Desde terça-feira (18/11), o Festival Pernambuco Nação Cultural aportou na charmosa cidade de Gravatá, no agreste pernambucano, em uma edição que abarca a 16ª Festa da Estação. O festival espalha arte pela cidade fomentando a cadeia produtiva das mais variadas linguagens, além de oferecer oficinas e workshops que buscam despertar novos agentes culturais. Um momento de celebrar a rica cultura de Pernambuco.
Durante o fim de semana, a programação recebe um reforço com os shows no Palco Nação Cultural, instalado no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar. Com o intuito de fortalecer a música local e valorizar os artistas gravataenses, dois projetos da cidade abrem as noites de shows: Gravatá Pop, com Paulo Taciano, Sandro Monteiro, Thaiza Doolira, Rodrigo Lins e Jarbas Travassos, na sexta-feira (21/11); e o Samba Gravatá com Carlinhos Cantor, Andrea Santos, Sérgio Buq e Thiaguinho Rodrigues, no sábado (22/11).
A programação no Palco Nação Cultural segue, na sexta-feira, com show do cantor Gustavo Travassos e da forrozeira Cristina Amaral. No sábado, o público confere os shows do Pernambuco Samba Show, do cantor Silvério Pessoa que traz para a cidade o repertório do seu mais recente CD ‘No Grau’ e todo o romantismo e o balanço da paraense Fafá de Belém.
No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (01/06), o jornalista Nill Júnior analisa a “volta ao normal” dos trabalhos da Câmara de Vereadores de Arcoverde a partir da sessão da noite de hoje. A mudança repentina de posicionamento na Casa James Pacheco, em relação à cassação de Luciano Pacheco, levanta muitas dúvidas sobre os […]
No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (01/06), o jornalista Nill Júnior analisa a “volta ao normal” dos trabalhos da Câmara de Vereadores de Arcoverde a partir da sessão da noite de hoje.
A mudança repentina de posicionamento na Casa James Pacheco, em relação à cassação de Luciano Pacheco, levanta muitas dúvidas sobre os reais motivos: pressão popular ou um acerto de bastidores?
O tom da sessão de hoje deve esclarecer o rumo dessa história. Acompanhe pela Itapuama FM, a partir das 19h, em 92,7, aplicativo ou no site itapuamafm.com.br.
Na semana do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, projetos da pauta feminina ganharão destaque na pauta de votações do Senado. Entre as proposições que devem ser votadas está o PL 4.391/2020, que reserva 30% das vagas nos diretórios partidários para mulheres. A data também será comemorada com sessão solene no Congresso […]
Na semana do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, projetos da pauta feminina ganharão destaque na pauta de votações do Senado. Entre as proposições que devem ser votadas está o PL 4.391/2020, que reserva 30% das vagas nos diretórios partidários para mulheres. A data também será comemorada com sessão solene no Congresso Nacional.
A pauta de votações está sendo acertada desde fevereiro, quando houve um encontro do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, com representantes da bancada feminina na Casa, cuja líder é a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA).
Participação na política
O primeiro projeto na pauta de terça-feira (8) é o PL 4.391/2020, da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que reserva para as mulheres 30% das vagas em diretórios municipais, distritais, estaduais e nacionais dos partidos políticos.
Nos órgãos de juventude das siglas, a representação feminina deve ser de pelo menos 50%. O percentual mínimo proposto é de 30% para cada gênero, mas, segundo a autora do projeto, a medida deve, na prática, incrementar a participação feminina.
“A lei determina mínimo de 30% de candidaturas femininas. Meu projeto quer, pelo menos, 30% de mulheres no comando dos partidos. Isso porque são os dirigentes partidários que decidem quem será candidato e quem terá mais recurso, mais tempo de campanha eleitoral. Este projeto visa combater as fraudes das candidaturas-laranjas e ampliar a participação feminina na política”, explicou Simone em entrevista à Agência Senado.
Para a senadora, com a presença maior das mulheres nos diretórios partidários, abre-se espaço para que elas reivindiquem a escolha de candidatas realmente competitivas, com potencial de vencer as eleições. Ela diz acreditar que o projeto pode significar um salto de qualidade na escolha de candidatas e, como consequência, mais mulheres com mandatos eletivos e com representatividade real.
