Flores: prefeito acompanha trabalho manutenção de estradas e entrega de instrumentos
Por Nill Júnior
O prefeito de Flores, Marconi Santana, iniciou a segunda-feira (19), cumprindo agenda pela Zona Rural de Flores. Logo pela manhã, o gestor acompanhou os trabalhos de manutenção de estradas rurais. Em seguida realizou a entrega de instrumentos para as corporações musicais e participou de uma live, através da plataforma digital TV Ribas.
Marconi acompanhou os trabalhos de recuperação e manutenção de estradas vicinais que permeiam o Sítio Carvalhada. No período da tarde, entregou instrumentos musicais às Bandas Marciais das Escolas 11 de Setembro, Romão Ferreira de Azevedo, Paulo Pessoa Guerra e José Josino de Góes, localizada no Povoado de São João dos Leites.
A agenda de Marconi terminou durante a noite, nos estúdios da TV Ribas, onde prestou contas de ações e investimentos assegurados em todas as áreas da administração pública municipal. Marconi finalizou a participação reforçando o discurso de trabalho e evitando alimentar a pauta política.
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) reforçou solidariedade às empregadas do banco público — vítimas de assédios sexual e moral cometidos pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães — após mais um desrespeito a elas no atual governo; desta vez, pelo presidente da República. Em entrevista ao portal Metrópoles, o […]
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) reforçou solidariedade às empregadas do banco público — vítimas de assédios sexual e moral cometidos pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães — após mais um desrespeito a elas no atual governo; desta vez, pelo presidente da República.
Em entrevista ao portal Metrópoles, o chefe do Executivo declarou não existir “nada de contundente” nas denúncias das trabalhadoras.
Além de repudiar as falas do presidente, a Fenae se coloca em permanente defesa das vítimas. “A declaração do presidente é repulsiva”, classifica o presidente da Federação, Sergio Takemoto.
“Embora sua falta de empatia não seja novidade, vista à sua indiferença em relação aos quase 700 mil mortos pela Covid no país, não deixa de ser assustador ouvir um presidente relativizar as denúncias das mulheres e o sofrimento de cada uma delas”, enfatiza.
“A Fenae se solidariza com as empregadas e com todas as mulheres que sofrem assédio e são desacreditadas por quem deveria defendê-las”, acrescenta Takemoto.
Em nota, advogadas das vítimas também repudiaram a declaração do presidente. Elas dizem ser motivo de tristeza que “condutas como apalpar seios e nádegas, beijar e cheirar pescoços e cabelos, convocar funcionárias até seus aposentos em hotéis sob pretextos profissionais diversos e recebê-las em trajes íntimos (…) sejam naturalizados” pelo chefe do Executivo.
A nota ainda destaca: “(…) Assim como em suas duras e desprezíveis palavras, fomos desacreditadas e relegadas à nossa própria sorte pela instituição que deveria garantir nossa integridade. Mas não nos calamos e não iremos nos calar”.
Ao Metrópoles, o presidente afirmou: “Não vi nenhum depoimento mais contundente de qualquer mulher. Vi depoimentos de mulheres que sugeriram que isso poderia ter acontecido”.
A diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber, também se manifestou. “[O presidente da República] Não encontrou nada de contundente, mesmo depois das declarações estarrecedoras das mulheres porque, para ele, parece normal usar a expressão ‘pintou um clima’ em relação a meninas de 14 anos”, aponta a diretora.
“É uma fala repugnante, mas compatível com outras tão graves que demonstram seu desprezo às mulheres. Não à toa elas são o público de maior rejeição ao presidente. Se foi uma tentativa de nos intimidar, não deu certo. Essas mulheres não estão sozinhas e sabem que têm todo nosso apoio. Elas não vão se calar!”, reforça Weber.
