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Ex-prefeito de Itaíba nega envolvimento com atentado e ataca Rodrigo Novaes

Por Nill Júnior

Blog do Magno

O ex-prefeito de Itaíba Claudiano Martins deu fortes declarações sobre o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes, hoje.

O ex-gestor se pronunciou acerca de um vídeo gravado por Novaes, mais cedo, comentando o caso envolvendo o coordenador de campanha da prefeita Regina Cunha, que relatou ter sido chicoteado na própria residência por um homem encapuzado nesta manhã.

“Quero dizer ao povo de Itaíba que esse deputado dela [em referência à prefeita Regina Cunha], de mentira, que vem aqui em Itaíba difamar o povo e mentir, que vai cuidar de Floresta, onde ele já perdeu eleição. As famílias de Floresta se matando há mais de 50 anos, quando eu era moleque, os Ferraz e os Novaes lá. Que ele não venha querer implantar o mesmo sistema de Floresta, que aqui é Itaíba. Ele vem aqui se escondendo do povo com as estradas e não tem coragem de dizer ao povo de Itaíba que é secretário de Turismo”, disparou. 

Claudiano seguiu desferindo críticas contra Rodrigo Novaes, com raízes no município de Floresta.

“Assuma, deputado, seja homem como eu sou e venha me enfrentar. Venha aqui para eu olhar para a sua cara. Vai cuidar do seu turismo, ser deputado, mas não venha inflamar as famílias de Itaíba que aqui não tem briga. Ninguém tem intriga com a prefeita nem com familiares. São coisas que a Justiça está apurando e você verá os fatos. Venha trazer obra para o município que você foi votado. Não fique aí com sua camisinha regata na beira da praia fazendo bico para cá”, comentou.

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Outras Notícias

Cármen Lúcia homologa delação da Odebrecht e mantém sigilo

Uol A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, homologou nesta segunda-feira (30) as 77 delações da construtora Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. Em sua decisão, a ministra optou por manter o sigilo dos depoimentos prestados pelos executivos da empreiteira. Na sexta-feira (27,) os juízes auxiliares da equipe do ministro Teori […]

Uol

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, homologou nesta segunda-feira (30) as 77 delações da construtora Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. Em sua decisão, a ministra optou por manter o sigilo dos depoimentos prestados pelos executivos da empreiteira.

Na sexta-feira (27,) os juízes auxiliares da equipe do ministro Teori Zavascki, morto no dia 19, encerraram as audiências com os delatores. A homologação é a última etapa para que o acordo seja validado juridicamente.

A documentação deve seguir ainda hoje para a PGR (Procuradoria Geral da República) e o conteúdo dos depoimentos poderá ser utilizado em novos processos assim como nos já existentes. Segundo a lei que trata da delação premiada, as informações devem ficar em sigilo até o oferecimento da denúncia.

A delação da Odebrecht é considerada a mais explosiva da Lava Jato até o momento. Segundo o que já vazou para a imprensa, já foram mencionados os nomes do presidente Michel Temer (PMDB), dos ex-presidentes Dilma Rousseff (PT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB), e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Também foram mencionados os nomes dos ministros peemedebistas Moreira Franco (Programa de Parcerias e Investimentos) e Eliseu Padilha (Casa Civil), do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR), além de outros parlamentares. Todos negam irregularidades.

Como plantonista do Supremo até a quarta-feira (1º), Cármen Lúcia é responsável pelas medidas urgentes no tribunal durante o recesso e, por isso, tem legitimidade para tomar a decisão sozinha.

Essa prerrogativa foi reforçada pelo pedido de urgência protocolado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Só após essa etapa, o Ministério Público Federal pode usar o material para iniciar investigações formais contra autoridades e políticos com foro citados pelos delatores.

Se a homologação ficasse para depois do dia 1º, com o reinício dos trabalhos, teria de esperar a definição do novo relator da Lava Jato. Com a homologação, Cármen Lúcia ganha tempo para a definição do critério de escolha do substituto de Teori na relatoria da Lava Jato no Supremo.

Segundo o jurista Walter Maierovitch, a presidente do STF poderá receber críticas por ter tomado essa decisão faltando apenas um dia para o fim do plantão judiciário. “O novo relator, que deve ser escolhido nesta semana, é quem vai decidir se levanta ou não o sigilo do conteúdo das delações”, acrescentou.