Simone também destacou outro projeto que trata da participação feminina na política e que está na pauta de votações de terça-feira. O PRS 36/2021, da senadora Eliziane Gama, altera o Regimento Interno do Senado para assegurar a participação de pelo menos duas integrantes da bancada feminina nas comissões permanentes e temporárias da Casa. Pelo texto, quando forem instaladas as comissões, deverá ser criadas duas vagas adicionais, uma de titular e uma de suplente, destinadas à representação feminina.
“Enfim, não estamos mais na época em que as senadoras não tinham nem banheiro no Plenário, mas ainda há muito espaço a ser conquistado. Somos tão detentoras de mandato quanto os colegas homens. Temos os mesmos direitos e deveres. Por sermos tão poucas, temos de ter ainda mais persistência para que nossa voz seja ouvida”, disse Simone ao defender a aprovação do projeto de Eliziane.
Na justificativa de sua proposta, Eliziane argumenta que seu objetivo é fortalecer a atuação das mulheres no Parlamento, já que a “participação política feminina no Senado Federal é limitada por fatores institucionais”. Ela também ressalta que a maioria do eleitorado brasileiro é feminino (52%), mas que esse número é pouco representado na vida político-partidária.
Violência
Também estão na pauta três projetos que buscam combater a violência contra a mulher. Um deles é o PL 2.325/2021, da senadora Zenaide Maia (Pros-RN). O texto altera o Código Penal para excluir os crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher e o feminicídio da possibilidade de circunstâncias atenuantes e redutoras de pena relacionadas à violenta emoção e à defesa de relevante valor moral ou social. Além disso, proíbe o uso da legítima defesa da honra como argumento para absolvição de acusados de feminicídio.
“O Supremo Tribunal Federal já decidiu pela inconstitucionalidade da tese da legítima defesa da honra, então o que estamos querendo com esse projeto é incluir isso em uma lei de caráter nacional. O projeto também exclui a violência contra a mulher e o feminicídio dos casos atenuantes”, ressaltou a senadora à Agência Senado, que ainda citou o apoio da campanha A Honra Não é Desculpa, da ONG Nossas, à proposta.
Outro projeto na pauta é o PL 3.048/2021, da senadora Leila Barros (Cidadania-DF), que altera o Código Penal para aumentar as penas dos crimes contra a honra — calúnia, difamação e injúria — cometidos contra a mulher por razões da condição do sexo feminino. Esse aumento de pena já é previsto para crimes violentos, como homicídio e lesão corporal.
Também relacionado ao tema da violência contra a mulher, está na pauta o PLS 47/2012, do senador licenciado Ciro Nogueira (PP-PI), que garante às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar atendimento prioritário em delegacias, hospitais e centros de assistência social.
Crédito
O último projeto na pauta da terça-feira é o PL 3.342/2020, de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES). Essa proposta prevê a concessão de linha de crédito especial para mulheres empreendedoras, para as áreas de beleza, estética, cosméticos, vestuário, comércio de artigos femininos, alimentos. De acordo com o texto, o crédito se destina a mulheres que atuem como pessoa física durante a pandemia.
Homenagem
Além da votação de projetos, está marcada uma sessão solene semipresencial para terça-feira, às 10 horas, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Também no dia 8, haverá iluminação especial nas cúpulas do Senado e da Câmara dos Deputados e uma apresentação da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira a partir das 19h, no Salão Negro do Congresso.
Tribunal de Contas identificou pagamentos sem comprovação de entrega de alimentos e locação irregular de veículos durante período sem aulas presenciais O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou o ressarcimento de R$ 202.741,14 aos cofres públicos de Buíque, no Agreste pernambucano, após identificar irregularidades graves em despesas com merenda e transporte escolar […]
Tribunal de Contas identificou pagamentos sem comprovação de entrega de alimentos e locação irregular de veículos durante período sem aulas presenciais
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou o ressarcimento de R$ 202.741,14 aos cofres públicos de Buíque, no Agreste pernambucano, após identificar irregularidades graves em despesas com merenda e transporte escolar entre 2021 e 2023. A decisão, publicada no Diário Oficial do TCE desta sexta-feira (5), também aplicou multas que somam mais de R$ 27 mil aos gestores responsáveis.