Do Pernambuco.com O governo de Pernambuco resolveu revelar ao público os valores dos cachês dos artistas que se apresentam este ano no Festival de Inverno de Garanhuns. Ao lado dos palcos, há banners que revelam quanto cada atração receberá. A medida é uma espécie de resposta às polêmicas surgidas no São João e faz com […]
O governo de Pernambuco resolveu revelar ao público os valores dos cachês dos artistas que se apresentam este ano no Festival de Inverno de Garanhuns. Ao lado dos palcos, há banners que revelam quanto cada atração receberá. A medida é uma espécie de resposta às polêmicas surgidas no São João e faz com que a sociedade tenha uma visão mais transparente sobre como ocorrem as contratações.
Elba Ramalho foi a grande estrela da noite de sábado na Praça Mestre Dominguinhos, onde fica o maior palco do Festival de Inverno de Garanhuns. A cantora não era a última atração da programação, que foi encerrada por Zeca Baleiro e Paulo Lepetit, mas o show dela foi o que obteve uma melhor comunicação com a plateia.
Neste Festival de Inverno, Elba teve a oportunidade de mostrar a própria identidade ao público, já que ela costuma fazer shows especiais de frevo ou de forró em festividades como o São João e o carnaval. Em 2013, por exemplo, foi a Garanhuns acompanhada pelo maestro Spok, com um repertório especial mais carnavalesco. Desta vez, ao contrário, ela pôde misturar tudo e afirmar um estilo próprio, marcado pela diversidade. Cantou desde reggae (Árvore, de Edson Gomes) até canções que a marcaram, como Banho de cheiro, Frevo mulher e Canta coração (primeiro sucesso da artista, revelada em 1979).
Zeca Baleiro e Paulo Lepetit apresentaram o conteúdo do disco Café no bule, que gravaram junto com Naná Vasconcelos, homenageado do festival este ano. Imagens do percussionista apareciam no telão, como se ele fizesse uma participação especial virtual.
O projeto especial é interessante e precisava ser mostrado em Garanhuns, mas o público não conhecia as músicas e encerrar a noite na Praça Dominguinhos não foi a ocasião mais apropriada, pois o resultado foi morno (exceto quando eles resgatavam canções mais famosas, de outros discos).
Antes de Elba, Cátia de França e Xangai fizeram um bonito show que serviu como uma homenagem à música nordestina. A cantora fez um tributo à Naná ao tocar violão como se fosse um berimbau. O violeiro e cantador abriu a apresentação com canções fortemente marcadas pela cultura do interior.
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, compartilhou em suas redes sociais, a inauguração do Cine Teatro Municipal, em celebração aos 63 anos de Ouro Velho. O evento representa um marco significativo para a comunidade, consolidando um espaço cultural multifuncional que abriga sala de cinema, teatro e auditório. Em um post entusiasmado, o prefeito destacou […]
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, compartilhou em suas redes sociais, a inauguração do Cine Teatro Municipal, em celebração aos 63 anos de Ouro Velho. O evento representa um marco significativo para a comunidade, consolidando um espaço cultural multifuncional que abriga sala de cinema, teatro e auditório.
Em um post entusiasmado, o prefeito destacou a importância desse novo empreendimento para a cidade. “Um dia histórico e marcante em comemoração aos 63 anos de Ouro Velho. Foi inaugurado o Cinema Municipal. Em um único local, denominado de ‘espaço cultural’, irão funcionar sala de cinema, teatro e auditório.”
A partir desta segunda-feira (15), o Cine Teatro Municipal abrirá suas portas ao público, oferecendo sessões de cinema para os moradores de Ouro Velho. A iniciativa representa não apenas um investimento em infraestrutura, mas também um compromisso com a promoção da cultura e do entretenimento na comunidade local.
O projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Câmara dos Deputados (PLP 177/2023) é um dos cinco itens pautados para a sessão deliberativa desta quarta-feira (25). A matéria, da deputada Dani Cunha (União-RJ), é relatada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), mas o parecer ainda não foi divulgado. […]
O projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Câmara dos Deputados (PLP 177/2023) é um dos cinco itens pautados para a sessão deliberativa desta quarta-feira (25). A matéria, da deputada Dani Cunha (União-RJ), é relatada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), mas o parecer ainda não foi divulgado. A sessão começa às 14h.
O PLP 177/2023, aprovado na Câmara dos Deputados no início de maio, aumenta o número de vagas na Casa em razão do crescimento populacional de alguns estados. O texto mantém o tamanho das bancadas que perderiam representantes.
O relator da matéria na Câmara, deputado Damião Feliciano (União-PB), argumentou em seu voto que, se adotado o cálculo diretamente proporcional previsto na Constituição, alguns estados acabariam tendo suas bancadas reduzidas, o que acarretaria perda de recursos e prejuízo à população. A Carta Magna ainda estabelece que nenhuma unidade da Federação pode ter menos de 8 representantes e que o estado mais populoso (São Paulo, atualmente) deverá ter, no máximo, 70 cadeiras.
Pelo texto aprovado pelos deputados, nenhum estado vai perder deputados, e 9 deles ganharão entre 1 e 4 cadeiras: Amazonas: mais 2 deputados; Ceará: mais 1 deputado; Goiás: mais 1 deputado; Minas Gerais: mais 1 deputado; Mato Grosso: mais 2 deputados; Pará: mais 4 deputados; Paraná: mais 1 deputado; Rio Grande do Norte: mais 2 deputados; Santa Catarina: mais 4 deputados.
A reação da Câmara veio após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2023, alertou a Casa sobre a necessidade de atualizar a distribuição de vagas por estado, de forma que sejam proporcionais à população de cada um. Essa atualização não é feita desde 1994, quando foi considerado o Censo de 1985.
O prazo concedido pelo STF acaba em 30 de junho, por isso o Congresso tenta acelerar a análise. Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a inclusão desse item na pauta do Plenário do Senado atende a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. As informações são da Agência Senado.
Após a aprovação da chamada “PEC da Blindagem” pela Câmara dos Deputados, o senador Fernando Dueire (MDB-PE) se manifestou em entrevista à TV Senado contrariamente à proposta. O parlamentar destacou que a medida transmite um “sinal muito negativo” para a sociedade ao criar um privilégio para políticos em relação a crimes comuns. “Isso não é […]
Após a aprovação da chamada “PEC da Blindagem” pela Câmara dos Deputados, o senador Fernando Dueire (MDB-PE) se manifestou em entrevista à TV Senado contrariamente à proposta. O parlamentar destacou que a medida transmite um “sinal muito negativo” para a sociedade ao criar um privilégio para políticos em relação a crimes comuns.
“Isso não é uma coisa boa. Nós temos que ser orientados pela transparência, cercados por aquilo que a legislação determina. É muito ruim. Isso passa um sinal pra opinião pública muito negativo”, afirmou Dueire.
O senador lembrou que, enquanto cidadãos comuns podem ser presos em flagrante e responder imediatamente por um crime, a proposta cria uma espécie de escudo para parlamentares. “Ora, por que blindagem? Nós somos cidadãos comuns. Por um crime nós vamos estar protegidos. Eu não acho isso correto”, reforçou.
Para Dueire, a medida fere a relação de igualdade entre representantes e representados: “O cidadão comum que comete um crime é preso em flagrante. E aqui, nesta Casa que em tese deveria ser a Casa dos comuns, vamos ter uma blindagem? Isso não é boa coisa.”
O senador adiantou que acredita em uma reação distinta no Senado, que tem o papel de Casa Revisora: “Eu acredito que aqui nós vamos poder ter uma grande reflexão sobre esse tema. E não acredito numa adesão como ocorreu na Câmara dos Deputados.”
A PEC da Blindagem, aprovada na Câmara, ainda precisa passar pela análise dos senadores para ser efetivada.
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