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Presidência lança edital para compra de decoração natalina

Por André Luis

O blog Gente Boa, do O Globo, publicou matéria neste domingo (2) em que diz que o  presidente Michel Temer já faz planos para as festas de fim de ano em Brasília.

Segundo o blog, a Presidência da República lançou edital para a compra de três árvores de Natal de dois metros de altura (R$1.398 cada), além de enfeites variados. A decoração com “motivos natalinos” deve conter gnomos, bolas coloridas de fibra de vidro, anjos, lâmpadas coloridas, laços em tecidos lisos e bordados, Papai Noel e guirlandas.

Ainda segundo o blog, o edital prevê ainda a aquisição de 35 arranjos natalinos com plantas verdes (tuia holandesa, tuia europeia, tuia jacaré, tuia azul) “compostas de forma artística” e de tamanhos variados, que também devem ter bolas coloridas, anjos, gnomos e velas. Para os enfeites, a Presidência pretende gastar mais R$ 12 mil.

Outras Notícias

Raquel Lyra dialoga sobre ações em Pernambuco com direção da Fundação Lemann

Durante agenda na cidade de São Paulo nesta quarta-feira (17), a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião com diretores da Fundação Lemann para realizar o acompanhamento de projetos e ações que a organização executa junto ao Governo de Pernambuco.  A Fundação atua no Estado em projetos na área educacional e gestão de pessoas através […]

Durante agenda na cidade de São Paulo nesta quarta-feira (17), a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião com diretores da Fundação Lemann para realizar o acompanhamento de projetos e ações que a organização executa junto ao Governo de Pernambuco. 

A Fundação atua no Estado em projetos na área educacional e gestão de pessoas através da Secretaria de Educação, além da pasta de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional. Na ocasião, a governadora também dialogou sobre a ampliação de possíveis parcerias nessas áreas.

“Estamos em São Paulo junto com a Fundação Lemann em um debate importante sobre nossas parcerias em Pernambuco. A Fundação tem sido uma parceira fundamental para a melhoria do desempenho da educação no nosso Estado. Estamos fortalecendo essa parceria e buscando ampliá-la para melhorar os resultados finais da educação dos nossos estudantes”, destacou a governadora Raquel Lyra.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, registrou a importância desse acompanhamento das ações. “Foi muito importante estar aqui hoje, ficamos honrados em poder encontrar a governadora Raquel. Pernambuco é um Estado super estratégico e a Fundação Lemann é muito parceira do governo estadual em várias frentes, na parte de educação, gestão de pessoas, alfabetização apoiando o trabalho junto aos municípios. Foi ótimo poder olhar para os dados, como os projetos estão indo e ver o que podemos fazer para melhorar ainda mais”, frisou o diretor.

Estiveram presentes na reunião os seguintes representantes da Fundação Lemann: Anna Laura Schmidt, vice-presidente de lideranças, e Weber Sutti, diretor de Articulação e Mobilização. Também acompanharam os secretários de Pernambuco Fernando Holanda, da Assessoria Especial, e Rodolfo Costa Pinto, da Comunicação, além do presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho.

Presidente afirma que privatização não faz parte do vocabulário da Compesa

Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco No comando da Compesa há pouco mais de um mês, o novo presidente da estatal pernambucana, Alex Campos, afirma, nesta entrevista exclusiva à Folha, que a palavra privatização não faz parte do vocabulário da Companhia Pernambucana de Saneamento. Segundo Alex, a Compesa opera um serviço em […]

Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco

No comando da Compesa há pouco mais de um mês, o novo presidente da estatal pernambucana, Alex Campos, afirma, nesta entrevista exclusiva à Folha, que a palavra privatização não faz parte do vocabulário da Companhia Pernambucana de Saneamento.

Segundo Alex, a Compesa opera um serviço em três etapas: produção de água, carregamento por adutora e tratamento e, em terceiro, a distribuição.

“Essas duas primeiras etapas são tão caras, que não há nenhum interesse da iniciativa privada de entrar nesse negócio. O que está sendo discutido é a concessão dessa terceira etapa, a de distribuição da água, inclusive, com um estudo em desenvolvimento pelo BNDES, para iniciativa privada”, revela o presidente da Compesa.

