Falecimento de Sandro, condutor do GSVA, deixa comunidade de Arcoverde em luto
Por André Luis
Alexandro Fabrício de Araújo Chaves, carinhosamente conhecido como Sandro, condutor do Grupo de Socorristas Voluntários de Arcoverde (GSVA), faleceu na madrugada deste domingo, no Hospital Regional de Arcoverde.
Sandro dedicou cerca de 8 anos de sua vida como voluntário no GSVA, demonstrando um comprometimento incansável com o bem-estar da comunidade local. Sua partida deixa um vazio imensurável não apenas entre seus colegas de equipe, mas também entre os inúmeros indivíduos que foram assistidos e beneficiados por sua dedicação e cuidado.
Internado há vários dias, Sandro enfrentou bravamente as complicações decorrentes das cirurgias às quais foi submetido, porém, infelizmente, não resistiu. Sua partida prematura deixa uma lacuna irreparável não apenas no GSVA, mas também na comunidade de Arcoverde como um todo. Com informações do Portal Olha Aqui Notícias.
Durante o primeiro debate do Processo de Eleições Diretas do PT (PED-2025) em Pernambuco, realizado nesta quarta-feira (18), o deputado federal e candidato à presidência estadual do partido, Carlos Veras, reforçou a importância de fortalecer a identidade petista e ampliar a presença da legenda nos espaços de poder e na sociedade. No discurso, Veras defendeu […]
Durante o primeiro debate do Processo de Eleições Diretas do PT (PED-2025) em Pernambuco, realizado nesta quarta-feira (18), o deputado federal e candidato à presidência estadual do partido, Carlos Veras, reforçou a importância de fortalecer a identidade petista e ampliar a presença da legenda nos espaços de poder e na sociedade.
No discurso, Veras defendeu uma construção coletiva do partido, com base no diálogo e na integração das bases. “É importante respeitar a todos e a todas. É importante ouvir, construir coletivamente. E vai ser assim que nós vamos fazer. É assim que eu me proponho”, afirmou.
Para ele, é fundamental que o PT reafirme sua presença pública, com militância ativa e orgulho de sua trajetória. “Nós vamos ter que ter muita camiseta do PT, muita bandeira do PT, muito boné do PT, muita estrela do PT para carregar no peito, em todos os cantos e entrar de cabeça erguida”, declarou, destacando que o partido tem papel central na transformação da vida da população brasileira.
Carlos Veras também apontou os desafios da legenda nos próximos anos, incluindo a reeleição do presidente Lula, o aumento das bancadas estadual e federal em Pernambuco e a recondução de Humberto Costa ao Senado.
Encerrando sua fala, o parlamentar pediu apoio à sua candidatura no pleito interno do partido, marcado para 6 de julho. “Eu peço a vocês: dia 6 de julho, 380, Carlos Veras, presidente estadual do PT. Muito obrigado. Viva o Partido das Trabalhadoras. Viva o Partido dos Trabalhadores. Viva o PT”, finalizou.
O PED-2025 definirá os novos comandos municipais, estaduais e nacional do PT em todo o país, com votação direta dos filiados.
Presidente da Corte, Ranilson Ramos, vai pedir prorrogação A decisão da governadora Raquel Lyra (PSDB) de determinar a volta imediata de servidores estaduais cedidos a outros órgãos atinge também fortemente o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). Mais de 80 servidores da Corte de Contas são cedidos do Executivo estadual, o que pode impactar a […]
Presidente da Corte, Ranilson Ramos, vai pedir prorrogação
A decisão da governadora Raquel Lyra (PSDB) de determinar a volta imediata de servidores estaduais cedidos a outros órgãos atinge também fortemente o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). Mais de 80 servidores da Corte de Contas são cedidos do Executivo estadual, o que pode impactar a execução de tarefas da instituição.
Diante desta situação, o presidente do TCE-PE, Ranilson Ramos, afirma que “decreto é para se cumprir”, mas que vai estudar o caso até esta quarta-feira (4).
