Fortes chuvas atingem Petrolina, no Sertão de Pernambuco, no último dia de 2019
Por Nill Júnior
A cidade de Petrolina, amanheceu debaixo de chuva nesta terça-feira (31), último dia de 2019. Por isso, o município sertanejo foi o local onde mais choveu no Estado entre as 10h30 dessa segunda-feira (30) e as 10h30 desta terça (31).
Foram 30,20 milímetros, de acordo com monitoramento da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Segundo a Apac, quatro dos cinco monitores pluviométricos da cidade marcaram mais de 19 milímetros no nível das precipitações no desde a manhã da segunda (30).
O equipamento que fica no Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) do município registrou 19,60 milímetros. Já o monitor no bairro José e Maria marcou 20,20 mm.
O número aumentou no registro do equipamento no bairro Jardim São Paulo, foram 26,60 mm na região. No bairro do Gercino Coelho, o monitor pluviométrico marcou 30,20 mm no período.
Na próxima terça-feira (30), os municípios pernambucanos serão contemplados com mais de R$ 228 milhões provenientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), referentes ao 3° decêndio de janeiro de 2024. Esse repasse financeiro, fundamental para a gestão municipal, contribuirá para a execução de políticas públicas e investimentos locais. Entre os municípios beneficiados, Vitória de […]
Na próxima terça-feira (30), os municípios pernambucanos serão contemplados com mais de R$ 228 milhões provenientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), referentes ao 3° decêndio de janeiro de 2024. Esse repasse financeiro, fundamental para a gestão municipal, contribuirá para a execução de políticas públicas e investimentos locais.
Entre os municípios beneficiados, Vitória de Santo Antão e Garanhuns se destacam ao receberem as maiores quantias, totalizando expressivos R$ 2.953.465,94 cada. Por outro lado, cidades menores como Brejão, Brejinho, Solidão e Terezinha também serão contempladas, recebendo R$ 492.244,70 cada.
Embora haja um decréscimo de 7% em relação ao montante repassado em dezembro de 2023, é importante ressaltar que o valor destinado aos municípios neste último decêndio de janeiro é 15% superior ao mesmo período do ano anterior, 2022. Esse crescimento representa um importante suporte financeiro para as administrações municipais, possibilitando a continuidade e fortalecimento das ações voltadas para o bem-estar da população.
Os cálculos indicam uma movimentação financeira significativa, consolidando o papel essencial do FPM na manutenção e desenvolvimento das atividades locais. A distribuição equitativa desses recursos, que abrange municípios de diferentes portes, contribui para a promoção de uma gestão pública mais eficiente e inclusiva em todo o estado de Pernambuco. O repasse do FPM representa, assim, uma importante ferramenta para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico das diversas regiões pernambucanas.
Em tempo, o colaborador do blog e comunicador Anchieta Santos informa que na matéria intitulada Diogo Morais desagrada prefeitos no Pajeú, citou erroneamente o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, como apoiador do parlamentar do Agreste. Em contato com a produção do Rádio Vivo, Adelmo Moura garantiu que o seu estadual em 2018 será Nilton Mota, […]
Em tempo, o colaborador do blog e comunicador Anchieta Santos informa que na matéria intitulada Diogo Morais desagrada prefeitos no Pajeú, citou erroneamente o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, como apoiador do parlamentar do Agreste.
Em contato com a produção do Rádio Vivo, Adelmo Moura garantiu que o seu estadual em 2018 será Nilton Mota, também Secretário de Agricultura em substituição ao ex-deputado Ângelo Ferreira, atual prefeito de Sertânia.
A nota anterior informou que o então deputado Ângelo Ferreira (PSB) definiu um substituto para ser votado em municípios como Ingazeira e Brejinho.
Diogo Moraes, com base no Agreste até participou de eventos nas diferentes cidades. Todos os prefeitos apoiados por ele foram eleitos: Lino Moraes e Tânia Maria. Mas há queixa de a atenção de Diogo aos gestores não é a mesma agora.
Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira. Por André Luis O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com […]
Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira.
Por André Luis
O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira.
Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com 3,08% ou 588 votos, que segundo ele, representam sonhos de uma comunidade que visava a melhoria de todos. “Tudo foi pautado em cima de nossas propostas, que na minha visão transcorreu a nossa candidatura”, afirmou.