Irregularidades identificadas
De acordo com o Acórdão T.C. Nº 1810/2025, da Segunda Câmara do TCE, a auditoria especial constatou:
Merenda Escolar sem Comprovação: Liquidação e pagamento de despesas com gêneros alimentícios no valor de R$ 130.741,14 sem comprovação integral da entrega às escolas municipais.
Locação Irregular de Veículos: Gastos de R$ 72.000,00 com locação de veículos sem comprovação efetiva da prestação dos serviços, especialmente durante período sem aulas presenciais.
Locações sem Licitação: Contratação de locações de imóveis sem procedimentos licitatórios e sem demonstração de que os imóveis eram os únicos que atendiam às necessidades da Administração.
Punições aplicadas
A ex-secretária de Educação Marilan Belisario Lino foi a mais penalizada, tendo que ressarcir integralmente os R$ 202.741,14 e pagar multa de R$ 10.963,44. Outros três responsáveis receberam multas de R$ 5.481,72 cada:
Arquimedes Guedes Valença – ex-prefeito
Matheus Albuquerque Frazão – ex-secretário de Assistência Social
Teófila Maria Macedo Valença Correia – ex-secretária de Assistência Social e Saúde.
Os valores deverão ser recolhidos no prazo de 15 dias após o trânsito em julgado da decisão.
Fundamentação legal
O relator conselheiro Marcos Loreto destacou em seu voto que “a liquidação e pagamento de despesas sem comprovação efetiva da prestação dos serviços configura dano ao erário e enseja ressarcimento pelos responsáveis”. O Tribunal também enfatizou que “a locação de imóveis pela Administração Pública exige procedimento licitatório prévio”.
Recomendações para evitar novas irregularidades
O TCE emitiu recomendações específicas ao atual gestor do município para evitar a reincidência:
Implementar controles para identificação da real utilização de veículos locados (diários de bordo, relatórios de fiscalização)
Realizar prévias avaliações que permitam constatar a compatibilidade do preço com os praticados no mercado
Disponibilizar periodicamente os planos de trabalho da auditoria interna
O julgamento foi realizado por unanimidade pelos conselheiros Ranilson Ramos (presidente da sessão), Marcos Loreto (relator) e Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, com a participação do procurador do Ministério Público de Contas, Gustavo Massa. As informações são do Causos & Causas.
Do Exame.com Até agora, seis do onze ministros votaram a favor da validação dos acordos de colaboração e optaram por manter Fachin como relator A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor da manutenção do ministro Edson Fachin como relator do caso do Grupo J&F, dono da JBS, e aprovou a […]
Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin (REUTERS/Adriano Machado/Reuters)
Do Exame.com
Até agora, seis do onze ministros votaram a favor da validação dos acordos de colaboração e optaram por manter Fachin como relator
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor da manutenção do ministro Edson Fachin como relator do caso do Grupo J&F, dono da JBS, e aprovou a homologação dos executivos do grupo.
Até agora, seis dos onze ministros votaram nesse sentido. Os outros cinco ainda devem dar seu voto.
A corte retomou nesta quinta-feira (22), a discussão para validar o acordo de delação premiada dos executivos do grupo, que foi homologado por Fachin, e decidir se o ministro poderia ser mantido na relatoria do caso.
A possibilidade de mudança na relatoria surgiu do recurso feito pelo governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Citado pelos executivos da J&F como receptor de propina, o governador alega que o caso, por não ter conexão com o desvio da Petrobras, não deveria ter o mesmo relator que a operação Lava-Jato, Fachin.
“Não se verifica no meu modo de ver qualquer ilegalidade na distribuição por prevenção do pedido de homologação do acordo de colaboração premiada em análise, diante da evidência de fatos relatados conexos com investigação em curso sob minha relatoria”, disse Fachin durante a sessão de quarta-feira (21).
O ministro disse ainda que desde que assumiu a relatoria da Lava Jato no lugar de Teori Zavascki, em 12 de janeiro, já homologou cinco acordos de colaboração premiada sem ter sido alvo de questionamentos.
