Eriberto Medeiros se reúne com chefe da Polícia Civil de Pernambuco
Por André Luis
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Eriberto Medeiros, se reuniu, na última semana, com o chefe da Polícia Civil, delegado Nehemias Falcão, para discutir os investimentos feitos na corporação para o ano de 2022 dentro do orçamento do Estado.
Estiveram presentes no encontro o superintendente de Inteligência da Alepe, delegado José Rivelino, e o assessor do chefe de Polícia, delegado Salatiel Patrício.
Na ocasião, Eriberto elogiou a atuação dos policiais civis, reconhecendo o nível de excelência que a PCPE tem tido, com um índice de resolução de crimes de mais de 60%, estando bem acima da média nacional.
Nehemias Falcão demonstrou gratidão pelo apoio que os parlamentares têm dado no sentido de fortalecer a estrutura da Polícia, com destinação de recursos e emendas.
Para 2022, a segurança pública terá um orçamento de R$ 3 bilhões, além da destinação de R$ 4 milhões em emendas para aquisição de equipamentos, reformas de unidades policiais, delegacias, entre outras benfeitorias.
“Temos extrema confiança no trabalho dos policiais civis, agentes, comissários, peritos papiloscopistas, escrivães, delegados, por isso estamos atuando pra garantir mais recursos pra melhorar as condições de trabalho e valorizar os profissionais, com melhores remunerações. Pernambuco está certamente mais seguro graças ao trabalho dedicado da Polícia Civil”, afirmou Eriberto, durante a reunião.
O Governo Municipal de Iguaracy, por meio da gestão do prefeito Pedro Alves, está sendo realizada mais uma obra de pavimentação em paralelepípedos, desta vez na Rua Paralela, localizada no Conjunto Habitacional Otaviano Joaquim Bezerra. A obra atende a demanda dos moradores e representa um avanço significativo na mobilidade e na qualidade de vida da […]
O Governo Municipal de Iguaracy, por meio da gestão do prefeito Pedro Alves, está sendo realizada mais uma obra de pavimentação em paralelepípedos, desta vez na Rua Paralela, localizada no Conjunto Habitacional Otaviano Joaquim Bezerra.
A obra atende a demanda dos moradores e representa um avanço significativo na mobilidade e na qualidade de vida da população local.
Com o calçamento, a rua deixa para trás os transtornos causados pela lama durante o período chuvoso e pela poeira nos meses de estiagem.
De acordo com o prefeito Pedro Alves, investimentos em pavimentação vão além da infraestrutura e têm impacto direto na saúde pública. Segundo ele, a eliminação da poeira contribui para a redução de problemas respiratórios, além de evitar que a sujeira invada as residências em dias de ventania.
A gestão municipal destaca ainda que novas obras de calçamento já estão previstas para outras localidades do município.
Os distritos de Jabitacá e Irajaí também serão contempladas com pavimentação, reforçando o compromisso da administração com o desenvolvimento urbano e o bem-estar da população.
O Governo Municipal de Itapetim iniciou a obra de construção do calçamento da Rua Maria Limeira Cândido. São quase 3 mil metros quadrados de pavimentação, começando por trás da capela do São Francisco até o Bairro São José. Diversos moradores serão beneficiados com a ação que vai trazer mais qualidade de vida para a população […]
Pesquisa de boca de urna feita pelo Ibope indica que o governador do Distrito Federal será o senador Rodrigo Rollemberg (PSB). O candidato pessebista tem 54% das intenções de voto, contra 46% de Jofran Frejat (PR). O levantamento, encomendado pela TV Globo, ouviu 4.000 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais –para […]
Pesquisa de boca de urna feita pelo Ibope indica que o governador do Distrito Federal será o senador Rodrigo Rollemberg (PSB). O candidato pessebista tem 54% das intenções de voto, contra 46% de Jofran Frejat (PR).
O levantamento, encomendado pela TV Globo, ouviu 4.000 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais –para mais ou para menos. A pesquisa tem nível de confiança de 99% e foi registrada no TSE sob o número 01221/2014.
