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ASTUR/PE elege nova diretoria

Por Nill Júnior

Edygar Santos, de Afogados da Ingazeira,  foi reeleito presidente da entidade.

A Associação dos Secretários de Turismo do Estado Pernambuco – Astur/PE elegeu, através de assembléia remota, a nova Diretoria Executiva para o Biênio março de 2021 a março de 2023.

A Assembléia Geral Ordinária – AGO, para eleição e posse da Diretoria Executiva da Astur/PE foi realizada através da plataforma Google Meet com os associados adimplentes da entidade, em função dos decretos e recomendações de distanciamento social por causa da pandemia de Covid-19.

Presencialmente, cumprindo todos os protocolos sanitários, participaram como Presidente da Assembleia e atual Diretor Administrativo, Romero Britto; como Secretária e atual diretora de Planejamento, Anayran Santos.

Ainda os candidatos a Presidente, 1° Vice-presidente e 2° Vice-presidente respectivamente: Edygar Santos, Secretário Executivo de Turismo de Afogados da Ingazeira, Ricardo Oliveira, Secretário de Turismo Itapissuma e Josenildo Santos, Secretário de Turismo Agrestina.

Representando os Secretários do Litoral e Região Metropolitana do Recife, o Secretário Executivo de Turismo do Recife, Mustafá Dias e pelos Secretários do interior do Estado, José Antônio, Secretário de Turismo de Sairé.

Através da plataforma virtual participaram os Secretários ou dirigentes de turismo dos municípios de Altinho, Cabo da Santo Agostinho, Bezerros, Buique, Paudalho, Betânia, Pedra, Solidão, Sertânia, São Benedito do Sul, Olinda e São Lourenço da Mata.

Por se tratar de chapa única, a eleição se deu por meio de aclamação, conforme o estatuto. Ao final, o presidente da AGO empossou os eleitos.

Outras Notícias

Afogados: Daniel e Igor dão sinais de que não aceitam Sandrinho como “nome pronto” para 2020

Vereadores do bloco governista, Daniel Valadares e Igor Mariano, deixaram claro, falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que consideram zerado o processo sucessório para 2020, quando terá sido encerrado o ciclo da gestão José Patriota no município. Como é de conhecimento de todos, é ventilada uma tendência natural de […]

Vereadores do bloco governista, Daniel Valadares e Igor Mariano, deixaram claro, falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que consideram zerado o processo sucessório para 2020, quando terá sido encerrado o ciclo da gestão José Patriota no município.

Como é de conhecimento de todos, é ventilada uma tendência natural de que Patriota trabalhe pela candidatura de Alessandro Palmeira, o Sandrinho, seu atual vice. O gestor até ventilou a possibilidade de se licenciar do mandato para concorrer a um cargo na ALEPE,  que faria com que o vice assumisse o governo, possibilidade hoje tida como remota.

Mas pelos sinais dados pelos vereadores, o caminho envolverá um debate que pode ser mais complexo.

Primeiro, eles trataram como boatos as notícias de que estariam armando uma composição para enfrentar o bloco de Patriota dentro da frente popular. Deixaram claro que tudo até agora não passa de especulação.

Mas em determinado momento evidenciaram que o processo até a eleição deve ter algumas variáveis. Daniel Valadares disse objetivamente que em 2020, Patriota não será candidato, deixando evidente que não entende a candidatura de Sandrinho como unanimidade. Pelo contrário, chegou a colocar mais de uma vez o papel que o pai, Totonho Valadares, terá no processo. “Alguém  noticiou dando uma opinião que Totonho deveria ser candidato. Você não imagina quantas pessoas ligaram parabenizando ele”, afirmou.

Igor também deu a entender que o processo deverá ter um debate mais amplo. Em dado  momento, disse que no momento certo vão tratar da questão, sem puxar tapetes, colocando tudo às claras.

Presente ao debate, o vereador Zé Negão disse que o processo de 2020, começa a ser desenhado em 2018. Para ele, uma derrota do PSB nas eleições estaduais poderá enfraquecer Patriota.

Além deles Rubinho do São João também participou do programa. Ele, assim como os demais, diz aguardar se o prefeito  será candidato ou não para definir quem apoiar para Estadual e Federal.

