Afogados da Ingazeira inicia vacinação em idosos a partir de 85 anos
Por André Luis
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início nesta quarta-feira (27) a vacinação dos idosos a partir de 85 anos, público alvo dessa etapa da campanha.
O primeiro idoso a ser vacinado foi o senhor João Lopes da Silva, de 85 anos, na Unidade Básica de Saúde do São Braz.
A vacina é a do laboratório AstraZeneca (Oxford), e tem a segunda dose prevista para daqui a três meses. Na UBS Borges, outra vacinada foi a senhora Maria Lopes, de 86 anos.
Ao todo, Afogados recebeu 360 doses da AstraZeneca. A vacinação ocorre nas UBS’s do município, inclusive na zona rural.
“Estamos prontos para vacinar toda a nossa população a medida que as doses de vacinas forem chegando. Esse é um momento importante, pois estamos vacinando nossos idosos, público mais vulnerável e propenso a evoluir para quadros graves da doença. Vacinando estamos ajudando a preservar vidas,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.
No caso de idosos acamados ou que tenham dificuldade de locomoção, as equipes da saúde irão vacinar nas residências.
Desde a morte do ex-governador Eduardo Campos, há um ano, Pernambuco tem tido em média uma obra batizada com o nome dele a cada mês no Estado. Levantamento feito pela reportagem do UOL mostra que ao menos 14 receberam o nome dele desde sua morte, em um acidente aéreo em Santos, em agosto de 2014. […]
Desde a morte do ex-governador Eduardo Campos, há um ano, Pernambuco tem tido em média uma obra batizada com o nome dele a cada mês no Estado. Levantamento feito pela reportagem do UOL mostra que ao menos 14 receberam o nome dele desde sua morte, em um acidente aéreo em Santos, em agosto de 2014. Outras 15 obras podem ganhar em breve o nome do ex-presidenciável.
Pouco menos de duas semanas após a morte de Campos, deputados estaduais começaram a propor os primeiros projetos de lei para colocar o nome do ex-governador em obras e honrarias.
Dez propostas se tornaram leis estaduais desde agosto do ano passado. A primeira delas foi a do Complexo Turístico Portuário, que passou a incluir “Governador Eduardo Campos” no título. O conjunto é formado por Porto do Recife, Terminal de Passageiros, Museu Cais do Sertão e Centro de Artesanato de Pernambuco.
Também integram a lista trechos de estradas, escolas, uma adutora, um teleférico e até órgãos do governo, como a empresa de turismo e o instituto de gestão pública. Muitas das obras ainda nem foram inauguradas.
A iniciativa de homenagear o ex-líder do Executivo estadual não partiu apenas dos membros do Legislativo estadual. Vereadores de cidades pernambucanas também deram sua contribuição. No último ano, ao menos quatro obras foram inauguradas e nomeadas “Governador Eduardo Campos”: uma praça, um ginásio de esportes, um conjunto habitacional e uma Academia da Cidade.
Ao visitar, neste sábado (4), um trecho do projeto de Transposição do, Rio São Francisco, no município de Sertânia, o líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT), disse que deve se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e propor que Lula encabece “uma grande caravana pela Transposição”. Segundo o senador, […]
Ao visitar, neste sábado (4), um trecho do projeto de Transposição do, Rio São Francisco, no município de Sertânia, o líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT), disse que deve se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e propor que Lula encabece “uma grande caravana pela Transposição”.
Segundo o senador, a ideia é que o ex-presidente mobilize a militância e percorra a obra reafirmando a contribuição dos governos do PT para o Nordeste e para todo o Brasil.
“O projeto de Transposição foi construído ao longo dos anos com a má vontade da oposição. Aqueles que estão hoje no governo, que assumiram por intermédio do golpe parlamentar, sempre se colocaram contra essa obra. Mas, agora que ela se tornou uma realidade, todos eles querem tirar uma casquinha. O governador Geraldo Alckmin, por exemplo, deixou São Paulo sem água por mais de um ano, mas vem aqui falar da obra como se fosse ele que a tivesse feito. Por isso é fundamental desmontar essa tentativa de iludir o povo. O nordestino sabe que este é um projeto, um trabalho de Lula e de Dilma e nós queremos no espaço mais curto possível fazer uma grande agenda pela transposição com Lula para reafirmar o nosso compromisso com Pernambuco e com o Nordeste”, afirmou Humberto.