O Capitão reformado do exército, agradeceu aos eleitores que confiaram nas suas propostas, ao seu grupo, que denominou como “guerreiros” e avaliou a candidatura como satisfatória diante do que se propuseram a fazer. Tivemos uma estratégia e sabíamos da questão do poder econômico de nossos adversários e isso foi retratado nas urnas, não cabe aqui a nós nesse momento, falarmos a respeito se é certo ou errado, quem deve julgar é a população, tanto que foi ela que votou e assim transcorreu e as autoridades estavam ali para realizar o seu trabalho”, disse.
“Se pegarmos a questão da Frente Popular, que já vem um bom tempo né? Diria que deu a lógica. A projeção eleitoral de Zé Negão, sinceramente eu gostei em termos de quantitativo, isso é a realidade e pra mim no final deu a lógica”, disse avaliando a eleição de Sandrinho Palmeira e a votação de Zé Negão.
Questionado sobre erros cometidos, ou falta de ações que pudessem contribuir para um número maior de votos, Sidney reconheceu a sua ideologia política pode ter sido um dificultador.
“Todos sabem que eu sou pró-Bolsonaro. Querendo ou não, ainda tem uma resistência. Isso pesou na questão, apesar de termos aqui um grupo considerado de direita, se formos levar em consideração a votação do atual presidente”, destacou.
O Sidney destacou que pela falta de poder econômico, a estratégia usada pelo grupo foi a de apresentá-lo como conhecedor da administração pública, “e assim, levar à população essa experiência, esse conhecimento. Foi assim que procuramos trabalhar”.
O Capitão creditou a sua votação, também ao fato de ser desconhecido pela população. “Se você pegar a questão de pesquisa, a maior rejeição é justamente por não conhecer o Capitão. Desconhecimento do seu trabalho que foi realizado, mas até aí tudo bem, sem problema nenhum, ruim seria se eu tivesse um mandato eletivo e essa rejeição fosse em cima do meu trabalho, coisa que não aconteceu”, destacou.
Questionado, Sidney Cruz respondeu uma de suas abordagens que mais intrigavam a população durante a campanha. O fato de dizer que não era político, mas estava disputando um mandato.
“Político, na questão de que eu sou presidente de um partido e para você se candidatar tem que ser filiado, então, obrigatoriamente, nessa situação. Na questão da identificação com o político, é naquilo que pesa sobre o que representa hoje. É um ser desacreditado. Eu não sou aquela pessoa que fala uma coisa e faz outra, comigo a falsidade não existe, ou é, ou não é, e é justamente nesse parâmetro. Eu sou administrador”, enfatizou.
Completou ele: a política existe até dentro de casa, com seus filhos, com a sua esposa, com seus vizinhos. Então, tem coisas que lógico, como a questão da governabilidade… eu sou de conversa, eu não sou de tomar decisões sem antes consultar as pessoas, sou de Exército, sou de grupo e dentro desse aspecto, a política impera sim, mas uma política certa, correta, coisas que estando nesse meio, a gente não observa infelizmente”, destacou.
“Acho que ainda é muito cedo pra falar de futuro. Para quem partiu do zero, terminar com 588 votos, eu não sou vereador, não sou vice-prefeito, parti do zero literalmente, com todas as dificuldades, com um partido pequeno, sem recurso é bom que se diga, então nós fomos com a cara e a coragem e volto a dizer o primeiro que se mostrou ao público foi o capitão, de lá para cá muitos caíram pelo caminho e nós fomos até o final dentro de nossas ideias, mas falar sobre futuro nesse momento, eu prefiro pensar no presente, até porque o que vai determinar o futuro aqui do município, será as próximas eleições, tanto pra presidente, como para governador”, avaliou Sidney ao ser questionado sobre se daria continuidade ao projeto.
Capitão Sidney disse que as suas expectativas com relação ao governo de Sandrinho Palmeira, são as melhores possíveis. “Penso que discurso, tem que vir com a prática. Quando nós questionamos algumas situações, é porque na minha visão, poderiam ter sido realizadas de outra forma”, revelou, logo em seguida parabenizando o candidato eleito. “Que Deus o ilumine. Ele e a sua equipe, porque não vai governar sozinho. Que realmente tudo aquilo que está no seu plano de governo, nas suas ideias e nos seus pensamentos, ele consiga passar para a população. Afogados da Ingazeira, na minha visão é uma cidade que tem tudo para crescer aí precisa de gestão”.