Serra: dançarinas de Leonardo comentam polêmica de vídeo

Do Farol de Notícias O assunto do momento em Serra Talhada é a divulgação de vídeos das dançarinas do balé do cantor sertanejo Leonardo, que fará um show no Arraial da Juventude, nesta quarta-feira (28). A repercussão tem gerado muita polêmica após declarações compartilhadas nas redes sociais das dançarinas e que foram apontadas por setores da […]

Foto: Farol de Notícias / Alejandro García

Do Farol de Notícias

O assunto do momento em Serra Talhada é a divulgação de vídeos das dançarinas do balé do cantor sertanejo Leonardo, que fará um show no Arraial da Juventude, nesta quarta-feira (28). A repercussão tem gerado muita polêmica após declarações compartilhadas nas redes sociais das dançarinas e que foram apontadas por setores da mídia e pela população como xenofóbicas, de caráter preconceituoso com a Capital do Xaxado.

Os vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram as integrantes comentando sobre a chegada na cidade, a pousada que ficaram instaladas e ainda comendo munguzá na rodoviária local. Em resposta, a população também expressou sua opinião sobre os vídeos, e alguns comentários apresentaram conteúdo machista, homofóbico e de violência sexual. Acompanhadas dos produtores da festa e da banda, duas das dançarinas concederam uma entrevista exclusiva ao FAROL DE NOTÍCIAS, e comentaram o caso.

Monique Souza, de 31 anos, é bailarina de Leonardo há 4 anos. A paulista é formada em Administração de empresas, mas trocou os escritórios para se dedicar a dança profissionalmente há seis anos. Segundo ela, os vídeos foram gravados por volta das 15h do domingo (25), no momento em que saíram da pousada para almoçar.

“Nós chegamos em torno de 14h ou 15h e fomos procurar um restaurante, até então não fomos de ônibus procurando o restaurante a pé mesmo. Geralmente em dia de domingo, não só aqui, mas em outros lugares tem muito lugar que é fechado. A maneira que eu falei não foi para falar mal da cidade, eu quis dizer que não tinha aberto e que a gente teve que andar para procurar. Isso gerou um mal entendido sobre a gente. Chegamos ontem porque estamos de folga, viemos para aproveitar mesmo a cidade e conhecer os lugares também”, relatou Monique.

Paula Mota, 34 anos, também é natural de São Paulo e dança desde os 3 anos, mas profissionalmente já tem 19 anos de carreira. Em conversa com o FAROL, Paula afirmou retornou há um mês para o balé de Leonardo, tinha se afastado para ser mãe. De acordo com ela, os vídeos foram gravados em momentos de descontração entre as dançarinas e não tiveram intenção de reforçar preconceitos contra a cidade ou região.

“A gente sempre brinca, somos alegres e é o nosso jeito de ser. Morei em Porto Seguro por três anos, aprendi muito com eles. A gente brinca sempre, falei que o povo é solidário por provas mesmo, estávamos na rua e uma senhora nos chamou para comer um feijão com um sorriso de orelha a orelha. Sobre o chuveiro, tem água quente sim no banheiro do hotel, mas a Monique não sabia ligar e eu achei engraçado e gravei o vídeo. Se alguém se chateou pelo vídeo, eu peço um milhão de desculpas. Meu marido é nordestino, eu já morei no nordeste e amo”, afirmou.

Ainda de acordo com as dançarinas, os comentários machistas foram de mal gosto. Paula e Monique também enfatizaram que vieram a cidade para trazer alegria e divertir os espectadores junto com o cantor Leonardo. “Ao invés das pessoas darem importância a isso, porque eu sou muito feminista, defendo muito as mulheres, deram importância para momentos de descontração do que a comentários que não deve acontecer. Nós esperamos que todo mundo curta, estamos aqui para trazer alegria e queremos ver isso de vocês”, finalizou Paula.

Amupe alerta para desequilíbrio federativo em debate sobre PEC da Segurança Pública

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha com atenção a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, que trata da inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) no texto constitucional e da redefinição das competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na área da segurança pública. A […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha com atenção a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, que trata da inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) no texto constitucional e da redefinição das competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na área da segurança pública.

A proposta reconhece a segurança pública como uma responsabilidade compartilhada entre os entes federativos e amplia o papel dos municípios, especialmente nas ações de prevenção à violência, ordenamento urbano, uso de tecnologias, governança local e atuação das guardas municipais e agentes de trânsito. De acordo com a Amupe, essas atribuições já fazem parte da rotina das gestões municipais e representam custos permanentes para os cofres locais.

Apesar do avanço institucional, a entidade manifesta preocupação com a ausência de previsão de repasses diretos de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) aos municípios. Pelo texto da PEC, o financiamento das novas responsabilidades permanece concentrado na União, nos Estados e no Distrito Federal.

Para a Amupe, o modelo proposto pode gerar desequilíbrio federativo ao ampliar competências municipais sem assegurar fontes de custeio compatíveis. A associação defende que o fortalecimento do SUSP esteja acompanhado de mecanismos de financiamento que garantam a participação direta dos municípios nos fundos nacionais.

