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Evandro e Adelmo no Debate das Dez

Por Nill Júnior

dsc_0825Os prefeitos eleitos  de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) e de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) são os  convidados do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, na série que tem escutado prefeitos eleitos da região. Eles falam sobre os desafios de gerir duas das mais importantes cidades do Alto Pajeú, a partir de 1 de janeiro.

Vencedor nas eleições do último dia 2, Evandro bateu o petista Romério Guimarães (PT) na disputa mais acirrada do Pajeú. Já Adelmo teve uma eleição tranquila, apoiado pelo atual prefeito, Arquimedes Machado, que decidiu não disputar a reeleição.

O programa busca saber o que os dois farão por duas das cidades mais importantes do Alto Pajeú.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet nowww.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.

Outras Notícias

Impasse entre Ancine e Fundarpe ameaça Mostra Pajeú de Cinema

Cineastas pernambucanos disseram que estão com dificuldades para fazer produções, porque houve uma mudança na política de incentivo financeiro da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Para tentar resolver a questão, eles fizeram, nesta sexta-feira (1º), um apelo ao governo do estado. A notícia foi levada ao G! PE. O cinema pernambucano emprega, em média, mil […]

Cineastas pernambucanos disseram que estão com dificuldades para fazer produções, porque houve uma mudança na política de incentivo financeiro da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Para tentar resolver a questão, eles fizeram, nesta sexta-feira (1º), um apelo ao governo do estado. A notícia foi levada ao G! PE.

O cinema pernambucano emprega, em média, mil pessoas, de acordo com a Associação Estadual de Cineastas, e gera três mil empregos indiretos.

A indústria conta com as leis de incentivo e o financiamento público para continuar levando a cultura de Pernambuco para o Brasil e para o mundo e garantindo empregos, apesar da crise econômica.

Os produtores e cineastas esperavam receber R$ 24 milhões de dinheiro público, em 2019, sendo R$ 15 milhões do governo federal, distribuídos pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), e R$ 9 milhões do governo estadual.

Entretanto, em 2018, a Ancine mudou as regras de distribuição do dinheiro e, agora, só repassa os recursos federais depois que os estados liberam a parte deles na íntegra.

Esse formato é chamado de integralização e, segundo os produtores, criou um impasse com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que sempre fez os repasses parcelados.

Por meio de nota, a Fundarpe informou que a exigência de integralização feita pela Ancine provocará dificuldades, pois existem outros editais do Funcultura, com pagamentos feitos em parcelas. Por isso, decidiu que o edital do audiovisual de 2019 só seria publicado quando fosse resolvido o impasse. A nota diz, também, que os diálogos entre a Ancine e a Fundarpe continuam.

Por meio de nota, a Ancine informou que a relação com a Fundarpe é de parceria, na qual a agência complementa, “com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual, recursos que serão aplicados nas categorias do setor audiovisual apoiadas pelo órgão ou entidade local”.

Pior, o Pajeú pode também sofrer o impacto desse impasse com um dos mais importantes festivais do interior, por sua qualidade, afirmação e resistência. A Mostra Pajeú de Cinema, dirigida por Bruna Tavares e William Tenório, depende dessa política pública para existir. A Mostra aliás, deveria ter linhas de financiamento que garantissem sua existência, mas fazer cinema não é fácil. Ano a não, tem que entrar no Edital para buscar financiamento.

Este ano, foram dezesseis dias, quatro cidades e 76 filmes exibidos na 5ª Mostra Pajeú de Cinema.  Ela girou por Iguaracy, Ingazeira, Carnaíba e culminou em Afogados da Ingazeira, no Cine São José. A Mostra de Triunfo, por exemplo, está no calendário oficial e em linhas gerais não passa por essa via crucis. A Pajeú de Cinema é feita na garra, com o esforço dos diretores.

