e a primeira dama Ieda Barbosa, seu filho Alan Dias e seu genro Jadson Menezes

por Anchieta Santos

Já que o nepotismo ocorre quando um funcionário é promovido por ter relações de parentesco ou vínculos com aquele que o promove, podemos dizer que o prefeito Sebastião Dias pratica nepotismo em Tabira.

Com a nomeação do genro Jandson Menezes Barbosa para a Tesouraria que equivale a 1ª escalão, agora são 03 nomes da “Grande Família” na equipe principal.

Além do novo nomeado, Ieda Melo(esposa) é Secretária de Desenvolvimento Social e Alan Dias(filho) é Secretário de Saúde.

Sem contar com presenças de filha e sobrinho em cargos menores.

São João Matuteiro de São José de Princesa terá abertura hoje

Programação terá Pedrinho Pegação, Delmiro Barros e Camilinho Começa hoje o São João Matuteiro de São José de Princesa. O evento, que este ano estará em sua primeira edição, será o maior evento junino da região da Serra do Teixeira, realizado pela prefeitura da cidade com apoio do Governo do Estado da Paraíba. Serão mais […]

Programação terá Pedrinho Pegação, Delmiro Barros e Camilinho

Começa hoje o São João Matuteiro de São José de Princesa. O evento, que este ano estará em sua primeira edição, será o maior evento junino da região da Serra do Teixeira, realizado pela prefeitura da cidade com apoio do Governo do Estado da Paraíba.

Serão mais de duzentas horas de forró, mais de 60 atrações, com início no dia 31 de maio, indo até 2 de julho, num total de 33 dias.

O objetivo é o de fomentar o turismo, desenvolver a cultura, aquecer a economia local, gerar emprego e renda, valorizando a região com visibilidade e atraindo turistas de toda a Paraíba e do Estado do Pernambuco.  A Prefeitura da cidade edificou a Cidade Matuta, cidade cenográfica climatizando a festa, ambientada com uma ornamentação típica do período junino.

Há uma área com barracas para o comércio local, praça de alimentação incentivo o empreendedorismo durante o evento, que terá atrações regionais e locais, como Amazan, Pedrinho Pegação, Ranniery Gomes, Kelly Silva, Delmiro Barros, Daniel Gouveia, Glício Lee, Felipe Mello e vários outros shows.

A abertura do evento hoje terá shows de Pedrinho Pegação, Delmiro Barros e Camilinho e Forró Arrocha o Nó. A festa terá cidade cenográfica, segurança eletrônica, monitoramento por câmera, estrutura de grandes eventos, portal, ornamentação junina, banheiros químicos, em grande estrutura, pela primeira vez na região da Serra do Teixeira.

Queda na vacinação traz de volta rubéola, caxumba, catapora e sarampo

As consequências da queda da cobertura de diversas vacinas no Brasil, verificada desde 2017, começam a ser percebidas mais claramente com o arrefecimento da pandemia de Covid-19. A reportagem é de Maria Eduarda Cadim e Isabel Dourado/Correio Braziliense. O retorno de doenças já erradicadas no país, como o sarampo, é um desses danos. Este ano, […]

As consequências da queda da cobertura de diversas vacinas no Brasil, verificada desde 2017, começam a ser percebidas mais claramente com o arrefecimento da pandemia de Covid-19. A reportagem é de Maria Eduarda Cadim e Isabel Dourado/Correio Braziliense.

O retorno de doenças já erradicadas no país, como o sarampo, é um desses danos. Este ano, até 26 de fevereiro, nove casos da doença foram confirmados. 

Segundo dados de um estudo técnico produzido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), nenhuma das regiões do Brasil conseguiu atingir patamares mínimos entre os imunizantes disponíveis contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora.

Jonas Brant, professor da Universidade de Brasília (UnB) e epidemiologista, explica que, no caso do sarampo, devido à intensa transmissibilidade, é necessário que haja uma alta taxa de cobertura vacinal para impedi-lo de se propagar. 

A meta de imunização pela vacina tríplice viral — que protege contra sarampo, caxumba e rubéola — prevista pelo Ministério da Saúde é de 95%. Só que, conforme dados coletados pelo DataSUS e organizados pela CNM, essa cobertura caiu nos últimos anos. 

Em 2019, a segunda dose da tríplice viral alcançou 81,55% do público alvo, mas, no ano passado, apenas 49,62% desta população foi atingida. 