Segundo o presidente da entidade, Marcelo Gouveia, a inclusão dos municípios no acesso aos recursos é fundamental para viabilizar uma política de segurança pública integrada, cooperativa e sustentável, capaz de atender às demandas da população de forma eficiente. Leia abaixo a íntegra da nota:

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) acompanha o debate sobre a PEC nº 18/2025, que propõe a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição e a redefinição de competências entre os entes federativos.

A proposta reconhece a segurança pública como responsabilidade compartilhada e amplia atribuições dos municípios, especialmente nas áreas de prevenção da violência, ordenamento urbano, tecnologia, governança local e atuação das guardas municipais e agentes de trânsito. Essas atividades já integram a rotina municipal e geram custos permanentes.

Entretanto, o texto não prevê a transferência direta de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) aos municípios, concentrando o financiamento na União, Estados e Distrito Federal. Para a Amupe, isso gera desequilíbrio federativo ao ampliar responsabilidades sem assegurar fontes de custeio adequadas.

A entidade defende que o fortalecimento do SUSP inclua mecanismos de financiamento que garantam a participação direta dos municípios nos fundos nacionais, assegurando condições para o cumprimento das competências atribuídas e promovendo uma política de segurança pública integrada, cooperativa e sustentável.

Marcelo Gouveia

Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe)

Reforma eleitoral: fichas sujas em festa

Como amplamente divulgado, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, a reforma partidária e eleitoral que afrouxa regras de fiscalização de contas partidárias e impõe um teto às multas para partidos que descumprirem a prestação de contas. O texto segue agora à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O projeto muda também o momento em que as candidaturas […]

Como amplamente divulgado, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, a reforma partidária e eleitoral que afrouxa regras de fiscalização de contas partidárias e impõe um teto às multas para partidos que descumprirem a prestação de contas. O texto segue agora à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O projeto muda também o momento em que as candidaturas são avaliadas pela Justiça Eleitoral. Hoje, isso ocorre no momento do registro e, com a mudança, essa análise poderá ser feita até a data da posse, o que abre a possibilidade de eleição de políticos ficha-suja.

Está no Art. 11, parágrafo 10: “as condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, tomada como referência a data da posse, ressalvadas as alterações fáticas ou jurídicas supervenientes ao registro que atraiam restrição ou afastem a inelegibilidade ou que preencham condição de elegibilidade”.

Assim, fichas sujas de plantão estão em festa Pajeú, Pernambuco e Brasil afora. Alguns se locupletaram inclusive de recursos públicos e podem ganhar tempo caso a medida seja sancionada, já que a lentidão da Justiça Eleitoral e suas inúmeras fases recursais podem fazer com que o  registro seja cassado com os prefeitos já tendo cumprido boa parte dos mandatos.

Flávio Marques acompanha posse de Carlos Veras na Mesa Diretora

Abrindo a semana em Brasília,  onde informou que cumprirá agenda nos ministérios em busca de recursos,  o prefeito de Tabira,  Flávio Marques (PT) prestigiou a posse do aliado e Deputado Federal Carlos Veras na Primeira Secretaria da Câmara. “Gostaria de parabenizar o meu companheiro Carlos Veras por sua eleição como 1º Secretário da Câmara dos […]

Abrindo a semana em Brasília,  onde informou que cumprirá agenda nos ministérios em busca de recursos,  o prefeito de Tabira,  Flávio Marques (PT) prestigiou a posse do aliado e Deputado Federal Carlos Veras na Primeira Secretaria da Câmara.

“Gostaria de parabenizar o meu companheiro Carlos Veras por sua eleição como 1º Secretário da Câmara dos Deputados, um cargo de extrema relevância e responsabilidade no cenário político nacional. Como filho de Tabira, Carlos assume um papel de destaque no legislativo, o que é um motivo de grande orgulho para todos nós”.

“A posição de 1º Secretário não é apenas uma honra, mas também uma oportunidade única de influenciar diretamente nas decisões que impactam o nosso país e, em especial, o nosso querido município. Tenho plena confiança de que, com esse alinhamento estratégico, Tabira verá um futuro ainda mais promissor e avanços significativos em diversas áreas”, seguiu.

“A eleição de Carlos Veras para esse cargo é um reflexo de seu compromisso, dedicação e competência, e será fundamental para que nossa cidade continue a crescer e prosperar. Parabéns, Carlos, e que essa nova jornada seja repleta de conquistas e realizações para todos nós”, finalizou.