Esse ano, promoveu também, uma série de atividades formativas gratuitas em Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Iguaracy e Ingazeira. Realizadores e educadores participaram de palestras temáticas para troca de conhecimentos e debates sobre assuntos como novas formas narrativas, cinema na escola e luta por direitos, sem falar nas oficinas promovidas. Um evento de resistência que não pode morrer.

Compesa não paga e pipeiros suspendem abastecimento em cidades do Pajeú

Por Anchieta Santos A ameaça dos pipeiros que prometeram suspender o abastecimento das cidades de Itapetim e Brejinho por falta de pagamento se confirmou. Hoje completa 4 meses de atraso nos repasses da Compesa e os profissionais suspenderam o abastecimento desde a 2ª feira dia 18. A notícia que chegou é que hoje a Compesa […]

1267800502carropipaPor Anchieta Santos

A ameaça dos pipeiros que prometeram suspender o abastecimento das cidades de Itapetim e Brejinho por falta de pagamento se confirmou. Hoje completa 4 meses de atraso nos repasses da Compesa e os profissionais suspenderam o abastecimento desde a 2ª feira dia 18.

A notícia que chegou é que hoje a Compesa pagaria um mês apenas, e os pipeiros já teriam firmado posição de que não será suficiente para eles retomarem o abastecimento. Por seu lado se agravou a situação dos moradores de Itapetim que não têm água nas torneiras a 28 meses e de Brejinho a 12 meses. Ao todo, 16 pipeiros que atendem as duas cidades, cobram da Compesa 4 meses de pagamento.

5 ministros-congressistas de Temer não apresentaram projetos em suas áreas

Uol – Fernando Rodrigues Dos 13 congressistas que fazem parte do ministério de Michel Temer, 5 não apresentaram no Congresso nenhum projeto voltado para pasta que agora comandam. São eles: Maurício Quintella Lessa (Transportes), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Leonardo Picciani (Esporte), Bruno Araújo (Cidades) e José Serra(Relações Exteriores). Na montagem do ministério, Temer […]

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Uol – Fernando Rodrigues

Dos 13 congressistas que fazem parte do ministério de Michel Temer, 5 não apresentaram no Congresso nenhum projeto voltado para pasta que agora comandam.

São eles: Maurício Quintella Lessa (Transportes), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Leonardo Picciani (Esporte), Bruno Araújo (Cidades) e José Serra(Relações Exteriores).

Na montagem do ministério, Temer conseguiu encaixar apenas 3 congressistas nas áreas em que são considerados “especialistas” pelos colegas. Esses são os casos de Sarney Filho (Meio Ambiente), Raul Jungmann (Defesa) e Blairo Maggi(Agricultura).

Todos os 3 tiveram produção legislativa nas áreas de seus ministérios e vínculos com os respectivos setores da sociedade.

Na maioria dos casos, Temer não conseguiu casar a área de atuação dos deputados e senadores com os ministérios que eles agora ocupam. Isso ocorreu porque a montagem da equipe temerista buscou, antes de tudo, consolidar uma sólida base de apoio congressual.

Foi o que ocorreu, por exemplo, com Henrique Eduardo Alves (Turismo). A maioria dos projetos apresentados por ele está relacionada a Previdência Social e Trabalho.

Alves assumiu o Turismo ainda sob Dilma, em abril de 2015. Deixou o cargo em março, mas retornou agora, no governo Temer.

Mais casos de políticos que se destacaram em outros campos que não o de seus ministérios: Ronaldo Nogueira (Trabalho), Ricardo Barros (Saúde), Mendonça Filho (Educação e Cultura) e Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário), por exemplo, apresentaram 4 ou menos projetos em seus setores.

Políticos citados nesta reportagem podem ainda ter atuado em suas respectivas áreas de outras formas que não a apresentação de projetos de lei. Relatar um projeto ou presidir uma comissão, por exemplo, são formas de atuação parlamentar igualmente relevantes.

