Em visita a Masterboi, Paulo Câmara destaca importância do empreendedorismo
Por André Luis
Foto: Hélia Scheppa/SEI
Foto: Hélia Scheppa/SEI
Dando continuidade à série de visitas realizadas às fábricas do Estado, o governador Paulo Câmara foi recebido, na manhã desta quarta-feira (19.06), pelo presidente da pernambucana Masterboi, Nelson Bezerra, nas instalações da empresa, no Recife. Acompanhado do secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, o governador destacou a importância do reconhecimento aos empreendedores de Pernambuco.
“A Masterboi tem crescido a cada ano e hoje é referência no País em qualidade, no processamento de carne, na venda e no corte. Ficamos satisfeitos em ter uma empresa que emprega tantos pernambucanos e que, ao mesmo tempo, tem um planejamento para o futuro, que é o que falta no Brasil”, avaliou o governador.
Segundo dados internos, a Masterboi emprega cerca de 1,3 mil trabalhadores e está há mais de 20 anos no mercado. Hoje, foi apresentado um planejamento para as próximas décadas, o que, de acordo com Paulo Câmara, é fundamental para o desenvolvimento da economia de Pernambuco. A empresa deu o “start” nas suas operações ainda como açougue, no Mercado Público de Afogados.
De acordo com o presidente da empresa, Nelson Bezerra, mesmo com toda a dificuldade encontrada no cenário nacional, a Masterboi aprendeu a se superar, e já aposta em planos futuros. “Compramos agora a antiga indústria da São Mateus, que era uma empresa de embutidos pernambucana. Estamos nos organizando ainda para, no final de 2020, estar funcionando, mas vai continuar com a mesma marca e com o mesmo produto. Temos também um projeto de fazer um frigorífico aqui em Pernambuco. Recebemos a visita do governador já para ir alinhando os detalhes”, contou o empresário.
A Masterboi conta com unidades nos estados de Pernambuco, Paraíba, Pará e Tocantins, com um Centro de Processamento e Distribuição no Recife, um centro de distribuição em João Pessoa, quatro lojas Atacarejo (Recife e João Pessoa) e dois Frigoríficos Industriais (Nova Olinda e São Geraldo do Araguaia).
Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 738 novos casos e 34 óbitos por Covid-19. A informação foi divulgada no boletim epidemiológico diário da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), nesta segunda-feira (12). Entre as novas infecções confirmadas, 108 (15%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 630 (85%) são leves. Já as mortes aconteceram entre […]
Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 738 novos casos e 34 óbitos por Covid-19. A informação foi divulgada no boletim epidemiológico diário da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), nesta segunda-feira (12).
Entre as novas infecções confirmadas, 108 (15%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 630 (85%) são leves. Já as mortes aconteceram entre o dia 12 de julho de 2020 e o último domingo, 11 de abril.
Agora, Pernambuco totaliza 370.225 casos confirmados da doença, sendo 37.746 graves e 332.479 leves; e 2.837 mortes pela Covid-19.
Vereador comentou morte do filho e diz que posts preconceituosos serão “julgados por Deus” Ainda abalado com a morte do filho Mariano Emerson, em acidente no último dia 18, mas tendo se disposto a falar no Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o vereador José Edson Ferreira, “Zé Negão”, agradeceu à solidariedade […]
Vereador comentou morte do filho e diz que posts preconceituosos serão “julgados por Deus”
Ainda abalado com a morte do filho Mariano Emerson, em acidente no último dia 18, mas tendo se disposto a falar no Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o vereador José Edson Ferreira, “Zé Negão”, agradeceu à solidariedade manifestada após o episódio.
O vereador relatou detalhes do acidente, como tomou conhecimento além de informações como a quem pertencia o carro envolvido no choque com uma árvore na PE 292, que ainda causou a morte de Renato Belo e ferimentos em Flávio Henrique Siqueira do Nascimento, 27 anos, conhecido como Nêgo Dé.
