O blogueiro Júnior Finfa deverá ter alta hoje do Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. Ele passará por um último exame para ser liberado.
Falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, ele deu mais detalhes do susto que teve.
Finfa estava em uma sessão solene da Câmara de Vereadores de São José do Egito. Após o evento, teve um mal estar. Foi quando através do odontologista Zé de Bira teve contato com o cardiologista Antonio Godê, que jantava com ele.
Godê o levou para a clínica SAMED, que tinha o médico João Veras no plantão. O exame indicou o início de infarto. Finfa foi estabilizado e veio para o Hospital Regional Emília Câmara.
De lá, foi transferido para o Eduardo Campos, em Serra Talhada, que tem uma unidade de cardiologia. O cateterismo foi realizado no hospital Santa Marta, da rede particular, que presta esse serviço para a unidade pública de referência.
O cataterismo foi bem sucedido. Ciente das recomendações que receberá, Finfa aguarda alta ainda para hoje. Ele gravou um vídeo de agradecimento à direção das unidades e aos que o foram fundamentais para sua recuperação.
Pré-candidato a governador foi recebido pela prefeita Márcia Conrado ao lado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa O pré-candidato a governador João Campos (PSB) chegou ao Sertão do Pajeú. Na noite desta quarta-feira (8), ele foi recebido em Serra Talhada ao lado do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), da pré-candidata […]
Pré-candidato a governador foi recebido pela prefeita Márcia Conrado ao lado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) chegou ao Sertão do Pajeú. Na noite desta quarta-feira (8), ele foi recebido em Serra Talhada ao lado do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT) e do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).
Na cidade, João reafirmou a parceria com a prefeita Márcia Conrado (PT), e a necessidade de viabilizar pautas prioritárias para a região, como a duplicação da BR-232.
“As pessoas percebem que o estado está num ritmo devagar e que não está tendo o cuidado devido com aquilo que é essencial. Pernambuco pode muito mais. Nosso estado não pode estar mais ou menos. A gente não vai se contentar com isso. Tem que estar bom de verdade”, cravou, elencando a promessa sobre a construção de 250 creches como outro ponto crítico da atual gestão.
“É triste a promessa de 250 creches e só ver três entregues. Sabe quantas eu fiz em cinco anos e três meses no Recife? Mais de 100. Coloquei 12.900 crianças para dentro de sala de aula de creche. Estou certo que dá para fazer muito mais”, completou.
Citando feitos como a entrega do Hospital da Criança do Recife e a triplicação do número de vagas em creches durante a gestão de João Campos na prefeitura da capital, o senador Humberto Costa destacou que Pernambuco “precisa olhar para esse jovem que fez uma verdadeira revolução no Recife”. “João é alguém que pode e vai fazer muito mais. Ao longo desse período que nós vamos viver, vamos mostrar ao Pernambuco que ainda não conhece essa experiência o que é possível fazer com preparo e olhar para quem mais precisa”, valorizou.
Já a pré-candidata a senadora Marília Arraes elogiou o desenho da chapa da Frente Popular, que tem nitidez política em torno do apoio ao presidente Lula. “A gente começou pelo Sertão porque o povo sertanejo é persistente, teimoso e trabalhador. Aqui nós temos lado, porque temos gente comprometida em diminuir as desigualdades. É esse o mundo que a gente quer. Com um governador que tem força em Brasília, três senadores do presidente Lula e um vice-governador que vai ser cogovernador, vamos resgatar Pernambuco”, discursou.
A prefeita Márcia Conrado elencou feitos de sua gestão, a parceria com aliados políticos e a importância de se posicionar em processos eleitorais como os que Pernambuco e o Brasil estão prestes a vivenciar. “Aqui a gente não tem um grupo político, mas amigos, parceiros, pessoas que têm o propósito de servir o povo. Serra Talhada tem uma prefeita que tem lado. E João vai fazer por nossa cidade o que Serra Talhada merece”, avaliou.
No mesmo sentido, o pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo (PT) destacou a unidade em torno do time de Lula em Pernambuco.
“A gente se alegra muito de subir nesse palanque, o palanque de Lula. João, por onde você andar nesse Sertão, estaremos juntos com você, falando de tudo que você fez no Recife, porque o povo sertanejo merece muito. O povo sertanejo não merece um governo de ano de eleição, mas um governo completo, com sua capacidade de fazer”, disse.
