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FormaSUS oferece 119 bolsas integrais em cursos de saúde

Por Nill Júnior

No Pajeú, cursos são oferecidos em Serra Talhada

formasusAlunos que cursaram o ensino médio nas escolas públicas de Pernambuco ou nas particulares, como bolsistas integrais, têm a possibilidade de realizar uma formação superior na área de saúde.

A partir desta quarta-feira (03/06), estão abertas as inscrições do Programa de Formação do Sistema Único de Saúde (FormaSUS), iniciativa da Secretaria Estadual de Saúde (SES) que oferece bolsas de estudo em cursos de saúde. Ao todo, são 119 vagas em 19 instituições de ensino privadas, com aulas disponíveis em todos os turnos.

“Entre as metas da SES, está a estruturação de ações que fortaleçam os recursos humanos para o Sistema Único de Saúde. Com o FormaSUS, podemos qualificar nossos jovens e adultos para uma carreira na área de saúde, além de dar mais uma oportunidade profissional aos estudantes egressos das escolas públicas do Estado”, reforça o secretário estadual de Saúde, Iran Costa.

O FormaSUS oferece bolsas integrais nos cursos de medicina, enfermagem, nutrição, fisioterapia, biomedicina, farmácia, psicologia, serviço social e odontologia, além de tecnólogo em radiologia. As instituições de ensino ficam nos municípios do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Belo Jardim e Serra Talhada.

As inscrições devem ser realizadas até as 23h59 do dia 17/06 exclusivamente pelohttp://formasus.saude.pe.gov.br, preenchendo formulário de inscrição específico disponibilizado no ambiente. A classificação é realizada a partir da média geral do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O resultado final do certame será divulgado em 8 de julho e as matrículas ocorrem de 20 a 22 de julho.

Mais informações e o edital estão disponíveis no portal da SES (portal.saude.pe.gov.br) e no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (03/06) – acesso pelo www.cepe.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo [email protected].

Outras Notícias

Augusto Valadares e Eclérinston Ramos melhoram índices e seguem favoritos em SJE

João de Maria e Zé Marcos são os melhores na oposição, mostra pesquisa Opinião O instituto Opinião, de Campina Grande, fez uma nova pesquisa de opinião sobre o cenário em São José do Egito a praticamente um ano das eleições 2024. O blog divulga com exclusividade os números. Todos os cenários para prefeito são estimulados, […]

João de Maria e Zé Marcos são os melhores na oposição, mostra pesquisa Opinião

O instituto Opinião, de Campina Grande, fez uma nova pesquisa de opinião sobre o cenário em São José do Egito a praticamente um ano das eleições 2024. O blog divulga com exclusividade os números. Todos os cenários para prefeito são estimulados, condição em que um entrevistador oferece as opções para o entrevistado.

Na corrida sucessória, a primeira impressão é de os nomes governistas, Augusto Valadares, atual prefeito de Ouro Velho, do União Brasil e de Eclérinton Ramos, atual vice-prefeito egipcience, do PSB, largam melhor que os nomes da oposição. O ingresso do nome de Zé Marcos como fato novo trouxe competitividade similar a de João de Maria, que caiu em relação ao levantamento anterior. Veja cenários:

Quando o candidato governista é o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, ele tem 47,2%, contra 27,5% do ex-presidente da Câmara, João de Maria. Augusto cresceu 5,7% em relação ao levantamento anterior, de março. E João de Maria caiu 4%. Branco, nulo ou nenhum somam 12,5%. Não sabem e indecisos, 12,8%.

Quando o governista é Eclérinston Ramos contra João de Maria, o vice-prefeito tem 46% contra 28% de João de Maria. Na pesquisa de março eram 50% contra 30,5%. Ou seja, os dois oscilaram negativamente, mas dentro da margem de erro. Branco, nulo ou nenhum somam 12,5%. Não sabem e indecisos, 13,5%.

No embate entre Augusto Valadares e o ex-prefeito e ex-deputado José Marcos de Lima, o prefeito de Ouro Velho tem  46% contra 25% do ex-prefeito e ex-deputado. Como é a primeira vez que o nome de Zé Marcos entra no levantamento, não há parâmetro de pesquisa anterior para comparação. Branco/Nulo/Nenhum são 15%.Indecisos/Não sabem chegam a 14%.

Quando a simulação é entre Zé Marcos e Eclérinston Ramos, o atual vice também lidera, com 43,7% contra 28,35 de Zé Marcos. Dizem votar branco, nulo ou nenhum 15,5%. Dizem estar indecisos ou não sabem 12,5%.

O empresário Fredson Brito também foi incluído nas simulações. Quando o governista a ser enfrentado é Eclérinston Ramos, o vice tem 50,2% contra 11% de Fredson. No levantamento anterior, de março, Eclérinston tinha 56,6% contra 13,3%. A queda se explica pelo aumento dos que se declararam votantes em branco, nulo ou nenhum, 24,5%. Eram 14,3%. Os que se dizem indecisos ou não sabem são 14,3%. Eram 15,8%.

