Gilson Bento confirma apoio de Zan Lira em Brejinho
Por André Luis
Primeira mão
Zan Lira, que foi candidata a vice-prefeita de Brejinho, nas eleições de 2020, na chapa com o ex-prefeito José Vanderlei, declarou apoio ao prefeito Gilson Bento.
Além dela, toda a família passou para o grupo de apoio do atual prefeito.
Gilson, que já havia conseguido, em setembro de 2022, o apoio da ex-prefeita Tânia Maria, dá um passo político importante na busca da sua reeleição.
Zan Lira foi secretária municipal nos dois governos de José Vandelei e também no governo de Tânia Maria. É de uma família tradicional da política de Brejinho.
Em suas redes sociais, o prefeito Gilson Bento comemorou a chegada do apoio de Zan e sua família a sua base.
“É com grande alegria que recebo em meu grupo político, minha querida Zan Isidro e Família. Zan foi candidata a vice-prefeita na última eleição e tem se consolidado como uma importante liderança política em Brejinho”.
E seguiu: “Nosso grupo cresce a cada dia. Tem muita gente chegando, todos juntos pelo progresso de nossa cidade quem tem mudado pra melhor”.
Valores recebidos chegavam a 80% do salário e foram considerados “remuneração disfarçada” pelo Tribunal PRIMEIRA MÃO O Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) negou, por unanimidade, o recurso do ex-prefeito de Escada, Lucrécio Jorge Gomes Pereira da Silva, mantendo sua condenação por irregularidades no uso de diárias. O ex-gestor terá que […]
Valores recebidos chegavam a 80% do salário e foram considerados “remuneração disfarçada” pelo Tribunal
PRIMEIRA MÃO
O Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) negou, por unanimidade, o recurso do ex-prefeito de Escada, Lucrécio Jorge Gomes Pereira da Silva, mantendo sua condenação por irregularidades no uso de diárias. O ex-gestor terá que devolver R$ 395.354,07 aos cofres públicos, além de pagar uma multa fixada em R$ 21.870,02.
A decisão, detalhada no Acórdão T.C. nº 2/2026, ratifica que o ex-prefeito utilizou o sistema de suprimento de fundos de forma sistemática e desproporcional entre os anos de 2013 e 2020. A auditoria apontou que as diárias não eram usadas para cobrir despesas eventuais de viagens, mas sim para inflar os rendimentos mensais do político.
Diárias como complemento salarial
O relator do processo, conselheiro Marcos Loreto, destacou em seu voto que o ex-prefeito recebeu diárias por 72 meses consecutivos. Em alguns períodos, os valores recebidos a título de indenização eram quase tão altos quanto o próprio salário líquido do gestor.
De acordo com o levantamento do TCE, o impacto das diárias nos rendimentos de Lucrécio Jorge seguiu a seguinte progressão:
2015: Representavam 57% do salário;
2016: Chegaram a 75%;
2017: Próximo a 69%;
2018 e 2019: Atingiram o pico de 80% do subsídio;
2020: Em torno de 56%.
Para o Tribunal, essa prática configura “desvio de finalidade”. Na prática, as diárias — que servem apenas para reembolsar gastos com alimentação e hospedagem em serviço — foram transfiguradas em remuneração extra, o que é proibido por lei.
Falta de comprovação e punição
Além dos valores abusivos, o Tribunal de Contas identificou que uma parte significativa desses gastos não possuía nenhum documento que comprovasse a realização das despesas ou a necessidade das viagens.
“A ausência de documentos comprobatórios não constitui mera falha formal, mas irregularidade grave”, registrou o acórdão.
Com a decisão do Pleno, a tese fixada pelo TCE reforça que o recebimento sistemático de diárias que representam percentual elevado do salário descaracteriza a natureza do benefício. O ex-prefeito ainda pode tentar recursos em instâncias superiores, mas, no âmbito administrativo do Tribunal de Contas, a obrigação de ressarcir o erário está mantida.
O líder do MBL, Renan Santos, usou uma matéria do blog para criticar a política do pão e circo nas cidades do interior do Nordeste. O exemplo foi o de Coxixola, que realizou um show orçado em R$ 2,5 milhões para comemorar seu aniversário de Emancipação Política com show de Wesley Safadão. A cidade tem […]
O líder do MBL, Renan Santos, usou uma matéria do blog para criticar a política do pão e circo nas cidades do interior do Nordeste.
O exemplo foi o de Coxixola, que realizou um show orçado em R$ 2,5 milhões para comemorar seu aniversário de Emancipação Política com show de Wesley Safadão. A cidade tem 1.800 habitantes.