As agendas foram acompanhadas por outros prefeitos do Sertão, como Sandrinho Palmeira (PSB), de Afogados da Ingazeira, Vinicius Marques (PSB), de São José do Belmonte, Luciano Torres (PSB), de Ingazeira, Bebe Água (PSB), de Betânia, João Marcos Siqueira (PSB), de Ipubi, Berg Gomes (PSB), de Carnaíba, e Mayco da Farmácia (PSB), de Solidão, pelos ex-prefeitos Ângelo Ferreira (PSB) e Anchieta Patriota (PSB), pelo deputado Diogo Moraes (PSB), além de vereadores e outras lideranças da região.
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta segunda-feira (9) a fase de interrogatórios dos réus acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022. Os depoimentos são presenciais e conduzidos na Primeira Turma do STF pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do […]
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta segunda-feira (9) a fase de interrogatórios dos réus acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022. Os depoimentos são presenciais e conduzidos na Primeira Turma do STF pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.
Entre os principais depoimentos, o do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, joga luz sobre as movimentações nos bastidores do governo e das Forças Armadas nos dias que se seguiram ao segundo turno. Em sua fala, Cid detalha pressões para um golpe, articulações financeiras para sustentar manifestações antidemocráticas e o monitoramento ilegal de autoridades, entre elas o próprio Moraes.
Encontros, dinheiro vivo e acampamentos
Cid revelou que participou de uma reunião no dia 12 de novembro de 2022, na casa do então ministro da Defesa, General Braga Neto, ao lado dos coronéis de Oliveira e Ferreira Lima. Segundo ele, o encontro foi convocado para discutir a insatisfação com o processo eleitoral e a atuação das Forças Armadas. Cid permaneceu no local por cerca de 15 minutos e foi retirado antes da parte considerada mais sensível: as “medidas operacionais”.
Dois dias depois, o então Major de Oliveira o procurou solicitando recursos financeiros para “trazer pessoas do Rio de Janeiro”, em referência às manifestações em frente aos quartéis. O tesoureiro do PL, partido de Bolsonaro, se recusou a fornecer o dinheiro, e Braga Neto então entregou pessoalmente uma quantia em espécie a Cid, dentro de uma caixa de vinho, no Palácio da Alvorada. O dinheiro foi repassado ao militar no mesmo dia. Segundo Cid, a origem provável dos recursos seria o agronegócio.
Pressões por um decreto e caos social
O ex-ajudante de ordens revelou ainda que havia pressão constante para que Bolsonaro assinasse um decreto de estado de sítio ou estado de defesa, o que abriria caminho para uma intervenção militar. A ideia, segundo Cid, era provocar “caos social” com manifestações massivas, criando o clima para o decreto. Os debates aconteciam em reuniões e grupos de WhatsApp, inicialmente vistos por ele como bravatas, mas com o tempo ganharam força.
Entre os mais radicais, Cid citou o General Mário Fernandes, que insistia para que generais como Freire Gomes e Jorel Arruda apoiassem uma ação militar. Bolsonaro, segundo relato, acreditava que qualquer medida poderia ser tomada até 31 de dezembro — data em que deixaria o cargo, e não apenas até a diplomação de Lula, em 12 de dezembro.
Tentativa de manipular relatório das Forças Armadas
Outro ponto sensível do depoimento foi a tentativa de Bolsonaro de influenciar o relatório da Comissão de Transparência Eleitoral do Ministério da Defesa. O documento técnico original não apontava fraude, mas o então presidente queria algo “mais político”. O resultado foi um texto ambíguo: não afirmava fraude, mas dizia que “não foi possível auditar” completamente o processo eleitoral.
Monitoramento ilegal de Alexandre de Moraes
Mauro Cid também confirmou que recebeu ordens de Bolsonaro para monitorar o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE e relator dos inquéritos no STF. Em um caso, o presidente queria confirmar um suposto encontro entre Moraes e o então vice-presidente Hamilton Mourão. Em outro, o pedido veio do Major de Oliveira. As ordens foram repassadas ao Coronel Câmara. Cid, no entanto, disse não saber se houve retorno.