“Existem as instituições e elas não seriam irresponsáveis ao ponto de trazer pra cá uma vacina que em nenhum momento tivesse um marco regulatório, passado por um Ministério da Saúde e pela Anvisa. Então, sendo disponibilizado à população… nós temos o velho lema né, “a palavra convence e o exemplo arrasta”, sem nenhuma demagogia, o primeiro braço a ser apresentado na frente da agulha dessa vacina seria o do capitão”, afirmou Sidney ao ser questionado se como gestor municipal tivesse que definir pela aquisição da Coronavac (A vacina chinesa), para a imunização da população.
PSB também tem briga por hegemonia no Pajeú Não é apenas no plano nacional que o PSB disputa espaço entre os seus principais nomes, como vimos na escolha dos líderes da Câmara e do Senado. No Pajeú, palco histórico do partido fundado por Miguel Arraes, nomes do Alto, Médio e Baixo buscam protagonizar as atenções […]
Não é apenas no plano nacional que o PSB disputa espaço entre os seus principais nomes, como vimos na escolha dos líderes da Câmara e do Senado. No Pajeú, palco histórico do partido fundado por Miguel Arraes, nomes do Alto, Médio e Baixo buscam protagonizar as atenções e ter hegemonia no palco socialista.
A ação do governo do Estado alimentada por Eduardo Campos de dar funções principalmente na Casa Civil a ex-prefeitos, turbinou alguns nomes. Outros nos bastidores conclamam a liderança regional pela história no partido e por já ter disputado ou exercito mandatos em nome da região.
No Médio Pajeú, estão nomes como José Patriota, Luciano Torres e Anchieta Patriota, de Afogados, Ingazeira e Carnaíba. O primeiro se prepara para presidir novamente a AMUPE e governa talvez naquele que seja o mandato mais parecido com o estilo criado por Eduardo. Ensaiou uma candidatura legislativa, mas está em stand by depois que perdeu terrenos para outros nomes do PSB na própria região.
O segundo preside a entidade e ganhou protagonismo gerindo Ingazeira. Anchieta Patriota também presidiu a Associação de Prefeitos, foi candidato a Deputado Estadual bem votado na região, não o suficiente para ganhar um mandato, e é um dos nomes históricos do partido. Pelo PSB, já foi candidato a vice governador a pedido de Arraes, na chapa encabeçada por Dilton da Conti.
No Alto, Adelmo Moura, também com história no PSB é outro que invoca sua condição de líder regional. Prefeito ingressando em mais um mandato em Itapetim, esteve na Casa Civil onde teve missão como desatador de nós de algumas questões no interior, parte delas na região. Na mesma região, Evandro Valadares ao seu estilo invoca o espaço que entende ser de direito, como quando tentou presidir o Cimpajeú.
Há ainda o caso de Ângelo Ferreira, colado, no Moxotó, mas com forte inserção no Pajeú, onde alicerçou seus mandatos de Deputado, tendo ainda ocupado a Secretaria Estadual de Agricultura. Correndo por fora, Marconi Santana, agora gerindo o Cimpajeú e já contabilizando ações importantes. A ausência de nomes de peso se dá em Serra Talhada, onde o PSB não tem o mesmo protagonismo das outras cidades e Ronaldo Melo não decola.
Não se engane, eles todos tem algo em comum: nos bastidores vivem uma batalha para liderar a legenda na região. E não considere as fotos na mídia. Em alguns casos, do pescoço pra baixo é tudo canela...
O desafio de Zé Negão a Emídio
Ele fez o desafio com cinco testemunhas oculares na Rádio Pajeú. Zé Negão disse que, caso Emídio Vasconcelos seja candidato a Deputado Estadual ou Federal, comerá um quilo de sal a cada voto que o petista tiver acima de cinquenta. Presenciaram o desafio Raimundo Lima, Daniel Valadares, este blogueiro, mais o staff do Debate das Dez da Rádio Pajeú. Detalhe: Zé Negão é hipertenso…
Difícil de achar, quase impossível de ver
Não é por ser um gente boa, com liderança histórica na política iguaraciense, que o Gerente Regional do Ipa, Moacir Rodrigues não mereça uma reprimenda pela ausência física do órgão localizado em Afogados da Ingazeira. Pior que parece que o vírus vai contaminando parte da equipe. Até para atualizar números da chuva às vezes há dificuldade de achar um funcionário de plantão.
