Falta de médicos no Emília Câmara gerou revolta neste domingo
Um senhor morreu sem atendimento na unidade, segundo familiares
Recentemente, o Secretário de Saúde do Estado, Iran Costa, prometeu em entrevista à Rádio Pajeú ampliar a quantidade e qualidade dos atendimentos. Não foi o que se viu na prática no Hospital Regional Emília Câmara neste domingo.
Várias pessoas procuraram a Rádio Pajeú para denunciar a falta de profissionais médicos no dia de ontem. Muitas pessoas procuraram a unidade em vão, a maioria com sintomas de zika, dengue e chicungunya.
Outra queixa foi da profissional que atendeu no plantão do sábado para o início da manhã do domingo. A médica, identificada como Ana Maria teria consultado pacientes sem observa-los. O relato da irmã do comunicador Anchieta Santos indicou que, sem olhar a paciente, perguntando à distância o que ela sentia, definiu que fizesse um eletrocardiograma. E depois prescreveu medicamentos que ela preferiu não comprar.
O blogueiro Júnior Finfa trouxe outro relato, de um senhor que teve hipoglicemia (queda na glicose que exige ação urgente) e não teve atendimento, precisando ser encaminhado às presas para uma unidade privada. Não faltaram críticas à Diretora Leandra Saldanha.
Já o relato do senhor João Vianeys foi mais grave. Ele levou um tio, de nome Antonio Tavares ao Hospital neste domingo e não encontrou médico na unidade. “Sabe o resultado? Ele está sendo velado na Rua Berta Celli, 196, Bairro Sobreira”, disse, revoltado.



Número de casos e novo óbito por Covid motivaram a decisão. Até ontem, ideia era seguir cronograma estadual

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito deu posse aos novos gestores escolares da rede municipal de ensino de São José do Egito. Ao todo, foram empossados 15 gestores, eleitos pela comunidade escolar, em um processo transparente e sem intervenção política.
Por André Luis












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