Empresário compra Rádio Voluntários da Pátria FM de Ouricuri
Por Nill Júnior
Por Karine Paixão – Blog Roberto Araripina
Após 30 anos integrando o Sistema Grande Rio de Comunicação, a Rádio Voluntários FM passa a integrar um novo grupo organizacional. A transição será feita até dezembro deste ano, segundo o anúncio feito pela diretora das rádios do SGRC, Ana Amélia Lemos.
“Nós construímos uma linda história ao longo desses 30 anos da Voluntários FM. Inauguramos juntos uma nova era na comunicação do Sertão do Araripe. A emissora chegou a cidade através do trabalho do eterno deputado Osvaldo Coelho, que atendeu ao clamor da comunidade e expandiu até Ouricuri sua rede de comunicação, composta na época pelas rádios instaladas em Araripina e Petrolina. Agora, após robustos investimentos na modernização da empresa e seus equipamentos, a emissora vai vivenciar uma nova gestão”, revelou Ana Amélia.
Dentre as inovações citadas por Ana Amélia está a migração de amplitude modulada (AM) para frequência modulada (FM) em setembro de 2017. Na época, a VPFM foi a segunda do interior de Pernambuco a adotar a significativa alteração.
Agora, a emissora está prestes a vivenciar um novo ciclo, quando deixará de integrar o Sistema Grande Rio de Comunicação. Após o período de transição, ela passará a ser de propriedade do empresário do ramo de comunicação, Flávio Alex. Ele é proprietário da Rádio Sertão, Painel de LED e TV Sertão PE, que fazem a Rede Sertão de Comunicação, e recentemente também passou a administrar a Rádio Cultura FM. Além disso, Flávio Alex é um fraqueado da Solar Prime, empresa de Energia Solar.
O empreendedor revelou que sua paixão pelo rádio começou muito cedo, ao ver o pai vendendo baldes em um sistema de alto falante conectado ao carro. Ao longo da juventude, suas participações na Rádio Comunitária Cultura Estrela D’alva FM só aumentaram esse sentimento pela radiodifusão.
Ele também passou pela Rádio Liberal FM, participou da implantação da Rádio Grande Serra de Ouricuri, onde também apresentou o jornal da emissora por um ano. Atuou na Rádio Cultura FM e agora, consolida seu projeto assumindo o comando de uma rádio comercial de grande porte, que é a Rádio Voluntários FM.
O empreendedor lembrou da sua infância de muita dificuldade, mas, disse que foram os fundamentos básicos da educação que sua mãe repassou para os filhos, que também foi sua professora numa escola pública, onde aprendeu os princípios de honradez e simplicidade que o fez chegar nesse momento tão importante.
“Meu sonho sempre foi trabalhar na Rádio Voluntários, por ser uma emissora referência na comunicação, mas as portas não se abriram para mim na época, mas, eu não desisti e agora Deus me deu a Empresa de presente”, disse Flávio Alex.
A tragédia em uma creche em Janaúba, no Norte de Minas, completa uma semana nesta quinta-feira (12), e 16 pessoas permanecem internadas em hospitais de Montes Claros e Belo Horizonte, sendo 12 crianças. Uma menina de 5 anos que estava internada no Hospital João XXIII, na capital, recebeu alta nesta quinta. O nome da criança […]
A tragédia em uma creche em Janaúba, no Norte de Minas, completa uma semana nesta quinta-feira (12), e 16 pessoas permanecem internadas em hospitais de Montes Claros e Belo Horizonte, sendo 12 crianças.
Uma menina de 5 anos que estava internada no Hospital João XXIII, na capital, recebeu alta nesta quinta. O nome da criança não foi divulgado.
Onze pessoas morreram no incêndio, entre elas 9 crianças, a professora Helley Batista e o vigia da escola, autor do ataque. Damião Soares dos Santos, de 50 anos, trancou as portas da creche, jogou álcool nas crianças e no próprio corpo e, em seguida, ateou fogo.
No ataque, Helley Batista teve 90% do corpo queimado tentando salvar os alunos. A creche será reconstruída e terá o nome da professora, quemorreu como heroína.
Maísa Barbosa dos Santos, de 6 anos, era aluna da professora Helly. Após uma semana internada, ela recebeu alta, e pergunta pela professora. A mãe, Joana D’arc, conta que viu sua vida transformada com a notícia de que sua filha estava viva. “Ela teve três paradas cardíacas. Ficou internada em Belo Horizonte; queimou as vias respiratórias. Ela de volta em casa, foi um presente para mim; Deus abençoou”.
Nesta quinta-feira (12), o ônibus da Cruz Vermelha estará em Janaúba, levando mais de 500 brinquedos e outros donativos, como medicamentos e alimentos. Além disso, cerca de 11 iniciativas parceiras de Montes Claros e região vão se juntar para fazer um evento na cidade, aberto à comunidade, com rua de lazer.
A Cruz Vermelha informou que vai montar duas tendas de atendimento psicológico – uma pra crianças, outra para adultos. “Com as crianças a ideia é fazer atendimento mais lúdico, por meio de desenhos. No fim, será feita a doação de brinquedos. Cada criança pega uma senha e retira seu brinquedo”.