Troféu Heleno da Inocop vai para…
O vereador Aldo Santana de Tabira. O prêmio é um reconhecimento aos legisladores que seguem o exemplo do discurso histórico de Heleno, que quando vereador de Caruaru ficou famoso ao dizer que um amigo que homenageara “foi dormir e acordou morto”. Esta semana que findou, Aldo perguntou se uma pessoa que havia morrido continuava recebendo o Bolsa Família. “Não né? Morreu”, retrucou o colega Djalma das Almofadas…
A diferença entre criador e criatura
O vice-prefeito Alessandro Palmeira, que assumiu interinamente a agenda depois que o titular Patriota foi cirurgiado, tem similaridades, mas algumas diferenças do titular da pasta. Sandrinho tem bom trato. Patriota, também, mas a depender das circunstâncias não guarda pancada. Na imprensa, Sandrinho diz mais sim que o titular, que gosta de evidenciar mais as dificuldades que os facilitadores, como na pauta do trânsito. Só uma observação. Ninguém exige que sejam iguais criador e criatura.
Vai bem
Os primeiros passos de Marconi Santana no Cimpajeú são anos luz melhores que os dados pelo antecessor Deva Pessoa. Já cumpriu agenda para buscar investimentos regionais em secretarias do estado e em Brasília. Está se empenhando em destravar um calo regional, do SAMU, o que poucos colegas fizeram. Que siga assim…
O bichinho do … mordeu lideranças de Tabira
Esta semana, o comunicador Anchieta Santos perguntou ao ex-prefeito Dinca Brandino como definir quem, mesmo obrigado pela justiça, não paga. Era uma referência à ação por danos morais que moveu e ganhou contra Dinca, que já avisou só pagar quando a justiça fizer a execução. Na mesma semana, uma ordem do Diretor da Cidade FM, Paulo Manu , circulava nos corredores da emissora: a gestão Sebastião Dias só voltaria a ter espaço na programação quando zerasse um débito que se arrasta há meses com a rádio.
Blogueiro assume prefeitura interinamente
Até o pedreiro estranhou quem sentara na cadeira.
Com a ausência de Alessandro Palmeira, em encontro da REDE, e de Patriota, cirurgiado, esse blogueiro deflagrou um golpe municipal e assumiu a prefeitura interinamente.
Foi na visita para conhecer a reforma do prédio, aqui noticiada.
O convite foi de Silvano Brito e Elias Silva, que não esperavam gesto de tamanha rebeldia. Como a única ordem direta não foi atendida por eles, bem treinados que estão, assinei a carta de renúncia e dei no pé…
Frase da semana:
“Não adianta prédios bonitos sem professor bem remunerado. A gente pode dar mais para esses servidores”.
De Sinézio Rodrigues, vereador do PT, em mensagem direta para o companheiro Luciano Duque sobre PL votado segunda, em gesto de independência que faz bem para a política.
Prestes a reassumir o mandato na próxima semana, após a licença do período eleitoral, o senador Armando Monteiro (PTB/PE) iniciou nesta sexta-feira (14) em Pesqueira, no Agreste, a 215 quilômetros do Recife, uma série de viagens ao interior de Pernambuco para agradecer os votos que recebeu na disputa ao governo do Estado. Armando saiu das […]
Prestes a reassumir o mandato na próxima semana, após a licença do período eleitoral, o senador Armando Monteiro (PTB/PE) iniciou nesta sexta-feira (14) em Pesqueira, no Agreste, a 215 quilômetros do Recife, uma série de viagens ao interior de Pernambuco para agradecer os votos que recebeu na disputa ao governo do Estado. Armando saiu das urnas com o apoio de mais de um terço da população pernambucana.
Armando venceu a disputa em Pesqueira com uma votação expressiva, apesar de ter enfrentado o palanque do prefeito e de todos os ex-prefeitos do município. “É fácil pedir o voto e os políticos sabem fazer isso, mas nós precisamos saber agradecer, em qualquer circunstância. E é isso o que estamos fazendo, iniciando uma série de viagens para todas as regiões de Pernambuco para agradecer o apoio que tivemos e reafirmar os nossos compromissos com os pernambucanos”, afirmou o senador, durante entrevista a uma rádio local.
Armando aproveitou a passagem por Pesqueira para conversar com as lideranças que o apoiaram e para visitar as instalações do Frigorífico Alvorada, que está se instalando no município e que deve gerar mais de 300 empregos.
De Pesqueira, Armando seguiu para uma série de entrevistas e compromissos políticos, também com o objetivo de agradecer pelos votos que recebeu, em Belo Jardim e Santa Cruz do Capibaribe.
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