Ele complementa dizendo que a Compesa é uma empresa de 50 anos, que conhece do negócio e vai continuar a ter a mão forte do Estado para continuar fazendo com que a água seja produzida.

“Ao se imaginar ser viável a concessão dessa etapa de distribuição para iniciativa privada, o que se pretende é que muitos recursos se somem aos que o poder estadual e federal tem mobilizado para ir de encontro ao grande desafio proposto na edição do Marco Legal do Saneamento”, afirma Alex.

Promulgada em julho de 2020, a Lei nº14.026, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento, visa alavancar até R$700 bilhões em investimentos para melhorar os serviços de saneamento básico e a sua distribuição para a população, por meio de empresas privadas, pelos próximos dez anos no Brasil.  Em Pernambuco, de acordo com Alex, pela concessão da etapa de distribuição da água para iniciativa privada, devem ser mobilizados algo em torno de R$20 bilhões.

Questionado se há algum modelo em andamento que vai servir de referência para ser aplicado em Pernambuco, Alex Campos adianta que sim. De acordo com ele, desde a edição do Novo Marco Legal, algumas cidades do Brasil já estão adotando modelos de concessão para iniciativa privada da etapa de distribuição de água.

“Acredito que a Compesa por ter aguardado algumas etapas de amadurecimento de iniciativas que já aconteceram no Brasil vai ter a chance, inclusive, de conhecer o que aconteceu com modelagens aproximadas com aquilo que a gente imagina para ser adotado aqui. Já temos experiência em Alagoas, no Rio de Janeiro, no Amapá, justamente nesse caminho de imaginar a ocupação da iniciativa privada no campo do serviço de concessão no serviço de distribuição”.

Para Alex, essa concessão é extremamente importante porque vai aumentar a disponibilidade de água, diminuir o rodízio, que em algumas cidades de Pernambuco chega a 30 dias, por isso, é possível especular que a iniciativa privada terá grande interesse de assegurar faturamento e ofertar o serviço de maneira eficiente e em cumprimento das exigências pré-estabelecidas pelo Governo para concessão.

“Evidentemente que o grande desafio ao desenhar essa modelagem é estabelecer preços justos, a modicidade tarifária. Pernambuco, por tá assistindo o que está acontecendo em outros estados, pode importar um modelo que venha de encontro aos interesses dos pernambucanos, que é ter água, com um preço justo”, conclui o gestor.

Raquel Lyra participa do desfile cívico-militar em homenagem à Independência do Brasil

Tradicional celebração do 7 de Setembro aconteceu no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul da capital pernambucana, e celebrou os 201 anos da Independência A governadora Raquel Lyra participou, nesta quinta-feira (7), das celebrações dos 201 anos da Independência do Brasil. O desfile cívico-militar aconteceu na Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, no bairro da Imbiribeira, […]

Tradicional celebração do 7 de Setembro aconteceu no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul da capital pernambucana, e celebrou os 201 anos da Independência

A governadora Raquel Lyra participou, nesta quinta-feira (7), das celebrações dos 201 anos da Independência do Brasil. O desfile cívico-militar aconteceu na Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife. Na ocasião, após realizar a revista da tropa e receber as honras militares, a gestora acompanhou toda a celebração ao lado da vice-governadora Priscila Krause, do secretário-chefe da Casa Militar, coronel Hercílio Mamede, e do major-brigadeiro do ar João Campos Ferreira Filho, comandante do II Comando Aéreo Regional (Comar).

“É uma honra poder estar aqui em um dia simbólico como este, da Independência do Brasil, resgatando a nossa história, a nossa tradição de Pernambuco sempre estar à frente das lutas libertárias do Brasil. Com muita alegria posso viver esse momento sendo a primeira mulher governadora do Estado”, disse Raquel Lyra. 

A chefe do Executivo ainda destacou que, apesar da festividade que a data suscita, é preciso muito trabalho para garantir mais direitos à população. “Fazendo uma reflexão, a nossa independência ainda está pela metade. Enquanto houver pessoas passando fome, sem acesso à água, mulheres sem escolas para os seus filhos, nós ainda temos um trabalho imenso pela frente. Para garantir a verdadeira democracia, a verdadeira independência do nosso País”, declarou. 