Do JC Online Ao participar de um debate na Rádio Jornal na manhã desta quarta-feira, o governador Paulo Câmara (PSB) defendeu os 100 dias de sua gestão à frente do Estado e falou sobre a situação econômica de Pernambuco. O socialista descartou que pretenda aumentar impostos para turbinar a receita estadual, mas em compensação deu […]
Ao participar de um debate na Rádio Jornal na manhã desta quarta-feira, o governador Paulo Câmara (PSB) defendeu os 100 dias de sua gestão à frente do Estado e falou sobre a situação econômica de Pernambuco. O socialista descartou que pretenda aumentar impostos para turbinar a receita estadual, mas em compensação deu uma má notícia ao funcionalismo público ao dizer que o caixa da administração não permite reajustes de salários no momento.
“Temos como filoasofia não aumentar tributos. Nunca fizemos isso. Em um momento desses (de crise econômica), aumentar tributos não aumenta receita. Pelo contrário. Com a atividade econômica diminuindo, aumentar tributos vai piorar a situação econômica das pessoas. Isso não é a melhor forma. A melhor forma é continuar estudando os segmentos e ver onde pode baixar e que essa redução faça com que aumente a produtividade e a expansão dos serviços”, disse.
De acordo com o governador, o momento é do Estado fazer o controle das contas. Ele usou os dados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para exemplificar a situação econômica e destacou que o ICMS pernambucano ficou abaixo da inflação em janeiro e fevereiro. “Pernambuco está sentindo os efeitos da crise apesar de ter o maior crescimento da indústria do Brasil em janeiro e fevereiro. Com toda a perspectiva de inauguração da fábrica da Jeep, que vai ocorrer agora em abril, de tudo o que está chegando, a gente tem agora uma perspectiva conservadora em relação a este ano”, falou.
REAJUSTE DE SERVIDORES
O governador reconheceu que Pernambuco está acima do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e lembrou que por isso o Estado não pode pensar em aumentar os salários dos servidores. A situação, segundo ele, pode mudar assim que sair os dados do quadrimestre, divulgado no final de maio.
“Vamos sentar e mostrar os números. O que fica claro para todo o funcionalismo é que sempre que houve espaço fiscal demos aumento. Demos aumento acima da inflação. É só comparar o que aconteceu nos últimos oito anos. Todas as categorias sempre tiveram aumento bem acima da inflação. Isso mostra a nossa determinação e o nosso olhar em relação aos servidores. Agora há um limite legal que não pode ser ultrapassado e nem é bom ser ultrapassado porque pode afetar outras áreas, pode afetar outros pagamentos e outros serviços. É sentando na mesa, é mostrando os números, é tendo a compreensão do momento que a gente vai conseguir os objetivos”, falou.
De acordo com o socialista, em 2007, quando o PSB assumiu o governo estadual com Eduardo Campos, também havia uma reclamação por melhores salários. “A gente não precisa pactuar para agora. A gente pode começar a conversar para pactuar ações para quando a situação melhorar. Vamos fazer. Em 2007, se formos atrás e olharmos, o salário só aumentou em outubro. O Estado naquele momento não tinha condição. O que quero reafirmar é que qualquer movimento não contribui em nada para melhorar as contas públicas. É um momento de pressão que não vai surtir efeito nenhum prático. Nós não vamos nos descuidar da legalidade e dos ajustes das nossas contas”, destacou.
Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (13), o ex-candidato a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique, criticou a falta de afogadenses em cargos de comando regional no Governo do Estado e minimizou a influência política de Mário Viana, atual representante do governo na região. “Eu não vejo o Mário […]
Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (13), o ex-candidato a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique, criticou a falta de afogadenses em cargos de comando regional no Governo do Estado e minimizou a influência política de Mário Viana, atual representante do governo na região.
“Eu não vejo o Mário com relevância, nem política e nem de estrutura perante o governo do estado”, afirmou Edson, ao comentar a relação entre o grupo de oposição que disputou a eleição municipal e o Palácio do Campo das Princesas.
Segundo ele, há uma ausência de “timbre político” por parte da gestão estadual e de seus assessores diretos. “Afogados da Ingazeira tem a importância que tem, mas não há nenhum filho afogadense ocupando um cargo de primeiro escalão nos órgãos regionais. Em toda a história do município, sempre houve afogadenses nesses espaços, independentemente do governo”, disse.
O ex-candidato ainda apontou que essa falta de representatividade repercute negativamente em outras instâncias. “A maioria das pessoas que ocupam cargos nos órgãos regionais de Afogados da Ingazeira não é da cidade. Então por que esses órgãos estão aqui?”, questionou.
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