Quando a disputa é entre Augusto Valadares e Fredson Brito, o prefeito de Ouro Velho tem 51,7%, contra 12% do empresário da Perfil Empreendimentos. Curiosamente o quadro apresenta estabilidade em relação a março, quando os percentuais foram de 49,4% x 12% . Branco, nulo ou nenhum chegam a 21,5% e indcisos ou não sabem, 14,8%.

E Romério? O médico e ex-prefeito Romério Guimarães, nome  tido como o mais forte eleitoralmente pela oposição, dado acordo sendo construído no processo federal 0800047-86.2017.4.05.8303 da Ação Civil de Improbidade já divulgada pelo blog não deve disputar o pleito, informação de conhecimento da própria oposição.

Dentre os itens do acordo construído com MPF e a justiça federal para evitar uma condenação mais dura, está a inelegibilidade por cinco anos. Se o cenário tiver uma reviravolta jurídica, o que é dado como improvável, será incluído em próximo levantamento.

Dados técnicos: Foram ouvidas 400 pessoas dias 12 e 13 de setembro. As entrevistas com os moradores da zona urbana foram realizadas nos seguintes bairros: Alto Boa Vista, Antônio Marinho, Boa Vista, Centro, Distrito Riacho do Meio, Distrito Bonfim, Ipiranga, Jardim Bela Vista, Junior Valadares, Loteamento Cassiano, Loteamento Morada Nobre, Loteamento Rita Viana, Novo Horizonte, Planalto, São Borja, São João e Vila da COHAB. E com os moradores da zona rural foram realizadas nas seguintes localidades: Baraúnas, Batatas, Espirito Santo, Juazeirinho, Mundo Novo, Povoado Curralinho, Povoado dos Grossos, Povoado Olho D’agua, São Sebastião do Aguiar e Serra do Machado.

O intervalo de confiança estimado é de 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.

Serra: Geni constata o que todo mundo já comenta: “sem unidade da oposição Duque leva reeleição”

Em Serra Talhada, o ex-prefeito Geni Pereira, hoje no Pros, fez uma projeção já bastante comentada por analistas políticos, profissionais de imprensa e por “comentaristas de WhattsApp” nos inúmeros grupos na Capital do Xaxado. Falando ao programa Caderno 1 no Ar, na Rádio Vilabela FM, o ex-prefeito fez o alerta: “Se as oposições não se unirem pra […]

Foto: reprodução C1
Foto: reprodução C1

Em Serra Talhada, o ex-prefeito Geni Pereira, hoje no Pros, fez uma projeção já bastante comentada por analistas políticos, profissionais de imprensa e por “comentaristas de WhattsApp” nos inúmeros grupos na Capital do Xaxado.

Falando ao programa Caderno 1 no Ar, na Rádio Vilabela FM, o ex-prefeito fez o alerta: “Se as oposições não se unirem pra combaterem o governo, o prefeito será Luciano Duque novamente”. Isso se explica facilmente. Como Serra Talhada não tem dois turnos, mesmo que os votos da oposição somem mais de 50%, se fragmentados em mais de uma candidatura, as chances de Duque são reais  de abocanhar a reeleição.

Geni ainda avaliou como  possível a suposta aproximação de Sebastião Oliveira e Luciano Duque. Essa aliança aliás, tem sido possível para muitos, mas até agora não se configurou na prática. O que ninguém arrisca dizer é como vai acontecer a aliança e quem vai liderar quem.

Para o ex-prefeito, na receita para a oposição enfrentar Luciano Duque o que não pode faltar é diálogo. “Tem que ter essa unidade, não só com esses que estão sentando nas mesas que o PR tá fazendo, mas de uma forma geral”, aconselhou. O próprio Geni não conversa com Carlos Evandro, que não conversa com Geni, que não conversa…

Arcoverde lança consultas públicas virtuais para a elaboração de leis orçamentárias

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Controladoria Geral Interna, disponibiliza aos cidadãos do município, consultas públicas virtuais para a elaboração de leis orçamentárias.  A iniciativa consiste em colaborar para o entendimento do atual programa de governo, envolvendo conteúdos do PPA (Plano Plurianual), da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da LOA (Lei Orçamentária Anual). […]

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Controladoria Geral Interna, disponibiliza aos cidadãos do município, consultas públicas virtuais para a elaboração de leis orçamentárias. 

A iniciativa consiste em colaborar para o entendimento do atual programa de governo, envolvendo conteúdos do PPA (Plano Plurianual), da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da LOA (Lei Orçamentária Anual).

Em virtude da pandemia da Covid-19, as consultas públicas se darão este ano de maneira eletrônica, através do formulário que pode ser acessado clicando aqui e que ficará disponível até o dia 28/07/2021.