Na cerimônia, um palanque para autoridades foi instalado em frente à Universidade Salgado de Oliveira (Universo). A revista à tropa teve início às 8h e o desfile começou às 8h30. 

O evento foi aberto pelo Destacamento Escolar, que reuniu cerca de 1.300 estudantes da rede pública de ensino, do Governo do Estado e da Prefeitura do Recife, além de centros técnicos e organizações. 

As tropas que participaram do desfile foram constituídas por militares da Marinha, do Exército, da Aeronáutica, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Ao todo, 3.368 militares compareceram à celebração.

Já o desfile motorizado encerrou o evento, contando com veículos especializados e automóveis civis; além de conjuntos a cavalo, do Regimento de Polícia Montada Dias Cardoso. Mais de 200 veículos participaram da apresentação. A maçonaria, os escoteiros e outras entidades da sociedade civil também participaram da solenidade.

Estiveram presentes na celebração os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), Carolina Cabral (Desenvolvimento Social, Criança, Juventude e Proteção às Drogas), Ana Maraísa (Administração), Alessandro Carvalho (Defesa Social), Ellen Viégas (Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca), Mariana Melo (Mulher), Ivaneide Dantas (Educação); a chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Simone Aguiar; Ednaldo de Moura Júnior, secretário-executivo de Educação do Recife, representando o prefeito João Campos; os deputados Luciano Duque e João de Nadegi; e o vereador do Recife Alcides Cardoso.

Coluna do Domingão

Respirando por aparelhos A pesquisa IPEC divulgada pela Rádio Independente FM,  de Arcoverde,  mostrou as dificuldades enfrentadas pelo governo do prefeito Wellington Maciel. São tantas notícias ruins, que é difícil escolher qual é a pior. LW tem um governo desaprovado por 60% da população arcoverdense. Apenas 28% aprovam. Segundo a mesma pesquisa, 42% consideram o […]

Respirando por aparelhos

A pesquisa IPEC divulgada pela Rádio Independente FM,  de Arcoverde,  mostrou as dificuldades enfrentadas pelo governo do prefeito Wellington Maciel.

São tantas notícias ruins, que é difícil escolher qual é a pior. LW tem um governo desaprovado por 60% da população arcoverdense. Apenas 28% aprovam.

Segundo a mesma pesquisa, 42% consideram o governo de Wellington ruim ou péssimo.

Apenas 21% consideram a administração boa ou ótima, 17% e 4% respectivamente.

Ao todo, 57% tem uma opinião negativa do prefeito e apenas 32% considera a imagem positiva. Para 75% da população, Wellington  já teve sua chance e desperdiçou, contra  21%  que acham que o prefeito merece uma segunda oportunidade. E 60% simplesmente não confiam no prefeito, contra apenas 27% que disseram confiar.

Nas simulações eleitorais,  Wellington só empataria tecnicamente com Siqueirinha.  Perde pra Zeca Cavalcanti e Madalena Britto. O prefeito oscila entre 12 e 22% a depender do cenário com seus principais adversários,  desempenho pífio pra quem tem a caneta. Some-se a isso uma rejeição de 67%, a maior entre os principais postulantes.

Os números reforçam o que já tinha indicado a pesquisa do Múltipla há alguns dias.

A matemática explica a política e vice-versa.  De esperança, Wellington,  o administrador e empresário de sucesso que prometeu dar à prefeitura o mesmo desempenho de seus negócios, virou grande decepção.

É acusado de abandonar no caminho grande parte dos que lhe confiaram apoio. A lista começa por Madalena Britto,  passa pelo ex-vice, Israel Rubis,  tem ainda Edcarlos Máximo (marqueteiro da campanha), Warley Amaral,  Edvaldo Silvestre,  Emerson do Portal do Sertão,  Siqueirinha (aqui ninguém sabe quem largou do outro quem primeiro), Cal Britto,  contratados da era Madalena que vestiram a camisa, ex-secretários da gestão anterior,  dentre outros.