Ranilson pretende pedir a gestora estadual que ceda novamente esses cargos porque existe um convênio entre a Corte e o Governo estadual. Segundo ele, há compromissos que precisam ser tocados e que o decreto impede, como a remuneração de gratificação desses servidores, que fica impedida com o decreto.
“Vamos tomar uma providência imediata de hoje até amanhã. Nós vamos solicitar a governadora, através de ofício, que seja cedido até 31 de dezembro de 2023”, destacou.
A decisão, segundo Ramos, visa evitar que o Tribunal tenha a descontinuidade dos seus serviços. As informações são da Folha de Pernambuco.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) esclarece e nota que, neste momento, a Campanha de Vacinação contra a Gripe continua voltada apenas para o púbico alvo já definido. Crianças entre seis meses a quatro anos, gestantes, mulheres que tenham realizado parto há menos de 45 dias, idosos maiores de 60 anos, doentes crônicos (mediante prescrição médica), […]
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) esclarece e nota que, neste momento, a Campanha de Vacinação contra a Gripe continua voltada apenas para o púbico alvo já definido.
Crianças entre seis meses a quatro anos, gestantes, mulheres que tenham realizado parto há menos de 45 dias, idosos maiores de 60 anos, doentes crônicos (mediante prescrição médica), profissionais de saúde , indígenas e professores dos ensinos básico e superior em atividade. A medida vem sendo adotada, inclusive, por outros Estados do país.
A ampliação da oferta da vacina da gripe para a população em geral dependerá do envio de novas doses pelo Ministério da Saúde, já que o quantitativo disponível no momento, não é suficiente para atender toda a população pernambucana.
Até a manhã deste sábado, Pernambuco já vacinou 1.999.494 pessoas contra a influenza. Esse quantitativo representa 85,8% do total de 2.329.874 de pessoas inclusas nos grupos prioritários. A meta é imunizar, no mínimo, 90% dessa população. A campanha segue até o próximo dia 9 de junho.
A nota é uma resposta ao Ministério da Saúde que divulgou que irá disponibilizar a vacina contra a gripe a toda a população. “Estados e municípios serão orientados a ofertar a vacina para todas as faixas etárias, a partir da próxima segunda-feira, 5, enquanto durarem os estoques. A medida só é válida este ano e foi adotada porque ainda há um estoque disponível de 10 milhões”, afirma. Mas, diz a Secretaria, as doses extras não chegaram.
Edygar Santos, de Afogados da Ingazeira, foi reeleito presidente da entidade. A Associação dos Secretários de Turismo do Estado Pernambuco – Astur/PE elegeu, através de assembléia remota, a nova Diretoria Executiva para o Biênio março de 2021 a março de 2023. A Assembléia Geral Ordinária – AGO, para eleição e posse da Diretoria Executiva da […]
Edygar Santos, de Afogados da Ingazeira, foi reeleito presidente da entidade.
A Associação dos Secretários de Turismo do Estado Pernambuco – Astur/PE elegeu, através de assembléia remota, a nova Diretoria Executiva para o Biênio março de 2021 a março de 2023.
A Assembléia Geral Ordinária – AGO, para eleição e posse da Diretoria Executiva da Astur/PE foi realizada através da plataforma Google Meet com os associados adimplentes da entidade, em função dos decretos e recomendações de distanciamento social por causa da pandemia de Covid-19.
Presencialmente, cumprindo todos os protocolos sanitários, participaram como Presidente da Assembleia e atual Diretor Administrativo, Romero Britto; como Secretária e atual diretora de Planejamento, Anayran Santos.
Ainda os candidatos a Presidente, 1° Vice-presidente e 2° Vice-presidente respectivamente: Edygar Santos, Secretário Executivo de Turismo de Afogados da Ingazeira, Ricardo Oliveira, Secretário de Turismo Itapissuma e Josenildo Santos, Secretário de Turismo Agrestina.