Renan, que é pré-candidato à Presidência da República, comemorou a decisão do Ministério Público de Contas de instaurar fiscalização sobre os gastos.
A matéria destacou que o valor do show de Safadão em Coxixola representou 61% dos investimentos em educação e saúde.
A notícia teve por base auditoria realizada pelo Tribunal do Contas do Estado (TCE-PB), que apontou, o valor do show de Wesley Safadão pela Prefeitura de Coxixola, representa 61% dos investimentos em educação e saúde.
O relatório inicial do processo está disponível na plataforma Tramita. O Ministério Publico de Contas da Paraíba do Estado da Paraíba (MPC-PB) entrou com uma representação contra o prefeito Nelson José Neves Honorato.
Conforme conclusão do relatório inicial, a auditoria evidenciou que a contratação de um único artista por R$ 1,3 milhão representa aproximadamente 61,8% do total investido em saúde e educação no município ao longo de todo o exercício de 2026. Além de superar os gastos das duas áreas, o relatório aponta que 24,39% da população é beneficiária do Novo Bolsa Família, o que representa “uma assimetria técnica entre o volume de recursos destinados ao evento e a realidade socioeconômica do município”.
Para a auditoria, valor pago no show é uma despesa “moralmente questionável sob a perspectiva dos princípios da eficiência e da moralidade administrativa”.
Por Anchieta Santos Sem perspectiva de reforçar sua candidatura no palanque do Prefeito Sebastião Dias do qual faz parte, além do voto do vice-Prefeito José Amaral e do vereador petista Aristóteles Monteiro, o Presidente da CUT Carlos Veras (PT) foi buscar no palanque adversário do ex-prefeito Dinca Brandino (MDB) os votos de dois vereadores. Neste […]
Sem perspectiva de reforçar sua candidatura no palanque do Prefeito Sebastião Dias do qual faz parte, além do voto do vice-Prefeito José Amaral e do vereador petista Aristóteles Monteiro, o Presidente da CUT Carlos Veras (PT) foi buscar no palanque adversário do ex-prefeito Dinca Brandino (MDB) os votos de dois vereadores.
Neste final de semana, Veras, postou em suas redes sociais a conquista do apoio dos vereadores Aldo Santana e Djalma das Almofadas além do suplente de vereador Didi, confirmação que teria ocorrido durante o Festival do Frio da Borborema.
O Presidente da CUT justificou que o apoio dos vereadores se deu “pelo amor a Tabira”.
Já o deputado Paulinho Tomé que recebeu o voto de Aldo e Djalma desde a última eleição, foi mais além. Revelou que nesta eleição será apoiado em Tabira também pelo vereador do PT Aristóteles Monteiro, cunhado de Carlos Veras.
Consultado pela produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta se a troca de apoio tem relação com a eleição da mesa diretora da Câmara, Aristóteles disse que não.
Assim, a máxima “faça o que eu digo e nunca o que faço”, cai perfeitamente para o pré-candidato a federal. Veras ataca o tempo todo os partidos que votaram pelo impeachment de Dilma, rotulando-os de “golpistas”, mas na hora de receber o voto, parece esquecer o discurso.
Senão, vejamos: o vereador Djalma das Almofadas pertence ao MDB de Temer. Aldo Santana é filiado ao PROS, cuja bancada tem seis federais, onde quatro votaram pela saída da ex-presidente.
Já o Estadual Paulinho Tomé, que era do PT, depois de Dilma fora, pulou para o PRB que mandou os seus 22 deputados votarem pelo impeachment.
Outra contradição é que o PRB vota com Armando para Governador e não com Marília Arraes, a provável candidata petista.
Ao saber da justificativa para o apoio dos vereadores um importante empresário tabirense afirmou: “Na safra atual o político que ama Tabira, nasceu morto”.
O Diário de Pernambuco de hoje traz uma reportagem afirmando que cerca de 15 mil estudantes pernambucanos foram vítimas de uma faculdade sem o credenciamento do Ministério da Educação e investigada por suspeita de fraude. A denúncia de uma professora, que foi demitida da instituição depois de questionar a validade do curso, descortinou o escândalo, que […]
Maria Lúcia ensinou na faculdade, mas questionou a carga horária e foi demitida. Ela denunciou a irregularidade ao MPF. Foto: Rafael Martins/Esp DP/D.A.Press
O Diário de Pernambuco de hoje traz uma reportagem afirmando que cerca de 15 mil estudantes pernambucanos foram vítimas de uma faculdade sem o credenciamento do Ministério da Educação e investigada por suspeita de fraude.
