Pajeuzeiro de Tuparetama, Samuel Farias foi empossado juiz no Estado do Pará.
Filho de José Josami de Farias e Maria das Dores Farias, formado na Universidade Estadual da Paraíba, ele já foi Agente de Polícia Civil de Pernambuco e Delegado de Polícia no Estado do Maranhão, inclusive sendo notícia aqui no blog.
Agora, foi empossado e designado para a Capital, Belém.
Segundo o Blog do Marcelo Patriota, a Cerimônia ocorreu no Plenário Desembargador Oswaldo Pojucan Tavares, no prédio-sede do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) e oficializou o ingresso de mais 24 magistradas e magistrados no Poder Judiciário paraense.
A solenidade de posse foi realizada nesta quinta-feira, 28 de julho, sob o comando da presidente do TJPA, desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro. Os novos juízes e novas juízas foram aprovado(a)s em concurso público.
Dado o mérito de sua nova etapa, o novo juiz representou os 24 magistrados empossados.
“Que não nos seduza a vaidade do cargo, que sejamos justo. Nossa missão é ver um judiciário forte, unido, honrado e prestigiado, no lugar que merece está nesse pais, um judiciário a altura de seus valorosos integrantes e que e possa colaborar a uma sociedade mais justa e fraterna”, disse.
Por falta de quórum e após quase seis horas, a sessão do Congresso Nacional destinada a analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff foi suspensa na madrugada desta quarta-feira (23) sem que vetos polêmicos, como o do reajuste de até 78% para servidores do Judiciário, fossem votados. O quórum começou a diminuir depois que partidos […]
Por falta de quórum e após quase seis horas, a sessão do Congresso Nacional destinada a analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff foi suspensa na madrugada desta quarta-feira (23) sem que vetos polêmicos, como o do reajuste de até 78% para servidores do Judiciário, fossem votados.
O quórum começou a diminuir depois que partidos de oposição passaram a recomendar aos parlamentares de suas bancadas a obstrução da sessão.
Foram votados 26 dos 32 vetos, todos mantidos pelos congressistas. A apreciação dos seis vetos restantes dependerá agora de uma nova sessão conjunta do Congresso (deputados e senadores), em data a ser definida.
Foi uma mobilização muito forte. Hoje, se não fosse pelo adiantado da hora, tenho a impressão que nem o Senado votaria, porque a Câmara já manteria os vetos. Acho que hoje foi um dia importante e tenho impressão que o mercado fará uma leitura mais favorável.”
Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado
Parte das matérias vetadas elevaria despesas públicas e dificultaria o ajuste fiscal do governo, que busca evitar déficit no Orçamento da União do ano que vem. Uma eventual derrubada de todos os vetos geraria um gasto extra para o governo de R$ 23,5 bilhões no ano que vem, segundo estimativa do Ministério do Planejamento.
Entre os mantidos, está o veto ao texto que acabou com o fator previdenciário e estabeleceu a regra 85/95 para a aposentadoria.
Se o veto da presidente Dilma Rousseff tivesse sido derrubado, o gasto adicional com aposentadorias seria de R$ 132 bilhões até 2035, segundo cálculo do Ministério do Planejamento.
Durante a sessão, os parlamentares aprovaram primeiro a manutenção de 24 dos 32 vetos com uma votação em cédula de papel. Entre esses 24 vetos estava o do fator previdenciário.
Outros oito vetos, que tiveram pedido de destaque, começaram a ser votados um a um, com registro no painel eletrônico, mas o plenário só chegou a apreciar dois deles. Um tratava de vantagens para servidores públicos dos ex-territórios federais de Rondônia, Amapá e de Roraima. O outro obrigava escolas de educação básica a identificar, no ato da matrícula, as pessoas autorizadas a ingressar no estabelecimento de ensino para cuidar de assuntos de interesse do aluno.
