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Fernando Bezerra e Fernando Filho cotados para comandar ministérios, diz site

Por André Luis
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o filho dele, deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE)

JC Online com agências

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, e o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM) estão sendo cotados para ocupar ministérios.

Colocar FBC para comandar a articulação política na Casa Civil é o plano B do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para tentar solucionar a crise que tem como protagonista o atual ministro da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM). O filho do senador, Fernando Coelho, pode assumir o Ministério de Minas e Energia em maio.

O esvaziamento das funções da Casa Civil e a demissão de assessores da pasta, anunciados na quinta-feira (30.01) pelo presidente foram vistos por integrantes do governo como o “fim da linha” para Onyx Lorenzoni.

De acordo com apuração da Folha de S. Paulo, buscando um nome para o comando da Casa Civil, Bolsonaro tem como favorito Jorge Oliveira, atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, que estaria demonstrando resistência. O plano estudado é o de fundir a Casa Civil com a Secretaria-Geral da Presidência.

Outra opção para a Casa Civil seria a nomeação de um dos líderes do governo como Fernando Bezerra Coelho, do Senado, ou Eduardo Gomes (MDB-TO), do Congresso. No entanto, a indicação de FBC tem um obstáculo.

A nomeação pode inviabilizar que Fernando Coelho assuma Minas e Energia no mês de maio, quando o atual ministro, Bento Albuquerque, deverá ser indicado para vaga destinada à Marinha no Superior Tribunal Militar (STM).

Além disso, articuladores políticos do presidente consideram, neste momento, que prestigiar o MDB poderia desencadear um movimento de partidos que votam com o governo Bolsonaro por mais espaço na Esplanada.

Outras Notícias

Fux aponta ausência de dever jurídico específico de réus em omissões no 8 de Janeiro

Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília. “No caso […]

Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília.

“No caso em questão, não há nenhuma prova de que algum dos réus tinha o dever específico de agir para impedir os danos causados pela multidão em 8 de janeiro de 2023”, disse o ministro, em voto no processo da chamada Trama Golpista.

Segundo Fux, a omissão penalmente relevante não se caracteriza apenas pela ausência de ação, mas exige a comprovação de um dever jurídico específico de evitar o resultado criminoso. “Isso deve ser um dever jurídico específico, não apenas uma obrigação moral genérica”, acrescentou.

O ministro destacou ainda que não há evidências de que os acusados tenham ordenado a destruição e posteriormente se omitido. “Pelo contrário, há evidências de que, assim que a destruição começou, um dos réus agiu para evitar que o edifício supremo fosse invadido pelos vândalos. O que eu atestei pela prova dos autos é que o réu Anderson Torres assim agiu”, afirmou.

 

Prefeitura de Afogados da Ingazeira paga servidores nesta sexta

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, reafirmando o compromisso de pagar em dia todos os servidores, inicia nesta Sexta-feira (28), o pagamento do funcionalismo municipal. Recebem os servidores das Secretarias de Administração, Finanças, Infraestrutura, Agricultura, Controle Interno, Transportes, Saúde, Assistência Social, Educação, Cultura e Esportes, além da Procuradoria Geral e Gabinete do Prefeito, além de […]

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A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, reafirmando o compromisso de pagar em dia todos os servidores, inicia nesta Sexta-feira (28), o pagamento do funcionalismo municipal.

Recebem os servidores das Secretarias de Administração, Finanças, Infraestrutura, Agricultura, Controle Interno, Transportes, Saúde, Assistência Social, Educação, Cultura e Esportes, além da Procuradoria Geral e Gabinete do Prefeito, além de aposentados e pensionistas.

Com o pagamento, a economia de Afogados da Ingazeira receberá um incremento de R$ 2.256.129,43, que ajudará a movimentar a agricultura, o comércio, a indústria e o setor de serviços. No total, serão beneficiados 1.598 servidores.

Segundo o Prefeito José Patriota, pagar em dia os servidores é fruto de uma responsável e equilibrada gestão financeira, apesar das quedas no FPM e, mais recentemente, dos atrasos nos repasses do Governo Federal para diversos programas, sobretudo nas áreas de saúde e educação.

“Estamos empenhados em assegurar que não haja atrasos no pagamento do salário dos servidores, apesar da dívida que a União tem hoje com o município de Afogados. Pagar em dia é importante porque o servidor trabalha melhor, com mais gosto, quando recebe em dia,” afirmou o Prefeito José Patriota.

Compesa amplia uso de tecnologia em estações de tratamento de água do estado

Unidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Ingazeira, Iguaraci e Tuparetama passarem a utilizar a tecnologia A Compesa está ampliando a instalação do aplicativo (APP) Redução de Produtos Químicos nas Estações de Tratamento de Água de Água (ETA’s) do Estado. Na semana passada, foi a vez das unidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Ingazeira, Iguaraci e […]

Unidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Ingazeira, Iguaraci e Tuparetama passarem a utilizar a tecnologia

A Compesa está ampliando a instalação do aplicativo (APP) Redução de Produtos Químicos nas Estações de Tratamento de Água de Água (ETA’s) do Estado.

Na semana passada, foi a vez das unidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Ingazeira, Iguaraci e Tuparetama passarem a utilizar a tecnologia. Além dos cinco municípios do Alto do Pajeú, já estão operando com o aplicativo as ETA’s de Garanhuns, Capoeiras, Paudalho e Aliança. A meta é que a tecnologia seja aplicada em todas as estações de tratamento de água do Estado até junho deste ano..