A outra discussão, sobre a homologação do acordo, partiu do próprio relator do caso. Dois pontos devem estar no centro do debate dos ministros do STF sobre o tema hoje.
O primeiro deles é sobre de quem é a competência para homologar as colaborações premiadas – um ministro sozinho ou todo o plenário? Outra discussão deve ser sobre qual é o momento para o Supremo discutir a validade do acordo – na homologação ou só na hora da sentença?
Para a força-tarefa da Lava Jato, uma eventual sentença pela revisão do acordo afetaria não só o caso que envolve o presidente Michel Temer como poderia colocar em xeque um dos principais instrumentos para o avanço das investigações dos casos de corrupção na Petrobras e em outras estatais até agora.
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou, na manhã desta segunda-feira (14), a liberação de R$ 5,25 milhões para a retomada de obras do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) que estavam paralisadas no município de Água Preta (PE). No total, serão reformadas 252 unidades habitacionais que sofreram diversas avarias após o empreendimento ter sofrido […]
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou, na manhã desta segunda-feira (14), a liberação de R$ 5,25 milhões para a retomada de obras do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) que estavam paralisadas no município de Água Preta (PE). No total, serão reformadas 252 unidades habitacionais que sofreram diversas avarias após o empreendimento ter sofrido com invasões. Todas as unidades estavam aptas para entrega. A suplementação de recursos extras prevê a recuperação dos danos dessas unidades.
O ministro, em pronunciamento para a população de Água Preta, falou da importância e do objetivo do programa. “Muito mais que o benefício das novas unidades, é o sentimento do dever cumprido: entregar essas casas a quem teve seus direitos usurpados. Estamos proporcionando a centenas de cidadãos a oportunidade do resgate da cidadania, por meio da oferta de um imóvel digno e seguro”, destacou.
O empreendimento tem, ao todo, 1.109 unidades habitacionais, e integra a Operação Construção, para atender aos desabrigados pelas enxurradas ocorridas em 2010.
Para o ministro Bruno Araújo, a retomada de obras das unidades habitacionais em Água Preta simboliza a volta do programa aos trilhos. “Verificamos, assim que assumimos o Ministério das Cidades no ano passado, que o Minha Casa, Minha Vida estava praticamente abandonado. Com muito esforço, recuperamos o programa e hoje não há dívida nenhuma com construtoras. Isso possibilitou que as unidades habitacionais em Água Preta pudessem ser restauradas”.
Recuperação após chuvas –Na ocasião, o ministro anunciou que a cidade receberá investimentos para recuperação de calçadas e asfaltos, prejudicados com as fortes chuvas nesse ano. “Eu vi o quanto o asfalto da cidade foi atingido com a última enchente. Afirmei ao prefeito Eduardo Coutinho que vamos reformar o calçamento do município. O deputado João Fernando Coutinho já tinha intercedido por um investimento de R$ 500 mil aqui, e nós vamos completar para ajudar o prefeito a preparar o projeto.”
Ele ainda afirmou que outros estados receberão recursos do governo federal para se recuperarem das chuvas. “Vamos atender os quatro primeiros estados atingidos pelas enchentes desse ano, como Pernambuco, Alagoas, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Será um trabalho intenso, mas que é feito de forma coletiva.”
Autorização em Jaboatão dos Guararapes – À tarde, em Jaboatão dos Guararapes, Bruno Araújo autorizou o início da 2ª fase do Plano de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Pernambuco. “O Ministério das Cidades vai liberar um aporte de R$ 2 milhões que vai contemplar a elaboração de projetos básicos e executivos. Vamos investir para melhorar a qualidade de vida e saúde pública”, afirmou.
Os projetos básicos e executivos são das unidades demandadas e da remediação de lixões, com base nos pré-projetos. Os municípios que serão objetos de licitação são: Paulista, Abreu e Lima, Itapissuma, Itamaracá, Araçoiaba, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Moreno e Recife.
O convênio, inserido do PAC2 – Programa de Saneamento Básico – tem como finalidade a elaboração de Estudo de Concepção, Projetos Básicos e Executivos para o Sistema Metropolitano de Resíduos Sólidos da RMR, com o objetivo do planejamento integrado e associado de resíduos sólidos.
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