Forças especiais infiltradas e expectativas de fraude
O militar relatou ainda que as Forças Armadas infiltraram agentes de inteligência e forças especiais nos acampamentos antidemocráticos, com a missão de levantar informações sobre vulnerabilidades e possíveis ações. Cid também intermediou, a pedido de Bolsonaro, uma reunião com o General Estevan Theophilo, apontado como alguém que poderia “fazer” se recebesse uma ordem — embora fosse legalista e dependente da anuência do Comandante do Exército.
Documentos encontrados com Cid também foram esclarecidos: o chamado “Plano de Fuga” era, segundo ele, uma estratégia de defesa caso Bolsonaro fosse alvo de um golpe. Já o documento “Copa 2022”, recebido do Major de Oliveira, trazia apenas logística de viagem para Brasília, sem planos operacionais.
O “Plano 142”, que previa anulação das eleições e a permanência de Bolsonaro no poder, não foi reconhecido por Cid, que também negou ter recebido qualquer ordem para desmobilizar os acampamentos. Para ele, o grande estopim desejado pelos radicais seria a descoberta de fraude nas urnas — algo que não ocorreu.
Enfim, o silêncio da cúpula militar
O depoente reforçou que o General Freire Gomes, então comandante do Exército, jamais foi criticado por Bolsonaro, embora se recusasse a apoiar qualquer aventura golpista. Cid afirmou que a postura de Freire Gomes foi correta, pois qualquer ação fora da Constituição levaria o país a uma crise sem precedentes.
Um retrato da conspiração
O depoimento de Mauro Cid, feito sob risco de prisão e rompimento do acordo de colaboração, traça um retrato minucioso da conspiração golpista que se formou dentro e fora do Palácio do Planalto, revelando como alas militares, civis e políticas se articularam em torno da ideia de subverter a ordem democrática.
Com o início dos interrogatórios no STF, o Brasil aprofunda sua investigação sobre os que buscaram romper com o resultado das urnas e a legalidade institucional — um processo que poderá redefinir os limites entre o poder civil e militar no país.
Foto: Ilustrativa A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) realizam nesta quinta-feira (24), às 11h, na sede da Amupe, a assinatura de um termo de cooperação e o lançamento da campanha “Se Cuida, Parente!” que tem por objetivo sensibilizar a […]
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) realizam nesta quinta-feira (24), às 11h, na sede da Amupe, a assinatura de um termo de cooperação e o lançamento da campanha “Se Cuida, Parente!” que tem por objetivo sensibilizar a população sobre a atual situação das comunidades indígenas durante a pandemia da covid-19 e arrecadar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), testes para coronavírus e produtos de higienes para os territórios com maior incidência de casos em Pernambuco.
A campanha visa também conscientizar os povos a seguirem as recomendações das organizações sanitárias no tocante a prevenção à covid-19.
Na oportunidade, a Amupe dará o pontapé inicial da campanha, com o fornecimento de 40 mil máscaras reutilizáveis para os territórios. Além de já vir trabalhando ao lado da Apoinme na disponibilização de 160 testes RT-PCR e 300 litros de higienizantes para as comunidades, em parceria com o Lacen/PE e com a UFPE.
O termo “parente” é muito utilizado como um elo entre os diferentes povos indígenas, todos são parentes.
A iniciativa conta com a parceria do Sebrae, do Governo do Estado, através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), conta com apoio financeiro da União Europeia e com o apoio institucional do Distrito Sanitário Especial Indígena de Pernambuco (DSEI/PE).
Os interessados em ser parceiros nesta campanha pode contactar a Amupe através Coordenadora Ténica Ana Nery dos Santos – Celular -998420023.
O blog acompanhou atentamente as declarações do irmão do vereador Cícero Fernandes, o Tenente Antonio Fernandes ao programa Balanço Geral, da Tv Clube. Em nenhum momento ele acusa Duque de ser responsável pelo suposto consórcio para matar o vereador. “Ele era uma pessoa muito bem quista e tinha bom relacionamento com todo eleitorado dele. Que […]
O blog acompanhou atentamente as declarações do irmão do vereador Cícero Fernandes, o Tenente Antonio Fernandes ao programa Balanço Geral, da Tv Clube. Em nenhum momento ele acusa Duque de ser responsável pelo suposto consórcio para matar o vereador. “Ele era uma pessoa muito bem quista e tinha bom relacionamento com todo eleitorado dele. Que eu saiba que tinha inimigos, não tinha conhecimento”, afirmou.
