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Festival do Frio da Borborema começa nesta sexta-feira (11) com show de Jorge de Altinho

Por André Luis

Evento chega à sua 19ª edição com programação musical, estrutura inédita e temperaturas típicas da serra

Tem início nesta sexta-feira (11) mais uma edição do tradicional Festival do Frio do Povoado de Borborema, em Tabira. Em sua 19ª edição, o evento reafirma sua importância cultural na região e promete um final de semana de muito forró, clima agradável e reencontro com a tradição.

A edição deste ano traz uma estrutura nunca antes vista no povoado, com destaque para a ornamentação temática e a restauração do histórico termômetro, símbolo das baixas temperaturas que caracterizam o clima da Borborema nesta época do ano. O evento é promovido pela Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude, com apoio do Governo do Estado de Pernambuco e Fundarpe.

A programação musical começa hoje, sexta-feira (11), a partir das 19h, com apresentação de Júnior Araújo. Às 20h sobe ao palco Seu Marquinhos e Banda, seguido por Edy e Nathan às 22h. O encerramento da noite será com um dos maiores ícones do forró nordestino: Jorge de Altinho, às 00h.

No sábado (12), a festa continua com Everton Freitas às 20h, Forró do Nosso Jeito às 22h e Juarez encerrando a noite, à meia-noite. Já no domingo (13), o encerramento será em clima de descontração, com a Tardezinha da Borborema, a partir das 16h, ao som do grupo Segunda Samba.

“O Festival do Frio da Borborema é mais do que um evento musical, é uma celebração da identidade cultural de Tabira, fortalecendo o turismo, movimentando a economia local e valorizando as tradições da serra”, afirma a assessoria de comunicação.

Outras Notícias

Emenda de Mendonça Filho garante R$ 1 bilhão para universidades e institutos federais

No projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, o deputado federal, Mendonça Filho, aprovou três emendas que garantem mais recursos as universidades federais e hospitais universitários. Uma das emendas vai garantir às universidades e institutos federais a liberdade para gastar R$ 1 bilhão de orçamento previstos para despesas de receitas próprias, convênios e […]

No projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, o deputado federal, Mendonça Filho, aprovou três emendas que garantem mais recursos as universidades federais e hospitais universitários.

Uma das emendas vai garantir às universidades e institutos federais a liberdade para gastar R$ 1 bilhão de orçamento previstos para despesas de receitas próprias, convênios e doações, que tinham limitação de empenho ou movimentação financeira.

“Vamos permitir às universidades e institutos celebrar contratos, convênios e receber doações sem se preocuparem com contingenciamentos futuros”, afirmou Mendonça Filho, que foi ministro da Educação.

Ao retirar do orçamento essa limitação de gastos para as universidades e institutos federais, a proposta de Mendonça Filho amplia a possibilidade de uma arrecadação mais pujante no próximo ano, garantindo mais recursos.

Outra emenda de Mendonça Filho aprovada retira as receitas próprias das universidades do teto de gastos das despesas primárias da Constituição Federal, garantindo os recursos para as atividades essenciais e estruturantes desenvolvidas pelas instituições federais de ensino.

Ainda há emenda aprovada pelo Congresso que evita a diminuição de orçamento nas políticas públicas executadas pelo MEC para as universidades e institutos.

Pelo texto, todo crédito adicional de excesso e superávit orçamentário solicitado pelas universidades e institutos não terão como compensação o corte de outras programações do próprio Ministério da Educação, evitando assim diminuição de orçamento nas políticas públicas executadas pela pasta.

Por fim, outra emenda vincula as emendas parlamentares alocadas nos Hospitais Universitários ao piso constitucional da saúde.

“Os hospitais universitários desenvolvem assistência, ensino e pesquisa acadêmica com contribuição fundamental para a saúde pública no País”, afirmou Mendonça. A lei de diretrizes orçamentárias 2019 segue pra sanção presidencial.

Associação Médica critica ‘retaliação’ cubana ao Mais Médicos

A Associação Médica Brasileira (AMB) qualificou de retaliação a decisão do governo cubano de romper o acordo firmado com o Brasil no âmbito do Programa Mais Médicos e retirar os intercambistas do país. No comunicado, a AMB afirma que o programa foi criado a partir de uma premissa equivocada: a de que não havia médicos […]

A Associação Médica Brasileira (AMB) qualificou de retaliação a decisão do governo cubano de romper o acordo firmado com o Brasil no âmbito do Programa Mais Médicos e retirar os intercambistas do país.

No comunicado, a AMB afirma que o programa foi criado a partir de uma premissa equivocada: a de que não havia médicos em número suficiente no Brasil. O que não existe, segundo a entidade, são políticas públicas que atraiam e fixem esses profissionais nos municípios – sobretudo os menores e os mais distantes dos grandes centros.

“O governo brasileiro acabou lançando mão de importação de mão de obra, trazida numa condição análoga à escravidão: obrigada a abrir mão de mais de 70% do que o Brasil desembolsava e alocada independentemente das condições de trabalho existentes”. lembra a Associação Médica.

Para a AMB, resolver a questão que envolve a oferta de médicos em locais de difícil provimento ou de difícil acesso não é algo a ser feito por meio de ações paliativas. De acordo com a nota, a  solução definitiva passa pela criação de uma carreira médica de Estado.

Os atuais 458.624 profissionais contabilizados no Brasil atualmente são classificados pela entidade como suficientes para atender às demandas da população. “Essa crise será resolvida com os médicos brasileiros”, destacou a AMB. “Não vamos aceitar esta sabotagem com o povo brasileiro”, conclui o comunicado da associação.