A denúncia de uma professora, que foi demitida da instituição depois de questionar a validade do curso, descortinou o escândalo, que já reúne processos em 25 cidades do interior do estado. E o pior, a maioria das cidades no Sertão.
Segundo o jornal, estão suspensas em caráter liminar as aulas nas unidades da Faculdade Extensiva de Pernambuco – Faexpe. Mesmo assim, elas continuam normalmente. A decisão judicial impede o funcionamento nos municípios de atribuição do Ministério Público Federal em Serra Talhada, que deu entrada na Ação Civil Pública.
A Faexpe não tem página na net. No Face, a página não estava disponível hoje.
A área engloba as cidades de Afogados da Ingazeira, Betânia, Brejinho, Custódia, Calumbi, Carnaíba, Flores, Floresta, Iguaraci, Ingazeira, Itacuruba, Itapetim, Jatobá, Nova Petrolândia, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Belmonte, São José do Egito, Serra Talhada, Tacaratu, Solidão, Tabira, Tuparetama e Triunfo.
Ouvida, a professora Maria Lima, 30 anos, de Petrolândia, diz que as aulas ocorrem normalmente. “Mas muitos alunos estão angustiados”, admite. Mesmo relato de Liviane Araújo, de Tacaratu. As mensalidades variam de R$ 1497,00 até R$ 207,00.
A Faculdade tem oferecido cursos de Matemática, Biologia Educação Física, Administração, Pedagogia, História, Serviço Social, Letas e outros. Sem credenciamento no MEC, simplesmente não há validade oficial do curso. Não pode ser emitido diploma. Qualquer documento emitido pela instituição não vale nada.
Ano passado, pelo que o blog apurou, a empresa já teve que prestar esclarecimentos sobre rumores de que seria fechada. “Por meio deste, viemos esclarecer junto aos clientes internos e externos da instituição FAEXPE, que não procedem as informações de venda ou falência das Faculdades Extensivas em Pernambuco, nem tão pouco da FUNESO”.
Três instituições reconhecidas pelo MEC – a Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso), a Faculdade Centro Oeste do Paraná (FAI/PR) e a Faculdade Paranapanema – ambas sediadas no Paraná, também são investigadas por participação na terceirização da atividade de ensino. As faculdades não estavam autorizadas a oferecer cursos por meio da Faexpe, de acordo com o MPF.
Repercute em todo o país a morte em Pernambuco do cineasta Breno Silveira, de infarto fulminante, aos 58 anos Ele dirigia as primeiras cenas do filme “Dona Vitória” num engenho na cidade de Vicência. Em imagens divulgadas, é possível vê-lo de boné orientando a atriz que vive a personagem principal da história na infância. De […]
Repercute em todo o país a morte em Pernambuco do cineasta Breno Silveira, de infarto fulminante, aos 58 anos
Ele dirigia as primeiras cenas do filme “Dona Vitória” num engenho na cidade de Vicência. Em imagens divulgadas, é possível vê-lo de boné orientando a atriz que vive a personagem principal da história na infância.
De acordo com membros da equipe de filmagem, Breno chegou a ter uma queda de pressão quando dirigia a cena, mas melhorou em seguida.
Mais tarde, o diretor, que tinha acordado bem, segundo relatos, sentiu uma forte taquicardia e foi levado ao hospital da região, aonde chegou já sem vida. A cena foi rodada num engenho, na Fazenda Jundiá.
Fernanda Montenegro, que vive a personagem-título, não acompanhava as filmagens. A atriz só começaria a rodar suas cenas nas próximas semanas.
Nascido em Brasília, sua primeira participação notória foi no longa-metragem Carlota Joaquina (lançado em 1995), de Carla Camurati como diretor de fotografia. Também dirigiu a fotografia de Eu Tu Eles, de Andrucha Waddington, trabalho que lhe valeu o prêmio de melhor fotografia no Grande Prêmio Cinema Brasil 2000.
Dirigiu campanhas publicitárias para a televisão, e tem prêmios da MTV por trabalhos em diversos videoclipes. Estreou na direção geral de algum projeto, em 2001 no documentário para televisão Mar sem fim, sobre o navegador Amyr Klink.
Na direção de um longa-metragem, Breno, estreou somente em 2005, no filme Dois Filhos de Francisco, a história da infância até o sucesso nacional de Zezé di Camargo e Luciano. Na época o filme ficou em primeiro lugar no ranking da retomada com mais de cinco milhões de espectadores, sendo considerado como o filme brasileiro mais visto no ano.
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