Em ato político contra os cortes no orçamento da Assistência Social, hoje (7), na Câmara dos Deputados, foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A iniciativa do deputado Danilo Cabral (PSB/PE), presidente da Frente, em parceria com o Fórum Nacional dos Secretários(as) de Estado da Assistência Social e […]
Em ato político contra os cortes no orçamento da Assistência Social, hoje (7), na Câmara dos Deputados, foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
A iniciativa do deputado Danilo Cabral (PSB/PE), presidente da Frente, em parceria com o Fórum Nacional dos Secretários(as) de Estado da Assistência Social e do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), reuniu mais de 100 pessoas no Salão Nobre.
O evento contou com a presença de senadores, deputados federais, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, gestores públicos, secretários de estado, trabalhadores e usuários do SUAS. “Isso mostra que a Frente é ampla e está acima das lutas políticas. O que nos une é um objetivo comum: proteger o SUAS como política pública essencial para garantir a cidadania e os direitos de milhões de brasileiros e brasileiras”, defendeu Danilo.
O deputado ressaltou a importância da Frente Parlamentar como um espaço de mobilização. “É necessário recompor o orçamento que foi cortado de forma criminosa. É urgente restabelecer a funcionalidade do SUAS. Vamos fazer desta Frente um espaço de diálogo, de interlocução com o Poder Executivo, com o Congresso Nacional e a sociedade. A mobilização de todos é muito importante, seja no parlamento, na Câmara, no Senado, juntamente com aqueles que operam o SUAS nos estados e municípios”.
Danilo criticou o argumento de que os cortes são necessários devido à crise fiscal. “Eu não vi falar em falta de recurso quando foi para gastar bilhões de reais para preservar o Michel Temer na cadeira de Presidente da República na época das votações das denúncias”, disse o deputado, seguido de aplausos.
Um momento muito aguardado pelos participantes foi a fala do relator do Orçamento Geral da União de 2018, o deputado Kaká Leão. A convite de Danilo Cabral, o relator fez questão de participar do lançamento da Frente. Ele garantiu que é sensível à pauta e que a Frente Parlamentar pode contar com seu apoio.
“Podem ter certeza que vocês têm um parlamentar aliado à causa da assistência social e que está na função de relator do Orçamento da União para 2018. Dinheiro para tudo eu sei que não vai ter, mas tenho certeza que vocês estarão sentados comigo defendendo as prioridades”, falou o relator, reafirmando o compromisso de continuar o debate com o presidente da Frente, Danilo Cabral, e entidades representativas da Assistência Social.
O presidente do FONSEAS, Josbertini Clementino, elogiou a iniciativa de criar a Frente em Defesa do SUAS. “O Sistema atende mulheres que sofrem violência, jovens, crianças com direitos violados, pessoas com deficiência, população em situação de rua, quilombolas, população ribeirinha. O SUAS é uma conquista do povo brasileiro. No momento, a principal arena desse debate é aqui, na Casa do Povo”, falou Josbertini.
O forró, mais do que um gênero musical, é a alma de um povo e a expressão cultural do Nordeste que atravessa gerações. Nascido da combinação de influências africanas, indígenas e portuguesas, o forró tornou-se um patrimônio cultural de valor inestimável. Contudo, como toda cultura viva, enfrenta diversos desafios. Com o São João já entre […]
O forró, mais do que um gênero musical, é a alma de um povo e a expressão cultural do Nordeste que atravessa gerações.
Nascido da combinação de influências africanas, indígenas e portuguesas, o forró tornou-se um patrimônio cultural de valor inestimável.
Contudo, como toda cultura viva, enfrenta diversos desafios. Com o São João já entre nós, três forrozeiros abriram o coração e tocaram na ferida. Kelvin Diniz, Chambinho do Acordeon e Marquinhos Café são uma espécie de “guardiões do forró tradicional” – que, apesar de rico, precisa se reinventar para conquistar a relevância entre as novas gerações e superar o risco de cair no esquecimento.
Mas, como o forró pode se manter relevante sem perder suas raízes? E mais importante, como preservar a sua essência em um cenário musical que constantemente pede por novidades? Para esses artistas, a resposta está no equilíbrio delicado entre a tradição e a adaptação. Eles defendem que, para o forró seguir vivo, é necessário olhar para o futuro sem abrir mão da memória cultural que moldou sua identidade, deixando este gênero vivo não apenas no ciclo junino, mas em qualquer época do ano.