Representando os Secretários do Litoral e Região Metropolitana do Recife, o Secretário Executivo de Turismo do Recife, Mustafá Dias e pelos Secretários do interior do Estado, José Antônio, Secretário de Turismo de Sairé.
Através da plataforma virtual participaram os Secretários ou dirigentes de turismo dos municípios de Altinho, Cabo da Santo Agostinho, Bezerros, Buique, Paudalho, Betânia, Pedra, Solidão, Sertânia, São Benedito do Sul, Olinda e São Lourenço da Mata.
Por se tratar de chapa única, a eleição se deu por meio de aclamação, conforme o estatuto. Ao final, o presidente da AGO empossou os eleitos.
Do O Globo RIO – Responsável por investigar o esquema de corrupção na Petrobras, a força-tarefa da Operação Lava-Jato não conseguiu apenas identificar desvios de, pelo menos, R$ 286 milhões na estatal, mas também, pela primeira vez, amarrar mais de uma dezena de acordos de delação premiada. Dado inédito do Ministério Público Federal (MPF) no […]
RIO – Responsável por investigar o esquema de corrupção na Petrobras, a força-tarefa da Operação Lava-Jato não conseguiu apenas identificar desvios de, pelo menos, R$ 286 milhões na estatal, mas também, pela primeira vez, amarrar mais de uma dezena de acordos de delação premiada. Dado inédito do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná mostra que, até semana passada, foram firmados 12 acordos.
INFOGRÁFICO: Os doze delatores da Lava-Jato
Trata-se da maior quantidade de delações premiadas numa investigação de um grande caso de corrupção recente. Os primeiros acordos — fechados com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e com o doleiro Alberto Youssef — são tidos como fundamentais para o sucesso da investigação e levaram a novas colaborações. Uma vez incriminados, não restou a alguns dos acusados relatar o que sabiam em troca de uma possível redução de pena.
Além deles, os empresários Julio Camargo e Augusto Mendonça, ambos da Toyo Setal; Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras; Carlos Alberto Pereira da Costa, gestor de empresas de Youssef; e Luccas Pace Júnior, assistente da doleira Nelma Kodama, já fizeram acordo. Os demais cinco nomes são sigilosos. Mas não é só. Empresas do grupo Toyo Setal, seis no total, firmaram acordos de leniência com o MP, pelos quais se comprometem a colaborar para tentar evitar punições como a de serem proibidas de firmar novos contratos públicos.
COSTA DELATOU 28 POLÍTICOS
Procurador que encabeça a força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol (leia entrevista na pág. 4), de 34 anos, é direto ao explicar a importância da delação:
– A gente não teria chegado aos resultados alcançados sem as colaborações.
Para se ter uma ideia do impacto que os acordos podem ter, apenas Costa delatou 28 nomes de políticos. Segundo o ex-diretor, eles teriam se beneficiado do esquema montado na diretoria de Abastecimento da estatal.
PUBLICIDADE
A lista entregue por ele deve embasar três dezenas de inquéritos, a serem abertos em fevereiro, quando o Judiciário retonar do recesso. Na lista do delator, constam os ex-ministros Antonio Palocci (PT-SP), Gleisi Hoffmann (PT-SC) e Mário Negromonte (PP-BA); o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN); o atual ministro Edison Lobão, da pasta de Minas e Energia; os ex-governadores Eduardo Campos (PSB), morto em acidente de avião, e Sérgio Cabral (PMDB-RJ); o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, já falecido; além de senadores e deputados.
Ainda pouco difundida no Brasil, a delação premiada é prevista em lei desde a década de 90, quando a redução de pena do delator passou a figurar na Lei de Crimes Hediondos. No entanto, foi em agosto do ano passado que a delação foi institucionalizada na Lei das Organizações Criminosas. Assim, pela 1ª vez, falou-se em termo de colaboração por escrito e, com isso, foi permitida maior eficácia nas investigações.