Antonio comenta a história da lista. “Em relação àquela lista de vinte pessoas, o prefeito vai ter que se explicar. Tem um consórcio que foi feito pera matar meu irmão. Não sou politico nem pretendo ser. Agora, ele vai responder, porque ele ativou uma chama das pessoas, acirrou as coisas lá dentro. Essas oito pessoas que saíram da cidade eram funcionários da prefeitura. Porque saíram da cidade ? Tem que explicar…”
O tenente Antonio Fernandes, irmão de Cição
Ele garantiu que a família não está fazendo justiça com as próprias mãos. “Nós não estamos fazendo vingança. Sinto muito pelas quatro mortes que houve. Minha família não tem nada a ver”.
A nota da Assessoria de Duque foi clara, e acusou o irmão de Cição de tê-lo colocado como parte do consórcio: “Diante de matéria veiculada pela TV Clube de Pernambuco, onde o irmão do ex-vereador Cição aparece acusando o Prefeito Luciano Duque de participação no consórcio que teria vitimado o ex-vereador, vimos, por meio desta nota, repelir, veementemente, as acusações veiculadas na reportagem”.
Agora, a Assessoria diz que a fala teria partido do jornalista Hugo Esteves. Afirmam também que houve uma primeira nota com teor equivocado enviado a vários veículos e solicitam correção. Abaixo, a nota tida como correta pela Assessoria de Comunicação de Serra Talhada:
Diante de matéria veiculada pela TV Clube de Pernambuco, no dia 07 de abril, onde fui injustamente acusado de participação no suposto consórcio que teria vitimado o ex-vereador, Cição, venho repelir, veementemente, as acusações veiculadas na reportagem.
Todas as acusações se tratam de insinuações fantasiosas, descabidas e sem qualquer veracidade. Essa imputação é tão absurda que chega a ser hilariante.
Desde o ano passado, venho cobrando, publicamente, a investigação de todos homicídios ocorridos em Serra Talhada, especialmente os últimos assassinatos. Atitudes que por si sós, demonstram justamente o contrário do que estou sendo injustamente acusado.
Sou filho de comerciante, oriundo de uma família séria, ilibada e pacata que jamais se envolveu na prática de atos criminosos, principalmente do quilate de homicídios.
Serra Talhada toda sabe que minha pessoa jamais se envolveria com esse tipo de questão. Não preciso fazer nenhum esforço para me defender dessa infâmia.
Infelizmente, esse tipo de afirmação só tende a desviar o foco das investigações.
Por isso, diante de fato inaceitável, solicitarei a participação da Polícia Federal para apurar os assassinatos acontecidos em Serra Talhada.
Ademais, serão tomadas todas as medidas legais cabíveis para combater essa calúnia e difamação diante desse ultraje a minha trajetória de vida como cidadão e político.
A Polícia Civil realiza nesta quinta-feira uma operação policial no Recife e em municípios da Zona da Mata Sul e Agreste de Pernambuco. Entre os presos da Operação Tsunami está o prefeito da cidade de Catende, Otacílio Alves Cordeiro, que foi encaminhado para a sede do Departamento de Crimes contra o Patrimônio da Polícia Civil […]
A Polícia Civil realiza nesta quinta-feira uma operação policial no Recife e em municípios da Zona da Mata Sul e Agreste de Pernambuco. Entre os presos da Operação Tsunami está o prefeito da cidade de Catende, Otacílio Alves Cordeiro, que foi encaminhado para a sede do Departamento de Crimes contra o Patrimônio da Polícia Civil (Depatri), no Recife.
Ao todo, a operação objetiva cumprir 11 mandados de prisão preventiva, 21 de busca domiciliar e oito de condução coercitiva contra integrantes de uma associação criminosa voltada para a prática dos crimes de emprego irregular de verbas públicas, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro, praticados pela gestão da Prefeitura do município de Catende.
As investigações foram realizadas pela Delegacia de Policia de Repressão aos Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos-(Decasp) com supervisão da Chefia de Policia Civil e assessoria do Núcleo de Inteligência e da Diretoria de Inteligência (Dintel) e coordenação da Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e da Gerência de Controle Operacional Especializada (GCOE).
Os detalhes da investigação e o resultado da operação serão apresentados na sexta-feira, no auditório da sede operacional da Polícia Civil de Pernambuco, na Rua da Aurora, Boa Vista.
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