Humberto aproveitou a visita, também, para criticar o atraso no projeto. “Dilma deixou Transposição com mais de 90% da obra concluída e com a previsão de finalizar todos os trechos já agora, em 2017. Mas o governo de Michel Temer (PMDB), disse que só termina em 2018, castigando ainda mais o Nordeste que sofre com a pior seca dos últimos 100 anos”, lembrou o senador.
O líder da oposição visitou a obra acompanhado da prefeita de Calumbi, Sandra Magalhães (PT), além dos vereadores Dr. Orestes Neves (Sertânia/PT), Aristoteles Monteiro (Tabira/PT), Gleybson Martins (Carnaíba/PDT), Diomedes Brito (Santa Cruz do Capibaribe/PT) e outras lideranças da região. De Afogados, esteve presente a ex-vereadora Antonieta Guimarães.
Após a visita, Humberto seguiu para o município de Águas Belas, no Agreste do Estado, onde participou da ordem de serviço para a reforma de 11 casas e a inauguração de 15 moradias, ao lado do prefeito do município, Luiz Aroldo (PT).
O Instituto Múltipla aferiu como anda a corrida eleitoral em Tuparetama, a praticamente um ano e meio da corrida eleitoral. A pesquisa é parte de uma série de levantamentos que o blog fará este ano em importantes cidades do sertão do estado. Na cidade, há uma saraivada de nomes governistas e oposicionistas. Tanto que há […]
O Instituto Múltipla aferiu como anda a corrida eleitoral em Tuparetama, a praticamente um ano e meio da corrida eleitoral. A pesquisa é parte de uma série de levantamentos que o blog fará este ano em importantes cidades do sertão do estado.
Na cidade, há uma saraivada de nomes governistas e oposicionistas. Tanto que há mais de um cenário, aferindo o potencial de Diógenes Patriota, Gustavo Galvão, Dêva Pessoa, Danilo, Joel Gomes e outros cenários. Também avalia e quer saber o real poder de transferência de Sávio Torres. Na cidade, entre os governistas, há uma disputa entre quem será o candidato apoiado pelo prefeito Sávio Torres: se o vice, Diógenes Patriota, ou o empresário Gustavo Galvão.
Entre os oposicionistas, três vereadores colocaram o nome para ser avaliado em uma pesquisa: se colocaram como pré-candidatos a prefeito os vereadores Danilo, Plécio e Joel Gomes. Eles encomendarão pesquisa nos próximos dias para aferir a aceitação da população.
No primeiro cenário aferido, foram colocados na pesquisa estimulada Diógenes Patriota, Dêva Pessoa, Danilo, Gustavo Galvão, Plécio Galvão, Domenico Perazzo, Joel Gomes e Júnior Honorato. Nesse cenário, o vice-prefeito lidera com 53,2% das intenções de voto. Dêva Pessoa tem 10,5%, Danilo e Gustavo Galvão tem 4,5% cada um, Plécio Galvão, 4,1%. Domenio Perazo e Joel Gomes aparecem com 2,3% cada. Júnior Honorato, 0,5%. outro foi citado pelo mesmo percentual. Brancos e nulos são 5%. Não sabem 11,4%. Não opinaram 1,2%.
O cenário 2 tem três nomes, com Diógenes, Gustavo e Joel Gomes. Nesse cenário, o vice-prefeito também lidera, com 65%, com 8,6% de Joel Gomes e 7,7% de Gustavo Galvão. No terceiro cenário, com Danilo no lugar de Joel, o vice aparece com 58,2%. Danilo chega a 10,3%. E Gustavo, 7,3%. Nesse cenário, 8,6% dizem votar branco e nulo, 8,2% indecisos e 2,3% não opinaram.
