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Repasses a municípios para obras de educação igualam o ano todo de 2022 

Por André Luis

Recursos para o FNDE já somam R$ 604 milhões e vão garantir retomada de 3,5 mil obras em 833 municípios

O valor liberado pelo Governo Federal para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em menos de três meses de 2023 já iguala o repasse feito durante todo o ano de 2022. Nesta semana, o Ministério da Educação oficializa o aporte da segunda parcela. São R$ 350 milhões em obras e equipamentos. 

Em fevereiro, já haviam sido repassados outros R$ 256,7 milhões. No total, são R$ 604 milhões em dois meses e meio para o FNDE, equivalente a tudo o que foi repassado para o fundo no ano inteiro de 2022: R$ 607 milhões.

“Essa segunda parcela vai ajudar estados e municípios a finalizar equipamentos importantes para os nossos estudantes”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana. Os recursos são voltados para a retomada de obras. Segundo a estimativa do ministério, são 2,6 mil inacabadas e 918 paralisadas, especialmente em creches e escolas em 833 municípios de todas as Unidades Federativas. Os investimentos também se destinam à construção e cobertura de quadras esportivas no ambiente escolar.

Outras Notícias

‘Isso de patrimônio da humanidade é uma bobagem’, diz ministro sobre Amazônia

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre […]

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre a repercussão internacional dos dois fenômenos, as críticas à política do governo para a Amazônia e a proposta de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.

A questão do desmatamento na Amazônia ganhou grande repercussão nacional e internacional. Como o senhor vê as críticas à política do governo para a Amazônia?

Desde a Constituição de 1988, o Brasil seguiu uma agenda ambiental que não soube conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação. A Amazônia é muito rica em recursos naturais, mas com uma população muito pobre. São mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia e a maioria vive muito mal: sem saúde, sem educação adequada, com índice de saneamento baixíssimo.

Então, temos de encontrar uma forma inteligente de tratar a questão, que reconheça a importância da conservação, do cuidado ambiental, mas dê dinamismo econômico em escala e em impacto suficientes para aquela população. Não adianta falar do potencial da floresta, se as famílias que vivem lá estão na miséria

Como o senhor avalia a repercussão que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estão tendo no País e no exterior?

Até certo ponto é natural que, neste momento de mudança de comportamento, de discussão de atividades econômicas na Amazônia haja essa instabilidade. Uma parte dessa repercussão se deve, sem dúvida, à desinformação. Até porque não interrompemos nada do que vinha sendo feito para justificar essa mobilização.

Mas é preciso levar em conta que outra parte dessa campanha contra o Brasil vem de entidades ambientalistas, de ONGs descontentes com o fim dos recursos fartos que elas recebiam, porque estamos fechando a torneira.

Não é só o pessoal das ONGs que está criticando o governo. A revista The Economist, que é respeitada em todo o mundo, publicou recentemente uma reportagem de capa sobre o desmatamento na Amazônia.

Tem muita gente séria com entendimento incompleto ou enviesado sobre o que a gente está tentando fazer. A fórmula para lidar com esse problema é informação. Por isso, estou indo no fim de setembro com o presidente a Nova York e Washington. Logo em seguida, vou a alguns países da Europa para fazer esse esclarecimento. Vamos mostrar o que o Brasil já faz e tudo que queremos fazer. Aqueles que tiverem disposição para ouvir e debater vão mudar, em alguma medida, de opinião. Agora, há outros canais fora do Brasil e aqui que não querem ver a realidade.

O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou as queimadas na Amazônia de “crise internacional” e disse que a questão deve ser discutida na reunião do G-7 (grupo que reúne os países ricos), que começa neste sábado. Como o senhor analisa isso?

O presidente Macron está querendo tirar dividendos políticos da situação, sobretudo no momento em que suas próprias políticas ambientais não estão sendo bem-sucedidas, em especial no que se refere ao não cumprimento das metas de redução das emissões de carbono previstas no Acordo de Paris.