Confira mais detalhes sobre a importância do PPA, da LDO e da LOA para o município:

PPA (Plano Plurianual) – Esse é o documento que traz as diretrizes, objetivos e metas pelos próximos 4 anos da administração pública. É um instrumento efetivo de planejamento e gestão e não um documento burocrático. É conhecido também como “programa de governo”, sendo o principal instrumento de planejamento das ações por expressar a visão estratégica da gestão pública.

LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) – É elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as metas e prioridades do governo para o próximo ano. Ela orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual, baseando-se no que foi estabelecido pelo Plano Plurianual. Ou seja, é um elo entre esses dois documentos.

LOA (Lei Orçamentária Anual) – É o orçamento anual propriamente dito. Prevê os orçamentos fiscais, da seguridade social e de investimentos das estatais. Nela se estabelece as despesas e as receitas que serão realizadas no próximo ano.

Demora na votação do ajuste fiscal refletirá na arrecadação, diz Receita

Do Correio Braziliense A demora na votação das medidas do ajuste fiscal refletirá na arrecadação dos próximos meses, aumentando o impacto das desonerações nos cofres federais. A avaliação é do chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias. Segundo ele, a trajetória de queda na arrecadação pode continuar por mais tempo que […]

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Do Correio Braziliense

A demora na votação das medidas do ajuste fiscal refletirá na arrecadação dos próximos meses, aumentando o impacto das desonerações nos cofres federais. A avaliação é do chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias. Segundo ele, a trajetória de queda na arrecadação pode continuar por mais tempo que o previsto caso o Congresso Nacional atrase a votação da medida que reduz a desoneração da folha de pagamento.

“Se a medida [provisória] da desoneração da folha for aprovada mais para o fim do ano, os efeitos [sobre o caixa do governo] serão menores neste ano e a maior parte do ajuste ficará para o ano seguinte. Isso tende a ser um complicador, porque os efeitos esperados para essas medidas estão sendo postergados”, disse o técnico da Receita Federal.

Originalmente, a Receita estima em R$ 104 bilhões a renúncia fiscal deste ano, decorrente de benefícios concedidos nos últimos anos. A medida com maior impacto será a desoneração da folha de pagamento, algo em torno de R$ 25 bilhões em 2015.

De acordo com Malaquias, caso o Congresso atrase as votações a projeção poderá ser revista para cima. Ele, no entanto, afirmou que a Receita ainda não tem nenhum novo número oficial.

“O Executivo fez sua parte, mandando as medidas provisórias para o Congresso Nacional. Temos de aguardar a conclusão das discussões”, esclareceu Malaquias.

Para Claudemir Malaquias, a queda na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) é a principal responsável pela redução da arrecadação federal em abril. Segundo ele, os números mostram que a retração da lucratividade das empresas, antes restritas ao sistema financeiro, está se disseminando para os demais setores da economia.

“A queda da lucratividade está se espalhando para quase todos os setores. Antes estava concentrada no setor financeiro”, explicou Malaquias.

De janeiro a abril, a arrecadação de IRPJ e de CSLL na modalidade estimativa mensal caiu 19,46% para instituições financeiras e 1,26% para empresas de outros setores, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Até março, a arrecadação das empresas não financeiras apresentou crescimento acima da inflação.

Oito a cada dez mortos por Covid-19 são não vacinados no Brasil

Entre 1° de março e 15 de novembro de 2021, 79,7% das pessoas que morreram por covid-19 no Brasil não haviam recebido nenhuma das doses da vacina. É o que aponta os dados divulgados pela plataforma Info Tracker, da Universidade de São Paulo (USP). Ainda segundo a pesquisa, 81,7% dos indivíduos internados com a doença […]

Entre 1° de março e 15 de novembro de 2021, 79,7% das pessoas que morreram por covid-19 no Brasil não haviam recebido nenhuma das doses da vacina.

É o que aponta os dados divulgados pela plataforma Info Tracker, da Universidade de São Paulo (USP). Ainda segundo a pesquisa, 81,7% dos indivíduos internados com a doença neste período não estavam vacinados.

Dentre as 306 mil pessoas que morreram entre os meses analisados pela pesquisa, 32 mil haviam completado o ciclo vacinal, 29 mil haviam recebido apenas a primeira dose e 243 mil não haviam recebido sequer uma dose.

O estudo ainda contabilizou 981 mil indivíduos internados por covid-19 no período. Deste número, 93 mil pessoas haviam recebido as duas doses da vacina, 85 mil estavam parcialmente vacinadas e 802 mil não receberam nenhuma das doses.

Os dados divulgados pela plataforma mostram que oito a cada dez brasileiros que morreram de covid-19 entre março e novembro deste ano eram não vacinados. Da mesma forma que oito a cada dez internados pela doença não haviam recebido nenhuma das doses do imunizante.