O documento sugere ainda como ações emergenciais para a serem adotadas em meio à “crise deflagrada” na saúde a reformulação e reforço do Piso de Atenção Básica; aumento do valor repassado pela União para a atenção básica para que municípios consigam contratar médicos na própria região; mudanças na forma de cálculo, garantindo mais recursos para municípios menores; e reforço do atendimento em áreas indígenas e de difícil acesso.

A AMB propõe também que se aumente o investimento nas Forças Armadas para aproveitar a experiência destas tanto em áreas de difícil acesso quanto em áreas indígenas, levando médicos e toda a infraestrutura de saúde necessária a essas localidades. Para tanto, a União utilizaria os atuais médicos das Forças Armadas, incrementaria o efetivo por concurso e selecionaria também novos médicos oficiais voluntários para atuar de forma temporária.

Outras sugestões são incentivar a adesão de médicos jovens ao Mais Médicos e promover mudanças no edital do programa, que será lançado em breve, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde, criando subsídios e incentivos a profissionais jovens com dívida no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No período em que estes médicos atuarem no programa, as parcelas do financiamento ficariam suspensas. Além disso, haveria o benefício de descontos no montante geral da dívida, de acordo com o tempo de permanência e o município ou região escolhido (quanto menor o município ou de mais difícil provimento, maiores os descontos).

A Associação Médica Brasileira alerta que é preciso garantir a esses méidicos mesmas condições ofertadas aos cubanos até então: moradia, alimentação e transporte.

SJE: Câmara de Vereadores não paga INSS e valor é descontado do FPM da Prefeitura

Por André Luis Segundo informações recebidas pela reportagem do Blog do Nill Júnior, a Prefeitura de São José do Egito, teve cerca de R$ 36 mil retidos pela Receita Federal do valor do Fundo de Participação dos Municípios – FPM de janeiro. Ainda segundo informações, a Prefeitura achou estranho o desconto no PFM e solicitou […]

Por André Luis

Segundo informações recebidas pela reportagem do Blog do Nill Júnior, a Prefeitura de São José do Egito, teve cerca de R$ 36 mil retidos pela Receita Federal do valor do Fundo de Participação dos Municípios – FPM de janeiro.

Ainda segundo informações, a Prefeitura achou estranho o desconto no PFM e solicitou a explicação do motivo junto a Receita Federal, foi quando descobriu que o que motivou a retenção foi que o presidente da Câmara de Vereadores, João de Maria, deixou de pagar o INSS de novembro, que venceu em 20 de dezembro de 2021 — total: R$ 31 mil com juros e multa.

Ainda foi constatado, que estava em aberto uma parte do INSS de março, que venceu em 20 de abril do ano passado — total: R$ 5 mil. 

A reportagem recebeu a informação de que o prefeito Evandro Valadares já mandou o jurídico da Prefeitura ingressar contra o presidente da Câmara, João de Maria com ação de improbidade por apropriação indébita. Também entrar com denúncia junto ao Tribunal de Contas de Pernambuco – TCE-PE.

Raquel cresceu 10% e João caiu 7%: avaliação positiva da governadora puxou intenção de voto

A pesquisa Datafolha divulgada hoje confirmou a tendência aferida pelo instituto Múltipla no começo da semana: o crescimento acentuado de Raquel Lyra. No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos somam […]

A pesquisa Datafolha divulgada hoje confirmou a tendência aferida pelo instituto Múltipla no começo da semana: o crescimento acentuado de Raquel Lyra.

No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente.

Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Para que se tenha uma ideia, o resultado representa uma mudança no cenário em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em abril deste ano. Na ocasião, João Campos liderava com 50% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra aparecia com 38%, uma diferença de 12 pontos percentuais.

João caiu sete pontos e Raquel cresceu 10 pontos percentuais.

Avaliação Raquel

Segundo o instituto, 67% dos pernambucanos aprovam o governo Raquel Lyra e 28%, desaprovam. Ou seja, o crescimento da avaliação positiva do governo Raquel puxou pra cima a intenção de voto.

O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 27 de maio, com 1.022 entrevistas presenciais em Pernambuco. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07888/2026 e possui nível de confiança de 95%.

Convidado por PCdoB, PSD e PSOL, Tote Marques balança para deixar Presidência do PT de Tabira

O advogado Tote Marques foi o entrevistado de ontem do Programa Cidade Alerta da Cidade FM, com Anchieta Santos. Como suplente de vereador, disse que se estivesse exercendo o mandato, também teria votado pela aprovação das contas de 2013 do Prefeito Sebastião Dias. Como Presidente do PT, declarou que mesmo tendo mandato até novembro de […]

Foto de arquivo
Foto de arquivo

O advogado Tote Marques foi o entrevistado de ontem do Programa Cidade Alerta da Cidade FM, com Anchieta Santos.

Como suplente de vereador, disse que se estivesse exercendo o mandato, também teria votado pela aprovação das contas de 2013 do Prefeito Sebastião Dias.

Como Presidente do PT, declarou que mesmo tendo mandato até novembro de 2017, tem sido procurado por dirigentes de PCdoB, PSD e PSOl, para disputar a prefeitura de sua cidade.

Tote não deixou claro se sairá do Partido dos Trabalhadores, mas criticou a formação do PTdoB pelos petistas ligados a Carlos Veras, garantindo uma legenda para quem vai disputar a eleição.

Marques classificou a iniciativa como “uma vergonha” e alfinetou o Presidente da CUT, dizendo que ele não tem residência na cidade e fica de aluguel quando visita Tabira para fomentar a discórdia na sigla.

Tote reconhece que na política tabirense é preciso ter grupo, daí porque sonha com o apoio do palanque governista à sua candidatura.

“Não adianta querer correr sozinho”. Seguiu falando o petista que disse ser notória a insatisfação da população com o Prefeito. Daí espera que ele abra a possibilidade para novos nomes.