Neste sábado, dia 25, Arcoverde recebe o Seminário Pernambuco em Ação. Será momento para o governador Paulo Câmara fazer um balanço do seu desempenho nos últimos dois anos de governo e ouvir representantes da sociedade civil. A agenda começa às 9h, na Escola Técnica Estadual Professor Francisco Jonas Costa, com a exibição de um vídeo […]
Neste sábado, dia 25, Arcoverde recebe o Seminário Pernambuco em Ação.
Será momento para o governador Paulo Câmara fazer um balanço do seu desempenho nos últimos dois anos de governo e ouvir representantes da sociedade civil.
A agenda começa às 9h, na Escola Técnica Estadual Professor Francisco Jonas Costa, com a exibição de um vídeo e está aberta a todos.
A prefeita Madalena Britto vai fazer o discurso de abertura e, em seguida, será apresentada a prestação de contas do Governo. Às 10h30, começa a plenária, quando a sociedade civil organizada e autoridades poderão falar.
Ao meio-dia, o governador Paulo Câmara faz o discurso de encerramento do evento. O Pernambuco em Ação começou na quinta-feira (23), em Afogados da Ingazeira e na sexta-feira (24), chegou a Petrolândia.
Depois do Seminário em Arcoverde, o governador vai inaugurar um ambulatório no Hospital Regional Rui de Barros Correia e, em seguida, viaja para Buíque onde vai inaugurar a escola técnica. Essas ações ocorrem paralelamente as atividades do Pernambuco em Ação.
Pernambuco terá um orçamento da ordem de R$ 43,8 bilhões no próximo ano, com R$ 2 bilhões reservados para investimentos. A estimativa consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023, apresentado pelo secretário estadual de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, durante encontro da Comissão de Finanças nesta terça (18). Na ocasião, o gestor também […]
Pernambuco terá um orçamento da ordem de R$ 43,8 bilhões no próximo ano, com R$ 2 bilhões reservados para investimentos. A estimativa consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023, apresentado pelo secretário estadual de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, durante encontro da Comissão de Finanças nesta terça (18). Na ocasião, o gestor também detalhou a proposta de revisão do Plano Plurianual (PPA) 2020-2023.
O montante é 0,6% menor que as receitas estimadas pelo Estado para 2022. Segundo o secretário, na verdade, não haverá queda de recursos, e sim uma mudança na metodologia que contabiliza os repasses do déficit financeiro de cada órgão ao Fundo Financeiro de Aposentadorias e Pensões dos Servidores de Pernambuco (Funafin).
“Antes, a Dotação Orçamentária Específica (DOE) era parte da receita. Por força de lei federal, ela será extinta e as transferências irão diretamente para o Funafin’, explicou.
De acordo com Rebêlo, outro aspecto que poderá impactar negativamente as receitas é a manutenção da Lei Complementar Federal nº 194/2022, que limitou a 18% a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide em combustíveis, energia e comunicação.
“Até agora, estima-se que os estados tenham deixado de arrecadar algo em torno de R$ 14 bilhões. Caso essa medida imposta pelo Governo Federal permaneça em 2023, há chances de termos, de fato, perdas maiores”, explicou.
A maior parte dos recursos a serem captados continuará sendo constituída por fontes próprias, como o ICMS e o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA). Os dois tributos, juntamente com o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), representam 80% da receita pernambucana. Outros 17% vêm de arrecadação direta dos órgãos; 1%, de convênios; e 2%, de empréstimos.
Despesas
Segundo a proposta, 52% dos recursos serão direcionados a despesas com pessoal e 26% ao custeio da máquina e programas de diversos órgãos. Outros 13% compõem as transferências constitucionais aos municípios, enquanto 4% vão para pagamento de dívidas e 5% estão reservados para investimentos.
De acordo com o secretário, a previsão é que o Estado tenha à disposição R$ 2,05 bilhões para aplicar em obras de infraestrutura e demais políticas públicas.
Entretanto, ele informou ainda haver a possibilidade de a nova gestão alavancar os investimentos para R$ 5,5 bilhões, por meio de operações de crédito.
“O Governo Paulo Câmara está deixando Pernambuco com um espaço fiscal de R$ 3,45 bilhões. Isso só foi possível graças aos ajustes fiscais feitos pela atual administração. Elevamos a capacidade de endividamento ao obter a classificação Capag B”, ressaltou.
Plano Plurianual
A proposta de revisão do PPA manteve as metas e prioridades da iniciativa original, apresentada pelo Poder Executivo em 2019 e com vigência até 2023. O texto prevê a elaboração de 145 programas e o desenvolvimento de 1.057 ações e 1.760 subações. Todas as medidas seguem o estabelecido no Mapa da Estratégia idealizado pela equipe do atual governador.
Por Mariana Sanches / UOL Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada. O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a […]
Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.
O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.
A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.
No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.
Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.
Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.
A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.
O interesse de Trump
Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.
“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.
Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.
Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.
De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.
Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.
Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.
O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.
Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.
Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.
Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.
Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.
O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.
Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.
Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.
Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.
Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.
Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.
Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.
Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.
Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.
A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.
No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.
O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.
A Comissão Eleitoral da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) no uso de suas atribuições, informou em nota que, às 17h01 desta segunda-feira, 17 de fevereiro, foi inscrita para o processo eleitoral da Associação, apenas uma chapa, composta por 38 nomes de prefeitos e prefeitas de Pernambuco. A construção uniu os dois principais nomes na disputa: […]
A Comissão Eleitoral da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) no uso de suas atribuições, informou em nota que, às 17h01 desta segunda-feira, 17 de fevereiro, foi inscrita para o processo eleitoral da Associação, apenas uma chapa, composta por 38 nomes de prefeitos e prefeitas de Pernambuco.
A construção uniu os dois principais nomes na disputa: Marcelo Gouveia e Pedro Freitas serão candidatos a prefeito e a vice. Veja a chapa completa:
Diretoria Executiva
Presidente: Marcello Fuchs Campos Gouveia – ex-Prefeito de Paudalho;
Vice-Presidente: Pedro Ermírio de Almeida Freitas Filho – Prefeito de Aliança;
1ª Secretária: Elcione da Silva Ramos Pedroza Bezerra – Prefeita de Igarassu;
2ª Secretária: Mirella Fernanda Bezerra de Almeida – Prefeita de Olinda;
1º Tesoureiro: Ruben de Lima Barbosa – Prefeito de Panelas;
2º Tesoureiro: Elioenai Dias Santos Filho – Prefeito de Cabrobó;
Secretária da Mulher: Márcia Conrado de Lorena e Sá Araújo – Prefeita de Serra Talhada;
Suplente da Secretaria da Mulher: Juliana Barbosa da Silva Aguiar – Prefeita de Casinhas.
Conselho Fiscal
1º membro: Sérgio Procópio Colin da Silva Carvalho – Prefeito de Toritama;
2º membro: Orlando Jorge Pereira de Andrade Lima – Prefeito de Limoeiro;
3º membro: Rivaldo Alves de Souza Junior- Prefeito de Saloá.
Suplentes do Conselho Fiscal:
1º membro: Ana Carolina Coelho Jordão – Prefeita de Ribeirão;
2º membro: Maria Izalta Silva Lopes Gama – Prefeita de Ibirajuba;
3º membro: Maria Zeneide Medeiros da Costa – Prefeita de Cumaru.
Conselho Deliberativo
RD Metropolitana:
Titular: Diego da Rocha Cabral – Prefeito de Camaragibe;
Suplente: Carlos Jogli Albuquerque Tavares Uchôa – Prefeito de Araçoiaba.
RD Mata Norte:
Titular: José Roberto de Oliveira – Prefeito de Ferreiros;
Suplente: Henrique José Queiroz Costa – Prefeito de Buenos Aires.
RD Mata Sul:
Titular: Ridete Cellibe Pellegrino de Macêdo Oliveira – Prefeita de Jaqueira;
Suplente: José Bartolomeu de Almeida Melo Junior – Prefeito de Palmares.
RD Agreste Setentrional:
Titular: João Francisco da Silva Neto – Prefeito de Bom Jardim;
Suplente: Israel Ferreira de Andrade – Prefeito de Vertentes.
RD Agreste Central:
Titular: Cátia Junsara Rodrigues Aquilino – Prefeita de Jataúba;
Suplente: Genivaldo Ferreira Lins – Prefeito de Taquaritinga do Norte.
RD Agreste Meridional:
Titular: José Wilson Ferreira de Lima – Prefeito de São João;
Suplente: Nivaldo da Silva Martins – Prefeito de Caetés.
RD Sertão do Pajeú:
Titular: Flávio Ferreira Marques – Prefeito de Tabira;
Suplente: Luciano Torres Martins – Prefeito de Ingazeira.
RD Sertão do Moxotó:
Titular: Pollyanna Barbosa de Abreu – Prefeita de Sertânia;
Suplente: Erivaldo Severino Bezerra – Prefeito de Betânia.
RD Sertão Central:
Titular: Fábio Lisandro de Lima Barros – Prefeito de Salgueiro;
Suplente: Francisco de Assis Tavares Filho– Prefeito de Verdejante.
RD Sertão de Itaparica:
Titular: Fabiano Jaques Marques – Prefeito de Petrolândia;
Suplente: Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz – Prefeita de Floresta.
RD Sertão do Araripe:
Titular: Vicente Teixeira Sampaio Neto – Prefeito de Moreilândia;
Suplente: Helbe da Silva Rodrigues Nascimento – Prefeita de Trindade.
RD Sertão do São Francisco:
Titular: Ana Catharina Garziera Moreno – Prefeita de Lagoa Grande;
Suplente: George Rodrigues Duarte – Prefeito de Santa Maria da Boa Vista.
A eleição acontece no próximo dia 27 de fevereiro, das 08h às 17h, de maneira virtual. Também serão instalados totens de votação na sede da Amupe.
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