O governo foi negativamente afetado pela atuação da primeira dama, Rejane Maciel.

Até agora, tem sido uma gestão marcada pela esquizofrenia política. Nos humanos, a doença é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato com a realidade, fala ou comportamento desorganizado e participação reduzida nas atividades cotidianas. Dificuldade de concentração e memória também são sintomas. É a cara do governo LW e Rejane. Prova disso foi o áudio da ex-secretária de Saúde,  Socorro Vidal, irmã da primeira dama,  comemorando o anúncio de Wellington de que seria candidato a reeleição. “Agora é sofrimento pra oposição não é minha gente? Prepare a medicação”.

Além dos erros gerenciais, políticos,  da promessa de ampliar geração de empregos, do boom econômico,  da eficiência,  todas trocadas por trapalhadas e patacadas,  nunca conseguiu entrar nos trilhos.  Nas redes, só é aplaudido por quem tem alguma relação ou dependência econômica.

Mudou várias vezes a comunicação, botou inclusive gente muito competente.  Mas não existe publicidade institucional boa pra governo ruim ou com dificuldades.  A percepção do governo tem que mudar na vida das pessoas,  não somente nas peças publicitárias.

A percepção é de um governo sem pilares de um bom planejamento,  sem previsibilidade de ameaças no cenário econômico.  Foi assim nos recentes atrasos dos cachês do São João a prestadores de serviço que batem à sua porta. Queimou dinheiro sem dó no São João milionário.  Os artistas vips levaram o dinheiro. Já subiram no palco com ele no bolso. Os da terra, não.

E pra quem pergunta:  “ainda tem jeito?” – a resposta é sim, a depender de alguns fatores. Primeiro,  é imperativo que Wellington Maciel melhore urgentemente menos 20 pontos percentuais de sua avaliação positiva.  Problema é encontrar amparo real nessa melhora.  Dá, mas não parece dar.

Depois,  torcer para não haver qualquer possibilidade de aliança entre Zeca Cavalcanti e Madalena Britto.  Dada a possibilidade remota em virtude da vaidade política de ambos, já que ninguém aparenta querer abrir pra ninguém,  esse já é um cenário mais factível.

Caso não consiga,  Wellington Maciel estará sujeito a sair da vida política pela porta dos fundos, menor do que entrou, não só política,  mas até empresarialmente. A gestão que hoje respira por aparelhos vai sair como a pior da história,  insuperável no quesito, do Coronel Antônio Japyassu pra cá. Acorda, LW!

Quem ganha a queda de braço?

Em Afogados,  o ex-vereador Zé Negão e o vice-prefeito Daniel Valadares disputam o comando do MDB. Zé Negão e o filho Edson Henrique tem apoio da deputada Iza Arruda (MDB). E Daniel,  do presidente estadual do partido, Raul Henry.

Apoiado

O pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Augusto Valadares, recebeu apoio do empresário Edílio de Lira, dono da Costa Lira Serviços. A imagem para os que torcem pelo prefeito de Ouro Velho é tida como um “é ele que vai”.

Novos desafios

A competente Juliana Lima não aceitou os termos de renovação do contrato com a Cultura FM, de Serra Talhada.  De forma maldosa, tentaram sugerir que ela teria sido demitida, uma fake news.  Vai investir em seu novo blog, com versões para página e redes sociais.

Glub

Israel Rubis, um dos que se dizem traídos de LW,  apareceu nas redes tomando um comprimido e ironizando a situação do grupo de Wellington, que recentemente aconselhou a oposição a tomar medicação. “Rapaz, disseram que a oposição tinha que tomar medicação, né? Eu vou tomar a minha agora.  Ave Maria, depois dessa…”, afirmou depois da pesquisa IPEC.