Parece que há um desejo de ambientalistas do Brasil e do exterior e também de governos, especialmente na Europa, de transformar a Amazônia em “patrimônio da humanidade”. O que o senhor pensa sobre essa proposta?

A Amazônia é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós também que temos de implementá-lo. O cuidado com a Amazônia, que inspira atenção no mundo inteiro, é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.

O discurso em favor da regularização de atividades econômicas na Amazônia não estimula a exploração irregular da região?

O governo não passa a mensagem de que está fazendo vistas grossas? O governo não faz vista grossa. O problema é que a Amazônia é uma área correspondente a 48 países europeus. Da mesma forma que a gente vê os países europeus invadidos por imigrantes ilegais sem que eles consigam controlar isso, mesmo sendo muito mais ricos e tendo muito mais infraestrutura e um território muito menor que o nosso, aqui você não vai conseguir controlar uma região tão grande quanto a Amazônia só na base da fiscalização e de operações de comando e de controle. Ou você identifica quais são os incentivos corretos para estruturar uma solução econômica para a Amazônia ou não vai ter operação de fiscalização que dê conta.

Diante dos acontecimentos, a impressão é de que houve um relaxamento na fiscalização no atual governo. Como está a fiscalização da Amazônia?

Em julho, o Ibama fez a maior operação de fiscalização de sua história. Foram 17 equipes simultâneas em diferentes Estados e regiões. Houve a maior quantidade de apreensão de madeira, veículos, máquinas, autos de infração. Isso mostra que não há orientação do governo, nem minha nem de ninguém dentro do Ministério do Meio Ambiente, para impedir fiscalizações. Agora, os órgãos de fiscalização ambiental em nível federal – o Ibama e o ICMBio – vêm perdendo orçamento e pessoal ano a ano. Hoje, têm apenas 50% das vagas preenchidas. É uma situação que nós herdamos. Mas a fiscalização é feita também pela Polícia Militar por órgãos estaduais. Quando eles deixam de cumprir o seu papel também aumenta a atividade ilegal.

O presidente Jair Bolsonaro tem defendido a liberação da mineração na Amazônia, inclusive em terras indígenasQual a sua posição nesta questão?
Existem 850 garimpos na Amazônia, a maioria em terras indígenas. Não é o Bolsonaro que vai liberar. Aliás, os indígenas não são cooptados pelo homem branco. São eles que praticam a mineração, que ajudam muitas vezes a retirada ilegal da madeira de suas próprias terras e recebem recursos para isso. Portanto, fingir que essa realidade não existe é a pior política pública que pode haver. Se pudermos ter uma discussão madura, sensata, aberta sobre o tema, e fazer a regulamentação, a formalização dessas atividades, para poder fiscalizar de maneira efetiva, será muito melhor para a economia do País, para a geração de emprego e principalmente para a preservação do meio ambiente.

Sebastião Oliveira anuncia obra do Hospital Regional do Sertão, em Serra Talhada

Com informações de Adriano Roberto O Deputado federal licenciado e secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, anunciou a missão dada pelo governador, Paulo Câmara, de formalizar o terreno onde será construído o Hospital Geral do Sertão, em Serra Talhada. Para a obra já foram alocados R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares junto ao suplente do deputado, […]

Com informações de Adriano Roberto

O Deputado federal licenciado e secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, anunciou a missão dada pelo governador, Paulo Câmara, de formalizar o terreno onde será construído o Hospital Geral do Sertão, em Serra Talhada.

Para a obra já foram alocados R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares junto ao suplente do deputado, Fernando Monteiro. O Governo já dispõe de R$ 12 milhões para este empreendimento tão esperado pela população do sertão.

“Vamos trabalhar em ritmo acelerado para que ainda este ano a obra seja iniciada. Lembro que a construção de um hospital desses vai trazer muitos outros equipamentos de serviços para a população, como SVO – Serviço de Verificação de Óbitos, mais ambulâncias, mais vagas de médicos, paramédicos, enfermeiros e outros empregos diretos e indiretos ligados a saúde pública”, comentou Sebastião.