Até no São João?
Embora o forró seja um pilar da cultura nordestina, seu espaço nas grandes festividades, inclusive no São João, tem diminuído com o passar dos anos. Para Marquinhos Café, nascido em Caruaru, considerada a “Capital do Forró”, e morando atualmente em Salvador, essa diminuição não é uma questão de falta de qualidade, mas de visibilidade.
“Nossa maior festa nordestina, que é o São João, está tomada pelo capitalismo, descaracterizando nossa tradição e a cada dia minimizando o espaço de quem faz a festa ter sentido — que é o verdadeiro forró e o forrozeiro. Virou um festival de música onde o forró, dono da festa, é o menos tocado e menos prestigiado”, diz.
Mas a luta pela preservação do forró não é simples. Piauiense que mora em Fortaleza, Chambinho do Acordeon conquistou fama nacional por sua interpretação emocionante de Luiz Gonzaga no filme “Gonzaga: De Pai pra Filho” (2012).
Ele vê o forró perdido em uma encruzilhada entre a comercialização e a preservação. “Hoje existe a dificuldade inclusive no período junino. Aqui não falo por mim que tenho meu mês junino bem desenvolvido, mas, com todo respeito do mundo aos demais gêneros, acho muito violento um sanfoneiro sem tocar no dia de São João. Acho triste as festas de São João pelo brasil e pelo Nordeste que têm na sua grade 10 a 20% de forró”, lamenta.
Kelvin Diniz, natural de Capim Grosso/BA e musicalmente formado em Serra Talhada/PE, também vê com preocupação o risco de o gênero se perder – ao mesmo tempo em que é crítico com relação a alguns pontos, dentro do próprio nicho.
“O forró está perdendo espaço devido à falta de valorização cultural regional; à escassez de investimentos e qualificação nos grupos existentes; e à ausência de apoio entre artistas (grandes aos pequenos), como ocorre no sertanejo. A linguagem do gênero está estagnada, sem adaptação às novas demandas sociais, o que afasta o público. Além disso, taxam o forró a uma ‘música de São João’. Esse ciclo vicioso dificulta a renovação do forró”, comenta.
Forró tradicional x forró modernizado
O debate sobre a modernização do forró é complexo. Por um lado, há a necessidade de evolução para se manter vivo em um cenário musical em constante mudança. Por outro, existe o temor de que essa adaptação implique a perda de identidade. Marquinhos, que já compartilhou palco com grandes nomes da música nordestina, acredita que modernizar é possível, mas a essência deve ser mantida.
“A modernização do forró é importante, mas deve manter a essência do gênero. O problema é que muitos artistas se apropriam do nome “forró” para misturar com pop, lambada, axé, pagode e sertanejo, e chamam isso de “forró modernizado”. O jovem de hoje, sem conhecimento da verdadeira história do forró, acaba confundindo essa mistura com o gênero original. Isso prejudica o forró, pois a falta de informação impede que a verdadeira essência seja preservada. Modernizar é válido, mas a essência deve ser mantida”
Chambinho alerta: “tem espaço para todos, a mistura pode acontecer. O que não podemos esquecer são das matrizes do forró. Quando preservamos as matrizes, podemos modernizar! Veja, modernizar não significa esculhambar, existe uma confusão sobre isso”, pondera.
Enquanto isso, Kelvin, dá um olhar mais moderno para novas possibilidades, reforçando a proximidade que o gênero precisa ter com as novas gerações. “Tecnicamente existem limites de até onde você pode ir sem deixar de ser forró. Modernizar não é remover o som da sanfona, zabumba e triângulo como os puristas temem. No meu ver cabe um teclado “eletrônico” no forró (Luiz Gonzaga tocando com Gonzaguinha usou!), cabe viola caipira (Quinteto violado já usou!), cabe bateria eletrônica (Assisão usou!), enfim… Há espaço pra criatividade e novas sonoridades sem deixar de ser forró. E eu acho isso de extrema relevância comercial, afinal é através do contexto sonoro do produto que o ouvinte se apega ou se distancia do artista. E convenhamos, o forró precisa dialogar melhor com as novas gerações, não é?!”, enfatiza o sanfoneiro.