Obra da adutora de Triunfo será retomada na próxima semana

A retomada das obras no ramal da Adutora do Pajeú, com 17 km de extensão, que vai beneficiar os triunfenses já tem data para acontecer. Segundo o DNOCS, a partir da semana que vem os maquinários serão enviados para o canteiro de obras. Além disso, será feita uma seleção com pessoas que assumem a frente […]

A retomada das obras no ramal da Adutora do Pajeú, com 17 km de extensão, que vai beneficiar os triunfenses já tem data para acontecer. Segundo o DNOCS, a partir da semana que vem os maquinários serão enviados para o canteiro de obras.

Além disso, será feita uma seleção com pessoas que assumem a frente de trabalho novamente acionada na próxima semana. A informação foi fornecida com exclusividade para o Blog Adriano Roberto pelo chefe do Serviço de Execução e Segurança de Obra, Luiz Hernani.

“Informamos que as obras de conclusão do trecho no ramal de Santa Cruz da baixa Verde até Triunfo estão agora na fase compra dos equipamentos bombas motores e conexões para serem efetivamente implantados no canteiro de obra. Por fim será retomada com contratação de pessoal para efetiva montagem desses equipamentos. A projeção nossa aqui na semana que vem esses equipamentos já começam a estar na fase de embarque e já estaremos nos deslocando também na próxima semana para o canteiro de obras, iniciando assim essa fase de dimensionamento de pessoal e de efetivamente a tomada de serviços”. Declarou o Engenheiro.

Com esse retorno nas obras a população de Triunfo vai poder ver de novo um serviço que já teve três mil metros de tubulação já concluída. Agora resta a expectativa do abastecimento d’água em Triunfo chegar o mais rápido possível. Fazendo jus ao investimentos de mais de 37 milhões de reais do Governo Federal, através do DNOCS, o empenho do presidente do DNOCS, Fernando Leão e atuação, na cobrança de agilidade da obra, do deputado federal Waldemar Oliveira. As informações são do site da Triunfo FM.

Iguaracy: Prefeitura apresenta Consultório Móvel durante Governo Itinerante

Na última sexta-feira (01.10), a Prefeitura de Iguaracy realizou, na Escola Municipal José Luiz de França do Sítio Lagoa Nova, a 23ª edição do Governo Itinerante.  Está foi a terceira vez, este ano, que o programa foi realizado após a sua volta em 1º de setembro no Distrito de Jabitacá. A segunda ação aconteceu na […]

Na última sexta-feira (01.10), a Prefeitura de Iguaracy realizou, na Escola Municipal José Luiz de França do Sítio Lagoa Nova, a 23ª edição do Governo Itinerante. 

Está foi a terceira vez, este ano, que o programa foi realizado após a sua volta em 1º de setembro no Distrito de Jabitacá. A segunda ação aconteceu na comunidade de Caantigueira no dia 16 de setembro.

O retorno aos trabalhos se deu, graças ao controle e redução dos números de casos de Covid-19 que fez com que o Governo do Estado autorizasse novas fases no Plano de Convivência com a Covid-19.

Iguaracy, por exemplo, desde o dia 27 de setembro, não registra novos casos da doença. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, neste sábado (02.10), o município conta com 835 casos confirmados, 807 recuperados, 28 óbitos e nenhum caso ativo da doença.

Na comunidade do Sítio de Lagoa Nova, o Governo Itinerante apresentou a mais nova aquisição da Gestão Zeinha Torres, o Consultório Itinerante, que se trata de um trailer climatizado e adaptado para melhor atender a população e os profissionais de saúde.

Em Lagoa Nova, além de terem acesso a serviços públicos essenciais, os moradores também tiveram a oportunidade de conversar pessoalmente com o prefeito Zeinha Torres, com o secretariado, demais membros da equipe de governo e também com os vereadores que se fizeram presentes ao evento, dentre eles Fábio Torres, Tenente de Viana e Lequinho.

A iniciativa, que partiu do próprio prefeito Zeinha Torres, integra um conjunto de ações que visa disponibilizar as populações mais distantes, os mesmos serviços que são oferecidos na sede.