Segundo Zé Negão, o carro tinha sido adquirido em Fortaleza pelo advogado Carlos Marques, padrinho de Mariano, por incentivo do afilhado. “Ele viu o carro na internet e disse a Carlinhos que dava pra ganhar dinheiro com ele”, relatou. O vereador voltava de uma viagem e chegou a passar pelo carro que vinha no sentido Iguaracy na tarde do acidente. “O Jackson que vinha comigo disse que eram eles porque não conheci o carro. Pouco depois, Mariano trocou mensagens chamando ele pra ir ao Bar do Miozinho, em Iguaracy”.
Por conta disso, Zé Negão chegou a duvidar quando informado de um acidente envolvendo um filho de que se tratava de Mariano. Depois é que ele ficou sabendo que eles decidiram vir a Afogados comprar um litro de uísque, atraídos por uma promoção de um mercado local. O carro vinha sendo trazido por Renato, quando ocorreu a tragédia. O programa ainda ouviu Margarida Amorim, pai de Renato, muito emocionada e um representante da loja onde trabalhavam duas das vítimas do outro acidente, de 20 de setembro último.
Postagens ofensivas no G1: o vereador disse ter ignorado as postagens ofensivas a partir da publicação do acidente no G1 Pernambuco. O fato de Mariano ser filho de um vereador e estar em um carro de marca Chrisler, gerou comentários ofensivos ao Nordeste, a Mariano, ao próprio vereador e a Afogados da Ingazeira.
Perguntado se ingressaria com alguma ação na Justiça, Zé Negão disse que não. “O Juiz para esse tipo de coisa é Deus. Quem postou deve ter consciência do que está fazendo e Deus é quem vai julgar. As pessoas e Deus sabem que a história que contei é verdadeira e não vou ligar pra isso”.
Foto: Lupércio Moraes,gentilmente cedida ao blog
Veículo retirado do local do acidente: O veiculo Chrysler 300, prata, 2008, placa JIG-5055, que estava com os três ocupantes no acidente e ficou incinerado foi retirado por volta do meio dia de hoje do local, na PE 292, ao lado da Invesa.
O vereador também agradeceu ao fato de que graças a ajuda de populares, foi possível retirar os corpos antes da incineração completa. “Tiraram logo os dois ainda com vida e quando foram tirar meu filho o carro começou a ter explosões dos pneus. Agradeço por terem o tirado antes de lá”, disse.
Competição terá Serrano e Afogados FC representando região. Afogadense não foi confirmado. Alegação é de pendências documentais O Pajeú terá dois representantes na série A2, equivalente à Segunda Divisão da competição, e não três como se imaginava. Esta tarde, na sede da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), houve a reunião do Conselho Arbitral, que define […]
Competição terá Serrano e Afogados FC representando região. Afogadense não foi confirmado. Alegação é de pendências documentais
O Pajeú terá dois representantes na série A2, equivalente à Segunda Divisão da competição, e não três como se imaginava. Esta tarde, na sede da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), houve a reunião do Conselho Arbitral, que define regras e critérios da competição além de informar quem está apto a participar.
Na reunião, foram confirmados Serrano (Serra Talhada) e Afogados FC (Afogados da Ingazeira). As equipes, aliás, se encontram no mesmo grupo, ao lado de Petrolina e Flamengo de Arcoverde. Na primeira fase, são quatro grupos com quatro equipes cada. Desses grupos, três de cada se classificam para a próxima fase.
Outra novidade é que cada equipe poderá inscrever até quatro jogadores com mais de 23 anos. Com o intuito de revelar atletas, havia possibilidade de não haver essa liberação.
Já o Afogadense FC, que é presidido por Natan Pereira e este ao firmou parceria com uma empresa com participação do ex goleiro do Corínthians, Solito, não foi liberado para a disputa. A alegação é de que não houve apresentação do balancete anual do clube até abril deste ano, ferindo a Lei Pelé. Também não teria sido apresentada Licença de Funcionamento.
Justificando que o time não participou de atividades no período, o Presidente Natan Pereira em contato com a produção do Rádio Vivo prometeu recorrer ao Tribunal de Justiça Desportiva da FPF.