Forró sem prazo de validade
Estamos chegando em mais um ciclo junino e, apesar dos pontos já abordados pelos artistas, o forró ainda tem certo protagonismo nessa época. No entanto, o que acontece com o gênero fora desse período, nos demais meses do ano? Será que é possível “respirar” longe do São João? Os forrozeiros buscam por esse espaço e esperam deixar o forró sem “prazo de validade”, fazendo com que a sanfona não se cale e possa ser inserida em outras festividades.
“A ideia de que o forró é exclusivamente para o São João é uma ilusão, pois, quando tocado fora dessa época, a festa ainda anima. Isso mostra que o gênero pode ser valorizado durante o ano todo. Para os forrozeiros iniciantes, é crucial investir em equipamentos, qualificar o show e estudar o mercado. Eu apoio a evolução do forró, mas sem perder sua essência. A modernização deve manter o gênero autêntico, sem se transformar em algo que já não é forró”, reforça Kelvin Diniz.
Para Chambinho, é preciso inserir o forró em outros eventos e refletir sobre a valorização dos artistas do gênero. “O forró enfrenta dificuldades para encontrar espaço fora do São João, principalmente por causa da priorização de outros estilos em festivais e grandes eventos como o carnaval e o réveillon. No entanto, todos os estilos deveriam ser contemplados em todas as festas, pois isso é essencial para preservar a diversidade cultural brasileira. Além disso, os cachês dos artistas precisam ser justos e proporcionais. Como um artista que ganha 30 mil por show, tendo que arcar com todos os custos de produção, pode entregar a mesma qualidade de performance de um que recebe 500 mil? Essa disparidade precisa ser refletida, pois impacta diretamente na continuidade e valorização do forró fora do período junino”, complementa.
“O artista de forró já enfrenta dificuldades até no São João, sua principal vitrine — fora desse período, o desafio é ainda maior. Isso vem da ideia, ainda muito presente, de que forró é só música junina, quando na verdade é um ritmo que cabe em qualquer época do ano. Além disso, gestores têm excluído o forró até do São João, o que agrava a situação. Ainda assim, há quem mantenha viva a tradição. O forró resiste, porque é identidade cultural e tem força para estar presente o ano inteiro”, conclui Café.
Para sempre!
O forró, com sua sanfona vibrante, suas letras apaixonadas e sua dança envolvente, é mais que uma música – é um patrimônio vivo. A preservação desse legado passa pela aceitação das mudanças, mas sem jamais perder o fio condutor que o liga à tradição nordestina. O futuro do forró depende de um equilíbrio delicado entre o respeito ao passado e a capacidade de se transformar, sempre com a alma do Nordeste pulsando em cada música. Assim, o forró, mais do que nunca, precisa ser abraçado por todos – não apenas pelos que nasceram sob a sua influência, mas também pelas novas gerações que têm o poder de renovar essa chama, sem apagar o que a torna eterna.
Ênio Amorim disse à Rádio Pajeú que reúne 100% do elenco até esta noite. Atualizado às 07h O Afogados da Ingazeira está de volta as semifinais do Campeonato Pernambucano Sub-23 ”Série A2”. Após ter perdido na primeira instância no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/PE), a Coruja do Sertão voltou a ser julgada na noite desta […]
Ênio Amorim disse à Rádio Pajeú que reúne 100% do elenco até esta noite.
Atualizado às 07h
O Afogados da Ingazeira está de volta as semifinais do Campeonato Pernambucano Sub-23 ”Série A2”. Após ter perdido na primeira instância no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/PE), a Coruja do Sertão voltou a ser julgada na noite desta terça-feira (17), dessa vez pelo pleno do TJD/PE.
Por cinco votos a dois (5×2), o Afogados da Ingazeira foi absolvido. Isso porque valeu o entendimento de que a punição pela escalação irregular de Romário deve valer para a primeira fase. A informação do Panorama Esportivo foi confirmada pelo TJD-PE.