Dossiê Dja

Vai ter dossiê pra todo lado na campanha em Serra. Se Ronaldo de Dja for o nome duquista vão usar contra ele a votação à calada da noite do aumento de salário dos vereadores e também criação de mais um assessor por vereador com salário médio de R$ 5 mil. Quem mandou, né…

Bolsa Buchuda

Mãe da prefeita Márcia Conrado,  a vereadora Alice Conrado disse ao radialista Anderson Tennens,  da Vilabela FM,  que o gabinete de Ronaldo de Dja “tinha dia que estava com pelo menos 25 buchudas” aguardando atendimento. “Elas não eram atendidas com o dinheiro dele e sim do governo Márcia.” Resumindo,  pra Alice, Ronaldo não serve nem pra acudir buchuda…

Astral

Nem em uma situação onde a própria vida estava em jogo, o blogueiro Júnior Finfa mudou o astral. A foto foi feita entre uma e outra transferência em meio aos exames que diagnosticaram um infarto.  Finfa passou por um cateterismo ontem a noite e já se recupera no Hospital Eduardo Campos,  em Serra Talhada.

Imorriveal, imbrochável, inelegível e irremediável

Por André Luis

O ex-presidente Jair Bolsonaro, impedido de se candidatar até 2030 devido a ataques ao sistema eleitoral, novamente questionou o resultado das eleições de 2022, em que foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Ele expressou sua crença de que um dia as informações sobre o que aconteceu serão reveladas, durante um culto da Igreja Graça & Paz em Belo Horizonte, comandada pelo pastor Edésio de Oliveira. Bolsonaro afirmou: “Foi só ocorrer o segundo turno, que um dia nós saberemos de tudo o que aconteceu, que parece que as portas lá de longe se abriram. Mas nós temos que fazer a nossa parte. Enquanto tivermos forças para que essas coisas realmente se afastem de nós”.

Frase da semana:

“Se o governo Lula tem gente que realmente acha uma baita ideia promover uma dança erótica num evento do Ministério da Saúde, não precisa nem de oposição”.

De Antônio Tabet,  sobre a dança sem-noção ou propósito em ato do Ministério da Saúde.

Coluna do Domingão

Censurar é burrice As menções ao patrimônio imobiliário da família Bolsonaro dispararam no WhatsApp após um desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal censurar duas reportagens do UOL que revelaram que 51 imóveis do clã foram comprados com dinheiro vivo nos últimos 30 anos. As citações aos imóveis e ao caso foram 2,6 vezes […]

Censurar é burrice

As menções ao patrimônio imobiliário da família Bolsonaro dispararam no WhatsApp após um desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal censurar duas reportagens do UOL que revelaram que 51 imóveis do clã foram comprados com dinheiro vivo nos últimos 30 anos.

As citações aos imóveis e ao caso foram 2,6 vezes mais volumosas do que quando a primeira das reportagens agora censuradas foi ao ar, em 30 de agosto – ou em qualquer outra data desde então.

Os dados foram compilados pela plataforma Palver, que monitora 14 mil grupos públicos de WhatsApp para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A censura das reportagens transformou os imóveis comprados com dinheiro vivo pelo clã no assunto mais negativo para Bolsonaro nos últimos meses, segundo a Palver.

Nem os ataques de Jair Bolsonaro a jornalistas como Vera Magalhães e Amanda Klein, nem quando o presidente agarrou um “influencer” e tentou tomar seu celular após ser chamado de “Tchutchuca do Centrão”, nem as críticas ao sistema eletrônico de votação: nada despertou tantos comentários como os imóveis comprados em dinheiro vivo. Mas o recorde só foi batido após a censura ressuscitar o tema.

Conforme a coluna de Mônica Bergamo, assessores de Bolsonaro alegam que Flávio Bolsonaro merece trofeu de burrice pela iniciativa, a poucos dias do pleito. E é verdade.  A uma semana da eleição,  a censura de Flávio só deu luz a um tema que estava adormecendo no subconsciente da população,  mesmo que tenha que ser debatido e apurado até uma apuração decente.

Não falta quem diga que o Ministro do Supremo André Mendonça,  ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e, portanto,  ligado à família,  não teve nenhum arroubo democrático e sim atendeu a liminar para suspender a censura e, portanto, acabar com o assunto na reta final da eleição.

O blog já foi alvo de censura algumas vezes, na maioria dos casos nos processos em que divulga pesquisas em parceria com o Múltipla.