O cenário 4 traz Diógenes, Plécio e Gustavo Galvão. Nesse, 64,1% dizem votar no vice-prefeito, 10,5% afirmam votar em Plécio Galvão e 6,4% em Gustavo Galvão. Brancos ou nulos são 8,6%, indecisos 8,2% e não opinaram 2,2%. O último cenário teve Diógenes Patriota, Dêva Pessoa e Gustavo Galvão. Nesse, Diógenes tem 58,2%, contra 20,5% de Dêva Pessoa e 5,5% de Gustavo Galvão. Brancos e nulos são 6,4%, indecisos 7,3% e 2,1% não opinaram.
Rejeição de Diógenes é menor: quando o Múltipla perguntou quais candidatos a população conhece e em qual deles não vota de jeito nenhum, Júnior Honorato é o mais citado com 82,3%, seguido de Joel Gomes (78,2%), Ivaí Cavalcanti (76,4%), Domênico Perazzo (74,1%), Plécio Galvão (68,6%), Gustavo Galvão (67,3%), Danilo (65,9%), Dêva Pessoa (63,2%) e Diógenes Patriota, com 20,5%. Isso se explica porque o candidato com maior intenção tem obviamente menor rejeição.
Poder de transferência de Sávio Torres: o Múltipla perguntou se a população vota com certeza no candidato do prefeito Sávio Torres. Um total de 32,7% disseram votar com certeza no candidato do prefeito Sávio Torres. Já 34,1% disseram votar a depender do candidato. Para 26,4% não tem jeito: não votam em candidato de Sávio de jeito nenhum. Não levam isso em conta 4,1%. E não opinaram 2,7%.
Apenas para quem respondeu na questão anterior as respostas: vota com certeza no candidato do prefeito Sávio ou talvez vote, dependendo do candidato, o Múltipla perguntou: que candidato o prefeito Sávio Torres deveria apoiar em 2024? Um total de 84,5% citaram Diógenes Patriota, contra 8,1% que citaram Gustavo Galvão. Citaram outro 1,4%. Não opinaram 6%. A nota média atribuída ao governo do prefeito Sávio Torres foi 7,8.
A pesquisa foi realizada dia 12 de abril. Foram 220 entrevistas. A margem de erro é de 6% para mais ou para menos. Perfil da amostra: Masculino 48,2%, Feminino 51,8%; Na faixa de 16 a 34 anos, 33,2%. Na de 35 a 59 anos, 45%,. Com 60 anos ou mais, 21,8%. Distribuição das entrevistas: Cidade 76% e Zona Rural, 24%.
No dia 25 de janeiro de 2019, a vida na cidade de Brumadinho, a cerca de 35 quilômetros de Belo Horizonte, mudou completamente. A barragem de rejeitos de minério de ferro da mina Córrego do Feijão se rompeu, causando 259 mortes, deixando 11 desaparecidos e um rastro de degradação ambiental e social. Os rejeitos foram […]
No dia 25 de janeiro de 2019, a vida na cidade de Brumadinho, a cerca de 35 quilômetros de Belo Horizonte, mudou completamente. A barragem de rejeitos de minério de ferro da mina Córrego do Feijão se rompeu, causando 259 mortes, deixando 11 desaparecidos e um rastro de degradação ambiental e social.
Os rejeitos foram para o rio Paraopeba, importante afluente do São Francisco, e destruíram plantações, casas e vidas. A lama seguiu o curso do Paraopeba, inviabilizando quem dependia desse rio para irrigação das plantações e, também, impedindo o abastecimento de populações que captavam a água deste curso d’água.
O tempo que passou desde então não foi o suficiente para amenizar os problemas causados pela tragédia. É o caso da contaminação do Rio Paraopeba, ainda prejudicado pela lama, repleta de rejeitos de mineração e espalhada em sua água desde a ruptura da represa.
A captação de água no Paraopeba continua suspensa de forma preventiva e não há restrição para captação de água subterrânea, por meio de poços artesianos, para quem está a mais de 100m da margem do rio, conforme nota do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM).
O nível de cobre nas águas do rio Paraopeba chegou a até 600 vezes acima do permitido a rios usados para abastecimento humano, irrigação em produção de alimento, pesca e atividades de lazer. O limite aceitável de cobre é 0,009mg/l (miligramas por litro), mas variou de 2,5 a 5,4mg/l nas 22 amostras recolhidas em uma expedição ao longo de 305 quilômetros do Paraopeba para relatório da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado em 2019.