Para Brant, o movimento antivacina no Brasil ainda é recente para ser apontado como um fator de peso na queda das coberturas. Outro problema é o desconhecimento de diversas doenças, inclusive por profissionais de saúde, que foram extintas graças às campanhas de vacinação no Brasil e no mundo. 

O epidemiologista salienta, ainda, que em um contexto de desnutrição, o sarampo favorece o aumento da taxa de mortalidade infantil. Este ano, até o momento nenhuma morte por sarampo foi notificada. Mas, em 2021, foram registrados dois óbitos causados pela doença, no Amapá, de bebês menores de um ano de idade.

Três meses sem trabalhar, salário gordo, direito a faltas: como é bom ser vereador em Arcoverde

Como é bom ser vereador de Arcoverde. Segundo o blogueiro Dácio Rabelo, o recesso na Casa vai durar nada mais nada menos que 92 dias, duas vezes mais o período comum de férias de nós, mortais, durante este ano. A Casa está sem atividades desde o dia 30 de junho. Os vereadores só retornam  no primeiro […]

Câmara de Arcoverde vazia: recesso de 92 dias, salário de R$ 8 mil, mais assessores, bônus por cursos...
Câmara de Arcoverde vazia: recesso de 92 dias, salário de R$ 8 mil, mais assessores, bônus por cursos…

Como é bom ser vereador de Arcoverde. Segundo o blogueiro Dácio Rabelo, o recesso na Casa vai durar nada mais nada menos que 92 dias, duas vezes mais o período comum de férias de nós, mortais, durante este ano.

A Casa está sem atividades desde o dia 30 de junho. Os vereadores só retornam  no primeiro dia  de agosto. Durante esse intervalo de tempo, só sessões extraordinárias – que geralmente rendem um “extra” – poderão ser realizadas.

Somados os dias de recesso em julho, com o período de recesso que vai de 15 de dezembro à 15 de fevereiro de 2015, o Poder Legislativo de Arcoverde somará mais de três meses sem fazer nada. Isso sem considerar é apenas  uma sessão por semana quando estão em atividade. Muitos parlamentares costumam faltar em muitas sessões.

Em Arcoverde,o salário de cada vereador é de R$ 8.047,00 mensais. Cada um tem entre cinco e dez assessores  e diárias para cursos muitas vezes sem nenhum resultado prático de R$ 400,25.

Nem parte dos legisladores está confortável com isso. A vereadora Célia Cardoso (PR) acredita que a Câmara Municipal fica tempo demais parada. Ela pediu aos colegas para reduzir o período de recesso. “No entanto, a proposta nunca foi aceita ou debatida em plenário”, lamentou.

Quatro casos de chikungunya investigados em Pernambuco

do Diário de Pernambuco Quatro casos de febre chikungunya estão em investigação em Pernambuco, sendo dois deles referentes a moradores de Petrolina, no Sertão. Na última segunda-feira (17), o estado confirmou o segundo caso da doença, de uma moradora de Petrolina infectada em Feira de Santana, na Bahia, em agosto deste ano. Nesta quarta-feira, às […]

20141118205131588634a

do Diário de Pernambuco

Quatro casos de febre chikungunya estão em investigação em Pernambuco, sendo dois deles referentes a moradores de Petrolina, no Sertão. Na última segunda-feira (17), o estado confirmou o segundo caso da doença, de uma moradora de Petrolina infectada em Feira de Santana, na Bahia, em agosto deste ano. Nesta quarta-feira, às 9h30, haverá o lançamento do Plano Estadual de Contingência da chikungunya e da dengue 2015.

O material, com as ações para controle das doença e assistência aos pacientes, será apresentado em coletiva de imprensa na sede da Secretaria Estadual de Saúde, no bairro do Bongi.

Pernambuco não tem nenhum caso autóctone de chikungunya, ou seja, não houve transmissão do vírus em território local. Além do caso de Petrolina, cuja paciente está recebendo acompanhamento em casa – na área rural – da rede de saúde do município e segundo a secretaria de saúde apresenta um quadro estável, o primeiro caso foi de um recifense infectado na República Dominicana, que começou a apresentar os sintomas no Ceará.

Oito casos já foram descartados. Dois dos casos em investigação são referentes a pessoas que tiveram contato com o segunda infectada confirmada pela SES-PE. As amostras de sangue para os exames foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE). Os resultados deverão sair nos próximos 10 a 15 dias.

Mesmo que no primeiro teste o resultado seja negativo, serão feitas novas análises em um período de cerca de três meses para que os casos sejam efetivamente descartados.