Equilíbrio das contas de Duque, zona azul e “espaço CDL” dominaram semana em Serra Talhada

Em Serra Talhada, dois assuntos andam tomando o juízo do Prefeito Luciano Duque. O primeiro, a crise que não está longe de Serra Talhada. A gestão tem tido dificuldades para manter as contas equilibradas diante de contrapartidas de programas federais, obras que também exigem parceria, folha e outro leque de investimentos. Tanto que engrossou o côro em nome do Pacto Federativo, antes “assunto de socialista”.
Em evento recente inaugurando a Farmácia do Município, Duque admitiu a crise, mas garantiu que não haverá atraso no pagamento de servidores. O prefeito disse não ser “daqueles que dão calote”, para muitos, uma indireta ao ex-aliado e agora desafeto Carlos Evandro, hoje no G-12, o grupo de lideranças que fazem oposição à sua gestão.
Outro calo tem sido ajustar as recentes mudanças no trânsito, principalmente depois da definição de ruas que fazem a zona azula na Capital do xaxado. Houve críticas de que a área é extensa demais e tem viés arrecadatório. Tanto que a Câmara de Vereadores está convocando a STTrans, gerida por Célio Antunes, para discutir adequações.
O caldo engrossou esta semana com criticas ao pedido da CDL para reserva de vagas para comerciários na área comercial, em número de duzentas. A CDL defende que os espaços não são privilégio, mas há setores que questionam.
Neste tema, é certo dizer que qualquer que sejam as adequações propostas, nada substitui o bom ordenamento. O debate tem qe ser rigorosamente técnico. Nada que faça Serra voltar ao caos que viveu até bem pouco tempo.



O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a instauração de novos seis inquéritos para investigar os atos de teor golpista do último dia 8, que depredaram as sedes dos Três Poderes.


O ProRural participou, na última semana, da missão empresarial que levou representantes da Rede Produtiva da Piscicultura da região dos lagos do Rio São Francisco para Brasília. O objetivo das reuniões, que aconteceram na Secretaria da Aquicultura e Pesca e no Ministério do Meio Ambiente, foi buscar soluções para problemas e entraves enfrentados pelos piscicultores do Sertão da Bahia e de Pernambuco, além de buscar alternativas para novos empreendimentos do setor.












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