Sexta edição do Xerém Cultural começa nesta sexta

Festival de artes integradas vai até domingo e procura valorizar e democratizar os movimentos culturais criados e produzidos nas periferias Tem festa popular no final de julho em Afogados da Ingazeira (PE): a 6ª edição do Festival Xerém Cultural ocorre de 21/07 (sexta) a 23/07 (domingo), no bairro Borges, periferia da cidade, com espetáculos gratuitos […]

Festival de artes integradas vai até domingo e procura valorizar e democratizar os movimentos culturais criados e produzidos nas periferias

Tem festa popular no final de julho em Afogados da Ingazeira (PE): a 6ª edição do Festival Xerém Cultural ocorre de 21/07 (sexta) a 23/07 (domingo), no bairro Borges, periferia da cidade, com espetáculos gratuitos de teatro, dança, música e poesia, além de lançamento de livro e exposição fotográfica.

Como é tradicional e marca registrada do festival, no domingo (23/07) acontecerá a distribuição do xerém com galinha para todos os presentes.

 A organização do evento é composta por Rafaela Albuquerque (produtora) e Lúcio Vinícius (produtor executivo), além das assistentes de produção Juliana kelly, Lillian Viviane, Maria José, Maria keliane, Maria de Lourdes e Vera Lucia. Completam o time Leonardo Lemos (comunicação), William Tenório e Bruna Tavares (som) e Alexandre Henrique (foto e vídeo).

“Por entender que os nossos lugares de resistência e de existência são as periferias, o local onde vivemos, então o nosso centro é a periferia! Entendo que enquanto artistas, não precisamos nos deslocar até os grandes centros para apresentar a nossa arte, podemos construí-las e vivenciá-las também nesses locais, valorizando assim os nossos e as nossas”, enfatiza o produtor executivo Lúcio Vinícius

Consolidada em sua 6ª edição, e agora, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o Festival Xerém Cultural surgiu para trazer mais ações de arte e educação para os residentes do bairro Borges, na periferia de Afogados da Ingazeira, invertendo a lógica de promover os eventos culturais sempre no centro.

“Inicialmente era um festival apenas de música, mas com o passar dos anos percebemos a necessidade da coletividade querer se expressar. Com isso, o Xerém passou a dialogar com outras linguagens culturais ampliando o seu repertório, mas sempre com essa percepção de trazer o público da cidade para a periferia, para o Borges”, detalha Lucio.

O evento vai ocupar diversas ruas do bairro Borges e também a escola Escola Letícia De Campos Goes: tudo gratuito e aberto a todos os públicos – a referência para quem deseja chegar ao festival é localizar a capela do Borges. O festival é uma realização da Xerém Produções em a parceria da Pajeú Filmes, Hidroelétro, o apoio da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira e o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.

Confira a programação completa:

Sexta 21/7  

16 horas – Local: Escola Municipal Professora Letícia de Campos Góes

Apresentação teatral “Madalena, Eu, Madalena” – o palhaço Abelardo Cabelim narra a epopeia desde o primeiro encontro com Madalena, um fusca branco abandonado no depósito de uma loja de cerâmica, passando pela tensão de ficar devendo a um valentão até a solução inusitada do imbróglio.

19 horas : Escola Municipal Professora Letícia de Campos Góes

Conversa, poesia e café- Carla Santana, Thaynara, Danilo Leite e Graça Nascimento

Um encontro inédito no tempero do Xerém: um retrato da poesia do Pajeú, onde abordaremos os processos criativos, trajetórias e vivências, além de muita declamação.

Sábado 22/07

16 horas –  Rua Pedro Ivo- Borges

Apresentação teatral “Caminhos” : um espetáculo circense sobre sonhos. Nele, Sequinho traz em uma receita executada ao vivo, sua história como cozinheiro. Utilizando mágicas, malabares e poesia nos fala que profissão, além do nosso ganha pão, é a nossa maneira de ser feliz.

19 horas : Rua Manoel Lopes,  Borges

Quadrilha Junina Arrasta Chinela: expressão cultural de raízes profundas na tradição nordestina, sua importância vai além do entretenimento, sendo uma forma de preservação e valorização da identidade cultural da região. Criada em 2016, no bairro São Brás (Af. da Ingazeira-PE), a partir do desejo de preservar e promover as tradições locais na comunidade, carregando consigo uma história rica e cheia de encanto.

Domingo 23/07

20 horas – Rua Pedro Ivo, Borges: o Grupo Negras e Negros do leitão da carapuça é um grupo tradicional de coco de roda, que há quase 50 anos mantem viva a tradição, os ensinamentos e os ritmos que são passados de geração por geração.

21 horas:  Apresentação Musical 1 -Nova Engrenagem: Grupo musical com uma pegada eclética que vai do reggae ao forró.

