Entrevista de pré-candidato a prefeito é criticada por vereadores de Ingazeira
Por Nill Júnior
A entrevista concedida pelo empresário Itã Fernandes à Rádio Comunitária Ingazeira FM provocou a contestação dos vereadores ingazeirenses durante a sessão ordinária da Câmara realizada ontem a noite.
Se colocando como candidato ao bloco que faz oposição a gestão do Prefeito Lino Moraes (PSB) para a eleição de 2020, Itã atacou a Câmara pelos gastos com diárias para o recente encontro da UVP que foi realizado em Triunfo. “Além de afirmar o que não sabe, ele fez promessas que não pode cumprir”, disse um deles.
Até vereador de oposição criticou a postura do pré-candidato. Recentemente um deles confessou à produção do programa Rádio Vivo que não vê a possível candidatura de Itã com bons olhos. “Nós que estamos na luta do dia a dia sabemos das dificuldades. Chegar só para ser candidato, não ajuda em nada”, disse.
A Defensoria Pública do Estado de Pernambuco publicou autorização para realização do concurso público com 50 vagas e formação de cadastro para carreira inicial de defensor público. A seleção vai ser realizada pela Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe/Cespe). As inscrições devem ser abertas até outubro, mas […]
A Defensoria Pública do Estado de Pernambuco publicou autorização para realização do concurso público com 50 vagas e formação de cadastro para carreira inicial de defensor público. A seleção vai ser realizada pela Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe/Cespe).
As inscrições devem ser abertas até outubro, mas só após a publicação do edital é que será possível conhecer as datas do certame, taxas, salários e demais informações referentes ao concurso.
A autorização, com detalhamento das vagas, foi publicada no Diário Oficial. Entre os critérios para participar da seleção está possuir o título de bacharel em Direito emitido por entidade devidamente reconhecida pelo Ministério de Educação e ter exercido atividade jurídica pelo período mínimo de três anos, contados até a data da posse.
O curso conta com prova escrita, com questões objetivas e de múltipla escolha em um primeiro momento e provas escritas, com questões discursivas e peças práticas, em outro; prova oral e de títulos, todas de caráter classificatório.
Em nota enviada ao blog, governo do estado rebate questionamentos sobre a Lei Complementar nº 414/2019, chamada de “pedalada fiscal” pela oposição e diz que “acordo é uma vitória”. Diante dos questionamentos sobre a Lei Complementar n° 414/2019, de 27 de novembro de 2019, o Governo do Estado esclarece que: Desde o ano de 2007, […]
Em nota enviada ao blog, governo do estado rebate questionamentos sobre a Lei Complementar nº 414/2019, chamada de “pedalada fiscal” pela oposição e diz que “acordo é uma vitória”.
Diante dos questionamentos sobre a Lei Complementar n° 414/2019, de 27 de novembro de 2019, o Governo do Estado esclarece que:
Desde o ano de 2007, a operação interestadual de fornecimento do gás natural vem causando controvérsias no âmbito do Estado de Pernambuco, acarretando litígios entre o Estado e a Petrobras, empresa produtora do gás natural que no Estado é distribuído pela Copergás.
Até aquele ano, a Petrobras considerava que a venda do gás natural teria duas etapas: uma de remessa do gás do Estado de origem ao ponto de entrega (city gate), situado no Estado de Pernambuco (operação interestadual a preço de custo); e outra de venda do gás natural à Copergás (operação interna com preço final de venda).
Porém, desde meados de 2007, a Petrobras alterou nacionalmente a forma de emissão dos documentos fiscais relativos à comercialização do gás natural, passando a emitir tão somente uma nota fiscal de venda direta do Estado de origem às distribuidoras locais.
A partir daí, surgiu uma celeuma expressiva entre a administração tributária do Estado de Pernambuco e a Petrobras, e desde então, o Estado vem lavrando autos de infração fundados na interpretação de que a passagem do gás natural no city gate caracteriza fato gerador do ICMS, exigindo emissão da nota fiscal respectiva. Durante esse período, superior a 12 anos, o Estado de Pernambuco não recebeu qualquer valor da empresa a título de ICMS sobre tais operações com gás natural, uma vez que, não reconhecendo a tributação, a Petrobras passou a questionar judicialmente o imposto que o Estado considerava devido.
Por outro lado, esclarece-se que nenhum outro Estado da Federação acompanhou a interpretação defendida por Pernambuco. Os Estados produtores, por exemplo, adotam a tese contrária. O cenário atual, portanto, é de manutenção de litígio complexo, com perspectiva de se alongar por vários anos, em várias instâncias, sem recebimento do tributo e sem apoio dos demais Estados da Federação.