Comunidade quilombola recebe ações em Serra Talhada

No último sábado (27) o Distrito de Luanda viveu a inauguração da reforma e ampliação da Unidade de Saúde da Família – USF, que homenageou Joaquim Cesário dos Santos. A unidade  vai atender mais de 600 famílias da comunidade, segundo nota. Também houve o ato de certificação da comunidade quilombola Alto de Luanda. Quem fez a […]

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No último sábado (27) o Distrito de Luanda viveu a inauguração da reforma e ampliação da Unidade de Saúde da Família – USF, que homenageou Joaquim Cesário dos Santos. A unidade  vai atender mais de 600 famílias da comunidade, segundo nota.

Também houve o ato de certificação da comunidade quilombola Alto de Luanda. Quem fez a entrega foi o representante da Fundação Cultural Palmares, representando o Governo Federal, Igor Prazeres, que reforçou a importância do reconhecimento de mais uma comunidade remanescente de quilombos.

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No mesmo ato, o Prefeito Luciano Duque assinou a ordem de serviços para a construção de uma praça na comunidade, que homenageará “Mãe Miúda”, uma das mais antigas parteiras de Alto de Luanda. A praça será construída com recursos próprios, e beneficiará diretamente mais de 40 famílias, se entendendo a toda a população do distrito que queira usufruir do equipamento.

A comunidade recebeu o Senador  Humberto Costa, que veio prestigiar os eventos e reforçar a parceria que tem com Serra Talhada.

Humberto elogiou a gestão Luciano Duque na solenidade.  “Serra Talhada vive um momento exitoso, com entregas que tem beneficiado toda a população do município, levando a maioria da população serviços que melhoram a qualidade de vida e dão dignidade aos cidadãos”.

Na ocasião, Humberto ratificou o seu empenho para destravar os recursos para a construção do Hospital Regional e do Aeroporto de Serra Talhada, investimentos que vão contribuir para a aceleração do desenvolvimento da região.

Ocupação das UTIs públicas em Pernambuco sobe para 84%

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR Por Irce Falcão/Folha de Pernambuco Pernambuco finaliza o mês de novembro, nesta segunda-feira (30), em um cenário delicado em relação à Covid-19. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) no último dia do mês, a ocupação dos leitos de terapia intensiva (UTI) da rede Pública de […]

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Por Irce Falcão/Folha de Pernambuco

Pernambuco finaliza o mês de novembro, nesta segunda-feira (30), em um cenário delicado em relação à Covid-19. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) no último dia do mês, a ocupação dos leitos de terapia intensiva (UTI) da rede Pública de Saúde chegou a 84% de um total de 829 vagas – quase 700 internados. 

São 13 leitos desse tipo a mais do que a última sexta-feira (27) e, mesmo assim, o índice fez movimento de subida (816 leitos e 81% de ocupação, na sexta). Se compararmos ao início do mês, essa tendência de recrudescimento de casos de infecções pelo novo coronavírus fica mais expressiva. 

No dia 1º de novembro, o Estado relatava 786 leitos de UTI para pacientes com quadros suspeitos ou confirmados da Covid-19, com 76% de ocupação – quase 600 internados. Ou seja, durante este mês, houve um acréscimo de cerca de 100 novos pacientes internados em terapia intensiva com quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apenas da rede Pública de Saúde de Pernambuco. 

Os hospitais privados do Recife também relatam aumento de fluxo de pacientes nas emergências e nas alas de internação, o que levou alguns a fazerem nova mobilização de leitos, além de recomendarem parcimônia nos procedimentos eletivos. Teve unidade que até suspendeu as cirurgias não emergenciais. 

Especialistas e infectologistas têm ressaltado o momento de preocupação, sobretudo pelo fato de a porcentagem de pacientes que evoluem para formas graves e que necessitam de internação em UTI ser a menor entre os infectados pelo novo coronavírus. Assim, quando esse número apresenta alta, significa uma circulação maior do vírus na localidade. 