A Vale informou por meio de nota que segue trabalhando na busca por soluções que levem à reabilitação do Rio Paraopeba e sua biodiversidade. “A recuperação do Rio Paraopeba é uma das premissas do trabalhado realizado pela Vale. Para isso, medidas de curto, médio e longo prazos estão sendo realizadas. A empresa implementou um conjunto de ações que, ainda em 2019, impediram novos carreamentos de sedimentos para o rio e contiveram os rejeitos.”
Ameaça à bacia do São Francisco
A mineração em Minas Gerais está gerando muitos perigos para o rio São Francisco. Praticamente metade das barragens do Brasil estão em Minas Gerais. São cerca de 360. E só há quatro fiscais da Agência Nacional de Mineração (ANM) para monitorar todas as estruturas do estado.
A bacia do Rio das Velhas, outro importante afluente do São Francisco, conta com uma lista de sete barragens sem garantia de segurança que inclui B3 e B4; Forquilha I, II e III; Maravilhas II; Vargem Grande. Além disso, a bacia do Rio das Velhas ainda tem três barragens em nível 3 de risco de rompimento. Todas as três são da mineradora Vale: a B3/B4, da mina Mar Azul, em Macacos e Forquilha I e Forquilha III, em Ouro Preto. Em caso de novos rompimentos, muitos municípios mineiros sofreriam a destruição e o rio São Francisco receberia um alto volume de rejeitos tóxicos.
Avanços na legislação
Dois anos depois trata-se de um problema ainda a se resolver. Duas leis – uma federal e outra estadual – foram sancionadas para evitar novas tragédias. Primeiro, em âmbito estadual, a Lei 23.291, de 2019, conhecida como ‘Mar de Lama Nunca Mais’, que proibiu a construção, instalação, ampliação ou alteamento de barragem onde existe comunidade na área de autossalvamento, áreas que ficam abaixo de barragens, sem tempo suficiente para receber socorro em caso de rompimento.
A lei vetou também a possibilidade de licença para construção, operação ou ampliação de barragens com alteamento a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e Mariana. Mas permite essas barragens se não houver método alternativo, o que deve ser comprovado pelo estudo de impacto ambiental.
Já em âmbito federal, a Lei número 14.066 só foi sancionada em 1º de outubro de 2020, aumentando as exigências de segurança e estipulando multas administrativas às empresas que descumprirem as normas com valores que podem chegar a R$ 1 bilhão.
A nova legislação proíbe a construção de reservatórios pelo método de alteamento a montante, o mesmo usado em Brumadinho, em que a barragem vai crescendo em degraus, utilizando o próprio rejeito da mineração. No entanto, segundo especialistas, a legislação ainda é frágil e o segmento é marcado pela autorregulação, o que não descarta as chances de um novo rompimento.
Um dos pontos frágeis diz respeito ao Plano de Ações de Emergência, o PAE, que na proposta original, deveria ter sido debatido com toda a comunidade, mas teve o grau de participação alterado pela Câmara.
Outro exemplo é a mudança de conceitos em relação às zonas de autossalvamento. A nova legislação proíbe que sejam construídas barragens que coloquem comunidades em zonas de autossalvamento, que são regiões onde não dá tempo da defesa civil ou grupos de emergência chegarem. Só que a lei flexibilizou a definição de zonas de autossalvamento e confundiu com zonas de salvamento secundário.
A legislação também não trouxe avanços em relação ao tipo de encerramento das barragens à montante. A lei prevê a descaracterização – drenagem da água – e o fechamento da estrutura, mantendo o rejeito. Mas, a expectativa era que a lei determinasse o descomissionamento, ou seja, a retirada de todo o rejeito.
A lei ainda submete a descaracterização a uma “viabilidade técnica”, o que seria uma brecha, na visão de especialistas. E foi mantido também o modelo em que as mineradoras contratam empresas de auditoria que emitem laudos sobre a segurança das barragens.