22 horas: Apresentação Musical 2 – Adelino do Acordeon. Muito forró e música regional.

Em Serra, 60 óbitos por Covid-19

Serra Talhada registrou o óbito 60 neste sábado (10) por Covid-19. O Farol de Notícias confirmou o dado junto à XI Geres (Gerência Regional em Saúde). A vítima, um homem de 54 anos, morava no bairro Nossa Senhora da Penha. Havia realizado teste de swab no Hospam e o resultado havia positivado nessa sexta-feira (9). A XI […]

Serra Talhada registrou o óbito 60 neste sábado (10) por Covid-19.

Farol de Notícias confirmou o dado junto à XI Geres (Gerência Regional em Saúde).

A vítima, um homem de 54 anos, morava no bairro Nossa Senhora da Penha.

Havia realizado teste de swab no Hospam e o resultado havia positivado nessa sexta-feira (9).

A XI Geres informou que ele tinha comorbidades como hipertensão, diabetes e obesidade.

Opinião: A farofa do Senador

Heitor Scalambrini Costa* Neste início de dezembro foi amplamente divulgado nas redes sociais uma festa promovida por um destes personagens que habitam o universo das redes sociais denominados de “influenciadores”. O que me chamou atenção foi o destaque enorme dado para o que foi chamado de “A farofa da Gkay”. Ela uma personagem deste mundo, […]

Heitor Scalambrini Costa*

Neste início de dezembro foi amplamente divulgado nas redes sociais uma festa promovida por um destes personagens que habitam o universo das redes sociais denominados de “influenciadores”.

O que me chamou atenção foi o destaque enorme dado para o que foi chamado de “A farofa da Gkay”. Ela uma personagem deste mundo, que confesso, nunca havia ouvido falar. A farofa foi a denominação dada a uma festa de aniversário da senhora Gkay em Fortaleza, que fechou um hotel classe A para que seus convidados se refestelassem durante três dias.

Faço menção a esta importante “efeméride nacional” para associar o nome da festa, ao que também foi denunciado pela imprensa do Sul do país, reproduzido timidamente no Nordeste, e pouco mencionado em Pernambuco, como “A farofa do Senador”.

O senador a que me refiro foi eleito pelo PSB pelo Estado de Pernambuco, e hoje tem guarida no PMDB, e é líder do (des)governo atual no Senado desde 2019, Fernando Bezerra de Souza Coelho. Pertence a uma família influente, os Coelhos, originária do município de Petrolina. Cidade pernambucana unida a Juazeiro da Bahia pelo Rio São Francisco, e distante pouco mais de 700 km da capital, Recife.

O nobre senador em questão tem um passado bem eclético e nebuloso na política brasileira, assim como tantos outros personagens. Com o lema “hay gobierno, soy a favor” circulou por vários partidos, por vários governos de diferentes espectros políticos. Sem nunca dizer claramente, a que veio, o que pensa, o que defende para melhorar o país, e principalmente o Nordeste brasileiro.

Semelhante ao atual presidente brasileiro, tem três filhos, também políticos de profissão. Um deputado federal, ex-ministro de Minas e Energia (saiba mais em: https://www.redeodsbrasil.org/post/2016/10/02/um-borbonico-no-ministerio-de-minas-e-energia) no trágico governo Temer. Outro é o atual prefeito de Petrolina, é candidato a governador do Estado inflado pela dinheirama federal. E o terceiro, deputado estadual pertencente a ala do baixo clero da Assembleia Legislativa (ALEPE). Os filhos também mudam de partido como trocam de roupa. Fazem a política do “dando que se recebe”, daí a necessidade de estarem sempre aliados ao poder da hora.

Mas vamos a mais um evento onde o senador é a peça central, de tantas outras “maracutais” denunciadas na justiça, e que me levou a escrever estas linhas com o título em epigrafe. O líder do governo no Senado, ele próprio, o senador Fernando Bezerra, foi responsável por direcionar nos anos de 2019 e 2020 ao menos R$ 200 milhões de reais para obras de pavimentação no município em que o filho candidato a governador é o atual prefeito.

O cenário retratado, acabou se tornando um pesadelo para os moradores de bairros distantes, do centro de Petrolina, principalmente em vilas ligadas a projetos de irrigação.

Os serviços asfálticos realizados, segundo denúncias, não foram acompanhados dos serviços de drenagem e de construção de meio-fio, o que acabou favorecendo os alagamentos. Menos de 1 ano depois dos serviços realizados, o material utilizado, com o forte calor da região do semiárido, literalmente derreteu. O que acarretou aos moradores, a desagradável tarefa de limpar seus calçados frequentemente. Outra informação prestada pelos moradores é que o material usado como asfalto, se quebra em pedaços, e esfarela.