O número de casos ativos entre as notificações oficiais da SES-PE também apresentou aumento considerável durante esse mês. No dia 1º, os dados oficiais da pasta apresentavam 9.250 pacientes com a doença em curso, enquanto, nesta segunda, são 11.800 casos ativos.

Isso reflete na taxa de contágio ou ritmo de contágio (Rt) local. No dia 1º, o indicador era 0.99. Desde o dia 8, contudo, o Rt não fica abaixo de 1. É o período mais longo, desde o final de maio, que o ritmo de contágio fica acima de 1 em Pernambuco. 

De acordo com a última atualização do Instituto para Redução de Riscos e Desastres (IRRD), que vem acompanhando os indicadores da Covid-19 desde o início da pandemia, o Rt no Estado está em 1.20, ou seja, 100 pessoas transmitem o vírus para outras 120. 

Segundo o IRRD, os municípios mais afetados em Pernambuco, no momento, são Recife e Jaboatão dos Guararapes, ambos com mais de 700 casos. A última atualização dos gráficos aconteceu neste domingo (29).

Coluna do Domingão

Bruno Araújo candidato, se cria? A polêmica da vez no Estado é a decisão de Bruno Araújo (PSDB) de não disputar mais o Senado no conjunto de forças do Pernambuco Quer Mudar. Bruno não digeriu o fato de que não nome não foi bem aceito por Armando, que comprou o veto, e disparou divulgando abertamente […]

Bruno Araújo candidato, se cria?

A polêmica da vez no Estado é a decisão de Bruno Araújo (PSDB) de não disputar mais o Senado no conjunto de forças do Pernambuco Quer Mudar.

Bruno não digeriu o fato de que não nome não foi bem aceito por Armando, que comprou o veto, e disparou divulgando abertamente a carta em que anuncia a decisão de não mais postular o cargo e sua discordância com a motivação da não aceitação.

“Ficou evidente a dificuldade levantada por esse conjunto em dar seguimento ao meu nome para uma das vagas ao Senado, sob argumentos que me reservo o direito de discordar, pois eram de conhecimento de todos desde nossas primeiras tratativas”, disse, antes de sinalizar que pode até ser candidato ao Governo do Estado, dando palanque a Geraldo Alckimin.

Uma coisa não se pode tirar de Bruno: a coerência até aqui com suas ideias e posicionamentos, concorde você ou não. Bruno foi o voto 342 pró impeachment, o que teve os maiores holofotes, alçado à história por ajudar a decretar o fim da era petista no poder.

“Quanta honra o destino me reservou de poder com a minha voz sair o grito de esperança de milhões de brasileiros. Pernambuco nunca faltou ao Brasil. Carrego comigo nossas histórias de luta pela liberdade e  pela democracia. Por isso eu digo ao Brasil, sim para o futuro!” – disse emocionado ao decretar o futuro da ex-presidenta Dilma, posteriormente caçada pelo Senado. Bruno manteve a posição de combate ao petismo, mesmo em um estado onde a intenção de voto para Lula beira os 70%.

O voto teve consequências. A primeira delas é que Bruno foi alçado a Ministro de Temer. Ao contrário de Mendonça Filho, mesmo com uma máquina nas mãos, o Ministério das Cidades, responsável  por Programas como o Minha Casa Minha Vida, teve uma passagem apática, sem presença no interior e não capitalizou politicamente. Na última pesquisa Múltipla em que apareceu, de janeiro, não chegava a 3% na estimulada, abaixo de Armando, Câmara, Marília, Mendonça e Bezerra Coelho.

Ser rifado na chapa de Armando foi o que se pode chamar de segunda consequência. Ter um símbolo do Impeachment no santinho ao lado de Armando, ainda mais um tucano, poderia consequências desastrosas e alimentaria o discurso de Paulo Câmara, que na última vez em que esteve falando à Rádio Pajeú disse que o palanque precisava explicar a ligação com ministros de Temer. Bruno na chapa seria o bolo da cereja no discurso de quem busca descredenciar o bloco, que quer polarizar a oposição na queda de braço com Marília Arraes, a primeira das duas disputas que terá pela frente.