BANESTADO, MENSALÃO DO DEM, ALSTON
O doleiro Youssef já havia lançado mão desse instrumento em 2003, quando foi investigado na Operação Farol da Colina, da Polícia Federal. À época, a força-tarefa, que também incluía o procurador Dallagnol, apurou remessas ilegais de dinheiro ao exterior envolvendo agências do Banestado. No acordo, Youssef se comprometeu a abandonar atividades relacionadas à movimentação financeira clandestina. O juiz Sérgio Moro, hoje à frente da Lava-Jato, trabalhou nesse caso. Em 2009, Durval Barbosa, secretário do governo do Distrito Federal, tornou-se o delator da Operação Caixa de Pandora. O caso ficou conhecido como mensalão do DEM e tornou-se notório em razão dos vídeos feitos por Durval, em que aparecia entregando maços de dinheiro a integrantes do governo, entre eles o então governador, José Roberto Arruda.
– Sem esse modelo (de colaboração premiada), não teria sido possível (avançar tanto). Era um sistema de corrupção acobertado por aparência de legitimidade – lembra o juiz Alvaro Ciarlini, destacando que a delação premiada “é uma tendência inexorável em casos que envolvem organizações criminosas”:
– Mas tem uma questão ética. Para ter o perdão judicial, o delator tende a fazer a acusação. O juiz tem que medir o grau de confiança verificando se o depoimento, em tese, está conectado com os demais elementos de provas. Tem que levar em consideração se o delator confessa espontaneamente ou se confessa porque as provas são consistentes, depois de ter sido obstinado em mentir o quanto pôde.
No Brasil, além de Youssef e Barbosa, o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer se tornou delator do Caso Alstom, deflagrado no ano passado. A Alstom é acusada de ter pago R$ 23,3 milhões de propina entre 1998 e 2003 durante os governos de Mário Covas e Geraldo Alckmin, ambos do PSDB, em São Paulo.
No mensalão, que resultou na condenação de 25 acusados, entre elas o ex-ministro José Dirceu (PT) e o operador Marcos Valério, dois réus fizeram acordo de delação: Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista. Eles foram assistidos pela advogada Beatriz Catta Preta, que hoje está à frente do acordo de Costa.
RESSALVAS À DELAÇÃO PREMIADA
Advogado de Marcos Valério, Marcelo Leonardo diz ter feito duas propostas de delação durante a investigação. Agora, ainda que a lei permita que a delação seja feita quando a sentença já está sendo cumprida, Leonardo acredita que essa possibilidade é “mais difícil”. Valério foi condenado a 40 anos de prisão.
– Fiz uma proposta em 15 de julho de 2005, mas o procurador-geral não quis examinar. Depois, em setembro de 2012, o procurador-geral (Roberto Gurgel), também não quis acordo. Agora, depois da pena, é mais difícil. A delação implica em identificar o coautor, em recuperar valores. Então, por enquanto, eu e o Marcos Valério não conversamos sobre isso — diz Leonardo, que acredita que o julgamento pode ter influenciado no grande número de acordos na Lava-Jato: – Com o grupo político do mensalão obtendo prisão domiciliar e ficando presos os do banco e o publicitário…
PUBLICIDADE
Alguns advogados fazem ressalvas em relação à delação. Nélio Machado deixou a defesa de Costa quando o cliente decidiu pela colaboração:
– Minha formação repudia a delação, o Estado reconhece a ineficácia para apurar e a benesse ao delator não contribui para uma sociedade melhor.
– A delação é legítima, mas me preocupa o mau uso. A lei fala que tem que ser algo espontâneo, voluntário. É evidente que tanto juiz, polícia e MP precisam garantir essa liberdade do colaborador. Fico preocupado de que as pessoas sejam submetidas a constrangimentos ou a pressões – diz o criminalista Pierpaolo Bottini. (Colaborou: Cleide Carvalho).
Você precisa fazer login para comentar.