O detalhe é que o Araripina não enviou nenhum representante para o julgamento. Com isso, é provável que a equipe não irá recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro.
Afogados da Ingazeira x Vitória de Santo Antão irão disputar as semifinais, valendo uma na elite do futebol pernambucano de 2016, e o direito de disputar à final diante do Belo Jardim, que eliminou o Barreiros.
O primeiro jogo deverá ser realizado no Nildo Pereira, na cidade de Serra Talhada, devido ao estádio Vianão, em Afogados da Ingazeira, não possuir refletores e acontecerá domingo que vem. A Diretoria do Afogados FC agora corre para repatriar os atletas que haviam sido liberados.
Em entrevista a Juliana Lima e a este blogueiro no Programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, o presidente Ênio Amorim disse que não dormiu desde a decisão, comemorando. Sem citar nomes, não deixou de alfinetar quem torceu contra o projeto. Ele garante que conseguirá reunir 100% do elenco para a preparação até o primeiro desafio até hoje a noite.
“O resultado traz felicidade mas também preocupação”, disse, ao afirmar que será necessário um contrato para os jogos que faltam, já que todo o elenco havia encerrado o vínculo com o clube. “Mas todos ficaram seguindo uma cartilha para não perder a preparação física”.
Ênio confirma que tem praticamente certeza de que a partida será domingo. “A Federação não tem mais datas. Hoje às duas da tarde, Murilo Falcão deve confirmar isso”. Ele conta com um grande número de veículos seguindo para Serra Talhada em apoio a equipe.
Cantora se apresenta na quinta-feira (27), em São Fidélis (RJ). O evento receberá R$ 1 milhão de uma emenda da Comissão de Turismo da Câmara solicitada pela deputada Dani Cunha (PL-RJ). A cantora Ana Castela receberá R$ 850 mil para se apresentar, na quinta-feira (27), na Expo São Fidélis, no Norte Fluminense. O show será […]
Cantora se apresenta na quinta-feira (27), em São Fidélis (RJ). O evento receberá R$ 1 milhão de uma emenda da Comissão de Turismo da Câmara solicitada pela deputada Dani Cunha (PL-RJ).
A cantora Ana Castela receberá R$ 850 mil para se apresentar, na quinta-feira (27), na Expo São Fidélis, no Norte Fluminense. O show será custeado com recursos federais destinados ao município por meio de uma emenda da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, a partir de solicitação da deputada federal Dani Cunha (PL-RJ).
A contratação ganhou repercussão após Ana Castela aparecer, no domingo (23), ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Na imagem, cada um faz com uma das mãos o número 2, formando o “22”, número utilizado pelo PL nas urnas.
O valor destinado à Expo São Fidélis é de R$ 1 milhão. Pelo termo de fomento, a prefeitura deverá acrescentar R$ 50 mil de recursos próprios. A verba será utilizada para pagar os cachês de Ana Castela, no valor de R$ 850 mil, e da dupla Antony e Gabriel.
Segundo documentação enviada pela Prefeitura de São Fidélis ao Ministério do Turismo, o evento registra público médio de cerca de 2 mil pessoas por dia. Para a apresentação de Ana Castela, a expectativa informada é de aproximadamente 4 mil pessoas. A cantora será a principal atração da programação.
Quando anunciou a contratação, em abril, a prefeitura foi alvo de críticas pelo valor do cachê. Na ocasião, informou que o recurso viria do programa “Turismo com Música” e que a verba federal possuía destinação específica, não podendo ser empregada em outras finalidades.
A administração municipal é comandada pelo PL, mesma legenda de Dani Cunha e Nikolas Ferreira.
De acordo com o Metrópoles, o cachê da dupla Antony e Gabriel foi depositado em 27 de maio. Até a consulta feita pela publicação ao Transferegov, não havia registro do pagamento dos R$ 850 mil destinados a Ana Castela. O contrato prevê que o valor seja repassado até quinta-feira (27), data da apresentação.
Fonte: Metrópoles
Imagem: Reprodução
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