A má qualidade das obras de pavimentação, apresentando buracos e falhas nas vias, foi verificada pela Controladoria Geral da União-CGU, cujo Relatório de Avaliação nº 824069 de 25/2/2021 apontou o envolvimento de duas construtoras, sendo uma delas de propriedade de familiares do senador. Esta mesma empresa, “estranhamente”, só participa de licitações promovidas pela CODEVASF (quem efetuou o pregão para as obras em questão), que como todos sabem, inclusive por integrantes do reino mineral, que esta empresa pública está loteada ao grupo político do senador Bezerra Coelho.

Nesta mesma direção envolvendo a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, foi a denúncia do Jornal Folha de São Paulo, sobre a existência nos pátios da empresa, de uma grande quantidade de equipamentos acumulados ao relento, e tão necessários ao homem do campo. Uma malvadeza sem tamanho. Cisternas, caixas d’água, tratores, implementos agrícolas, tubos de irrigação e canos, segundo a reportagem, foram adquiridos a partir de emendas parlamentares, e que esperam o ano eleitoral de 2022 para serem distribuídos, no famoso “toma lá e dá cá”.

Estas são situações envolvendo o senador, sua família e grupo político, que infestam a politicagem pernambucana e nacional. Cujos grupos vivem pendurados nos governos de plantão, utilizando o meu, o seu, o nosso dinheiro para comandar uma das mais antigas práticas políticas ainda existentes, o coronelismo. Em pleno século XXI, formatado agora, no neocoronelismo, mais que ainda sobrevive fortemente com a troca de favores.

O Brasil não merece. Nós não merecemos.

*Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Movimentos sociais prometem intensificar cobranças sobre governo e Parlamento

do JC Online Centro do debate nesses primeiros dias após a divulgação do resultado das eleições, a economia não será o único desafio a tirar o sossego dos governantes que assumirem em 1º de janeiro. Independentemente do apoio dado durante o pleito, organizações sociais prometem intensificar a vigilância e a pressão sobre a presidenta reeleita […]

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do JC Online

Centro do debate nesses primeiros dias após a divulgação do resultado das eleições, a economia não será o único desafio a tirar o sossego dos governantes que assumirem em 1º de janeiro. Independentemente do apoio dado durante o pleito, organizações sociais prometem intensificar a vigilância e a pressão sobre a presidenta reeleita Dilma Rousseff, sobre governadores e parlamentares para ver atendidas suas reivindicações e impedir o que classificam de “retrocessos em direitos sociais”.

 “Vemos os próximos anos como de muitos riscos para os direitos das mulheres e para tudo o que conquistamos com muita luta nos últimos 30 anos. Nossa expectativa é de resistência”, disse à Agência Brasil a diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Guacira Oliveira. A preocupação do movimento femininista diz respeito não só à diminuição do número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional e para chefiar os executivos estaduais, mas, principalmente, com a nova composição do Parlamento, classificado pelo Cfemea como uma legislatura mais “reacionária, conservadora, anti-igualitária e fundamentalista”.

“Esse sistema político, impermeável ao ingresso das mulheres, favorece os segmentos menos compromissados com a consolidação de um poder democrático, com participação paritária feminina”, defendeu Guacira. “Por isso, lutaremos pela reforma do sistema político, além de continuar cobrando nossas outras bandeiras: direitos sexuais ou reprodutivos, descriminalização do aborto, enfrentamento à violência contra as mulheres, regulamentação da lei do trabalho doméstico e das políticas públicos relativas à infraestrutura de cuidado, como creches e albergues para cuidados com idosos”, completou.

A preocupação também é mencionada por representantes indígenas e indigenistas. “O resultado das eleições nos deixou mais preocupados devido ao fortalecimento de setores econômicos contrários aos povos indígenas e seus direitos. A julgar pela nova composição [do Congresso], o indicativo é que, no Poder Legislativo e nos estados, o processo de ataque [aos povos indígenas] que caracterizou os últimos anos se aprofunde”, declarou o secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto.

Sobre a reeleição de Dilma, o dirigente do Cimi disse que espera novos posicionamentos. “Ainda alimentamos a esperança de que, em seu segundo mandato, a presidenta mude em relação aos temas que envolvem estrutura fundiária. Que retome o curso de reconhecimento e homologação das terras indígenas e quilombolas e a reforma agrária”, disse Cléber.