A pergunta que resta é: o PSDB vai comprar a briga de Bruno e romper definitivamente com o bloco, lançando candidatura própria, ou engole o sapo e, em nome dos espaços que pode manter na Câmara e num possível governo, manter-se na coalisão? O fato é que não há  cenário bom para o tucanato pernambucano. Nos outros palanques não tem espaço, com Armando fica fragilizado moralmente e sozinho, não tem força para rivalizar em um estado tomado pelo lulismo.

É o tal de se o tucano correr o bicho pega, se ficar o bicho come, se voar lhe cortam as asas…

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O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), fala nesta segunda ao Debate das Dez do programa Manhã Total sobre seu estado de saúde e que passos irá dar daqui pra frente na sua agenda. Se para em nome do tratamento que terá que fazer ou se conseguirá conciliar com a gestão de Afogados.  Nos últimos dias aumentaram rumores sobre sua saúde. Mas quem anda com ele diz que o quadro é tratável, com boas perspectivas.

Tratamento

O petista Jair Almeida, que disputou a prefeitura de Afogados em 2012,  falou esta semana que os médicos que o acompanham no IMIP identificaram o tipo de linfoma que o acometeu e já iniciaram o tratamento. Serão cerca de seis meses de luta, que promete enfrentar com muito vigor e confiança na recuperação. Jair agradeceu às orações e disse estar crente de que sairá bem dessa. Assim seja…

Venham todos a mim

Em entrevista que vai ao ar nesta segunda-feira na Rádio Pajeú, a vereadora Marília Arraes mostrou-se confiante no fim da novela petista até 2 de agosto, quando acredita, será confirmada a candidatura própria do partido. Dentre outras coisas, afirmou que não recusaria apoio de Armando Monteiro em um eventual segundo turno, mesmo que traga na mala um dos que ela costuma chamar de “golpistas”.

Fazendo conta

Gonzaga Patriota faz conta para ter 120 mil votos que poderão lhe garantir novo mandato federal. Acha que dobra a votação em Petrolina – foram 12 mil votos em 2014 – e não acredita em queda vertiginosa na votação no Pajeú. Nem em Afogados, onde José Patriota o trocou por João Campos. “Ele agora vai ter dois deputados”, brinca. Gonzaga ainda tem apoio do ex-prefeito Totonho Valadares (PSB).

Pare, olhe, siga

Além de prometer dar solução ao trânsito caótico de Tabira, a municipalização anunciada pela gestão Sebastião Dias está economizando R$ 40 mil com a fabricação própria dos semáforos, capitaneada por um profissional local. Outra solução anunciada pelo Secretário Flávio Marques é a de mão e contramão nas duas vias que margeiam o Terminal Rodoviário.

Eles estão voltando

Se a gente fizer um recorte nos últimos dias, aumentou proporcionalmente, e muito, o número de políticos visitando a região por metro quadrado. Armando Monteiro, Paulo Câmara, Marília Arraes, Mendonça Filho, Bezerra Coelho Filho, Zé Humberto, Ricardo Costa, Sílvio Costa, Edilson Silva…

Pode se preparar, tô voltando…

Os assaltos voltaram à PE 275, entre Cruzeiro do Nordeste e Jabitacá. Com a estrada esburacada, criminosos a mão armada estão  aproveitando a marcha lenta para agir. Veículos de passeio e motos já foram levados nas últimas 72 horas. Até o cantor Maciel Melo, que esteve em Jabitacá este fim de semana, aproveitou para engrossar o côro: “o governo tem que fazer algo rápido”.

Frase da semana:

“Devolvo a meu Partido a honrosa indicação que recebi para que defina o melhor caminho”.

Do tucano Bruno Araújo, na bomba política da semana, dizendo ter sido preterido para disputar o Senado.