O aplicativo foi desenvolvido com a finalidade de monitoramento, maior controle e ajuste da dosagem de produtos químicos das Estações de Tratamento de Água que compõem os sistemas de abastecimento no Estado. O uso do aplicativo  irá permitir também a redução do custo com produtos químicos e melhoria da qualidade da água produzida.

De acordo com o Gerente de Controle de Qualidade da Compesa, Edmilson Martins, um dos idealizadores do aplicativo, a novidade vai otimizar custos e melhorar a qualidade do serviço oferecido à população. “Essas ações são de extrema importância para que possamos adequar as unidades de Tratamento de Água visando a universalização de água no Estado de Pernambuco”, afirmou o gerente.

Parlamento do Iraque pede a governo que encerre atividades de tropas estrangeiras no país

Do G1 O Parlamento do Iraque aprovou, neste domingo (5), uma resolução que pede ao governo que encerre as atividades de tropas estrangeiras no país. A decisão foi tomada dias depois que um ataque dos Estados Unidos matou o segundo homem mais importante do Irã, o general Qassem Soleimani, em Bagdá. A resolução aprovada pelos […]

Parlamento iraquiano faz sessão em que aprovou pedido para governo encerrar presença de tropas estrangeiras no país — Foto: Iraqi parliament media office/Reuters

Do G1

O Parlamento do Iraque aprovou, neste domingo (5), uma resolução que pede ao governo que encerre as atividades de tropas estrangeiras no país. A decisão foi tomada dias depois que um ataque dos Estados Unidos matou o segundo homem mais importante do Irã, o general Qassem Soleimani, em Bagdá.

A resolução aprovada pelos parlamentares, ao contrário de leis, não obriga o governo a cumprir o texto, mas foi aprovada a pedido do próprio primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul Mahdi. Durante a sessão, Mahdi considerou a morte de Soleimani um “assassinato político”. Milhares de pessoas acompanharam o velório do general neste domingo (5) no Irã e, no sábado (4), no Iraque.

O texto pede, ainda, que sejam cancelados quaisquer pedidos de ajuda do Iraque ao governo dos Estados Unidos. As tropas americanas estão no país a convite de Bagdá.

Também neste domingo (5), os EUA, que lideram a coalizão de 74 nações e 5 organizações contra o Estado Islâmico, anunciaram a suspensão da maior parte das operações contra o grupo terrorista, e, também, dos treinamentos de forças iraquianas que participam do esforço conjunto.

“O governo se compromete a revogar seu pedido de assistência da coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico devido ao fim das operações militares no Iraque e à conquista da vitória”, diz o texto aprovado no Iraque.

Cerca de 5,2 mil soldados dos Estados Unidos estão nas bases militares iraquianas para treinar e apoiar as forças de segurança locais e combater o Estado Islâmico. Como as tropas estão lá a convite do governo iraquiano, a decisão de cancelar o pedido de ajuda, teoricamente, as forçaria a sair do país, diz o “The New York Times”.

Os soldados americanos já lutaram lado a lado das milícias iraquianas – algumas delas financiadas pelo Irã – contra o grupo terrorista entre 2014 e 2017. A perda territorial sofrida pelo Estado Islâmico desde então causou, entretanto, novas dinâmicas de poder entre Washington e Teerã, com o aumento da tensão entre os dois nos últimos dois anos.

Mesmo antes da morte de Soleimani, havia uma pressão crescente vinda das milícias xiitas e aliados do Irã para que as tropas americanas deixassem o Iraque, segundo a Deutsche Welle. Os Estados Unidos começaram a presença militar no Iraque em 2003, quando invadiram o país para derrubar Saddam Hussein.

Os soldados americanos deixaram o país gradativamente ao longo dos anos, com a saída definitiva em dezembro de 2011 – antes da volta para combater o Estado Islâmico, três anos depois, a pedido do Iraque.

Em entrevista, Padre Adilson Simões critica Alexandre de Moraes e Padre Júlio Lancelotti

Um dos principais nomes da Igreja Católica no Estado, graças à sua atuação na Terra da Misericórdia, o Padre Adilson Simões foi o convidado do Independente Podcast, da Independente FM, com apresentação de Dárcio Rabelo. Chamado a avaliar o trabalho do Padre Júlio Lancelotti, disse respeitar a sua atuação social, mas o criticou. “Não é […]

Um dos principais nomes da Igreja Católica no Estado, graças à sua atuação na Terra da Misericórdia, o Padre Adilson Simões foi o convidado do Independente Podcast, da Independente FM, com apresentação de Dárcio Rabelo.

Chamado a avaliar o trabalho do Padre Júlio Lancelotti, disse respeitar a sua atuação social, mas o criticou. “Não é assistente social”.

Ainda que, pelo que ele disse, sem fazer referência a quais são as falas, deveria ser punido ou afastado da igreja, falando em “ideologias”.

Ainda condenou a prisão do General Augusto Heleno.

O general foi condenado pela trama golpista. Moraes determinou o uso de tornozeleira eletrônica e prisão domiciliar.

O ex-ministro do GSI foi condenado por integrar o “núcleo crucial” de uma organização criminosa, liderada pelo ex-presidente Bolsonaro, que buscou promover um golpe de Estado para mantê-lo no poder, apesar da derrota nas urnas. Heleno foi sentenciado a cumprir 21 anos de pena.

Sem citar seu nome, Padre Adilson disse tratar-se de um “homem honrado”, fazendo referência à sua atuação na missão humanitária no Haiti.

Padre Adilson Simões também criticou o Supremo,  o Ministro Alexandre de Moraes e disse que algumas pessoas foram presas injustamente pelos atos golpistas de 8 de janeiro.