Nesse contexto, o Conselho Nacional de Política Fazendária aprovou recentemente o Convênio ICMS nº 190/2019, de 16 de outubro de 2019, que acrescentou as operações com gás natural ao escopo do Convênio ICMS n° 07/2019. De pronto, o Estado de Pernambuco visualizou a possibilidade de pôr fim, definitivamente, aos litígios que tratam da matéria.
Assim, a Lei Complementar n° 414/2019, de 27 de novembro de 2019, foi editada para adequar a legislação estadual à autorização contida no Convênio ICMS nº 190/2019, permitindo que a Petrobras reconheça os débitos fiscais constituídos e realize o pagamento destes, com remissão parcial dos valores sob litígio. Ressalte-se que a renúncia fiscal estimada em função da remissão legal dos créditos foi devidamente exposta em anexo à lei complementar, cumprindo o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Dessa forma, tem-se que a lei em tela é vantajosa e atende aos interesses do Estado de Pernambuco, na medida em que disciplina a matéria de forma mais objetiva, solucionando incertezas quanto à tributação das operações futuras de fornecimento de gás natural, bem como permite a resolução dos litígios de forma consensual.
A medida não trará prejuízo à arrecadação ou impacto orçamentário, uma vez que o Estado de Pernambuco não recebeu qualquer valor de ICMS sobre tais operações ao longo dos últimos 12 anos. Com as mudanças do Marco Regulatório do Mercado de Gás Natural, promovidas pelo Governo Federal a partir de 2016, e a venda da Transportadora Associada de Gás (TAG), em 2019, o Governo de Pernambuco deixou de ter perspectivas sobre a cobrança do ICMS nas operações do city gate. Não cabe, então, a afirmação de que o Estado abdicará de receita de ICMS nessas operações, no montante de R$ 80 milhões, a partir de 2020.
Nesse contexto, a negociação promovida pelo Estado de Pernambuco sempre se pautou em assegurar o ICMS originário, no valor R$ 336 milhões. O pagamento de R$ 440 milhões, portanto, supera em mais de R$ 100 milhões a possibilidade de recolhimento do ICMS originário das operações, embutido nos autos de infração. O Estado adota uma postura estratégica e em conformidade com o que preconizam órgãos como o CNJ, propiciando condições para aproveitar a oportunidade de uma solução consensual para a disputa.
Por Juliana Lima Em entrevista concedida ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, na última sexta-feira (1º), o vereador Rosimério de Cuca (PMN), foi enfático ao responder qual a principal motivação para sua saída da base governista do prefeito Luciano Duque para integrar o grupo de Sebastião Oliveira e Rogério Leão. Segundo o […]
Em entrevista concedida ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, na última sexta-feira (1º), o vereador Rosimério de Cuca (PMN), foi enfático ao responder qual a principal motivação para sua saída da base governista do prefeito Luciano Duque para integrar o grupo de Sebastião Oliveira e Rogério Leão.
Segundo o parlamentar, as atenções do governo municipal estavam mais voltadas para as necessidades e demandas do vereador Agenor de Melo, com quem divide suas bases eleitorais em Caiçarinha da Penha.
“O motivo porque deixei o governo se chama Agenor de Melo Lima. É impossível trabalhar num grupo onde toda a atenção e apoio são para o outro vereador, nada pra Rosimério de Cuca. Depois que fui pra o grupo de Sebastião já consegui atender o povo de Caiçarinha muito mais do que quando tava no governo de Luciano Duque”, disse.
Provocado a avaliar a gestão do prefeito Luciano Duque, foi econômico nas críticas. “O governo tá trabalhando bem, mas só na cidade, porque nos distritos deixa a desejar, precisar olhar mais para os distritos”.
Sobre a eleição para a presidência da Câmara Municipal, disse que a oposição não está discutindo possibilidade de formar chapa e que votaria em qualquer nome, menos em Agenor de Melo, considerado um dos prováveis candidatos à sucessão de Nailson Gomes. “Voto em qualquer um, só não voto em Agenor”.
Rosimério disse ainda manter boa relação com o deputado estadual Rodrigo Novaes e uma convivência pacífica com o federal Kaio Maniçoba. Quanto ao governador Paulo Câmara, não mostrou entusiasmo. “Eu voto no governador para seguir o grupo, mas não vou trabalhar na reeleição dele”, afirmou.