Em 2020, a candidatura de Socorro Brito tentou censurar a última pesquisa do Instituto.  Foi pior.  A expectativa de que a liminar fosse derrubada no TRE só aumentou as especulações de que a vantagem de Márcia Conrado seria ainda maior.

Censurar, proibir, coibir a atividade jornalística sempre é a pior opção.  No caso da campanha de Bolsonaro,  foi tiro do pé sem tamanho, que pode custar os votos que evitariam uma fatura liquidada em primeiro turno.

Voz corrente 

De assessores a vereadores,  de gente próxima a amigos, é voz corrente que, salvo exceções,  a equipe de Sandrinho Palmeira precisa de um choque de gestão,  com muita gente se sentindo dona das funções que tem desde o governo Patriota.

Até ele

Até Arthur Amorim, que era quase uma unanimidade na gestão Patriota, foi duramente criticado essa semana na Rádio Pajeú por não cumprir promessa de melhorar o processo de marcação de consultas nas UBS. Há críticas e fogo amigo de que a equipe corre solta.  E Sandrinho sabe que a fatura chegará na mesa dele. Precisa agir.

Estrategy

Em Serra Talhada,  aliados da prefeita Márcia Conrado afirmam ao blog que a trégua com Luciano Duque e seu desejo de fazê-lo estadual não é fake, é estratégica.  Com Luciano na ALEPE, a prefeita tem caminho livre para conduzir uma gestão ainda mais independente, sem a sombra do padrinho.

Dilema do peixe

O prefeito Anchieta Patriota está convencido de que acertou ao substituir a ausência de Chico César,  que não vai à Carnaíba por mudança na agenda, por Jorge du Peixe, que substituiu Chico Science na Nação Zumbi e ainda integra outros projetos musicais e no cinema. Diz que falta conhecimento à obra do artista.

Quem chega?

A maioria dos analistas,  baseados nas curvas de evolução dos candidatos nas pesquisas,  assim como esse jornalista, mantém a aposta. A maior possibilidade de crescimento para disputa do segundo turno com Marília Arraes está entre Anderson Ferreira,  pelo fator Bolsonaro,  e Danilo Cabral,  pelo apoio dos prefeitos socialistas e voto de estrutura.

Porque?

Raquel Lyra está tendo uma brava condução,  mas terá que manter votos numa fase de ataque dos adversários.  E Miguel teve a candidatura afetada pelo episódio do pai que pediu perdão a fazendeiro escravocata pra depois vê-lo doando R$ 600 mil aos três filhos candidatos, segundo o UOL.

Eca

Que figura tosca a do padre Kelmon, substituto de Roberto Jefferson como candidato auxiliar de Jair Bolsonaro.  Na cara lisa disse que “agora são cinco contra dois”, admitindo o papel ridículo de moleta de Bolsonaro.  E ainda fala em Deus, Pátria e Família. “Jamais me confessaria com o senhor”, disse Simone Tebet.

Errou na estratégia?

Será que a oposição mais ao centro direita acertou na ideia de três candidatos? De acordo com o agregador de pesquisas do JC, juntos, Marília e Danilo, alinhados a Lula, tem 43,15%. Já Raquel, Miguel e Anderson, 34,52%.

Se ele não,  ela pode ir

Caso Flávio Marques não se livre da condenação do TRE no Supremo, com Carlos Veras virtualmente reeleito, um nome que começa a ser especulado no boca a boca para enfrentar Dinca e Nicinha é o da vereadora Socorro Veras, irmã de Carlos. Se Dinca deixar a esposa ser de novo, seriam duas mulheres na disputa.

Pé direito

A estreia do Nill Júnior Podcast tem rendido elogios nas redes. “Meus amigos elogiaram bastante”, disse Jucelio Pereira, de Serra Talhada. “Parabéns pelo comentário!” – disse a colega Fátima Miranda, também da Capital do Xaxado.  Parabéns ⁨Nill Júnior⁩. Você está um profissional cada dia melhor”, diz o colega Mikael Siqueira,  de Arcoverde.  Vá lá e acompanhe:

 

Frase da semana:

“Não cutuque onça com a sua vara curta”.

Da candidata Soraya Thronicke,  presidente candidato Jair Bolsonaro.