Segundo Anchieta Santos esta manhã, muita coisa ainda pode mudar entre os clubes anunciados: cinco estão com pendências junto à Federação. O Sete de Setembro de Garanhuns terá que pagar R$ 198 mil até o dia 02 de julho para ganhar o direito de disputar.
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29). O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a […]
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29).
O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a importância das políticas de desenvolvimento regional para reduzir desigualdades históricas no país. Leia abaixo a nota na íntegra:
As governadoras e os governadores do Nordeste vêm a público repudiar declarações recentes que insultam nossos estados e cidadãos, reafirmando que o Brasil só avançará com cooperação federativa, respeito e verdade.
O que está em debate não é apenas uma disputa política circunstancial, mas a forma como o país encara suas desigualdades históricas e projeta o futuro de sua economia e de sua gente. A verdade dos números desmente a narrativa falaciosa do governador Romeu Zema, expressa em entrevista ao portal Metrópoles.
Em 2024, o BNDES desembolsou R$ 133,7 bilhões, dos quais R$ 48,7 bilhões foram para o Sudeste e R$ 48,8 bilhões para o Sul. O Nordeste recebeu R$ 13,3 bilhões, o Centro-Oeste R$ 13,0 bilhões e o Norte R$ 9,7 bilhões. Ou seja, 73% de todos os desembolsos concentram-se no eixo Sul-Sudeste. Minas Gerais, sozinho, recebeu R$ 12,7 bilhões, sendo o quarto estado mais beneficiado.
O mesmo ocorre com os Gastos Tributários federais: em 2025, estima-se que o país renuncie a R$ 536,4 bilhões em tributos, dos quais R$ 256,2 bilhões ficarão no Sudeste e R$ 89,3 bilhões no Sul, enquanto o Nordeste receberá R$ 79,3 bilhões desses recursos. Em termos proporcionais, a relação entre Gastos Tributários e arrecadação revela que o Norte (75,6%) e o Nordeste (37,2%) dependem mais desses instrumentos que o Sudeste (14,9%) e o Sul (22,2%), o que evidencia a função redistributiva prevista na Constituição. Além disso, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) também cobre o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, mostrando que não há preterição a esses estados. Os dados, portanto, são claros: não procede a ideia de que “o Nordeste vive de subsídios” ou que “Minas é prejudicada”.
Também não procede a insinuação de que os estados nordestinos seriam os principais responsáveis pelo endividamento do país. Dados atualizados até abril deste ano mostram que os estados brasileiros devem R$ 827,1 bilhões à União, sendo 92% dessa dívida concentrada nos estados do Sul e do Sudeste. O Nordeste responde por apenas 3% do total, proporção que desmente a narrativa de desequilíbrio e evidencia onde se encontra a real concentração do passivo.
É preciso compreender este cenário à luz da história. Desde o ciclo do ouro em Minas Gerais, que concentrou riqueza e infraestrutura na Colônia e no Império, passando pela centralização política no Rio de Janeiro e pela política do “café com leite” que assegurou recursos e crédito a São Paulo e Minas na República Velha, até os ciclos industriais do século XX, quando a indústria têxtil, automobilística e siderúrgica se instalaram no Sudeste com fortes subsídios e políticas de atração de mão de obra europeia, o Estado brasileiro sempre privilegiou o eixo Sudeste-Sul. Enquanto isso, o Nordeste foi marcado por migrações forçadas, desestruturação agrária e políticas emergenciais diante da seca. Apenas nas últimas décadas, com a expansão do sistema universitário federal e do investimento em pesquisa, a juventude nordestina começou a colher os frutos de uma presença mais consistente do Estado nacional, alcançando projeções positivas em ciência, cultura e economia.
Em pleno século XXI, porém, os recursos públicos destinados à modernização produtiva ainda se concentram majoritariamente nas regiões Sudeste e Sul. O Nordeste nunca reivindicou esmolas, mas lutou pela criação de políticas de desenvolvimento regional capazes de valorizar suas potencialidades e apoiar seus empreendedores. A concentração histórica de infraestrutura, capital humano e crédito no Centro-Sul contrasta com a luta do Nordeste contra o abandono e o preconceito, e torna ainda mais urgente uma política nacional de desenvolvimento equilibrado.