Nesta quinta-feira (13), o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, concedeu uma entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, apresentado por Juliana Lima e Júnior Cavalcanti. Durante o bate-papo, o vereador falou sobre os trabalhos legislativos, sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, possíveis mudanças no cenário político local […]
Nesta quinta-feira (13), o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, concedeu uma entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, apresentado por Juliana Lima e Júnior Cavalcanti. Durante o bate-papo, o vereador falou sobre os trabalhos legislativos, sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, possíveis mudanças no cenário político local e seus planos para o futuro.
Sessão em homenagem ao Dia da Mulher
Vicentinho destacou que a Câmara retomou suas atividades após o recesso de Carnaval com uma sessão especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. “Decidimos fazer uma sessão voltada às mulheres, com a colaboração de todos os vereadores. É justo reconhecer a importância delas, pois sem as mulheres, nenhum de nós estaria aqui”, afirmou.
Futuro político e possíveis alianças
Questionado sobre rumores de que não disputaria mais uma vaga na Câmara, mas sim um cargo majoritário, Vicentinho confirmou que avalia a possibilidade. “Estou no meu quinto mandato e acredito que já contribuí bastante como legislador. Se houver apoio suficiente, pretendo concorrer a um cargo majoritário daqui a quatro anos”, disse. Ele também não descartou a possibilidade de alianças com a oposição, ressaltando que a política é dinâmica. “Nunca fecho portas para ninguém. Se meu grupo não reconhecer meu trabalho, posso buscar outros caminhos”, explicou.
Relação com o prefeito Sandrinho Palmeira
Sobre sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, Vicentinho admitiu que há um distanciamento. “Quando nos encontramos, a convivência é ótima, mas ele tem o defeito de não atender o telefone”, brincou. O vereador também criticou a falta de diálogo e a “blindagem” em torno do prefeito. “Sinto que estou sendo distanciado, não é algo que partiu de mim. Acredito que o governo precisa se preocupar mais em trabalhar em conjunto com a Câmara”, afirmou.
Vicentinho revelou ainda que houve tentativas de inviabilizar sua indicação para a presidência da Câmara. “Sandrinho preferia que Raimundo Lima assumisse primeiro, mas chegamos a um acordo. Agora, se Raimundo quiser a presidência, terá que conquistar os votos dos vereadores”, disse.
Fidelidade ao PSB e apoio a Pedro Campos
Filiado ao PSB, Vicentinho afirmou que não pretende mudar de partido, mas não descartou a possibilidade. “A janela de contratação (fazendo uma analogia ao futebol) ainda não abriu. Vamos esperar para ver como as coisas se desenrolam”, disse.
Ele destacou que seu apoio ao deputado federal Pedro Campos depende de uma conversa franca. “Pedro já esteve em Afogados duas vezes este ano e não me procurou. Quero um deputado que também me ajude a atender as demandas da população”, ressaltou.
Desafios e perspectivas
Vicentinho encerrou a entrevista reforçando seu compromisso com a população de Afogados da Ingazeira. “Estou à disposição para servir e continuar trabalhando. Quero ser respeitado e valorizado, seja pelo meu grupo ou por outros que reconheçam meu trabalho”, concluiu.
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres,e a secretária de Educação Municipal, Rafaely de Souza, entregaram material esportivo aos diretores das escolas da rede municipal de ensino. Eles estiveram na creche Mikaely Nunes, localizada no Bairro Bom Jesus A entrega deste material aconteceu nesta sexta-feira (20). Foram entregues bolas, cordas, redes de vôlei, bombas para encher as […]
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres,e a secretária de Educação Municipal, Rafaely de Souza, entregaram material esportivo aos diretores das escolas da rede municipal de ensino. Eles estiveram na creche Mikaely Nunes, localizada no Bairro Bom Jesus
A entrega deste material aconteceu nesta sexta-feira (20). Foram entregues bolas, cordas, redes de vôlei, bombas para encher as bolas, bambolês e cones aos diretores das cinco escolas, da creche Mikaely Nunes e aos professores de educação física do município.
Segundo Rafaely, todas as escolas municipais e a creche Mikaely Nunes receberam o material esportivo que foi dividido em quantidades diferentes. “Conforme a necessidade de cada escola”, disse a secretária de Educação de Tuparetama.
A rede municipal de ensino de Tuparetama é formada pelas escolas Anchieta Torres, Francisco Chaves Perazzo, José Agostinho dos Santos, Padre Adelmo Santos Simões, Francisco Zeferino Pessoa e a creche Mikaely Nunes.
Você precisa fazer login para comentar.