Cinemas de rua da capital e do interior recebem a programação, numa parceria entre a Secult-PE e Fundarpe e o Consulado Geral da França O Governo de Pernambuco apoiará mais um ano o Festival de Cinema Francês Varilux 2019, democratizando o acesso ao evento para várias salas de cinema do estado. O Cinema São Luiz, […]
Cinemas de rua da capital e do interior recebem a programação, numa parceria entre a Secult-PE e Fundarpe e o Consulado Geral da França
O Governo de Pernambuco apoiará mais um ano o Festival de Cinema Francês Varilux 2019, democratizando o acesso ao evento para várias salas de cinema do estado. O Cinema São Luiz, por exemplo, vai exibir os 17 títulos que integram a maratona de filmes do festival, marcada para acontecer de 6 a 19 de junho. Para esquentar o coração dos cinéfilos, haverá uma sessão de pré-estreia nesta terça-feira (4), com o filme “Amor à Segunda Vista”, do diretor Hugo Gélin. Além do São Luiz, a Secult-PE e Fundarpe levarão a sétima arte francesa para o interior do estado através do Programa Cine de Rua, que fará o festival circular pelo Cineteatro Guarany (Triunfo), Cine São José (Afogados da Ingazeira) e Armazém da Criatividade (Caruaru).
Segundo Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco, essa parceria busca estimular a cooperação da atual gestão da Secult-PE/Fundarpe com parceiros e instituições internacionais. “É com bastante entusiasmo que damos início à programação do Festival de Cinema Varilux em Pernambuco, uma iniciativa que só foi possível com a união de diversos agentes públicos e da sociedade civil comprometidos com a democratização da cultura em todo o estado”.
De acordo com Silvana Meireles, secretária-executiva de Cultura, o Programa Cine de Rua torna possível a democratização dos espaços públicos para a promoção do acesso à cultura. “O Cine de Rua é formado por representantes do poder público e da sociedade civil que, desde 2016, discutem e planejam a reinserção de salas de cinema no circuito de exibição audiovisual pernambucano”, explica Silva Meireles, ressaltando que há três anos o programa é parceiro do Festival Varilux.
Na Região Metropolitana do Recife, outros quatro cinemas recebem a programação: Cinema do Museu (Museu do Homem do Nordeste) e do Derby (Fundação Joaquim Nabuco), Moviemax Rosa e Silva e o CineMark Riomar Shopping. No Cinema São Luiz, os ingressos para o Festival custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). No Cineteatro Guarany, R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Já no Cine São José e no Armazém da Criatividade, a entrada é gratuita.
A realização do Festival Varilux é da BonFilm, e os parceiros para a realização da programação no Cinema São Luiz e nas salas do interior são: Consulado Geral da França para o Nordeste, Prefeitura Municipal de Triunfo, Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, e Armazém da Criatividade – Porto Digital.
O Festival – Na programação deste ano, destacam-se as seguintes produções: “Graças a Deus” (Grâce à Dieu), último filme de François Ozon. Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim esse ano – prêmio do júri -, tem como base uma história real que conduziu à condenação do cardeal francês Philippe Barbarin por seu silêncio sobre os abusos sexuais cometidos contra menores de idade por um padre de sua diocese.
A animação “Astérix e o Segredo da Poção Mágica” (Asterix – Le Secret de la Potion Magique), de Alexandre Astier e Louis Clichy, verdadeiro fenômeno que vendeu quase quatro milhões de ingressos na França.
Outro destaque é “A Revolução em Paris” (Un Peuple et son Roi) de Pierre Schoeller, que retrata a gênesis da Revolução Francesa. Essa produção, que foi construída a partir de uma pesquisa de quase seis anos e custou 17 milhões de euros, reúne um elenco excepcional formado por nomes como Louis Garrel, Adèle Haenel, Izïa Higelin, Gaspard Ulliel, Laurent Lafitte, Olivier Gourmet e Denis Lavant, entre outros.
A primeira edição do Festival Varilux foi realizada em nove cidades, exibido em 11 salas de cinema e visto por cerca de 25 mil pessoas. Nove anos depois, em 2018, atingiu quase todo o Brasil, tendo passado por 88 municípios, 118 salas e consumido por um público de 172 mil pessoas de todas as idades.
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