Nesse contexto, também é necessário defender as políticas assistenciais. Programas como Bolsa Família, BPC e Garantia Safra não são privilégios nem muletas, mas instrumentos contracíclicos indispensáveis ao combate das desigualdades sociais e regionais. Funcionam como colchão de proteção em tempos de crise e como alavanca para dinamizar as economias locais. Cada real transferido a famílias de baixa renda gera efeitos multiplicadores sobre o comércio, a agricultura familiar e os serviços, ampliando a base econômica e tributária dos municípios. Longe de fomentar dependência, essas políticas fortalecem o mercado interno, reduzem vulnerabilidades e consolidam a cidadania.
O que está em jogo, portanto, é a própria compreensão de desenvolvimento. Historicamente, setores do Sudeste resistem a discutir mecanismos de desenvolvimento regional, tratando-os como concessões indevidas. Mas não se trata de concessão: trata-se de justiça histórica e de cumprimento da Constituição, que reconhece a obrigação do Estado de corrigir desigualdades estruturais entre regiões.
A política nacional de desenvolvimento deve combinar crédito público — via BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Finep e bancos regionais — com instrumentos tributários que garantam investimento, emprego e infraestrutura em áreas em que o mercado sozinho não entrega. Essa é uma agenda que os governadores nordestinos defendem com prioridade, e que não pode ser confundida com privilégios, mas sim entendida como condição para que o país inteiro avance.
A Federação é um pacto de solidariedade, não de hostilidade. Transformar diferenças econômicas em hierarquias morais de regiões e de pessoas é oportunismo eleitoral que empobrece o debate e fragiliza o Brasil. Esse tipo de retórica divide o país, desrespeita milhões de cidadãos e compromete o ambiente de negócios, porque cria incertezas institucionais.
Reafirmamos, por isso, nosso repúdio a toda forma de racismo, xenofobia e estigmatização regional. O Nordeste não aceitará ser transformado em bode expiatório de disputas eleitorais. Nossa cidadania é indivisível e exige respeito, com políticas públicas baseadas em dados e evidências, não em preconceitos e estereótipos.
Comprometemo-nos, como governadoras e governadores do Nordeste, a defender o crédito para o desenvolvimento com critérios técnicos e transparência; a aprimorar a avaliação dos Gastos Tributários, assegurando que gerem contrapartidas em emprego e inovação; a reforçar a cooperação inter-regional em cadeias estratégicas — das energias renováveis à logística, da saúde às tecnologias industriais e digitais —; e a promover o diálogo federativo em espírito republicano, pautado na verdade dos fatos e no respeito às instituições.
O deputado estadual Rogério Leão usou suas redes sociais para parabenizar o líder político Inocêncio Oliveira pela passagem do seu aniversário. “Hoje eu quero parabenizar este homem de garra, Inocêncio Oliveira, pela passagem de seu aniversário.Exemplo de determinação, ícone da política pernambucana, pai, avô, amigo e principalmente exemplo a ser seguido. Sua trajetória, sua carreira […]
O deputado estadual Rogério Leão usou suas redes sociais para parabenizar o líder político Inocêncio Oliveira pela passagem do seu aniversário.
“Hoje eu quero parabenizar este homem de garra, Inocêncio Oliveira, pela passagem de seu aniversário.Exemplo de determinação, ícone da política pernambucana, pai, avô, amigo e principalmente exemplo a ser seguido.
Sua trajetória, sua carreira e seu modelo de homem público nos inspira. Parabéns Inocêncio Oliveira. Muitos anos de vida, paz, saúde e prosperidade”, publicou o Leão.
Inocêncio Oliveira nasceu em Serra Talhada, no dia 21 de outubro de 1938. Formado em Medicina, teve destaque como laureado da turma e exerceu a profissão até 1974. A vida política do ex-deputado teve início em 1975. Durante os seus 40 anos de vida pública fez história no Congresso Nacional, se tornando um dos políticos mais influentes do país.
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